Existe um número considerável de alunos, de todas as idades e diferentes anos de escolaridade, que apresentam dificuldades nas aulas de Matemática ou dizem não gostar ou não ver utilidade na matéria lecionada nestas aulas.
A rejeição que existe por parte destes alunos relativamente à Matemática começa desde os primeiros anos de escolaridade e não apenas em faixas etárias mais elevadas, como se poderia pensar.
Muitas vezes, os alunos entram na escola já com preconceitos criados pelos que os rodeiam sobre como é difícil aprender Matemática, o quão aborrecidas são as aulas desta disciplina, ou o quanto todas aquelas fórmulas são inúteis e jamais serão usadas na sua vida prática a menos que escolham seguir uma carreira na área de ciências.
É importante mudar esses preconceitos…
Problemas identificados:
Objetivos Gerais do Projeto
Objetivos Específicos do Projeto
Operacionalização
Criar um espaço de estudo de Matemática “Clínica da Matemática”:
O professor encaminha o aluno para um “tipo de consulta” (podem ter o formato de consulta online) de acordo com o seu diagnóstico, assegurando que o aluno quer essa ajuda:
Os alunos podem frequentar de forma autónoma a “Clínica da Matemática”, por exemplo:
Operacionalização
Horário: As horas que temos este ano de TEIP, serão convertidas em “Horas de Clínica”. Todos os docentes de matemática deverão ter no seu horário uma a duas horas TEIP de forma a existir um envolvimento de todos os docentes no projeto. Todas as horas de trabalho de escola devem ser mobilizadas para este projeto, sempre que possível. Quarta-feira à tarde poderia ser o dia indicado para o maior funcionamento do projeto, se possível.
Organização das consultas: Tem-se um horário em Excel, partilhado com todos os professores da disciplina, que o professor da turma preenche na respetiva hora que pretende a consulta, preenchendo igualmente “a requisição “ da mesma (que será assinada também pelo EE do aluno). Essa requisição deve indicar as dificuldades específicas do aluno a serem trabalhadas.
Cada professor deve assegurar, de acordo com o seu perfil, as consultas SOS. (por exemplo, um professor que tenha uma grande apetência por curiosidades matemáticas, pode dinamizar a consulta “SOS motivação”; outro professor que insista mais em métodos de estudo pode dinamizar essa consulta, ou produzir materiais de apoio a essa consulta)
Nas consultas SOS teste, o professor pode ter a ajuda dos “Enfermeiros da Matemática”, ou os mesmos podem trabalhar de forma autónoma, depois de orientados pelo professor.
Quando um professor não tem consultas: Deve usar as horas para preparar os materiais para as consultas das diferentes “Especialidades”.
Monitorização do projeto:
Vantagens da “Clínica da Matemática”
Outras notas: