As Parábolas do Livro
de Ezequiel
Lição 6
Tema do Trimestre
Lições do Trimestre
Leituras Complementares
Texto de Referência
Ezequiel 15.2-3
2 – Filho do homem, que mais é o pau da videira que qualquer outro, o sarmento que está entre as árvores do bosque?
3 – Toma-se dele madeira, para fazer alguma hora? Ou toma-se dele alguma estaca, para se pendurar algum traste?
Texto de Referência
15 – Mas confiaste na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua fama, e prostituías a todo o que passava, para seres dele.
60 – Contudo, eu me lembrarei do meu concerto que contigo fiz nos dias da tua mocidade; e estabelecerei contigo um concerto eterno.
Ezequiel 16.15-60
Texto Áureo
“Porque eu estabelecerei o meu concerto contigo, e saberás que eu sou o Senhor.” (Ezequiel 16.62)
Verdade Aplicada
O discípulo de Cristo foi chamado para
frutificar, ser fiel em todo o tempo e
submeter-se ao plano de Deus.
Ponto de Partida
O Cristão foi chamado para
frutificar e ser fiel a Deus.
Motivo de Oração
Ore por conforto e graça para todos aqueles que perderam familiares, casas e bens.
Objetivos da Lição
❶ Explicar a parábola da videira inútil
❷ Mostrar Jerusalém como a esposa
infiel da parábola
❸ Destacar a alegoria da parábola
das duas águias
Tópicos da Lição
Introdução
Introdução
O Senhor Deus ordena a Ezequiel que anuncie a mensagem profética por intermédio de parábolas,
que retratavam a situação pecaminosa de Seu povo, o juízo divino e promessas de restauração.
“Note-se que as parábolas de Ezequiel devem ser classificadas como alegorias, parábolas nas quais todas as minúcias representam algum objeto ou acontecimento real.”
(Revista do Professor)
A Parábola da Videira Inútil
Tópico 1
1 – A Parábola da
Videira Inútil
Essa parábola compara os habitantes de Jerusalém a um videira que não dá fruto, estéril, e que, por isso mesmo, é inútil, não serve.
Nessa árvore faltava o fruto da justiça e da fidelidade ao Senhor.
Essa parábola expressa com muita direção e clareza o pecado, a rejeição consciente e deliberada de um povo que
foi chamado por Deus [Ez 15]
1 – A Parábola da
Videira Inútil
1.1 – Videira, uma árvore
símbolo da frutificação
Usando uma metáfora, Jesus disse que toda vara que está ligada à videira pode dar muitos frutos.
Quando não permanecemos em Cristo, não produzimos frutos de justiça e de fidelidade, mas o pecado
será o nosso fruto.
1.1 – Videira, uma árvore
símbolo da frutificação
1.2 – A Videira, mesmo frágil,
pode se destacar pela
sua produção
A fragilidade de uma parreira não é justificativa para não ser útil. Sua inutilidade está relacionada com sua resposta negativa ao trabalho do lavrador
O agricultor cultivava a vinha com muito cuidado e atenção, para que pudesse ser frutífera.
[Ez 15.1-5]
“Um homem que quer ter uma boa colheita de uvas deve ser dedicado, pois esse tipo de plantação requer cuidados constantes” (R.N. Champlin)
No caso de Israel, não faltou cuidado e atenção por parte do Lavrador, pois é o próprio Deus
[Sl 80.7-8;
Jo 15.1]
1.2 – A Videira, mesmo frágil,
pode se destacar pela
sua produção
1.3 – Que mais pode ser feito ?
24
Eu Ensinei Que:
A Parábola da videira inútil expressa com muita direção e clareza o pecado, a rejeição consciente e deliberada de um povo que foi chamado por Deus.
A Parábola da Esposa Infiel
Tópico 2
2 – A Parábola da Esposa Infiel
Essa parábola compara Jerusalém com uma esposa infiel, que não cumpriu a aliança feita com Deus como nação escolhida; não correspondeu à bondade e à graça dispensada, vivendo desregradamente.
Por causa da infidelidade, foi queimada e consumida pelos juízos divinos
[Ez 16]
2.1 – A Infidelidade traz
consequências Desastrosas
Jerusalém é acusada por suas abominações e idolatrias, e o profeta Ezequiel refere-se a elas usando a figura de adultério e de prostituição espiritual [Ez 16.15-16,26].
2.2 – O Perigo de desprezar a
Benignidade de Deus
Deus revela ao profeta que iniciasse a mensagem trazendo à memória do povo a origem e o nascimento da cidade de Jerusalém [Ez 16.1-3]
2.2 – O Perigo de desprezar a
Benignidade de Deus
Esta descrição tão rica e detalhada também deve despertar-nos para que não esqueçamos o amor de Deus para conosco quando éramos pecadores separados dEle [Rm 5.8].
Não desprezemos, pois, as riquezas
da benignidade
de Deus
[Lm 3.22;
Rm 2.4]
2.3 – A Graça de Deus revelada
na Aliança Eterna
Nos últimos quatro versículos de Ezequiel 16 são identificadas expressões que apontam para a graça de Deus :
2.3 – A Graça de Deus revelada
na Aliança Eterna
O Povo de Israel saberia que o Senhor é rico em misericórdia quando a nova aliança fosse estabelecida :
“Porque eu estabelecerei a minha aliança contigo, e saberás que eu sou o Senhor”
(Ez 16.62)
2.3 – A Graça de Deus revelada
na Aliança Eterna
“Yahweh, o Marido, julgaria, mas não esqueceria o contrato matrimonial restaurador. A esposa, jovem quando se casa, seria recebida de novo”
(Champlin)
33
Eu Ensinei Que :
A Parábola da esposa infiel nos mostra que a infidelidade traz consequências desastrosas e como é perigoso desprezar a benignidade de Deus.
A Parábola das Duas Águias
Tópico 3
3 – A Parábola das Duas Águias
3.1 – A Primeira Águia
Uma grande águia de grandes asas, garras afiadas e penas de várias cores, capaz de empreender voos longos, ave de rapina, implacável. Assim era Nabucodonosor, rei da Babilônia.
A primeira águia foi Nabucodonosor,
rei da Babilônia [Ez 17.12]
3.1 – A Primeira Águia
A primeira águia retrata a invasão babilônica contra o reino do sul, Judá,
3.1 – A Primeira Águia
“Obrigou Matanias, tio de Joaquim,
reinar em seu lugar e mudou seu nome
para Zedequias.” (2Rs 24.17)
“Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar, e governou durante onze anos em Jerusalém.
Ele também agiu de maneira reprovável para Yahweh, o Senhor seu Deus, e não deu ouvido nem se humilhou diante do profeta Jeremias que lhe aconselhava como porta-voz de Yahweh, o Senhor” (2Rs 24.17)
3.2 – A Segunda Águia
A segunda águia foi Faraó, rei do Egito
[Ez 17.7,15] (provavelmente o Faraó Psamético II)
O Profeta Jeremias alertou que o socorro que Zedequias esperava do Egito iria fracassar
[Jr 37.5-7]
3.2 – A Segunda Águia
Zedequias, como um videira, “lançou suas raízes” e “estendeu seus ramos” para a direção errada, apesar do aviso divino
[Jr 27.12].
3.3 – Os Planos de Deus
Prevalecerão
Podemos aprender com o final desta parábola importantes lições, como :
O perigo de não nos submetermos à disciplina do Senhor e buscarmos ajuda ou escape fora da Sua presença
[Ez 17.17-21; Os 5.13]
O Cristão não deve desprezar e desanimar quando repreendido pelo Senhor
[Hb 12.5-8]
3.3 – Os Planos de Deus
Prevalecerão
43
Eu Ensinei Que :
A parábola das duas águias trata da insubordinação do povo de Deus quanto à disciplina do Senhor por intermédio do império babilônico. Também nos mostra que os planos de Deus sempre prevalecerão.
Conclusão
Conclusão
Revista Betel Dominical
Editora Betel
1° Trimestre de 2022
www.ebdpanorama.com
FONTE
® Slide desenvolvido por
CREDITOS