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FRANCISCO SOUSA

GEOGRAFIA

25/03/2022

EUA: POTÊNCIA ECONÔMICA, POPULAÇÃO E MEGALÓPOLES

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ROTEIRO DE AULA

CONTEÚDO:

  • Estados Unidos: potência econômica, população e megalópoles

HABILIDADE: (EF08GE20) Analisar características de países e grupos de países da América e da África no que se refere aos aspectos populacionais, urbanos, políticos e econômicos, e discutir as desigualdades sociais e econômicas e as pressões sobre a natureza e suas riquezas (sua apropriação e valoração na produção e circulação), o que resulta na espoliação desses povos.

OBJETIVOS:

  • Conhecer o papel econômico preponderante dos Estados Unidos no mundo, revelando o uso do território estadunidense pelas atividades agropecuárias e industriais;
  • Analisar as características populacionais e urbanas dos Estados Unidos, caracterizando a densidade demográfica no território e as principais áreas urbanas, enfatizando também, o Vale do Silício.

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INTRODUÇÃO

  • ESTADOS UNIDOS: LOCALIZAÇÃO E DIVISÃO ADMINISTRATIVA

Localizado na América do Norte, entre o Canadá e o México, o território estadunidense ocupa 22,2% da América e 6,1% das terras emersas do planeta. No sentido leste-oeste, estende-se por 4.500 km e, no sentido norte-sul, por 2.500 km. Com 9.833.517 km2 — incluindo o Alasca e o Havaí —, é o quarto país mais extenso do globo, depois da Rússia, do

Canadá e da China; e é o terceiro mais populoso, com mais de 326 milhões de habitantes, em 2017 (331,4 milhões de habitantes 202). Politicamente, os Estados Unidos dividem-se em 50 estados autônomos — 49 continentais, incluindo o Alasca, além do Havaí — e o Distrito de Colúmbia.

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  • OS ANTECEDENTES DA FORMAÇÃO DA GRANDE POTÊNCIA

O início da formação dos Estados Unidos deu-se no começo do século XVII, quando foram criadas as primeiras colônias europeias estáveis: Jamestown (Virgínia), em 1607, e Nova Amsterdã, que, fundada por holandeses em 1614, foi tomada pelos ingleses em 1664, quando passou a se chamar Nova York. Posteriormente, onze colônias foram fundadas, formando as chamadas Treze Colônias Inglesas.

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  • A INDEPENDÊNCIA E A CONQUISTA DO OESTE

Em 4 de julho de 1776, as Treze Colônias Inglesas se uniram e se declararam livres do domínio inglês. Após a independência, os diversos governos que se sucederam no poder dos Estados Unidos incentivaram a expansão territorial do país em direção ao oeste.

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A expansão territorial dos Estados Unidos para o oeste foi muito rápida e envolveu:

  • compra de terras da França e da Espanha;
  • tratados com a Inglaterra;
  • guerras com o México, que saiu bastante prejudicado, pois acabou perdendo uma extensa área que vai do Texas à Califórnia.

A conquista do oeste contou com a participação de muitos imigrantes europeus: o governo garantia aos imigrantes a posse definitiva de um lote de terras conquistadas, caso as cultivassem ou criassem gado por cinco anos.

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Observe no mapa os territórios conquistados pelos Estados Unidos entre 1803 e 1853.

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  • O MAIOR PRODUTOR,

O MAIOR CONSUMIDOR

O imenso território conquistado durante o processo de expansão do povoamento garantiu

aos Estados Unidos amplo espaço para a produção agropecuária, além de recursos energéticos e matérias-primas necessários ao desenvolvimento industrial. Atualmente, o país é o maior produtor e consumidor mundial de mercadorias e de serviços, e possui o maior PIB (2020) . Além disso, liderou, em 2016, o ranking de importações de mercadorias — cerca de 13,9% das importações mundiais — e é o maior investidor em outros países.

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  • UM GIGANTE NA AGROPECUÁRIA

Os Estados Unidos são o país que tem a mais extensa superfície cultivada, com lavouras que ocupam aproximadamente 21% de seu território. Isso, somado à porcentagem de áreas ocupadas pelas pastagens (21% do território), permite afirmar que as atividades agropecuárias abrangem quase a metade do território estadunidense (no Brasil, a agricultura e a pecuária ocupam, juntas, 30% da área total).

Nos Estados Unidos, a intensa ocupação da terra se deve a fatores históricos, como a democratização do acesso à terra graças à Lei da Propriedade Rural (1862), e está associada ao emprego de sistemas intensivos, como a elevada mecanização das atividades agrícolas.

A alta tecnologia usada na agricultura estadunidense permite grande produtividade agrícola e garante bons rendimentos agrícolas, que se destacam no cenário mundial.

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De acordo com o último censo agropecuário, em 2012, a agropecuária absorvia menos de 2% da população economicamente ativa (PEA) do país — no Brasil, esse número era de 14,2. No período entre 1950 e 1990, muitos proprietários rurais, não conseguindo acompanhar a modernização da agricultura, ou atraídos pela vida urbana, acabaram vendendo suas terras. Esse processo de redução do número de proprietários foi acompanhado pelo crescimento do tamanho médio das propriedades e por certa concentração fundiária no espaço agrário do país.

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  • OS “CINTURÕES” AGROPECUÁRIOS (BELTS)

O setor agropecuário norte-americano se destaca em virtude da intensa mecanização aliada aos fatores naturais, como extensão territorial e condição climática. Esses permitem que o país seja um dos maiores exportadores de produtos agrícolas.

Mesmo com uma elevada produtividade, a participação dessa atividade na composição do PIB (Produto Interno Bruto) nacional é modesta, com somente 2%. Esse percentual é pouco diante da enorme importância que o setor possui, tendo em vista que a produção agropecuária abastece o mercado interno de alimentos e matérias-primas, além de ser o maior exportador de gêneros alimentícios processados e in natura.

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