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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

1.1 Cumprimento das regras e disciplina

  • Do total de faltas dadas pelos alunos do AEAMC constata-se que:
  • 64% das faltas são justificadas.
  • 17% das faltas são injustificadas, ocorrendo maioritariamente no 9.º ano e no Secundário.
  • Faltas de TPC: 8% no 2.º e 3.º CEB (maior incidência nos alunos do 8.º ano, logo seguida pelos do 7.º e 5.º anos).
  • Faltas de material: 5% (ocorrem mais nos 5.º e 7.º anos).
  • Faltas disciplinares: 1% ( ocorrem mais nos 8.º e 7.º anos).
  • Ligeiro aumento da % de faltas injustificadas, de pontualidade e de material, comparativamente com o 1.º P.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

1.1 Cumprimento das regras e disciplina

  • Ausência de faltas disciplinares e de TPC no 1.º CEB.
  • 3.º CEB com maior % de ocorrências (pontualidade, disciplinar, material e TPC), tal como no 1.º P.
  • Aumento da % de faltas disciplinares no Ensino Secundário, face ao 1.º P (de 0% passou a 9,1%).
  • No 8.º ano registam-se mais faltas disciplinares, de pontualidade e de TPC, enquanto nos 7.º e 5.º anos se verificam mais faltas de material.
  • O número relativamente reduzido de faltas disciplinares (0,9%) permite-nos pensar que a indisciplina não é um problema nas escolas do Agrupamento.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

1.1 Cumprimento das regras e disciplina

  • O maior número de faltas continua a ser de TPC, o que permite concluir que, ou os alunos não têm tempo para realizar as tarefas de casa (devido ao elevado número de atividades extracurriculares) ou revelam muita falta de responsabilidade. Tal facto, repercute-se nos resultados escolares.
  • O maior número de ocorrências verifica-se no 3.º CEB, logo seguido pelo 2.º CEB.
  • 38,4% dos alunos do AEAMC com ocorrências: 12,3% com 5 ou mais e 4% com mais de 10.
  • % de alunos com ocorrências e com 5 ou mais ocorrências diminuiu relativamente ao 1.º P, contudo aumentou ligeiramente a % de alunos com 10 ou mais ocorrências.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

1.2 Pré-Escolar

O grupo evoluiu e cada criança progrediu na sua aprendizagem, perante o conjunto de experiências, interações, rotinas, atividades, e acontecimentos planeados e não planeados que ocorreram em contexto educativo, durante o 1.º período.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

CONCLUSÃO: (da análise dos resultados escolares)

No 1.º CEB:

  • Resultados académicos bons, entre 4,4 (1.º e 4.º anos) e 4,2 (2.º e 3.º anos).
  • Média global: 4,3.
  • PORT do 2.º e 3.º/4.º anos, com a média mais baixa (3,8 e 3,9).
  • Taxas de sucesso entre 95,6% (2.º ano) e 99,5% (4.º ano).

  • Taxa de sucesso do 1.º ano ligeiramente inferior à do 1.ºP; nos restantes anos é ligeiramente superior.
  • PORT dos 1.º, 2.º e 4.º anos, com % de sucesso mais baixa (94,5%, 86,8% e 97,2%).
  • 17 das 28 turmas com 100% de sucesso, a PORT. Nas restantes o sucesso variou entre 69% e 95%.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

No 1.º CEB:

  • 18 turmas com 100% de sucesso, a MAT. Nas restantes variou entre 76% e 95%.
  • 4 turmas apresentam sucesso <100% a EM, destacando-se pela negativa CE2C, com 76%.
  • EA, EDF, OC e EMR com 100% de sucesso em todas as turmas.
  • ING: 100% de sucesso, exceto nas turmas CORV3 (89%), SVN3 (93%) e CE3C (95%).
  • AE: 100% de sucesso, exceto nas turmas CE1A, SVN1, CE2C e DEST2, mas com taxas acima dos 90%.
  • OC: 100% de sucesso, exceto nas turmas DEST1 (86%) e DEST2 (83%).
  • % de sucesso mais baixa: 2.º ano, mas ainda assim elevada (96%), mas superior à do 1.ºP (95%).
  • % de alunos com nível <3 a PORT e MAT mais significativa nos 2.º e 1.º anos.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

No 1.º CEB:

  • % de alunos em risco de retenção significativo apenas no 2.º ano (9,1%), nula nos 1.º e 4.º anos.
  • Globalmente, a % do nível ≥ Bom é elevada, sendo superior a todos os restantes níveis em todas as disciplinas, o que revela um sucesso de qualidade:
  • 1.º ano - 90%, 2.º ano - 80%, 3.º ano - 76%, 4.º ano - 83%.
  • Relativamente ao 1.º P diminuiu ligeiramente no 1.º ano e aumentou nos restantes.
  • Dos alunos a beneficiar de Medidas Seletivas, salienta-se:
  • No 1.º ano nenhum apresenta níveis <3;
  • No 4.º ano apenas 1 aluno apresenta 1 nível <3;
  • O 2.º ano apresenta maior % de níveis <3.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

No 2.º CEB:

  • Média global: 4,1.
  • Média mais baixa PLNM (3,3) e mais alta IMPRO (4,9).
  • Taxa de sucesso ligeiramente superior no 6.º ano (96,5%).
  • Sucesso no 5.º ano, ligeiramente inferior ao do 1.ºP (96% e 95%, respetivamente).
  • Taxa de sucesso mais baixa: disciplina de HGP (5.º ano – 87% e 6.º ano - 84%).
  • % de sucesso mais baixa: 5.ºE (90%) e 6.ºD (92%); destaca-se 6.ºB com 100% de sucesso.
  • Reduzida % de alunos com 3 e 4 ou + níveis <3.
  • Reduzida % de alunos em risco de retenção no 6.º ano (6%) e nula no 5.º ano.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

No 2.º CEB:

  • Disciplinas do 5.º ano com maior % de níveis ≥4: EMR, VOZ e IMPROV (100%).
  • Disciplinas do 6.º ano com maior % de níveis ≥4: EMR, INTER, VOZ e IMPR (100%).

  • Qualidade do sucesso (% níveis ≥4): 72,2% nos 2 anos de escolaridade; superior à do 1.ºP (66% e 67,6%).
  • Dos alunos a beneficiar de Medidas Seletivas, salienta-se:
  • No 5.º ano nenhum aluno apresenta 4 ou + níveis <3;

  • No 5.º e no 6.º ano a % de alunos com níveis <3 e em risco de retenção, corresponde apenas a 1 aluno.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

No 3.º CEB:

  • Média global: 3,6, superior à do 1.ºP (3,5).
  • Média mais baixa: PLNM (2,8) e mais alta: EMR (4,1).
  • Taxa de sucesso superior no 7.º ano (91%) e inferior no 8.º ano (85%).
  • Taxa de sucesso no 8.º ano ligeiramente superior à do 1.ºP e ligeiramente inferior nos 7.º e 9.º anos.
  • Taxa de sucesso mais baixa: MAT no 8.º ano (51%) e ING nos 7.º e 9.º anos (64%).
  • Taxas de sucesso mais baixas: 8.ºD e 9.ºC (77%) e 9.ºE (78%).
  • Elevada % de alunos com 3 e 4 ou + níveis <3.
  • Elevada % de alunos em risco de retenção, entre 23% no 9.º ano e 11% no 7.º ano.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

No 3.º CEB:

  • Qualidade do sucesso (% níveis ≥4): 7.º ano – 52%; 8.º ano 40%; e 9.º ano – 51%; superior à do 1.º P nos 3 anos de escolaridade (48%, 35% e 46%, respetivamente).
  • Disciplinas do 7.º ano com maior % de níveis ≥4: CLACONJ e EMR (86% e 80%, respetivamente).
  • Disciplinas do 8.º ano com maior % de níveis ≥4: EDF e EMR (79% e 76%, respetivamente).
  • Disciplinas do 9.º ano com maior % de níveis ≥4: EMR e FMUSIC (86% e 84%, respetivamente).
  • Dos alunos a beneficiar de Medidas Seletivas, salienta-se:
  • % de alunos com 4 ou + níveis <3 mais significativa no 9.º ano (85,7%) e no 8.º ano (60%);
  • % de alunos em risco de retenção muito elevada no 9.º ano (85,7%) e no 8.º ano (60%);
  • % de alunos com nível <3 a PORT e MAT elevada no 9.º ano (71,4%) e no 8.º ano (30%).

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

Ensino Secundário:

  • As classificações situam-se maioritariamente entre os 10 e os 13 valores, na generalidade das disciplinas e dos anos/cursos.
  • Elevada % de sucesso, nos 10.º e 11.º anos (96% e 94%).
  • Taxas de sucesso entre os 73% (AI e MAT) e os 100%.
  • ESTET 11 com 100% de sucesso a todas as disciplinas.
  • TIE 11 com taxas de sucesso mais baixas (87% no geral).
  • 17 módulos em atraso, distribuídos por 11 alunos das 4 turmas.
  • Disciplina com menor qualidade de sucesso: AI (100% entre 10 e 13 valores nas turmas ESTET 10 e ESTET 11).
  • Turma com menor qualidade de sucesso: ESTET 11 (100% entre 10 e 13 valores a AI, PORT, EST2 e MAT).

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

CONCLUSÕES GERAIS:

  • Resultados médios decrescem do 1.º CEB para o 3.º CEB.
  • Taxas de sucesso elevadas em todos os anos de escolaridade (entre 85,3% e 99,5%).
  • Com exceção do 2.º ano, 1.º CEB apresenta % de sucesso superior, seguido do 2.º CEB.
  • Taxa de sucesso inferior no 3.º CEB, sendo mais baixa no 8.º ano (85,3%).
  • Turmas com taxa de sucesso inferior: 8.ºD e 9.ºC (87%).
  • Turmas com 100% de sucesso: 6.ºB e ESTET 11.
  • Taxa de sucesso globalmente superior à do 1.º P.
  • Taxa de sucesso ligeiramente inferior à do 1.º P nos 1.º, 7.º, 9.º e 11.º anos.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

CONCLUSÕES GERAIS:

  • % alunos com níveis <3 aumenta do 1.º para o 2.º CEB (principalmente a % de alunos com 1 e 2 níveis <3) e deste para o 3.º CEB.
  • % de alunos com nível <3 a PORT e MAT e em risco de retenção mais significativa no 3.º CEB e nos 2.º e 6.º anos.
  • Qualidade do sucesso decresce do 1.º CEB (> 80%) para o 2.º CEB (72%) e deste para o 3.º CEB (<52%).
  • 8.º ano com menor qualidade do sucesso (40,4%).
  • Qualidade do sucesso superior à do 1.º P nos 3 ciclos.
  • As disciplinas com maior % de sucesso de qualidade continuam a ser as disciplinas artísticas, lecionadas por uma instituição exterior ao Agrupamento, assim como as que exigem menos estudo continuado.

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1. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ESCOLARES – 2.º PERÍODO

CONCLUSÕES GERAIS:

  • Alunos a beneficiar de Medidas Adicionais sem níveis <3.
  • 25% dos alunos a beneficiar de Medidas Seletivas encontram-se em risco de retenção.
  • 21% dos alunos a beneficiar de Medidas Seletivas apresentam nível <3 a PORT e MAT.

  • Os alunos do 3.º CEB, com Medidas Seletivas, apresentam maior % de níveis <3, de níveis <3 a PORT e MAT e de risco de retenção.

  • % de alunos, com Medidas Seletivas, que apresentam 2 níveis <3 aumentou comparativamente com o 1.º P, mas diminuiu nos outros parâmetros.

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2. REFLEXÃO CRÍTICA E PROPOSTAS DE ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E/OU DE REFORÇO

  • Com exceção das disciplinas: TIC (9.º ano) e CD (2.º CEB e 9.º ano) e das disciplinas lecionadas em regime semestral (TIC e CD), as restantes apresentaram uma reflexão crítica dos resultados, assim como propostas de estratégias de melhoria e/ou reforço.

  • As estratégias referidas, continuam a ser essencialmente de cariz pedagógico e a sua aplicabilidade recairá principalmente na atividade letiva de cada um dos docentes e dos conselhos de turma.
  • Grande parte das estratégias, são as já definidas para o 2.º período, uma vez que estão a surtir algum efeito.

  • Na generalidade, continua a ser notório o compromisso dos docentes com uma educação inclusiva, procurando responder à diversidade das necessidades e potencialidades dos alunos através do reforço e adoção de estratégias a aplicar em sala de aula, bem como medidas de apoio que visam potenciar as competências dos alunos.