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MANUAL

DE PRIMEIROS SOCORROS �NAS ESCOLAS

DISCENTES: EVELYN HELENA OLIVEIRA

FERNANDA GONÇALVES DE OLIVEIRA

GUSTAVO ANTHONY NEVES ESTEVAM

ORIENTADOR: RODRIGO LOPES DE FELIPE

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INTRODUÇÃO

ÍNDICE

MEDIDAS �PREVENTIVAS

INTERCORRÊNCIAS

CONSIDERAÇÕES�FINAIS

REFERÊNCIAS

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INTRODUÇÃO

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INTRODUÇÃO

Através deste manual temos por objetivo orientar os professores e inspetores, bem como os demais profissionais da escola e leitores do conteúdo a ações de como agir frente a acidentes e intercorrências com crianças .

O manual em questão traz a abordagem da realidade vivenciada em ambiente escolar , com crianças dentro da faixa etária de crianças de 3 a 6 anos de idade, caracterizadas como pré escolar (1 a 5 anos) e escolares (6 a 9 anos)e as principais intercorrências encontradas em pesquisas na internet.

Lembrando que o mesmo pode ser usado em crianças dentro da faixa etária em demais ambientes, desde que se trate das mesmas situações e reforça-se que o manual não substituiu um atendimento médico, a depender do caso .

Na dúvida , não execute nenhum procedimento. Apenas não deixe a criança sozinha, e acione os serviços de urgência e emergência; SAMU -192 e BOMBEIROS -193.

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LEI Nº13.722

Lei -13.722, chamada “Lei Lucas”, torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados de educação básica e de estabelecimentos de recreação infantil. Assim sendo, o nosso mini curso de “Primeiros Socorros Infantil visa aprimorar os conhecimentos dos profissionais de educação infantil sobre as principais ações passíveis de serem realizadas frente a uma situação de emergência.

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PRINCIPAIS ACIDENTES

Quedas, ingestão de medicamentos e produtos químicos e pequenos objetos

Os mesmos anteriores

Aspiração ou ingestão de corpo estranho

Acidentes esportivos

Queimaduras

Agressões físicas

Afogamentos

Traumatismo dentário

Atropelamentos

Acidentes de trânsito

Picadas e mordeduras

Choque elétrico

PRÉ-ESCOLAR

ESCOLAR

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MEDIDAS�PREVENTIVAS

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Medidas preventivas

Pré-escolar

  • Manter sob supervisão continua
  • Colocar grades ou redes em janelas e portões com trincos nos acessos ás escadas, retirar chaves das portas
  • Deixar fora do alcance medicamentos e substancias ou plantas toxicas
  • Ter cuidado com objetos pequenos
  • Ter cuidado com objetos quentes e fios elétricos
  • Cobrir as tomadas
  • Proteger as piscinas com capas ou redes, sempre cercadas e portões trancadas, além de manter supervisão continua
  • Tomar cuidado com aproximação e contato com animais
  • Utilizar cadeiras apropriadas
  • Segurar pelo punho para atravessar ruas
  • Não permitir brincar em locais de transito de veículos motores
  • Iniciar educação para o transito
  • Não permitir o acesso a lajes, muros e telhados (colocar grades ou portões com trincos)

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Medidas preventivas

escolar

Os mesmos do pré-escolar mais :

  • Dar orientações de segurança no transito
  • Estimular o uso de equipamentos de proteção no horário de educação física
  • Desestimular brincadeiras agressivas
  • Ensinar e cultivar o respeito as outras pessoas

Para ambos criar uma Comissão Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar(CIPAVE), formadas por representantes dos alunos, professores, familiares e por profissionais da saúde, estes provenientes das Unidades Básicas de Saúde de referência. Essa Comissão (ou, na sua ausência, uma pessoa ou equipe, responsável) deve avaliar de forma frequente e regular todos os espaços frequentados pelos alunos (salas de aula, quadras, playground, espaço do recreio, etc.), detectando situações de risco e ou danos em qualquer equipamento, além de providenciar de imediato todos os reparos necessários para a manutenção da segurança das crianças e adolescentes.

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INTERCORRÊNCIAS

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ENGASGO

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VÔMITO

1-deite a criança em superfície plana, vire-a de lado e, e com uma gaze ou pano limpo tire o excesso de secreção que esta na boca da criança;

2-Coloque a criança deitada com a barriga para cima. Eleve o queixo dela, para alinhar o sistema respiratório e facilitar a entrada de ar, e evitando a bronco aspiração;

3-ligar para o responsável para buscar a criança e aguardar o responsável junto a criança;

4-orientar o responsável quanto ao risco de desidratação bem como seu tratamento:

Ingerir líquidos como agua, limonada ou soro, evitar bebidas gaseificadas e alimentos gordurosos, que são de difícil digestão e podem piorar o vomito;

5-orientar deixar a criança em repouso em domicilio até a melhora dos sintomas

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FEBRE

1-monitorar temperatura sendo:

  • Abaixo de 35,6º - hipotermia
  • Acima de 37,8 – estado febril
  • Acima de 38,0º - febre

2-ligar para o responsável buscar a criança e aguardar juntamente a mesma;

3-orientar o responsável a busca de demais sinais e sintomas sugestivos a outras doenças;

4-orientar o responsável deixar a criança em domicilio e em repouso até melhora dos sintomas, e se necessário procurar atendimento médico devido ao risco de convulsão;

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CONVULSÃO

1-observe a respiração e vire a cabeça da criança para o lado;

2-solicite que alguém ligue para o SAMU 192;

3-proteja a região da cabeça para evitar traumatismos cranianos, bem como outros agravamentos;

4-nunca tente puxar a língua da criança

Em caso de PCR (Parada CardioRespiratória) – criança sem pulso e sem respiração, inicie a RCP(Ressuscitação CardioPulmonar), sendo as seguintes manobras:

  • 1 mão na testa e 1 mão no apêndice xifoide
  • 15 compressões(5cm) para 2 ventilações

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DIÁRREIA

1- observar sinais relacionados como: vômitos, febre, dor abdominal, náuseas e presença de sangue nas fezes – atendimento médico

2-ligar para o responsável buscar a criança devido a facilidade transmissão via fecal-oral, como por exemplo: água, alimentos, objetos, brinquedos e mãos contaminadas;

3- orientar deixar a criança em domicilio até cessar os sintoma, em repouso e orientar alguns cuidados (reposição de líquidos – bebidas naturais, água, água de coco) bem como os riscos de desidratação:

  • Sede excessiva
  • Diminuição da quantidade de urina
  • Boca e pele secas
  • Redução de lagrimas no choro
  • Fraqueza e tontura
  • Respiração acelerada e curta
  • Extremidades frias e pulso fraco

Orientar a mão quanto a solução de soro caseiro:

  • 1 colher de chá de sal e 1colher de sopa de açúcar
  • 1litro de água filtrada ou previamente fervida

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CEFALÉIA

1-buscar entender a causa da dor de cabeça – bateu a cabeça, emocional, alimentação entre outros;

2- questionar a intensidade e localização;

3-questionar sobre exatidão das vistas;

4- não medicar a criança sem que haja orientações prévias das medicações para com o responsável;

5- em caso de duvidas ligue para o responsável e relate a direção;

6- se necessário solicite que o responsável busque a criança e averigue a causa;

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SINTOMAS�GRIPAIS

1- em temporadas de gripe para prevenir a transmissão é recomendado manter os ambientes ventilados;

2-implementar medidas de higiene;

3-estimular etiqueta respiratória e aumento da ingestão hídrica;

4-orientar o responsável a manter a criança em casa por até 7 dias após inicio dos sintomas ou até 24 horas após cessar a febre;

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QUEDAS

1-Acalmar a criança;

2- Avaliar nível de consciência, manter criança acordada;

3-Observar náuseas e vômitos e tonturas;

4-Manter sentada;

5-Se arranhão - Lavar com água e sabão ou lavar com soro fisiológico, compressa de gaze ou pano limpo para curativo, se necessário;

7- Não dar água;

8-Jogar água na nuca;

9-Ligar para o responsável e aguardar o mesmo juntamente a criança e orientar a situação ocorrida;

10-Em casos graves, ligar para SAMU-192;

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INTOXICAÇÃO

1-observar sinais de salivação, aumento ou diminuição da pupila dos olhos, sudorese excessiva, respiração alterada, inconsciência e náuseas e vômitos;

2-observar sinais de cianose de extremidade e/ou central;

3-observar sinais de dor, sensação de queimação na boca, garganta ou estomago;

4-identificar hálito da criança;

5- atentar se a sinais de sonolência, confusão mental e paralisia;

6-observar sinais de alergia como lesões cutâneas, queimaduras e/ou bolhas;

7-enquanto se analisa todos esses sinais, pedir para alguém ligar para o SAMU 192 e aguardar a chegada do atendimento, não deixando a criança sozinha e tentar não deixar a mesma dormir;

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EPISTAXE

1-Mantenha a criança calma;

2-Coloque-a sentada ereta e não incline a cabeça para trás, deixando o sangue sair;

3-Não tampar o nariz;

4-Jogar água na cabeça e na nuca;

5-Ligar para o responsável e aguardar o mesmo juntamente a criança e orientar a situação ocorrida

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CONSIDERAÇÕES�FINAIS

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Considera-se oportuno citarmos de forma ampla, a abordagem de segurança nas creches e escolares, objetivando principalmente divulgar estes conhecimentos, sobretudo para que os envolvidos com crianças em instituições de ensino possam participar do processo de enfrentamento desses problemas.

Assim, o conhecimento sobre alguns pontos que envolvem a segurança das crianças nos diferentes ambientes educacionais torna-se relevantes, afim de que pais, educadores e crianças criem uma consciência crítica, podendo, deste modo, fazer escolhas pensando na segurança destes espaços, nos quais, passaram grande parte de suas vidas.

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REFERÊNCIAS

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OBRIGADA