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DIVERSIDADE CULTURAL

  • Linguagem
  • Dança
  • Vestimenta
  • Tradições
  • Crenças
  • Comportamentos
  • valores

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Origem indígena

  • CULINÁRIA

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Aipim e farinha

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Como fazer tapioca

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tapioca

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Beiju ou biju

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milho

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  • culinária

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Doces/bolos�influência europeia

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Tropeiro �

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Feijão tropeiro

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Origem americana

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Caldo de feijão

FEIJOADA

o cassoulet (?)

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ORIGEM AFRICANA�exemplo

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Século XIX

  • IMIGRANTES

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Pizza

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PIZZA

  • Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de 6 mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão”, que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza .

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PIZZA CONTINUAÇÃO

  • Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa, mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.

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Sashimi e sushi

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Cultura popular e História

  • PERÍODO COLONIAL

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MARUJADA- secular religiosa

  • Época das grandes navegações
  • Dramatização das lutas portuguesas
  • Referência à Guerra de Reconquista e lutas contra mouros na África

Personagem e Vestimenta: Os personagens quase sempre são todos homens, muito raro uma mulher participar da Marujada,utilizam como vestimentas uniformes militares da Marinha,segundo o escalão militar.

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Marujada – Principais �BA,ES,MG e PA.

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Marujada – Quatipuru - PA

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CAVALHADA

  • Introduzido no Brasil pelos jesuítas,as cavalhadas são grandes encenações montadas, que reelaboram os relatos das lutas de Carlos Magno e os Pares de França contra os Mouros.
  • A rivalidade entre Mouros e Cristãos se estrutura simbolicamente em dois campos que se opõem, nas investidas que cada grupo faz ao campo adversário e na oposição das cores: azul para os Cristãos e vermelho a dos Mouros.O conflito é acirrado, com mortes, raptos, prisões, embaixadas e resgates.

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CAVALHADA –AL, MG, RJ e GO

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ALARDO

  • Representa a tomada de Mobaça, baseado em "Os Lusíadas"

  • MOUROS X CRISTÃOS.
  • Rapto da imagem de São Sebastião
  • De cada um dos grupos fazem parte um capitão, um embaixador, um alferes porta-bandeira, um tenente, sargentos, atiradores, soldados, cortadores e um tambor, num total de 40 figuras
  • realizada no dia 20 de janeiro - dia de São Sebastião. No Espírito Santo destaque para a apresentação da Vila de Itaúnas

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Alardo - ES

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Samba de roda - colônia

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Samba de roda-Recôncavo baiano

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Festa junina

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Mineração

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LIBERDADE PARA GARIMPAR DIAS DE FOLGA

  • Chico Rei, ou Ganga Zumba Galanga, rei Congo dos Quicuios, que foi trazido como escravo para o Brasil, juntamente com sua corte, no princípio do século XVIII.

  • Autorização para garimpo numa mina abandonada, dias de folga.
  • ACHOU UM VEIO DE OURO

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Mina de Chico Rei�

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Confraria �ou Irmandade dos Pretos

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Santa Ifigênia

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Igreja de Santa Ifigênia

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Chico Rei

  • A primeira festa organizada em louvor à santa ocorreu na Igreja de Santa Efigênia e Nossa Senhora do Rosário de Alto Cruz, na antiga Vila Rica

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Festa N.Sra.�Rosário���Coroação do rei do Congo

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Rei CONGO

  • O Rei Congo não se limitava apenas ao recebimento de honrarias no dia de sua coroação, ia muito além. Ele era o rei sem trono e sem coroa, que intercedia pela comunidade, junto às autoridades locais.
  • Por isso as cidades, vilas e freguesias escolhiam anualmente seu rei do Congo.

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  • Os reis do Congo, segundo informações obtidas por Pereira da Costa, eram escolhidos por eleição geral procedida entre os próprios negros. Tinham a sua corte, os seus secretários, mestre-de-campo, arautos, serviço militar, etc. Cada cabeça de comarca possuía o seu rei e rainha e, após a eleição, era feita a cerimônia solene de coroação e posse no dia da festa de Nossa Senhora do Rosário.

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Santo Elesbão

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RJ – reis coroados

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Século XVIII - Maracatu

  • consistem em uma representação das cortes negras, com reis, rainhas, príncipes, princesas e servos. Um dos destaques visuais dos maracatus são as calungas, pequenas bonecas de madeira escura com vestidos que representam divindades de religiões afro-brasileiras. ��

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Vídeo

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Maracatu - PE

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CABOCLINHO

  • tribos de Caboclinhos se diferenciam pelo uso de instrumentos musicais, pelas roupas e e pelos ornamentos. Os integrantes dos caboclinhos representam a hierarquia indígena, como cacique, pajé, mãe-da-tribo. Os instrumentos tocados são típicos: inúbia (um pequeno flautim de taquara), caracaxás (reco-reco), preacas (instrumento composto de arco e flecha), tarol (tambor pequeno) e surdo (tambor maior).�

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Vídeo

  • 2 boi bumbá

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Boi bumbá – PA.

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Bumba meu boi - AM

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Festa de Parintins - AM

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Caprichoso x Garantido

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Boi bumbá -MA

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Bumba meu boi� xilogravura NE

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Boi pintadinho – ES.

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conclusão

  • Margem de negociação
  • Hibridismo etnográfico
  • Sincretismo cultural e religioso
  • Espaços de autonomia

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Século XIX

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  •  Por volta dos séculos XII e XIV, os camponeses ingleses dançavam uma dança campestre, conhecida com “country dance” (ORIGINÁRIA DOS CELTAS E SAXÕES)
  • . Durante a Guerra dos Cem Anos, a dança se espalhou pela França, com o nome afrancesado de “contredance”.

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  • foi trazida pela Família Real Portuguesa, em 1808.

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Entrudo –quadro de Debret 1823

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Início do CARNAVAL PE�galo da Madrugada

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MAMULENGOS –PE�Bonecos GIGANTES

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Frevo

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Carnaval –�Desfiles de Escolas de Samba

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SÉCULOS� XIX�e XX�Sul e Sudeste�influência imigrantes europeus

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Farroupilha

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tango

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Século XX��NORDESTE

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Forró

  • Forrobodó (africano)

  • For all (engenheiros da ferrovia PE –início século XX

  • For all (2ª.GM – base de Natal)

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forró tradicional

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Artesanato

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Maria Bonita e Lampião

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MAMULENGOS NORDESTE

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Instrumentos regionais

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Banda de pífanos Caruaru – PE.

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Banda de pífanos

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brincadeiras

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DITADOS POPULARES

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Esta mensagem é para você que este ano...

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E também para VOCÊ que ACHA QUE ESTUDOU POUCO.���

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Para qualquer caso, espero que esta mensagem seja uma...

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Para você que está ...

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Ou para você que acha que ...

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Tá achando que está...

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Para de achismos!!!!!!!��Mude de atitude, olhe para frente e vai...

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Ou até...

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Não dá mais tempo de ...

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E para você não ser pego de...

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Se quiser me ouvir vai ...

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1º. Trabalhe sem procurar ...

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E sem fazer ...

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As vezes você encontra uma questão que é uma ...

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Que te coloca...

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Não ...

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Nem veja como uma...

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Nem saia de fininho, dando uma de ...

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Não....

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Nem vá se sentir...

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POIS EM SEU TRATANDO DE ENEM

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Lendas

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Mitologias

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CURUPIRA, CAIPORA, CAIÇARA

  • Origem tupi guarani

  • Jesuítas relato
  • Brasil várias regiões
  • África tb tinha: BIATATÁ

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Lobisomem

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LOBISOMEM

  • Origem europeia

  • Sexta feira – meia noite

  • Transforma: invade galinheiro e devora cães
  • NE: FILHO 7º. PARTO
  • SUL: FILHO DE PARENTES

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IARA OU SEREIA

  • Origem europeia, indígena e africana

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NEGRINHO DO PASTOREIO

  • SÉCULO XIX – BRASILEIRO DO SUL

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Sociedades indígenas

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Jogos indígenas anuais

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Kusiwa – Linguagem e Arte Gráfica Wajãpi AP

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TRIBOS URBANAS�séculos XX E XXI

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EMOS�“emotional hardcore”, uma vertente do punk�romantismo 

  • Rebeldia com inocência (roupa)
  • Cabelo liso, franja
  • Maioria escola particular e conectado
  • Sem preconceitos sexuais
  • Andar em grupo
  • Contra a violência

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nerds

pessoas que não têm vergonha de se assumir como são'

  • Geek (tecnologia e informática),
  • Gamers (viciados em jogos eletrônicos),
  • Otakus (no Brasil, viciado em mangás)

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Somos nerds, somos geeks.�Somos trekkers, somos jedis.�Somos otakus, somos freaks.�Somos über, somos tímidos.

Somos nerds, somos geeks.�Somos trekkers, somos jedis.�Somos otakus, somos freaks.�Somos über, somos tímidos.

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punk

  • MODA
  • DESIGN
  • CINEMA
  • POESIA
  • MUSICA

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CARACTERÍSTICAS

  • Não estamos interessados em música e sim no caos”, pregava o vocalista do Sex Pistols

  • TRADIÇÃO PUNK: SER MARGINAL
  • MÚSICA, MODA E COMPORTAMENTO
  • NÃO AO CONSUMISMO

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ECO ATIVISTAS

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Rappers

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Karina Santiago (CUFA MT). Alzira Nogueira (CUFA AM), Celso e Thales Athayde (CUFA RJ). Ao fundo Manoel Soares (CUFA RS), Preto Zezé (CUFA CE)

IV Encontro Nacional - MT

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�����

RAP E HIP HOP

A REALIDADE DOS MORROS E FAVELAS

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COMPLEMENTARES

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DIVERSIDADE CULTURAL

  • engloba as diferenças culturais que existem entre as pessoas, como a linguagem,danças, vestimenta e tradições, bem como a forma como as sociedades organizam-se conforme a sua concepção de moral e de religião e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente. Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço/tempo. Se refere a crenças e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente. Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço/tempo. Se refere a crenças, comportamentos e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente. Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço/tempo. Se refere a crenças, comportamentos, valores e de religião, a forma como eles interagem com o ambiente etc. O termo diversidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente. Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço/tempo. Se refere a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e "preenchem" a sociedade. Explica e dá sentido a cosmologia social, é a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.

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Culinária período colonial doces

  • O quitute doce requintado, nascido no Brasil nas casas-grandes dos engenhos ao longo do período de exploração da cana-de-açúcar, era feito por mãos negras, misturando técnicas africanas, portuguesas e mouras.
  • Nas casas-grandes, o açúcar era sinal de opulência, como contam os relatos das festas dos engenhos, contabilizando no cardápio quase uma centena de variações de receitas de doces. Além dos quitutes finos, feitos à base da mistura do açúcar com frutas e ingredientes locais (goiabada, doce de banana, de abóbora, cocada), havia os bolos que eram consumidos em diferentes horas do dia.
  • A base da receita desses bolos era a mistura de ovos, açúcar e farinha, com a adição de outros elementos específicos dependendo do costume regional e da disponibilidade de material. Entravam então o leite-de-coco, a goma de mandioca, o milho e o amendoim, entre outros.
  • Os bolos recebiam nomes que satirizavam costumes, como o bolo busca-marido e o de beata. Levavam também nomes de personagens históricos, como o bolo Santos Dumont e o Luís Felipe. Havia ainda os divertidos bolos nomeados com conceitos políticos, como o republicano e os bolinhos legalistas.
  • Para ricos e pobres�No Nordeste colonial, o açúcar era não só um item básico na dieta das famílias donas de engenhos, mas também na de escravos, forros e brancos pobres.
  • A rapadura, a cachaça, a garapa e o pé-de-moleque difundiram-se no período colonial como artifícios culinários de negros e pobres para “matar” ou “enganar” a fome,

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Culinária

  • Vieram da África, entre outros, a pimenta malagueta e o azeite-de-dendê. Sobre este, dizia Camara Cascudo: “O azeite-de-dendê acompanhou o negro como o arroz ao asiático e o doce ao árabe”. No Nordeste, são também populares o inhame, o quiabo, o gengibre, o amendoim, a melancia e o jiló.
  •  

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Barreado PR

  • Barreado
  • É o prato tradicional do Estado do Paraná. �É feito só de carne, que fica a cozinhar durante mais de 12 horas, dentro de um panelão de barro, hermeticamente fechado, que se enterra e sobre o qual se acende uma fogueira. �O cozimento se faz com o próprio vapor, sem que seja adicionada água alguma. �A carne fica tão cozida que se desfia à toa, tomando o aspecto de um pirão. �Conta-se que no litoral, os caboclos que se alimentavam somente de peixe, abusam do barreado no Carnaval e morrem de estupor, com o ventre inchado e empedrado. �Manda a tradição que não se beba água, nem durante a ingestão do barreado nem mesmo até duas horas depois da refeição. A única bebida permitida é a cachaça. �O barreado é comido com acompanhamento de banana e farinha de goma (mandioca). �

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Caboclinho PE

  • tribos de Caboclinhos se diferenciam pelo uso de instrumentos musicais, pelas roupas e e pelos ornamentos. Os integrantes dos caboclinhos representam a hierarquia indígena, como cacique, pajé, mãe-da-tribo. Os instrumentos tocados são típicos: inúbia (um pequeno flautim de taquara), caracaxás (reco-reco), preacas (instrumento composto de arco e flecha), tarol (tambor pequeno) e surdo (tambor maior).��

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Festa junina

  • Concluímos, então, que a nossa tradição manda que se sirva, nas festas juninas, certos pratos típicos, salgados e doces, como por exemplo: leitão, frango cheio, bolinhos de carne, arroz-doce, canjica, mandioca em calda, bolo de fubá, de milho, broa de milho, doce de batata-doce, de abóbora, de cidra com rapadura (”furundum”), de mamão em pedaços, pão de cará, pão-de-ló cortado, paçoca, pé-de-moleque, batata-doce, mandioca e cará assados, amendoim torrado, pipoca. As bebidas acompanhantes são: “rosa-sol”, “roxo-forte”, “cabreúva”, licor de aniz, quentão, além da pinga pura e do café.

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O congo

  • Relatos mais antigos séc.XIX:

BANDAS DE ÍNDIOS

  • (índios mutuns – Rio Doce) + Santa Cruz + visita D.Pedro II 1858

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JONGO OU CAXAMBU�

  • Estruturado em roda,em torno de uma fogueira que ajuda a manter a afinação dos tambores.
  • SOFISTICADO SISTEMA DE COMUNICAÇãO
  • homenageiam São Benedito e os antepassados negros.
  • Em Conceição da Barra tem o Jongo de São Bartolomeu, que antes homenageava Santa Bárbara.

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BOI PINTADINHO - SECULAR

  • A apresentação era, geralmente, no mês de Junho, porém, ultimamente no Espírito Santo ocorre como um folguedo carnavalesco.
  • Nas demais regiões do Brasil ocorre como festa junina.�
  • Assinala-se uma semelhança com o bumba-meu-boi do norte do país, brincadeira que traz personagens e bonecos como: O toureiro, a mulinha, Jaguará (com cabeça de cavalo e corpo de gente) e, é claro, o BOI

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Manifestações RELIGIOSAS

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FOLIA DE REIS�Religiosa

  • ANÚNCIO DO NASCIMENTO DE JESUS

  • Visita às famílias

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Tradição cristã

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Negrinho do pastoreio

  • a história conta as agruras de um negro escravo punido severamente por perder uma corrida de cavalos em que seu senhor apostou muito dinheiro. O rapaz passa 40 dias e 40 noites sem comida e bebida e ainda tem que zelar pelo cavalo Baio. Numa certa noite, o animal foge assustado com cachorros do mato.
  • Desesperado, o escravo acende uma vela em intenção a Nossa Senhora de Aparecida, que o ajuda a encontrar o cavalo. O bicho novamente foge, desta vez por maldade pura do filho do estancieiro. Cruelmente judiado, o corpo do escravo é depositado sobre um formigueiro. Três dias depois, o patrão volta ao local e se depara com a imagem do Negrinho ao lado de Nossa Senhora e do cavalo Baio. Reza a lenda que o Negrinho do Pastoreio ajuda a encontrar algo perdido se alguém acender um toco de vela para ele.

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Identifique� a lenda

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Lobisomem