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_ Este afloramento, que se localiza na pequena baía dos Lagosteiros perto da praia do Telheiro, no concelho de Vila do Bispo, na região de Sagres, é sem dúvida o mais conhecido de Portugal, mesmo a nível internacional. As rochas da série inferior são uma alternância de ardósias e grauvaques do Carbonífero superior e as da série superior são arenitos continentais do Triásico.

O objectivo deste exercício é treinar formas de representar o que se observa no afloramento e fazer a sua interpretação.

Fig. AII. 1

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Fig. AII. 2

_Esboço dos principais aspectos geológicos do afloramento do Telheiro.

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Fig. AII. 3

_A utilização de setas na orientação de cortes geológicos:

A- forma correcta;

B- Forma incorrecta.

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Fig. AII. 4

_Esquema geológico do afloramento do Telheiro realizado com o auxílio de um programa de desenho.

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Fig. AII. 5

_ Esquema geológico do afloramento do Telheiro realizado com o auxílio de um programa de desenho e utilizando tramas para definir as diferentes litologias.

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Fig. AII. 6

_Esquema geológico do afloramento do Telheiro utilizando cores e tramas para definir as diferentes litologias.

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Fig. AII. 7

_Construção de um bloco diagrama do afloramento do Telheiro:

A - Cubo auxiliar;

B - Corte geológico esquemático do afloramento;

C - Sobreposição do corte geológica a um das faces verticais do cubo;

D - Construção de linhas de referência na outra face vertical;

E - Bloco diagrama com a informação geológica das duas faces verticais visíveis;

F - Bloco diagrama da discordância do Telheiro com a informação nas três faces visíveis do cubo de referência.

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Fig. AII. 8

_Marcação da orientação no bloco diagrama do afloramento do Telheiro.

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Fig. AII. 9

_Construção de bloco diagrama alternativos do afloramento do Telheiro:

A - Bloco diagrama rodado 90º em relação aos exemplos anteriores;

B -Bloco diagrama ligeiramente rodado de modo a privilegiar uma das faces verticais em relação à outra.

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Fig.

AII. 10

_Blocos diagramas ilustrando os principais processo geológicos relacionados com a evolução do afloramento do Telheiro:

A - Sedimentação da série inferior em ambiente marinho profundo;

B - Dobramento da série inferior;

C - Erosão da série inferior em ambiente continental;

D - Deposição da série superior em ambiente continental.

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Fig.

AII. 11

_Esquemas geológicos simplificados dos principais processos geológicos responsáveis pela génese da discordância angular do afloramento do Telheiro.

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Fig.

AII. 12

_Esquema de pormenor do sinforma do afloramento do Telheiro, enfatizando as anomalias estruturais observadas à escala mesoscópica.

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Fig.

AII. 13

_Arriba com cerca de 10 metros de altura na praia da Foz dos Ouriços junto a Almograve, no litoral SW de Portugal.

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Fig.

AII. 14

_Esboço dos principais aspectos geológicos do afloramento das dobras da Foz dos Ouriços.

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Fig.

AII. 15

_Variação da geometria das dobras de ordem menor em função da sua localização nas dobras de ordem maior. Esta variação existe qualquer que seja a geometria das dobras principais.

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Fig.

AII. 16

_Sequência de dobras em quartzitos do Ordovícico Inferior da região de Torre de Moncorvo pertencentes à denominada formação dos Quartzitos Armoricanos.

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Fig.

AII. 17

_Esquema evidenciando as principais estruturas observáveis nas dobras de Torre de Moncorvo através da representação dos principais níveis de quartzitos.

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Fig.

AII. 18

_Pormenor da zona de charneira do sinforma evidenciando a rede de fracturas subparalelas aos planos axiais das dobras (ver localização na figura AII.17).

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Fig.

AII. 19

_Sequência dobrada de metagrauvaques e ardósias do Carbonífero junto ao porto de pesca da Arrifana perto de Aljezur, na costa ocidental de Portugal.

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Fig.

AII. 20

_Esquema geral do afloramento enfatizando as bancadas principais de metagrauvaques e realçando a relação geométrica da clivagem e dos veios com as dobras (os números e o círculo indicam situações referidas no texto).

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Fig.

AII. 21

_Diferença de comportamento frequentemente observada no dobramento de uma bancada de material competente.

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Fig.

AII. 22

_Variação da granularidade numa sequência de grauvaque apresentando gradação positiva.

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Fig.

AII. 23

_Pormenor da granotriagem positiva numa bancada de metagrauvaque da Arrifana (pormenor da região marcada com um círculo na figura AII.20).

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Fig.

AII. 24

_Esquema estrutural das dobras da Arrifana, mostrando a polaridade associada a uma bancada.

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Fig.

AII. 25

_Vergências regionais deduzidas a partir da vergência local de um anticlinal.

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Fig.

AII. 26

_Vergência "para cima" na estrutura do porto da Arrifana.

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Fig.

AII. 27

_Variação das vergências de dobras locais ao longo dos flancos de dobras de ordem superior.

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Fig.

AII. 28

_Sequência dobrada de grauvaques e ardósias do Carbonífero junto ao porto de pesca da Arrifana perto de Aljezur, na costa ocidental de Portugal