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  • Se há alguma certeza que temos como seres humanos é a de que vamos morrer, a não ser que Jesus volte antes.
  • O luto, como o sofrimento, faz parte da nossa existência, mas temos dificuldades com ele.

“De todas as experiências humanas, a morte coloca os desafios adaptativos mais doloroso para a família.”

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  • Em ocasiões de luto, existe risco do fechamento do indivíduo como forma de abafar a dor.
  • A tristeza pela perda de alguém que amamos é absolutamente normal, assim como o choro. O tempo do choro é importante para reorganizar as emoções.
  • Gênesis 50: Morte e sepultamento de Jacó.

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Como podemos acolher a pessoa em sua dor sem minimizar ou espiritualizar?

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  • Luto: Adaptação à perda.
  • As duas tarefas principais no luto são:
    1. aceitação e compartilhamento da realidade da morte;
    2. reorganização do sistema familiar.

“O luto está terminado quando uma pessoa pode reinvestir suas emoções na vida e no viver”

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Como acolher nossas próprias perdas?

O processo de cicatrização de uma ferida começa de dentro e alcança as

camadas externas da pele. E na alma, é assim também?

Você tem passado por perdas e lutos? Como viveu ou está vivendo este processo?

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“Para tudo há uma ocasião certa, há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu, Tempo de nascer e tempo de morrer...Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar...”

(Eclesiastes 3. 1 e 4)

  • O acompanhamento de pessoas amigas, da igreja, da rede de apoio, será determinante para o bom andamento do luto e sua superação.

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Quem tem sido uma Rute para mim?

Tenho sido ou posso ser Rute para alguém?

É possível, após o tempo de luto, ressignificar uma perda?

O que aprendemos com Davi, no Salmo 30.11-12?

“Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. SENHOR, meu Deus, eu te darei graças para sempre.”

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A consolação é o contraponto da desolação.

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O luto, uma vez elaborado, pode fortalecer laços afetivos, familiares e comunitários, gerando uma espiritualidade mais profunda.

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Acolhidos e fortificados com as consolações que recebemos de Deus, que possamos consolar os que estão passando por tribulações (2Co 1.4b).

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