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ADAPTAÇÕES ESPACIAIS NO AMBIENTE DOMÉSTICO E A OPINIÃO DO USUÁRIO: REFLEXÕES EM TEMPOS DE PANDEMIA

Angelina Dias Leão Costa

Maria Clara Ferreira

XVI ENCONTRO NACIONAL DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO

XII ENCONTRO LATINO AMERICANO DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO

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INTRODUÇÃO

A pandemia impactou a relação pessoa-ambiente, tendo o ambiente doméstico - extremamente vivenciado durante o período de quarentena - bastante afetado. Esse artigo é fruto de um projeto do Laboratório de Acessibilidade/UFPB, que buscou conhecer adaptações ocorridas no ambiente doméstico durante a pandemia do COVID 19, na opinião de seus usuários, enquanto profissionais de várias áreas.

Para a psicologia ambiental, ambiente é multidimensional, compreendendo o meio físico concreto em que se vive, o qual é indissociável das condições sociais, econômicas, políticas, culturais e psicológicas daquele contexto específico. Para Campos de Carvalho, Cavalcante e Nóbrega (apud Cavalcante e Elali, 2011) tudo o que estiver presente em determinado ambiente - inclusive as pessoas - é parte que o constitui. Portanto alterações sofridas em qualquer de seus componentes acarretam modificações nos demais, conferindo-lhe nova feição. Como a pandemia vem afetando a humanidade como um todo, certamente tem influenciado no ambiente em que vivemos e desenvolvemos nossas atividades seja doméstica, laboral, de lazer, descanso, etc.

Tomando-se por exemplo a casa - que está no nível de microambiente, seu significado deixa de ser simplesmente o abrigo, local da privacidade, ou o local onde se satisfazem as necessidades imediatas; para, em condições pandêmicas, ser também um local seguro. Destarte, Veloso (2020) afirma que a habitação passou a incorporar funções antes exercidas em outros espaços como o trabalho em tempo integral (e não apenas a noite e nos fins de semana), o lazer e, até mesmo, a atividade física intramuros, o que remete à necessidade de se rever a forma de se projetar a habitação contemporânea.

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OBJETIVO

Ocorreu a adoção repentina do home office durante a quarentena (Savic, 2020; Waizenegger, McKenna, Cai & Bendz, 2020 apud Lemos, Barbosa e Monzato, 2020) obrigando os profissionais e suas famílias a adaptarem-se à nova realidade: os trabalhos domésticos se intensificaram devido à ausência dos serviços habitualmente contratados; escolas e universidades passaram a ter o conteúdo ministrado através de plataformas digitais; os encontros sociais e as atividades físicas passaram a ser feitos à distância. Pinto (2020) corrobora dizendo que a pandemia impõe, dentre outras coisas, a digitalização das atividades.

Já Lemos, Barbosa e Monzato (2020) relatam que segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o trabalho remoto ou home office - termo comumente utilizado no Brasil para designar essa modalidade - pode ser definido como atividades realizadas em espaços diferentes dos escritórios centrais, sendo a integração entre os profissionais mediada por tecnologias digitais como smartphones, laptops e computadores desktop, entre outros. No momento de isolamento social o home-office se estabeleceu para grande parte das atividades laborais sendo importante refletir sobre essa prática, e seus desdobramentos no ambiente construído.

OBJETIVO

Esse artigo apresenta resultados de um projeto que objetivou conhecer adaptações ocorridas no ambiente doméstico durante a pandemia do COVID 19, na opinião de seus usuários, enquanto profissionais de várias áreas; a fim de refletir sobre a relação pessoa-ambiente estabelecida a partir de práticas impostas pela situação de isolamento social.

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MÉTODO

Essa pesquisa-ação (DELABRIA apud CAVALCANTI e ELALI, 2011) foi estruturada em 3 etapas:

1) Planejamento e formação do grupo multidisciplinar, estruturado de forma a se ter uma ampla gama de profissionais com atuações das mais distintas. Assim, 20 pessoas foram convidadas a responder à questão Como a pandemia vem afetando a sua percepção do espaço em que vive?” relacionando-a ao ambiente construído. Os resultados aqui apresentados focam na escala do edifício e envolve questões de conforto ergonômico no contexto do espaço de moradia.

2) Divulgação das respostas, que foram gravadas em vídeo, e publicadas em rede social (perfil do instagram @lacesse.ufpb), compondo o projeto Lacesse Com Vida, constituindo-se também em importante ação de inserção digital (figura 1), que também objetivou a difusão científica e o fomento à cultura de acessibilidade, um dos princípios do perfil. A pesquisa ocorreu entre os meses de julho e outubro de 2020, e os participantes voluntários assinaram um TCLE.

3) Análise dos discursos, com o auxílio dos softwares Iramuteq e Excel. O Iramuteq permitiu que os relatos dos convidados fossem estudados de acordo com três análises principais: a Análise Fatorial Confirmatória, a Análise de Similitude e a Nuvem de Palavras. O gráfico de Análise Fatorial Confirmatória, de acordo com o método de Reinert, usa diferentes cores para sinalizar quais assuntos foram identificados entre os textos analisados, indicando quais os termos mais frequentes em cada um deles. Já a Análise de Similitude constrói um gráfico com formato de ‘teia’, mostrando como os assuntos se conectam entre si e quais palavras são centrais para eles, evidenciadas pelo tamanho do texto e espessura da linha que as conecta. A nuvem de palavras, por sua vez, tem um impacto visual maior, já que revela as palavras mais usadas nos discursos com maior destaque

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RESULTADOS

O perfil dos participantes da pesquisa evidencia alguns dados interessantes. Foram entrevistados 02 homens e 18 mulheres, de 14 profissões distintas, agrupadas em 05 áreas: educação, saúde, comunicação, projeto e políticas públicas (Figura 2). Dessas pessoas, 04 possuem alguma deficiência (sendo 02 cegos e 02 cadeirantes), 02 dos quais também são idosos (somando 03 idosos). Além disso, 09 das 20 pessoas exerceram suas atividades laborais em casa durante a pandemia.

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RESULTADOS

Quando analisamos os discursos de pessoas com deficiência observamos desafios adicionais ao contexto já complexo da pandemia. Para uma das pessoas cegas entrevistadas o ambiente doméstico, que para a maioria é tido como “um lugar seguro” passou a ser um lugar de estranhamento.

“Quando se instituiu a quarentena, primeiro eu passei a sentir minha casa, minha própria casa, como um lugar de estranhamento. Então, a minha casa de repente tinha que ser o lugar dos lugares. O lugar onde eu faria tudo, o lugar da expansão e, obviamente era um lugar, ao mesmo tempo, conhecido e desconhecido…” (professora universitária, cega).

A rua virou um lugar ameaçador e curiosamente, era um lugar de contenção, onde eu tinha que conter os meus gestos, o meu próprio corpo, a proximidade do outro... Isso, para uma pessoa cega, foi/é também um momento de desafio e de aprendizado. Porque, para a pessoa cega, é crucial o toque”.

Essa sensação de insegurança é recorrente em outras falas e está diretamente atrelada ao ambiente construído, reforçando pilares do conforto ambiental como a ventilação natural. Como nos revela o discurso da médica pediatra.

“É interessante perceber como uma sensação constante de insegurança frente a uma possível contaminação cruzada em alguns ambientes por baixo poder de higienização ou alta densidade demográfica, vem afetando as nossas escolhas e como esses aspectos vão ser importantes a partir de agora nas novas escolhas de modelos construtivos ou de ambientes para os quais a gente escolha ou deseje frequentar. Então, além de agora nós procurarmos locais seguros do ponto de vista de acessibilidade segurança e integridade física, nós também estaremos procurando locais seguros, no posto de vista de possibilidade cada vez menor de infectividade e isso vai falar muito a favor de locais com boa possibilidade de higienização locais com materiais que possibilitem esta higienização e com uma ventilação cada vez mais adequada e natural.” (médica pediatra)

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RESULTADOS

A responsabilidade acerca da garantia de conforto e segurança também foi reforçada pelo arquiteto em sua fala. E corroborada pela psicóloga que também é professora e arquiteta.

A casa que deixa de ser simplesmente o abrigo, ou o local da privacidade, ou o local onde você satisfaz as necessidades imediatas, passa a ser também um local de segurança. Segurança com relação a esse perigo que nos aguarda lá fora. Então, sobre essa perspectiva, a casa muda. Muda até o layout da casa.”(psicóloga e professora)

“O vestíbulo que era um local que estava em desuso, passa a entrar novamente em evidência. Aqui em casa não tem vestíbulo, mas improvisamos um na entrada ... criamos um percurso para água sanitária no sapato, álcool em gel na mão, álcool 70 nos objetos para poder entrar. Entrou, você passou por esse processo, você ainda vai direto ao banheiro, ao invés de socializar, pra (sic) poder fazer a assepsia. E só aí você ‘entra’ na casa.

E frisa, acerca de outras mudanças das funções da casa,

“Eu nunca trabalhei em casa por muito tempo e agora eu tô (sic) trabalhando quase 100% do meu tempo em casa. Então, eu tive que pegar um local improvisado e fazer uma adaptação pra(sic) ser um local de trabalho de dia inteiro. Isso mudou.

Local para exercício... Me exercitar em casa exige que eu tenha espaço e deitar para fazer o exercício, etc...

A própria questão do preparo da alimentação muda.

Pensa aí uma coisa legal: o terraço. O terraço é aquele local descanso e passa a ser o local a partir do qual você se comunica com os vizinhos, aí passa a ser o local de socialização”. (psicóloga e professora)

Essa opinião vai na linha do que foi discutido por Veloso (2020), quando coloca que trazer o lazer e o trabalho em tempo integral de volta para a moradia requer espaço e novos tipos de layout no projeto. Outro item que ganha força em contexto de isolamento social, são os espaços de transição entre o exterior e o interior, para depósito e higienização de sapatos, roupas e objetos trazidos da rua (o velho vestíbulo, esquecido nas moradias brasileiras, está de novo em alta). O programa da moradia pensada para essas situações passa a incorporar velhos itens esquecidos na história recente, como, no caso de nossa região, a varanda como espaço de lazer, convívio e de contato com o mundo exterior (ou seu equivalente na habitação social - a laje, a área ou o famoso fundo de quintal. (VELOSO, 2020).

A vereadora idosa que também fez home-office concorda, e comenta:

Os desafios chegaram: ficar em casa, restrito aos espaços existentes. Incrível como antes não descobri as dificuldades, limites em nosso próprio lar. Fiquei restrita aos cômodos existentes. Foi necessário explorar esses espaços para atividade física, ambiente para o trabalho, plenárias da Câmara e outras atividades. Com mais três pessoas moram comigo”.

(vereadora idosa)

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Por fim, a jornalista apresenta desafios ergonômicos, como visto no discurso,

A minha casa sempre foi um local exclusivamente pra (sic) dormir e, de repente a minha casa, que é um apartamento de 60m² virou o meu ambiente de trabalho, virou também a escola do meu filho, virou o nosso ambiente de lazer, o nosso cinema, os restaurantes... Então, tudo passou a ser feito e vivido dentro desse espaço. Passei a produzir tudo em home office, minha casa, ela se transformou no meu estúdio de gravação!

A gente começa a analisar melhor a casa… o ambiente pra (sic) fazer com que ele seja o mais funcional possível e esse foi um ponto maravilhoso que a pandemia trouxe pra minha vida. Hoje a minha casa é bem mais funcional, bem mais organizada e tem VIDA!

(jornalista)

Esses discursos conduzem ao debate sobre as revoluções da inteligência artificial e de comunicação – que alteram profundamente a natureza do trabalho como o conhecemos, gerando produtos e discussões cada vez mais consolidadas no campo virtual (ISLAM, 2020). O autor ainda completa que as alterações proporcionadas pela pandemia modificaram as fronteiras entre os trabalhos e esferas sociais, e a inclusão digital permitiu que muitos dessas tarefas pudessem ser realizadas em casa.

Nesse sentido, a figura 3 mostra a nuvem de palavras dos discursos apenas das pessoas que fizeram home-office, e fica evidente a problemática físico-espacial ocasionada, destacando termos como ‘pandemia’, ‘casa’, ‘espaço’, ‘trabalho’, ‘local’, ‘ambiente’, ‘novo’. Muitos profissionais adaptaram seus espaços para essa nova atividade. De forma mais tímida aparecem situações transitórias como: ‘necessidade’, ‘mudar’, ‘trabalhar’,

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Se separarmos as respostas dos voluntários profissionais da área da saúde evidenciam-se alguns termos como: ‘pandemia’, ‘paciente’, ‘atendimento’, ‘necessidade’, ‘ambiente’, ‘vida’! De certa forma seus discursos foram permeados pelo fato desses profissionais todos não terem parado suas atividades, nem transferidos seus ambientes de trabalho para casa, como parte significativa dos demais; ao contrário, trabalharam muitas vezes na linha de frente do combate à pandemia. (Figura 4). Ainda no discurso dos profissionais de saúde, é possível identificar alguns assuntos relevantes através do Gráfico de Similitude (Figura 5). A pandemia continua sendo um tema central e deste termo (palavra) partem questionamentos relacionados à importância da higienização dos ambientes (sinalizado pela cor amarela), necessidade de uma nova forma de atendimento e cuidado (indicada pela cor vermelha) e também como o distanciamento mudou a relação médico-paciente (indicada pela cor azul).

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pandemia’ como termo mais evidente - como era esperado, mas são recorrentes ainda: ‘casa’, ‘trabalho’, ‘ambiente’, ‘espaço’, ‘novo’, ‘forma’, ‘mudar’, sugerindo as adaptações necessárias realizadas tanto no ambiente doméstico

O gráfico da Figura 7 utiliza três cores diferentes para diferenciar a presença de três assuntos principais nos relatos de todos os convidados: a descrição de um novo cenário (sinalizado pela cor azul com as palavras ‘momento’ e ‘necessidade’ em destaque); a reafirmação da necessidade de adaptação para uma nova forma de trabalhar, (sinalizado pelas palavras ‘ambiente’ e ‘trabalho’ na cor vermelho) e destaque para o processo de aprendizagem, citado por muitos convidados, usando as palavras ‘aprender’ e ‘precisar’, sinalizado na cor verde.

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CONCLUSÕES

Maioria dos envolvidos na pesquisa adaptaram seus espaços domésticos à uma nova rotina, que passou a abrigar dentre outras atividades, a atividade profissional remota; e muitos passaram a vivenciar suas residências e relações espaciais e familiares com outro olhar, mais observador.

Conclui-se que a pandemia já impactou sobre a maneira como as pessoas se relacionam com suas casas, que passaram por inúmeras adaptações, ganhando inclusive novos usos e funções, por vezes intimamente relacionada à realidade profissional dos usuários.

A pandemia continua ocorrendo, agravando-se inclusive, e embora seja cedo para tirar conclusões, vale refletir...

“No Brasil nós vamos ter comunidades onde muitas vezes, famílias inteiras convivem em uma casa de um/ dois cômodos. E como cobrar dessas pessoas que elas mantenham a higienização das mãos, por exemplo, quando ela não tem acesso a água potável ou saneamento básico? Como cobrar que elas mantenham o isolamento se o único espaço que ela tem é aquele espaço coletivo?” (estudante universitária)

“Então é preciso ampliar esse olhar e ver que o enfrentamento dessa pandemia vai muito além de questões de ter leito ou não ter leito, de ter exame ou não ter exame. É preciso compreender que saúde não é só saúde, propriamente dita. Saúde é saúde, é educação, é urbanização... e todos os processos que estão envolvidos, ali, na teia das dinâmicas organizacionais das cidades.

Essa visão sistêmica bem colocada por uma das convidadas, é corroborada pela literatura. Em se tratando de projeto de arquitetura, por exemplo, Pinto (2020) propôs: uma visão integrada de combate às pandemias e às alterações climáticas, pois muitas das soluções bioclimáticas passivas são comuns às soluções sanitárias de prevenção das pandemias.

Já Veloso (2020) afirma que a arquitetura levou um pouco mais de tempo para dar respostas às novas necessidades sanitárias, mas, já na virada para o século XX, dava sinais que era preciso “abrir janelas”, deixar o ar fluir, criar espaços verdes no interior da habitação, elevá-las do solo sobre pilotis e, assim, ir propiciando novas formas do morar, mais higiênicas e confortáveis. Enfim, ambos os autores ressaltam o papel do projetista nesse novo contexto. Essa reflexão é necessária e está apenas iniciando, mas certamente embasará mudanças na forma de projetar de arquitetos e afins.

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REFERÊNCIAS

Campos de Carvalho, Mara Ignez; Cavalcante, Sylvia e Nóbrega, Lana Mara Andrade. Ambiente. In: Temas básicos em Psicologia ambiental. CAVALCANTI, Sylvia e ELALI, Gleice (org.) Petrópolis: Vozes, 2011, p. 29 - 43.

DELABRIA, Zenith Nara Costa. Pesquisa-ação (action research). In: Temas básicos em Psicologia ambiental. CAVALCANTI, Sylvia e ELALI, Gleice (org.) Petrópolis: Vozes, 2011, p. 281-289.

LEMOS, Ana Heloísa da Costa, BARBOSA, Alane de Oliveira, MONZATO, Priscila Pinheiro. FÓRUM | MULHERES EM HOME OFFICE DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19 E AS CONFIGURAÇÕES DO CONFLITO TRABALHO-FAMÍLIA. In: RAE, São Paulo: FGV, V. 60, n. 6, 2020, p. 388-399.

PINTO, Jorge da Cruz. REVISTA PROJETAR | PANDEMIA E PROJECTO. IN: Projeto e Percepção do Ambiente v.5, n.3, setembro de 2020.

VELOSO, Maísa. REVISTA PROJETAR | ARQUITETURA E ENFRENTAMENTO DE PANDEMIAS NO SÉCULO XXI: POR UM HIGIENISMO MAIS HUMANISTA. IN: Projeto e Percepção do Ambiente v.5, n.3, setembro de 2020.

IRAMUTEQ: Interface R para Texto Multidimensional e Análise de Questionários. Versão 0.7 alpha 2 2020. Disponível em < http://sourceforge.net/projects/iramuteq/ >. Acesso em: 20 de março de 2021.

ISLAM, Gazi. RAE-Revista de Administração de Empresas | FUTURO(S) DO TRABALHO. IN: RAE, São Paulo: RAE | São Paulo: V. 60 , n. 5, 2020, p. 365-370.

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À todas as pessoas que voluntariamente participaram da pesquisa.

À estudante Maria Carolina, à época bolsista da UFPB, que participou da etapa de coleta de dados.

Ao CT-UFPB pela concessão da bolsa de estágio.

CONTATO: angelinadlcosta@yahoo.com.br/

LACESSE/ UFPB

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