Entre a Terra e o Céu
Sumário da obra
Entre a Terra e o Céu
CLARÊNCIO
HILÁRIO
ANDRÉ LUIZ
EULÁLIA
EVELINA E JULIO
ODILA -AMARO
ZULMIRA-AMARO
CLARA
ANTONINA
LEONARDO –AVO
MÁRIO SILVA - ESTEVES
Entre a Terra e o Céu
A prece, qualquer que ela seja, é ação provocando a reação que lhe corresponde. Conforme a sua natureza, paira na região em que foi emitida ou eleva-se mais, ou menos, recebendo a resposta imediata ou remota, segundo as finalidades a que se destina.
Entre a Terra e o Céu
Uma jovem entra no recinto: - Irmão Clarêncio, uma de nossas pupilas do quadro de reencarnações sob suas diretrizes pede socorro com insistência. É assunto inquietante, mas numa prece refratada.
Hilário : O que vem a ser uma oração refratada?
Aquela , cujo impulso inicial teve sua direção desviada, passando a outro objetivo. Dirigida a um Espírito que não se encontra em condições de atender, é redirecionada pela espiritualidade para outros atendentes em condições de auxílio.
Entre a Terra e o Céu
A prece foi feita por Evelina que apesar da fragilidade do novo corpo, vem sustentando imensa luta moral. O pai, sobrecarregado de questões íntimas, tem a saúde periclitante, a madrasta (Zulmira), vem sofrendo obstinada perseguição da desventurada Odila, a genitora de Evelina e Julio.
– Chame a irmã Eulália.
– Irmã – disse Clarêncio – este gráfico registra aflitivo apelo de Evelina, cuja volta ao aprendizado na carne foi garantida por nossa organização. Parece-me estar a pobrezinha em extremas dificuldade.
– A genitora de Evelina?
Entre a Terra e o Céu
Evelina, depois de perder o maninho em trágicas circunstâncias, acha-se desorientada, entre o genitor aflito e a segunda mãe, em desespero.
Odila envolvida nas teias das próprias criações mentais, não se mostra capaz de corresponder à confiança e à ternura da menina. Ela, tem insistido com tal vigor na obtenção de socorro espiritual que as suas rogativas, quebrando a direção, chegam até aqui.
Compreendem agora o que seja uma oração refratada? Evelina recorre ao espírito materno que não se encontra em condições de escutá-la, mas a solicitação não se perde... Desferida em elevada frequência, a súplica de nossa irmãzinha vara os círculos inferiores e procura o apoio que lhe não faltará.
Entre a Terra e o Céu
A equipe põem-se a caminho ao Rio de Janeiro para a casa de Amaro pai de Evelina, que tem no pretérito, complicados compromissos. Em muitas ocasiões, usou projetis e lâminas de ferro para o mal e hoje, é servidor numa ferrovia.
E Evelina, cuja reencarnação foi por nós organizada, faz alguns anos, está ligada aos pais, através de imenso amor, desde séculos remotos vindo a este lar e as situações das quais necessita para a própria ascensão, tazendo consigo a tarefa de ajuda-los.
Entre a Terra e o Céu
Hilário e eu, instintivamente abeiramo-nos de Odila para afastá-la com a presteza possível, mas Clarêncio nos deteve. A violência não ajuda. As duas estao ligadas.
Separá-las à força seria a dilaceração de conseqüências imprevisíveis, podendo até causar a morte do corpo.
É necessário buscar alguém que já tenha amealhado na alma bastante amor e bastante entendimento para conversar com o poder criador da renovação.
– Contamos em nossas relações com a irmã Clara.
Precisamos ficar atentos que nem sempre a pessoa mais preparada é a mais intelectualizada, mais sim a que cultivou mais o amor.
Entre a Terra e o Céu
Zulmira, dominada pelo arrependimento de não ter ajudado a criança no afogamento e atormentada pela noção de culpa,desceu, em espírito, ao padrão vibratório de Odila que a seguia em silêncio e revoltada.
Enquanto se mantinha com a paz de consciência, defendia-se naturalmente contra a perseguição invisível, mas condenando a si mesma, resvalou em deplorável perturbação, à maneira de alguém que desertasse de uma casa iluminada, embrenhando-se numa floresta de sombra.
Todavia, quem de nós não é responsável pelas idéias que arroba de si mesmo?
Nossas intenções são atenuantes ou agravantes das faltas que cometemos. Nossos desejos são forças mentais coagulantes, materializando-nos as ações que, no fundo constituem o verdadeiro campo em que a nossa vida se movimenta.
Interessante entendermos que a condenaçāo nāo é externa e sim da nossa consciência, e a reparaçāo encontra-se no mesmo local.
Odila como se registrasse nossa presença grita:
-Ninguem a libertará! assassina, assassina…
Entre a Terra e o Céu
E o pequeno, em toda a história? – inquiri, admirado.
Júlio foi conduzido à região que lhe é própria.
Júlio trazia consigo a morte prematura no quadro de provações. Era um suicida reencarnado...
Zulmira, sofre o resultado das infelizes deliberações que albergou no espírito. Padece o retorno das vibrações envenenadas que arremessou na direção de Julio. Pelo ciúme, criou ao redor de si mesma um ambiente pestilencial, em que os seus próprios pensamentos malignos conseguiram prosperar.
Entre a Terra e o Céu
Clarencio sugere que para poderem estudar e entender melhor como ajudar visitariam Julio. Acompanhariam duas irmãs encarnadas à visitação dos filhinhos que as precederam na grande viagem da morte e que se encontram no mesmo sítio em que Júlio se demora asilado.
ANTONINA
Entre a Terra e o Céu
Observando o velho densificaram o seus perispiritos para que ele os visse. Exclamando perguntou: – São oficiais ou praças? Estão pró ou contra? Quem trouxe aqui a idéia de perdoar nesse Evangelho no lar de minha neta?
Estou certo de que pratiquei a justiça, mas este homem realmente não me abandona! Lutei tanto! Casei, organizei família, devotei-me à religião, e admiti que tudo estivesse amplamente solucionado; mas, depois de retirar-me do corpo físico, longe de encontrar o céu que parece cada vez mais distante de mim, reconheço que este homem continua a perseguir-me por dentro!
Clarêncio retorna e densifica-se para auxilia-lo. Abraça-o e o ancião comenta que vinha suplicar o socorro de Antonina, sua neta, a única pessoa que se lembra dele com amor e lhe oferece asilo na oração. Clarêncio põe a māo em sua destra e relata: este é Leonardo Pires, desencarnaou a 20 anos. José Esteves já reencarnou, mas Leonardo fixou-se na imagem do assassinado que se revitaliza, cada dia, ao influxo das sugestões da própria consciência que se considera culpada. É a lei de causa e efeito a cumprir-se.
André passa a māo em sua destra e pede que ele ore pedindo ajuda. Ele diz que fez isso e que seu antigo general aparece e disse que o socorro chegara.
Ele pede a André que o ajude e procura abraça-lo.
Entre a Terra e o Céu
Clarêncio promete-lhe ajuda, diz que guarde a casa e os meninos enquanto levam Antonina e que no dia seguinte chegará seu socorro.
Viajando com a velocidade do pensamento, amparada por Clarencio que as protegem no circulo fechado de forças, ela questiona:- porque não transformar a mesma em transferência definitiva? Quem na terra imagina as deliciosas sensaçoes de almas livres?
Enquanto conversavam Antonina, em desdobramento, surgiu e veio ao encontro deles. Leonardo reconhecendo-a bradou: Antonina! Socorre-me, todos na família me esqueceram, com exceção de ti. Não me abandones! Vovô o que fazes?
A medida que avançavamos ondas de perfume acentavam-se, em torno de nós. Flores abundantes. Sentiamo-nos magnetizados com a beleza.
C: Agora voces visitarāo filhinhos abençoados que a morte os arrebatou ao convivio. Voces se sentem como num paraiso de amor. Mas e os filhinhos que ficam? Teremos paz sem alegria para os que moram em nosso coraçāo?
Entre a Terra e o Céu
Temos aqui importante colônia educativa, misto de escola de mães e domicílio dos pequeninos que regressam da esfera carnal.
Antonina se encontra com o filho Marcos e Clarêncio, André e Hilário seguem para o lar da Irmã Blandina, onde se encontra Júlio, ja que ainda sofre anormalidades que não lhe permitem o convívio com as crianças felizes.
Entre a Terra e o Céu
Júlio, até hoje, ainda não se refez completamente. Ainda grita sob pesadelos inquietantes, como se estivesse a sofrer sob as águas.
Envolveu-se em compromissos graves. Desentendendo-se com alguns laços afetivos do caminho, confiou-se a extrema revolta, aniquilando o veículo físico. Rendendo-se à paixão, sorveu grande quantidade de corrosivo. Salvo, a tempo, sobreviveu à intoxicação, mas perdeu a voz, em razão das úlceras.
Entre a Terra e o Céu
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Depois do grupo conhecer o pequeno Júlio, filho de Odila e de Amaro, Antonina volta a sua residencia. Começa a ajuda ao velhinho no seu lar (Leonardo)
O ancião trazia um veículo semelhante ao nosso, segundo os princípios organogênicos que presidem à constituição do corpo espiritual, contudo mostrava-se tão pesado e tão denso como se ainda envergasse a túnica de carne
Entre a Terra e o Céu
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Leonardo soerguera-se refeito, vigoroso clamou: – Lola! estás aqui? Sinto-te a presença... Onde te ocultas? Ouve-me!
Com espanto, vimos dona Antonina escapar do aposento, no corpo espiritual. Avançou ao nosso encontro, e, avistando o avô transfigurado, estampou súbita alteração facial, renovando-se igualmente aos nossos olhos.
Entre a Terra e o Céu
LAR DA BENÇÃO
IRMÃ BLANDINA
ESTEVES-MÁRIO SILVA
ZULMIRA-LINA
LEONARDO –AVO
ODILA
AMARO-ARMANDO
JULIO
EVELINA
ANTONINA-LOLA
Entre a Terra e o Céu
CAPÍTULO 18 - CONFISSÃO
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A história:
ZULMIRA-LINA
ESTEVES-MÁRIO SILVA
AMARO-ARMANDO
JULIO
Entre a Terra e o Céu
A dor é o grande e abençoado remédio. Reeduca- nos a atividade mental, reestruturando as peças de nossa instrumentação para a vida eterna.
Depois do poder de Deus, é a única força capaz de alterar o rumo de nossos pensamentos, compelindo-nos a indispensáveis modificações, com vistas ao Plano Divino.
Clarêncio-Nosso Júlio, renascerá num equipamento fisiológico deficitário que, lhe retratará a região lesada a que nos reportamos “centro laríngeo”.
Sua mãe será Odilia e, após desencarne, Zulmira, que outrora era Lina, motivadora do suicídio de Julio em outra encarnação
JULIO
Entre a Terra e o Céu
O Ministro pede ajuda a a Irmã Clara, em favor do esclarecimento de Odila
Mas para que Júlio, ora suicida, ora afogado por displicência, precise renascer no ventre de Zulmira. Para tanto, Odila deve parar o processo obcessor
…para tanto….
Entre a Terra e o Céu
Amargurada mulher devia
renunciar ao companheiro que
permanecia na Terra
Irmã Clara trabalhadora sublimada e antiga amiga de Odila, toca seu coração , falando com absoluta simplicidade e à maneira de um anjo maternal dirigindo-se aos filhinhos.
Odila pede : Anjo de Deus, socorre-me! socorre-me!... Estou aqui, vingando-me por amor... Esta mulher tomou-me o marido e assassinou-me o filhinho!... Quem ama faz justiça pelas próprias mãos!...
CLARA
Entre a Terra e o Céu
Clareia o próprio caminho, a fim de reencontrares o teu anjo e embalá-lo, de novo, ao invés de te consagrares inutilmente à vingança que te cega os olhos e enregela o coração.
Clara, alcançara o ponto sensível daquela alma atribulada
CLARA
Entre a Terra e o Céu
CAPITULO 26 - MÃE E FILHO
A criança doente transformou-se, de súbito quando viu Odila que, sensibilizada por Clara, desiste da obsessão…..
– Mãe! gritou, Júlio, e completamente modificado, contava-lhe quanto lhe doía a garganta, mostrando-lhe a glote extensamente ferida
Odila:– Aflige-me encontrá-lo assim , não posso atinar com a razão de uma úlcera tão grande, sem o corpo de carne... Não tenho bases para entender de uma só vez tudo quanto vejo, mesmo porque também eu andava louca, incapaz de raciocinar...
JULIO
ODILA
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CAPITULO 27 - PREPARANDO A VOLTA
ODILA
CLARA
Assistida por irmã Clara, Odila voltra ao antigo lar, no propósito de acompanhar Zulmira no reencarte de Julio, seu filho
Porém, o sucida que Julio foi, nascerá e logo sofrerá desencarne para sua purificação e de seus pais, Zulmira e Amaro que, em vida anterior propiciaram que Julio fosse levado ao ato extremo
Entre a Terra e o Céu
O pequeno Júlio desenvolvia-se mas, por mais adequados fossem os tratamentos , trazia doloroso estigma na garganta e a extensa ferida na glote, o que lhe dificultava a nutrição.
Caiu em profunda crise de amidalite e gripe e a ajuda do dedicado enfermeiro Mário Silva é pedida.
JULIO
Mário Silva que então já tinha se reaproximado de Antonina (Lola) por laços afetivos e por ter socorrido sua filha, recorre a casa do pequenino Júlio e se depara com a surpresa de que a mãe do pequenino era Zulmira, mulher que amara perdidamente, mas o abandonara para ficar com Amaro
MÁRIO SILVA
ANTONINA
Entre a Terra e o Céu
Quando viu a mulher que amara apaixonadamente, trazendo o pequenino ao colo, registrou súbita vertigem de revolta. Zulmira pagar-lhe-ia, caro, a deserção. Contemplou a criancinha e deu curso a incontida animosidade.
A idéia de que Amaro e a esposa sofreriam , com a morte do petiz, acalentou-lhe o duro propósito de desforço. E se cooperasse com a morte, auxiliando aquele rebento enfermiço a desaparecer?
Entre a Terra e o Céu
Embora lembrando das lições do Evangelho e das palavras de Antonina, que se tornara excelente matriarca espírita, desejou a morte do menino , aplicando-o soro que agilizou o processo de desencarne.
Silva experimentou uma comoção a agitar-lhe o peito, enquanto ouvia a uma voz dele mesmo, gritava-lhe na consciência: – Assassino! Assassino!...
O pequenino Júlio chega ao desencarne, acelerado pelas mãos de Mario Silva…
JULIO
MÁRIO SILVA
Júlio, por sua vez, retornava ao Lar da Bênção nos braços de Odila, aliviado , tranqüilo e reajustado.
Entre a Terra e o Céu
CAPITULO 35 REERGUIMENTO MORAL
Ganhamos o domicílio de Mário, encontrando-o em pesadelo aflitivo, sentindo-se culpado da morte do pequeno Júlio
Entre a Terra e o Céu
Antonina - A morte do corpo nem sempre é o pior que nos possa acontecer. Quantas vezes os pais são constrangidos a acompanhar a morte moral dos filhos, no crime ou na viciação que não conseguem interromper? Também perdi um dos rebentos que Deus me confiou, mas procurei acomodar-me à saudade sem revolta, porque a Sabedoria do Senhor não deve ser menosprezada.
Quando os amigos se afastaram, Clarêncio cercou Zulmira de cuidados especiais. A injeção de sangue renovador de Mário Silva lhe fizera grande bem.
Pouco a pouco, acomodaram-se-lhe os centros de força ela adormece .
Entre a Terra e o Céu
Zulmira no lar da Bênção
Zulmira quando abraçara Júlio, desfez-se em pranto vendo Odila, que tentava soerguer-la, reconhece-a e recorda o afogamento de Julio. O remorso voltou a refletir-se-lhe na mente e, atribulada disse:
– Odila! perdoa-me, perdoa-me!... Agora vejo o inferno que te impus, despreocupando-me de teu filhinho... Hoje, pago com lágrimas minha deplorável displicência! Ajuda-me, querida irmã!... Sê para o meu Júlio a guardiã que não fui para o teu!
JULIO
ODILA
ZULMIRA
Entre a Terra e o Céu
Após o reencontro revigorante, Zulmira despertou no corpo físico. Retomando o equipamento cerebral mais denso, não conseguiu articular a lembrança do delicioso sonho.
Guardava a impressão nítida de que revira o filhinho em alguma parte e semelhante certeza lhe restaurara a calma e a confiança. Sentia-se mais leve, quase feliz.
JULIO
ZULMIRA
Entre a Terra e o Céu
Júlio, na vida espiritual, aguardava sem sofrimento a ocasião oportuna de regresso ao campo físico
C- Antonina, quando em nossas atividades de socorro ao irmão Leonardo Pires, se comprometeu a colaborar, maternalmente, para que ele obtenha novo corpo na Terra.
Amaro e a esposa acompanharam o culto evangélico na residência de Antonina
C– O amor é assim uma força que transforma o destino.
Enquanto Mário Silva habituava-se ao convívio de Antonina
Zulmira, sob a influência benéfica da nova amizade com Antonina, renovara-se para a alegria de viver
Entre a Terra e o Céu
Na festa do matrimônio, Evelina, a autora da prece refratada que deu início de todo o pedido de Socorro, é apresentada a Lucas, irmão de Antonina, com quem se casará.
Após a reconciliação entre Amaro, Zulmira com Mário Silva, Mário é levado ao matrimônio com Antonina
LUCAS
EVELINA
Entre a Terra e o Céu
CAPITULO39 PONDERAÇÕES
No bercario Clara fala para Antonina, que Zulmira compreende hoje, sem necessidade de maior incursão no passado, o santo dever de asilar o pequeno Júlio no santuário materno e que era imperativo o descanso mental para a segunda esposa do ferroviário.
E lhe pergunta se está ela consciente de que a maternidade a espera de novo, em tempo breve.
Entre a Terra e o Céu
MÁRIO SILVA
ANTONINA
ZULMIRA
AMARO
JULIO
LEONARDO
Lares que os progenitores destruíram, agora reedificarão através da maternidade
Entre a Terra e o Céu
Clarêncio estampou o sorriso de sua velha sabedoria e falou:
– Não, André. A história não acabou. O que passou foi a crise que nos ofereceu motivo a tantas lições. Nossos amigos, pelo esforço admirável com que se dedicaram ao reajuste, dispõem agora de alguns anos de paz relativa, nos quais poderão replantar o campo do destino. Entretanto, mais tarde, voltarão por aqui a dor e a prova, a enfermidade e a morte, conferindo o aproveitamento
de cada um. É a luta aperfeiçoando a vida, até que a nossa
vida se harmonize, sem luta, com os Desígnios do Senhor.
Andre pergunta– Nossa história terminará, assim, com um casamento risonho,à moda de um filme bem acabado?
Entre a Terra e o Céu
Amado Jesus
Abençoa nossa hora festiva que te oferecemos em sinal de carinho e gratidão
Ajuda os nosso companheiros que hj se consorciam
Convertendo-lhes a esperança em doce realidade
Ensina-nos senhor, a receber no lar a cartilha de luz que nos deste no mundo
Generosa escola de nossos corações para a vida imortal
Faze-nos compreender no campo em que lutamos a rica sementeira da renovação e fraternidade em que a todos nos cabe apreender e servir
Que possamos, enfim, ser mais irmãos uns dos outros, no cultivo da paz pelo esforço no bem
Tu que consagrastes a ventura doméstica nas bodas de Canaa
Transforma a água viva de nossos sentimentos em dons inefáveis de trabalho e alegria
Reflete o teu amor na simplicidade de nossa existência
Como o sol se retrata no fio d’água humilde
Guia-nos, Mestre, para o teu coração que anelamos eterno e soberano sobre o nosso destino
E que Tua bondade comande a nossa vida
É o nosso voto ardente agora e para sempre
Assim seja!
Entre a Terra e o Céu