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O Planeta Terra: origem – evolução – estrutura interna – estrutura geológica e a litosfera

A Deriva dos Continentes

A Tectônica de Placas

Forças endógena e exógenas

Solos

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A origem da Terra

  • Origem da Terra – pela teoria da agregação ou acreção: nebulosa – agregação de partículas – aumento de temperatura – fusão dos materiais – separação em função da densidade – formação da litosfera – do manto e do núcleo.
  • Evaporação de vapor d’água e outros gases – formação da atmosfera.
  • Toda a evolução ocorreu ao longo das Eras geológicas.

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Eras Geológicas

  • Pré – Cambriana; Paleozoica; Mesozoica e Cenozoica.

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Estrutura Interna da Terra

  • Formada por crosta terrestre ou litosfera:
  • Sial – silício e alumínio – é a crosta superior.
  • Sima – silício e magnésiso – crosta inferior.
  • Manto – cuja parte superior é a ASTENOSFERA.
  • Núcleo – NiFe:
  • Núcleo externo – líquido
  • Núcleo interno - rígido

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Estrutura Geológica da Terra.

  • As macroestruturas geológicas da Terra são:
  • Maciços Antigos ou Escudos Cristalinos que também podem ser chamados de crátons.
  • Idade – formaram-se na Era Pré – Cambriana, nas sub- eras – Arqueozóica e Proterozóica.
  • São montanhas desgastadas pela erosão, são antigas, são estáveis, formados por rochas magmáticas e metamórficas e encerram grandes jazidas de minerais metálicos, como ferro, manganês, ouro entre outros.

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Estruturas Geológicas da Terra.

  • Bacias Sedimentares – formadas nas eras Paleozoica, Mesozoica e Cenozoica que formam em conjunto o Fanerozoico.
  • Formadas por rochas sedimentares.
  • Encerram jazidas de carvão mineral, petróleo, gás natural.
  • O carvão mineral de alta qualidade foi formado em bacias sedimentares continentais da era Paleozoica, períodos: carbonífero e permiano.
  • O petróleo e o gás natural foram formados em bacias sedimentares marítimas das eras Mesozoica e Cenozoica em seu período terciário.

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Estrutura Geológica da Terra

  • Dobramentos recentes ou moderno ou cadeias orogênicas terciárias.
  • São formações recentes, jovens, instáveis, compostas de rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares.
  • Formaram-se na Era Cenozoica – período Terciário.
  • Ex: Himalaia, Andes, Alpes, Pirineus, Cáucaso, Montanhas Rochosas e outros.

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Deriva Continental

A Teoria

  • Foi em 1912 que o meteorologista alemão Alfred Wegener apresentou uma teoria sobre a mobilidade dos continentes, denominada de “Teoria da Deriva dos Continentes”. Segundo aquele cientista, há 225 milhões de anos, os continentes estavam reunidos num único supercontinente, a Pangeia (do grego: todas as terras), rodeado pelo oceano Pantalassa

Os argumentos

  • Morfológicos - a semelhança de encaixe entre as costas de diversos continentes, em particular entre a América do Sul e a África;

  • Paleontológicos - a ocorrência de fósseis idênticos em zonas continentais hoje separadas por oceanos;

  • Litológicos - a ocorrência de rochas idênticas em continentes hoje distantes. Wegener provou que as rochas das costas atlânticas da América do Sul e da africana tinham a mesma origem;

  • Paleoclimáticos - a existência de marcas de depósitos glaciários em zonas onde atualmente existem climas tropicais, como em África.

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Tectônica de Placas

  • A Teoria da Tectônica de Placas surgiu em 1967 e 1968 com os trabalhos de J. Morgan, de X. Le Pichon e de D. Mckenzie, a partir das informações mais precisas geradas pelo avanço da tecnologia no campo da geologia e da geofísica marinha e mais tarde do avanço do sensoriamento remoto favorecido pela evolução dos satélites.

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Tectônica de Placas

  • A Teoria da Tectônica de Placas postula que a crosta terrestre se apresenta fragmentada em várias placas rígidas que flutuam sobre o material mais quente e denso existente na parte superior da Astenosfera. É nessa parte viscosa dos primeiros 200 Km da Astenosfera que são geradas correntes de convecção responsáveis pelo movimento das placas tectônicas.

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https://www.google.com.br/search?q=correntes+de+convecção+na+astenosfera&biw=1366&bih=

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Movimentos das placas tectônicas

  • Convergente – divergente – transformante ou conservativo:

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Falha de Santo André

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Limites entre placas tectônicas

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Forças endógenas

  • OROGÊNESE: forças horizontais que promovem dobramentos e falhamentos.
  • . Dobramentos – formação de montanhas:

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Forças endógenas

  • Falhas:

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Forças endógenas - vulcanismo

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Forças endógenas - terremotos

  • Epicentro – região da superfície terrestre, por cima do hipocentro, onde é máxima a intensidade de um abalo sísmico e onde este atingiu em primeiro lugar a superfície do solo.

  • Hipocentro – região do interior da Terra onde se origina um sismo; foco sísmico.

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Terremotos

  • Escala Richter – magnitude do sismo – energia liberada.
  • Escala de Mercalli – intensidade do sismo efeitos.
  • O sismógrafo é o aparelho que registra com precisão e nitidez as ondas sísmicas; o gráfico ou registro designa-se por sismograma e é utilizado para calcular a localização do sismo e outros parâmetros.

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Forças endógenas

  • Epirogênese – movimentos verticais:
  • provocam soerguimento de porções continentais – ocasionando regressão marinha. Ex: Ruínas do Templo de Serápis
  • Provocam rebaixamento de porções continentais – ocasionando transgressão marinha. Exemplo – Países Baixos : em subsidência e vivenciam a invasão do mar

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Epirogênese

  • Templo de Serápis:

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Epirogênese – Pôlderes na Holanda

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Forças exógenas

  • Intemperismo:
  • Conjunto de fenômenos químicos, físicos e biológicos que provocam a alteração das rochas e seus minerais. Não confundir intemperismo com erosão, pois esta implica em transporte de material.
  • Intemperismo físico – a rocha sofre desagregação por: variação de temperatura; gelivação; cristalização de sais; agentes físico-biológicos.

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Intemperismo Físico

  • Por variação de temperatura: termoclastia

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Intemperismo físico�Por gelivação ou crioclastia:�

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Intemperismo físico por cristalização dos sais ou haloclastia

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Intemperismo físico por agentes físico-biológicos

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Intemperismo químico

  • É a reação da água com a rocha que promove a dissolução dos elementos da mesma.
  • Ocorre por:
  • Carbonatação
  • Salinização
  • Lixiviação e laterização.
  • É mais eficiente nas regiões quentes e úmidas, porém pode acontecer em regiões de escassez de água, em que as precipitações pluviométricas não são suficientes para lixiviar os sais.

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Intemperismo químico por carbonatação

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Gruta de Maquine - MG

  • http://receptivo.net.br/admin/img_paginas/10_MHG_VIAGEM_GRUTA1.jpg

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Lixiviação e laterização

  • Lixiviação é o processo de perda dos minerais do perfil do solo, causado pela "lavagem" promovida pelas chuvas torrenciais e pela infiltração de água no solo. A água que se infiltra pelos poros, como em uma esponja, vai, literalmente, lavando os sais minerais hidrossolúveis (sódio, potássio, cálcio etc.) e diminui a fertilidade do solo.
  • É uma ocorrência comum nos solos tropicais e equatoriais.
  • A laterização é uma consequência da lixiviação e ocorre quando há o surgimento de uma crosta ferruginosa no solo, que, em certos casos, chega a impedir a penetração das raízes.
  • Essa concreção ferruginosa ou formação de "laterita" no solo é produzida pelo acúmulo de ferro e alumina, tornando o solo deficiente para o cultivo. Também é conhecida como "canga pedológica ". Esse processo pode ser acelerado pela ação humana, ao derrubar a cobertura vegetal que naturalmente protege o solo.

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Salinização

  • Nas regiões desérticas, em que a precipitação pluviométrica é insuficiente, a água que infiltra dissolve os sais, mas não os lixivia, ou seja, não chega ao lençol freático.
  • A água, contendo os sais, ascende por capilaridade e, ao chegar na superfície, evapora. Os sais não evaporam e formam camadas salinas na superfície dos solos, denominadas de eflorescências.

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Erosão pluvial

  • Agente - águas das chuvas.
  • Escoamento em canais Ravinas:

  • Voçorocas ou boçorocas

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Erosão pluvial

  • Erosão laminar: quando a água corre uniformemente pela superfície como um todo, transportando as partículas sem formar canais definidos. Apesar de ser uma forma mais amena de erosão, é responsável por grandes prejuízos na atividade agrícola e por transportar grande quantidade de sedimentos que vão assorear os rios.

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Deslizamento de Encostas

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Erosão marinha - Falésias

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Restinga, tombolo e ilha de barreira

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Erosão eólica

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Erosão glacial

  • Geleira em movimento

  • Fiordes

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Erosão e deposição fluvial

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Solo – produto final do intemperismo

  • Formação do solo.

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Classificação dos solos – de acordo com as zonas climáticas.

  • Solos zonais:
  • Quando o solo se forma a partir do intemperismo local, ou seja, decomposição da rocha matriz .
  • Tem o fator climático como principal elemento de formação;
  • São solos maduros, ou seja, possuem horizontes A, B e C.
  • Tipos de solos zonais:
  • Latossolo: Típico de clima quente e úmido, muito profundo; pobre em minerais
  • Podzol: Típico de clima temperado; fértil; pouco profundo, porém
  • ácido.
  • Brunizen, prairie ou Pradaria: Típico do clima temperado sub-úmido; raso;
  • bastante fértil
  • Desértico: Típico de climas árido; rasos; Horizonte A arenoso; pouco fértil.
  • Tundra: Típico de clima frio; raso; fertilidade média

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Classificação dos solos

  • Solos Azonais:
  • Quando se formam a partir de sedimentos oriundos de outros locais e transportados através dos rios e ventos.
  • Principais características:
  • Não se apresentam bem desenvolvidos
  • São geralmente desprovidos de horizonte B.

. São solos jovens (em geral rasos)

  • Típicos de regiões em declive

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Classificação dos solos

  • Solos intrazonais:
  • Sofrem a influência de um fator local bem preponderante na sua formação.
  • Tipos de solos interzonais:
  • Hidromórfico: Típicos de locais alagados; fértil (quando drenados); espessura média
  • Salino ou Halomórfico: Típicos de locais áridos ou semiáridos; baixa fertilidade e espessura média

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Degradação dos solos

  • De todos os processos de degradação dos solos – o manejo inadequado do solos pela ação antrópica é o fator que mais acelera tal degradação.
  • Arenização – retirada da cobertura vegetal, expondo os solos a erosão ou pisoteio de gado, compacta o solo e reduz a vegetação são fatores que podem promover a formação de bancos de areia e arenizar o solo.

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Conservação dos solos

  • Plantio em curvas de nível.

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Terraceamento

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Plantio Direto