“De todas as experiências humanas, a morte coloca os desafios adaptativos mais doloroso para a família.”
Como podemos acolher a pessoa em sua dor sem minimizar ou espiritualizar?
“O luto está terminado quando uma pessoa pode reinvestir suas emoções na vida e no viver”
Como acolher nossas próprias perdas?
O processo de cicatrização de uma ferida começa de dentro e alcança as
camadas externas da pele. E na alma, é assim também?
Você tem passado por perdas e lutos? Como viveu ou está vivendo este processo?
“Para tudo há uma ocasião certa, há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu, Tempo de nascer e tempo de morrer...Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar...”
(Eclesiastes 3. 1 e 4)
Quem tem sido uma Rute para mim?
Tenho sido ou posso ser Rute para alguém?
É possível, após o tempo de luto, ressignificar uma perda?
O que aprendemos com Davi, no Salmo 30.11-12?
“Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. SENHOR, meu Deus, eu te darei graças para sempre.”
A consolação é o contraponto da desolação.
O luto, uma vez elaborado, pode fortalecer laços afetivos, familiares e comunitários, gerando uma espiritualidade mais profunda.
Acolhidos e fortificados com as consolações que recebemos de Deus, que possamos consolar os que estão passando por tribulações (2Co 1.4b).