Proposta de Referencial Prático para o Ensino de Mundo Digital no Ensino Fundamental
Walisson Gonçalves Souza¹, Ana Paula Freitas Vilela Boaventura¹, �1 Universidade Federal de Jataí, Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas, Jataí, GO, Brasil
Introdução
O ensino de computação é previsto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e é respaldado por um sólido arcabouço jurídico, cuja evolução cronológica é apresentada no infográfico Fig. [1].
�Apesar desse avanço, a aplicação prática desta legislação enfrenta dois desafios estruturais, que sustentam o problema central desta pesquisa:
Objetivo
Propor e desenvolver um Referencial Prático, fundamentado cientificamente, que oriente professores do Ensino Fundamental a aplicar a gamificação para o ensino de conteúdos do eixo Mundo Digital da BNCC, em contextos com e sem tecnologia.
Metodologia
A construção do referencial segue 3 etapas principais, FIg. [2]:
Resultados e Discussão
Principais referências
[1] Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de 2017; Política de Inovação Educação Conectada (PIEC) de 2021; Parecer CNE/CEB nº 2/2022; Política Nacional de Educação Digital (PNED) de 2023; e Resolução CNE/CEB nº 2/2025.�
Figura 1: Ensino de computação no ensino básico e principais marcos legais Adaptado de [1]
Figura 2: Etapas para a elaboração do referencial prático para ensinar sobre conceitos do mundo digital no ensino fundamental
Para cumprir o objetivo de desenvolver um Referencial Prático gamificado, foram concluídas a Revisão Sistemática da Literatura (RSL) e a análise curricular da BNCC, resultando na estruturação e avaliação teórica da proposta. Conforme os resultados da RSL, a proposta se posiciona como uma contribuição original ao focar em atividades desplugadas e em conteúdos como "Redes e Internet", preenchendo lacunas identificadas na literatura. A principal limitação do trabalho é a ausência de validação empírica ; portanto, o passo fundamental para trabalhos futuros é a aplicação prática do referencial em ambiente escolar para coletar dados sobre sua eficácia.
Conclusão e Trabalhos futuros