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Autoavaliação e�Planejamento Estratégico

Reunião de Meio Termo da Área Interdisciplinar -CAPES 21/11/2023

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1 – PROGRAMA (33,3 %)

1.1. Articulação, aderência e atualização das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e estrutura curricular, bem como a infraestrutura disponível, em relação aos objetivos, missão e modalidade do programa

1.2. Perfil do corpo docente, e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa

1.3. Planejamento estratégico do programa, considerando também articulações com o planejamento estratégico da instituição, com vistas à gestão do seu desenvolvimento futuro, adequação e melhorias da infraestrutura e melhor formação de seus alunos, vinculada à produção intelectual – bibliográfica, técnica e/ou artística

1.4. Os processos, procedimentos e resultados da autoavaliação do programa, com foco na formação discente e produção intelectual

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2 – FORMAÇÃO (33,3%)

 

 

2.1. Qualidade e adequação das teses, dissertações ou equivalente em relação às áreas de concentração e linhas de pesquisa do programa

2.2. Qualidade da produção intelectual de discentes e egressos

2.3. Destino, atuação e avaliação dos egressos do programa em relação à formação recebida

2.4. Qualidade das atividades de pesquisa e da produção intelectual do corpo docente no programa

2.5 Qualidade e envolvimento do corpo docente em relação às atividades de formação no programa

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3 – IMPACTO NA SOCIEDADE (33,3 %)

 

 

3.1. Impacto e caráter inovador da produção intelectual em função da natureza do programa

3.2. Impacto econômico, social e cultural do programa

3.3. Internacionalização, inserção (local, regional, nacional) e visibilidade do programa

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O diálogo constante entre os objetivos e a inserção social, cultural e econômica dos PPGs e os documentos norteadores da sua IES, como o PDI (ou equivalente), é um elemento de constante renovação e redirecionamento de suas práticas

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COMO PENSAR A AUTOAVALIAÇÃO?

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POLÍTICA DE AUTOAVALIAÇÃO

Proposta de como o programa espera conduzir sua autoavaliação.

Leitura Obrigatória: documento produzido pelo Grupo de Trabalho a respeito desse tema, disponível em https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/10062019-autoavaliacao-de-programas-de-pos-graduacao-pdf.

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AutoavaliaçãoPorque, para quê, por quem e para quem

  • A autoavaliação é um processo avaliativo conceituado e autogerido pela comunidade acadêmica.

  • Uma vez que é planejada, conduzida, implementada e analisada por pessoas elas próprias formuladoras e agentes das ações a serem avaliadas, a autoavaliação possibilita uma reflexão sobre contexto e políticas adotadas, além da sistematização dos dados que levam à tomada de decisão.

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Autoavaliação:Porque, para quê, por quem e para quem

  • A autoavaliação deverá resultar em tomadas de decisão que, em última análise, implicarão mudanças.
  • Deve-se estabelecer estas metas com clareza e de forma tanto quanto possível participada, para que todos (ou a maior parte da comunidade acadêmica) se perceba representada.
  • Envolve a participação de distintos atores da academia ou externos a ela (docentes, discentes, egressos, técnicos e outros), nos níveis hierárquicos diversos, dos estratégicos aos mais operacionais.
  • Seu principal objetivo é formativo, de aprendizagem.

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Objetivos

  1. Monitoramento da qualidade geral do programa, seu processo formativo, produção de conhecimento, atuação e impacto político, educacional, econômico e social.

  • Avaliação na Formação discente pós-graduada oferecida na perspectiva da inserção social e/ou científica e/ou tecnológica e/ou profissional, presencial e/ou a distância do programa.

 

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Há modelo?����

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Políticas e

Preparação

  • Sensibilização
  • Diagnóstico
  • Elaboração do projeto

Implementação

Procedimentos

  • Método
  • Instrumentos
  • Ida a campo
  • Análises

Divulgação de

Resultados

Uso de

Resultados

  • Autoanálise crítica
  • Subsídio ao �Planejamento �estratégico

Metaavaliação

  • Avaliar a�avaliação

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Projeto de autoavaliação

  1. Objetivos
  2. Estratégias
  3. Método (técnicas, instrumentos, formas de análise, frequência de coleta de dados)
  4. Cronograma
  5. Recursos
  6. Equipe de implementação / responsabilidades
  7. Formas de disseminação dos resultados
  8. Monitoramento do uso dos resultados

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Perguntas centrais

  1. Quais os princípios adotados pelo Programa para sua autoavaliação?
  2. Quais as metas do Programa a médio e longo prazos? A autoavaliação as considera?
  3. Como o processo da autoavaliação se pauta e contribui para o planejamento estratégico do PPG a curto, médio e longo prazos?
  4. Há articulação da autoavaliação do Programa com a avaliação da Instituição?
  5. Como, do ponto de vista metodológico, a autoavaliação é desenvolvida?
  6. Como são os mecanismos de envolvimento de técnicos, docentes e discentes?
  7. Como o Programa avalia a aprendizagem do/a discente?
  8. Como o Programa avalia a formação continuada do/a professor/a?
  9. Como o Programa avalia o desempenho do docente em sala e como orientador?
  10. Como os resultados da autoavaliação contribuíram para melhorar seu Programa?

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Expectativa da CAPES

  • Cada programa poderá propor um delineamento de autoavaliação apto a captar aspectos pertinentes a sua missão e seus objetivos, incluindo aqueles relativos à sua inserção no contexto social/internacional e a suas escolhas científicas específicas.

  • A autoavaliação constitui o relato detalhado, por parte do Programa, sobre seus procedimentos e instrumentos de autoavaliação.

  • Ao invés da CAPES receber os resultados da autoavaliação realizada pelos programas, a Agência deverá acompanhar como os programas de pós-graduação estão conduzindo suas autoavaliações, portanto o foco deve ser nas estratégias e processos implementados.

  • Diálogo com avaliação externa: Estabelecer um diálogo com os quesitos e itens estabelecidos na ficha de avaliação

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Meta avaliação

  • Avalia a própria sistemática utilizada para os procedimentos do trabalho de autoavaliação, ajustando-a, caso necessário
  • Descritores a serem utilizados:
  • políticas e preparação da autoavaliação: houve sensibilização dos envolvidos no processo? Quais são os pontos fortes e fracos do PPG? Como melhorar os pontos fracos?
  • implementação dos procedimentos: que critérios são utilizados para monitorar a qualidade da formação oferecida? Que elementos são gerados para informar sobre o programa qualitativa e quantitativamente
  • geração dos resultados: como o programa discute e problematiza sobre essas informações? Que mudanças e inovações ele propõe no seu planejamento estratégico e que evidenciam a melhora de seus aspectos qualitativos e quantitativos? Como ele informa essas melhorias junto ao sistema de avaliação? (qualidade dos dados informados)

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Ao incorporar a autoavaliação no seu processo de avaliação, a CAPES abre, potencialmente, uma pequena janela para que a diversidade de culturas e a riqueza dos contextos emergentes reflua para dentro da pós-graduação.

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COMO PENSAR UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO?

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  • Estabelecer a visão e a missão

  • Analisar o ambiente interno e externo

  • Definir objetivos e metas

  • Formular estratégias

  • Desenvolver planos de ação

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Etapas

?

Visão –O que queremos ser?

Valores: O que nos importa?

Missão: por que existimos?

Análise Interna e Externa: Onde estamos?

Objetivos: O que pretendemos?

Planos de Ação –Estratégia: Como faremos?

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MISSÃO DO PPG

A missão (por que o programa existe) deve expressar claramente a razão da existência do programa, o propósito, as diretrizes, os limites de atuação e o diferencial do programa, considerando a necessidade da sociedade.

Perguntem-se:

Qual a razão de existir do PPG, considerando a necessidade da sociedade?

 Qual o diferencial do PPG?

 Qual a relação da missão do PPG com o planejamento estratégico da pós-graduação na sua IES?

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VISÃO DO PPG

A visão (aonde o programa quer chegar) deve expressar os anseios e expectativas do grupo em relação ao futuro e de como serão convertidos em realidade. Trata-se da projeção de oportunidades futuras e da concentração de esforços para a sua consecução, estabelecendo a direção a seguir e o foco do programa para aquilo que busca reconhecimento e para o que deseja alcançar.

Perguntem-se:

O que o PPG quer alcançar no escopo do seu planejamento?

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MISSÃO

Contribuir para promoção e fortalecimento das ações de pesquisa, pós-graduação e inovação da instituição visando ampliar o impacto na formação de recursos humanos e no desenvolvimento científico e tecnológico na sociedade ......

VISÃO

Ser um órgão reconhecido pela excelência nas ações de planejamento, coordenação e regulação das atividades de pesquisa, pós-graduação e inovação na Instituição......

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PDI 2020 - 2024

Fortalecer e Consolidar os Programas de Pós Graduação

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Fortalecer e expandir o Programa Institucional X, Y.....

Aprimorar a análise de dados estatísticos e o desenvolvimento de indicadores

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Fortalecer e Consolidar os Centros de Ensino, Pesquisa e Extensão

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VALOR GERADO (VALOR QUE SE PRETENDE GERAR PARA A SOCIEDADE)

Os valores (aquilo em que o programa acredita) são os princípios norteadores e compromissos que serão assumidos pelo programa, que representam as convicções, a conduta e o comportamento dominante dos seus integrantes. Servem tanto como motivadores das ações do grupo e da sua busca pela excelência, como estabelecem os limites éticos para estas ações e seus executores no exercício de suas responsabilidades.

Perguntem-se:

Qual o resultado esperado no ambiente de atuação do PPG?

 Que tipo de profissional o PPG pretende formar?

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OBJETIVOS

Os objetivos são os fins e as situações concretas (resultados) que se pretende alcançar para o cumprimento da missão do programa e o alcance de sua visão de futuro. Os objetivos podem ser classificados em três níveis: estratégicos, táticos e operacionais.

Os objetivos sejam específicos (nem amplos nem genéricos), mensuráveis (passíveis de aferição), realistas (atingíveis e viáveis), relevantes (direcionados e relacionados) e temporais (limitados ao prazo; tangíveis).

O que o PPG espera alcançar a longo, médio e curto prazo?

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Os objetivos estratégicos são as expectativas globais do programa, diretamente relacionados a sua missão. Refletem a visão do programa e a melhor direção a ser seguida pelo grupo. São definidos a longo prazo (período de um ou mais quadriênios) e orientados para o ambiente externo.

��Os objetivos táticos são mais específicos e definidos a médio prazo. São formulados no âmbito da coordenação e relacionam-se às atividades previstas neste âmbito de forma a garantir o alcance dos objetivos estratégicos.

Os objetivos operacionais são direcionados à execução das tarefas diárias/rotineiras do programa e, consequentemente, definidos a curto prazo pela coordenação. Devem ser formulados como projetos ou planos de ação (subitens dos objetivos táticos).

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INICIATIVAS E METAS

As metas são passos ou etapas (resultados) detalhadamente quantificados – com responsáveis, recursos e prazos definidos – e coerentes com uma determinada estratégia para que os objetivos sejam alcançados.

A meta indica as intenções gerais do programa e o caminho para chegar aos resultados desejados.

As metas são temporais e associadas a prazos, realizadas diária, semanal e mensalmente, para que se alcance de forma organizada e planejada o objetivo proposto.

Perguntem-se:

Quais as ações a serem adotadas pelo PPG para atingir os objetivos?

 Quais as metas para cada ano do período do planejamento, dentro do ciclo avaliativo?

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ANÁLISE DE AMBIENTE

A análise do ambiente deve ser feita considerando os fatores que propiciam uma condição favorável ou desfavorável na organização do programa, tanto do ambiente interno (forças e fraquezas) como do ambiente externo (oportunidades e ameaças).

No ambiente interno deve ser feita a análise do programa, suas potencialidades e limitações no cumprimento de sua missão e de como isso interfere positiva ou negativamente na consecução dos seus objetivos.

As forças ou pontos fortes, bem como as fraquezas ou pontos fracos são características intrínsecas do programa que podem ser tangíveis ou não e representam vantagens/facilidades ou desvantagem/dificuldades, respectivamente, no alcance dos objetivos.

A autoavaliação deve ser o ponto de partida da análise, principalmente, do ambiente interno

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Perguntem-se:

Quais fatores favorecem e quais dificultam o atingimento dos objetivos?

Existe algum programa (local, regional) que se assemelha a sua missão?

Análise situacional do ambiente interno e controlável do programa pode-se citar a existência de: programas próximos com missão semelhante; pesquisa inovadora ou incremental; disciplinas atuais ou defasadas; produção científica com qualidade ou em quantidade; recursos humanos, materiais e financeiros limitados ou satisfatório; habilidades e competências específicas ou gerais ausentes ou presentes, entre vários outros indicadores.

Análise situacional do ambiente externo e não controlável do programa pode-se citar: crise econômica e financiamento; mudanças no mercado de trabalho; novos conceitos e aplicações para a área; pressão social; competitividade, eficiência; novos indicadores de avaliação, entre vários outros fatores.

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ANÁLISE DE RISCOS

Análise de risco é o processo de identificação e análise de possíveis problemas que podem impactar negativamente o programa. Funciona para antecipar e reduzir o efeito negativo, planejando as ações caso haja falhas.

Perguntem-se:

Como o PPG aproveitará os fatores que favorecem o alcance dos objetivos e como mitigará os que o dificultam?

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Baixa/Pouca divulgação do curso

Presença de outras IES / cursos no município

Curso pouco atrativo

Poucos

egressos

Redução no impacto social

Perfil do curso não atende o mercado

Desmotivação

Não preenchimento total das vagas

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“Diagnóstico”

Modelo SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats)

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Etapas

Número da etapa

O quê?

Descrição da etapa

Quem?

Sujeitos envolvidos

Como?

Ferramentas e técnicas

Onde? Local

Quando?

Períodos e datas

Produção / Resultados

1)

 

 

 

 

 

 

2)

 

 

 

 

 

 

3)

 

 

 

 

 

 

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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: ELABORAÇÃO DE INDICADORES

Analisar o que são indicadores, para que servem e os diversos contextos de uso de indicadores;

Discutir os principais atributos de um sistema de medição;

Propiciar condições aos participantes a construírem sistemas de medição e descreverem indicadores, a fim de minimizar dúvidas na sua coleta e na interpretação dos resultados;

As metas e a interpretarem os resultados dos indicadores

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O processo precisa ser:

  • Sistematizado
  • Contínuo
  • Participativo
  • Operativo
  • Articulado com a instituição
  • Bem comunicado

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É importante inserir o processo de planejamento estratégico e autoavaliação no rotina do programa para propiciar um repensar de metas a curto, médio e longo prazo

Muito obrigada

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