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O espírito

e

o tempo

Herculano Pires

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José Herculano Pires (1914 - 1979) foi um jornalista, escritor, filósofo e educador brasileiro, considerado um dos maiores divulgadores do Espiritismo no Brasil.

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Contribuições para o Espiritismo:

    • Traduziu obras de Allan Kardec, enriquecendo-as com notas explicativas
    • Escreveu estudos filosóficos e obras literárias inspiradas na doutrina espírita
    • Defendeu a pureza doutrinária da codificação espírita
    • Combateu erros doutrinários, principalmente aqueles cometidos pelas Federações
    • Foi um importante defensor do serviço mediúnico de Zé Arigó

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Outras atividades:

    • Foi Chefe do Sub-Gabinete da Casa Civil da Presidência da República no governo de Jânio Quadros
    • Publicou uma coluna diária de Espiritismo nos Diários Associados com o pseudônimo de Irmão Saulo
    • Publicou Barrabás, primeiro volume da Trilogia Caminhos do Espírito
    • Publicou Lázaro e o romance Madalena, além de O Espírito e o Tempo

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    • Este livro é o produto de um Curso de Introdução Antropológica ao Espiritismo, ministrado por J. Herculano Pires na União das Mocidades Espíritas do Estado de São Paulo, nos anos de 1960.
    • Analisa a fase pré-histórica e histórica da criação, aborda o tríplice aspecto da Doutrina Espírita e a prática mediúnica.

Conteúdo resumido

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Introdução

O homem, as gerações humanas, morrem no tempo, mas o espírito não. O tempo é o campo de batalha em que os vencidos tombam para ressuscitar. Quem poderia deter a evolução do espírito no tempo? A consciência humana amadurece na temporalidade.

A esperança espírita não repousa na fragilidade humana, mas nas potencialidades do espírito, que se atualizam no fogo das experiências existenciais. Curta é a vida, longo é o tempo, e a Verdade intemporal aguarda a todos no impassível Limiar do Eterno.

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Introdução

Todas as Civilizações da Terra se desenvolveram, numa assombrosa sucessão de sombra e luz, para que um dia - o Dia do Senhor, de que falavam os antigos hebreus - a Civilização do Espírito se instale no Planeta martirizado pelas tropelias da insensatez humana.

Então teremos o Novo Céu e a Nova Terra da profecia milenar. Os que não se tornarem dignos da promessa continuarão a esperar e a amadurecer nas estufas dos mundos inferiores, purgando os resíduos da animalidade. Essa é a lei inviolável da Antropologia Espírita.

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Sumário da

obra

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1ª parte - fase pré-histórica

I – Horizonte tribal e mediunismo primitivo

II – Horizonte agrícola: animismo e culto dos ancestrais

III – Horizonte civilizado: mediunismo oracular

IV – Horizonte profético: mediunismo bíblico

V – Horizonte espiritual: mediunidade positiva

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2ª parte - fase histórica

I – Emancipação espiritual do homem

II – Ruptura dos arcabouços religiosos

III – A invasão espiritual organizada

IV – Antecipações doutrinárias

V – a falange do consolador

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3ª parte - Doutrina Espírita

I – O triângulo de Emmanuel

II – A ciência admirável

III – A filosofia do Espírito

IV – Religião em espírito e verdade

V – Mundo de regeneração

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4ª parte - A prática mediúnica

I – Pesquisa científica da mediunidade

II – As leis da mediunidade

III – Antropologia espírita

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a PROBLEMÁTICA

OBRA

da

O esforço do autor em retirar o Espiritismo da ainda persistente visão mística de seus desconhecedores.

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Faz-se, portanto, a necessidade de se compreender as bases científicas do Espiritismo, para compreendê-lo como a “última fase do processo do conhecimento.

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Para tanto, sempre embasado nos princípios doutrinários de Kardec, parte da Gênese da compreensão de que os elementos básicos do universo [ESPÍRITO + MATÉRIA] tocam a origem tanto do campo científico, quanto espiritual-moral-religioso.

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O livro é uma tentativa de oferecer uma visão histórica do desenvolvimento espiritual do homem no orbe terrestre, por meio de sua trajetória histórica.

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Fase Pré-histórica

1ª parte

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i - Horizonte tribal e mediunismo primitivo

crença na sobrevivência do espírito

Mediunidade:

entendê-la como condição natural

avanço da adoração do homem

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i - Horizonte tribal e mediunismo primitivo

    • Fatos espíritas são de todos os tempos;
    • Autor baseou-se em estudos da sociologia e a interpretação científica da espiritualidade;
    • Utilização do método cultural para a realização deste estudo (MURPHY);
    • Mediunidade: entendê-la como condição natural para ser tratada de maneira racional e científica;
    • Força misteriosa que imanta objetos e coisas, podendo atuar sobre as criaturas humanas;
    • O avanço da adoração do homem: litolatria, fitolatria, zoolatria, mitologia, (antropomorfismo - carregando formas humanas em elementos não humanos);
    • A crença na sobrevivência do espírito decorre de experiências concretas do homem primitivo, e não de formulações do pensamento abstrato;

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Ii - Horizonte agrícola

Lei da Adoração

Sedentarização humana;

desenvolvimento mental e religioso;

pão e do vinho

construção mais sólida

das divindades

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Ii - Horizonte agrícola

    • Sedentarização humana; desenvolvimento mental e religioso;
    • Construção mais sólida das divindades (teogamia; deuses cósmicos - supremos - e familiares - em maior convívio humano);
    • Desenvolvimento maior da Lei da Adoração;
    • Construção simbológica do pão e do vinho (alimento e alegria de viver/ fecundação da matéria pelo poder do espírito);
    • Traz o exemplo das sociedades egípcias e a hebraica (Jeová, deus protetor da linhagem de pastores);
    • Horizonte agrícola ainda muito forte em nossa mentalidade moderna;
    • Horizonte civilizado se desenvolveu sob os signos agrícolas;

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IIi - Horizonte CIVILIZADO

Estados teológicos

separação de 2 poderes:

o político e o religioso

politeísMO

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IIi - Horizonte CIVILIZADO

    • Mudança lenta do horizonte agrícola para o civilizado;
    • Mesmo no civilizado, grandes resíduos do horizonte anterior, totalmente mítico;
    • Formação de Estados teológicos: Egito, China, Assíria, Babilônia etc em que o humano e o divino ainda se confundem;
    • Mutação importante com os persas: separação de 2 poderes - o político e o religioso;
    • Diferença consolida-se na Grécia, principalmente com o advento dos postulados democráticos - separação clara do poder CIVIL e do RELIGIOSO;
    • Em geral, politeísta, deuses representam as lides humanas (guerra, luxúria, pureza, agricultura etc);

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IIi - Horizonte CIVILIZADO

    • Nascimento do “Espírito civilizador”: capacidade que o homem desenvolveu para
      • a) formular conceitos abstratos;
      • b) juízos éticos e morais;
      • c) princípios jurídicos;
    • A humanidade deixa de ser uma “espécie” para se transformar num “devir”;
    • Desenvolvimento dos oráculos: desenvolvimento mais sistemático da mediunidade, mas ainda sob forma de mistério;
    • Leitura clara dos arquétipos coletivos (ou inconscientes coletivos): dilúvio, construção de lendas e mitos para consolidação de crenças;

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IV - Horizonte PROFÉTICO - mediunismo bíblico

monoteísmo

ligações diretas do Deus

individual com o homem

arquétipos coletivos

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IV - Horizonte PROFÉTICO - mediunismo bíblico

    • Séc. 9 ao 3 a.C.: grande quantidade de profetas, sábios, místicos nas vastas coletividades de civilizações;
    • Abrão como herdeiro do horizonte civilizatório mesopotâmico;
    • Moisés, herdeiro da civilização egípcia em articulação com a hebraica;
    • O horizonte profético atingiu sua culminância entre os hebreus devido:
      • Aceitação popular do monoteísmo;
      • Aceitação dos atributos éticos de Deus;
      • Estabelecimento de ligações diretas do Deus individual com o homem, no caso o intermediador profeta, eminentemente um MÉDIUM;
    • Individualização espiritual: ápice do processo evolutivo, iniciado com a individualização biológica, perpassa pelos arquétipos coletivos e se materializa em casa individualidade de ser;

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V - Horizonte ESPIRITUAL - mediunidade positiva

Jesus: marco de novo horizonte espiritual

Mudança de perspectiva

do que significa DEUS

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V - Horizonte ESPIRITUAL - mediunidade positiva

    • Antes da individualização espiritual, o homem estava ligado as suas forças animais;
      • antes: homens (animais) versus Deuses;
    • Após a individualização: homem descobre que é a imagem e semelhança de deuses;
    • Mudança de perspectiva do que significa DEUS:
      • Não é uma forma humana;
      • Não é um símbolo;
      • É uma realidade fundamental, uma inteligência suprema;
    • Aparecimento de Jesus: marco de novo horizonte espiritual;
    • A religião se depura dos resíduos tribais, mas ainda com mesclas ancestrais porque tudo é um processo:
      • Ex: Pedro ainda solicitava a circuncisão e o batismo pela água;
    • Mediunidade nos apóstolos do Cristo;

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2ª parte

Fase Histórica

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I - emancipação espiritual do homem

O drama medieval

conseguiu transformar o

próprio Cristo num novo mito

DETURPAÇÃO DA FÉ

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I - emancipação espiritual do homem

    • Os horizontes anteriores: TRIBAL, AGRÍCOLA, CIVILIZADO e PROFÉTICO encenam o desenvolvimento do acordar as forças latentes da alma, preparando o homem para a fase do porvir, que é a do horizonte Espiritual;
    • Horizonte espiritual: aparece com Jesus e a racionalização das coisas;
    • Homem migra do entendimento:
      • “Creio porque creio” para o
      • “Creio porque sei
    • Florescimento da razão;
    • O drama medieval no “meio” desse processo, que conseguiu transformar o próprio Cristo num novo mito, repleto de alegorias e o cristianismo ficou repleto de sincretismos AO período da razão;

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II - RUPTURA DOS ARCABOUÇOS RELIGIOSOS

reformadores da igreja

Vitória da

razão

ERASMO

LUTERO

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II - RUPTURA DOS ARCABOUÇOS RELIGIOSOS

    • Fermento inicial do Cristianismo Primitivo, com todos os seus elementos racionais, ressurge no período Renascentista/ Iluminista da humanidade;
    • Jesus repudiava ritos e cultos exteriores;
    • Vitória da razão;
    • Os reformadores da igreja: a importância de Erasmo e Lutero - a posteriori vieram os demais;
    • Fragmentação da igreja;
    • Espírito da Verdade: “que são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas no seu exato sentido”;

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III - A INVASÃO ESPIRITUAL ORGANIZADA

    • Ao atingirmos a fase da liberação vital, o Cristianismo volta naturalmente às suas origens;
    • Os ensinamentos do Cristo, deformados, restabelecem-se com o Espiritismo, que só pôde fazê-lo com a criação de um clima mental mais arejado no mundo;
    • Entendeu-se que os espíritos não fora inventados;
    • Vimos no início, que quando os homens primitivos encontravam na selva seus antepassados, não estavam sonhando;
    • Temos na Idade Média a fase aguda da artificialização da vida humana: condenação sistemática das representações sobrenaturais, que neste período ficou estritamente exclusivas aos cargos dos sacerdotes e aristocratas;

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Iv - ANTECIPAÇÕES DOUTRINÁRIAS

Os “batedores”

Swedenborg

Andrew Jackson Davis

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Iv - ANTECIPAÇÕES DOUTRINÁRIAS

    • Os “batedores” preparadores do terreno doutrinário: Swedenborg (Sueco; 1688-1772) - pai dos conhecimentos vinculados ao sobrenatural - escritos sobre ectoplasma e tratados religiosos; era médium;
    • Traçou novo entendimento sobre a naturalidade da interação homem + plano espiritual; revisou os conceitos de céu e inferno;
    • Os avanços de Andrew Jackson Davis (Americano; 1826-1910) rumo à Kardec;

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v - A FALANGE DO CONSOLADOR

Prof. Rivail

observação às reuniões mediúnicas

Espírito da Verdade

Espíritos nada mais são do

que almas dos homens

método experimental

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v - A FALANGE DO CONSOLADOR

    • Pós-meados do séc. XIX, entra em cena o Prof. Rivail: início do estudos sérios do Espiritismo em observação às reuniões mediúnicas na casa da família Baudin;
    • Aplicação do método experimental, encadeamento lógico dos fatos;
    • Principais conclusões de Rivail para a assunção do porvir da Doutrina Espírita:
      • Os Espíritos nada mais são do que almas dos homens;
      • Por isso mesmo, uns possuem sabedoria, outros não;
      • Buscou se aprofundar no conhecimento desse mundo invisível;
      • A visão de que a “alma não era coisa de outro mundo” foi constatação fundamental para superar o teor místico da doutrina;
    • A aparição do Espírito da Verdade na condução dos trabalhos juntamente com Rivail/Kardec, juntamente com uma falange de espíritos que protegeram todo o processo de codificação do Espiritismo;

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3ª parte

Doutrina Espírita

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I - O TRIÂNGULO DE EMMANUEL

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I - O TRIÂNGULO DE EMMANUEL

    • O homem, na História, tomando conhecimento do mundo pela experiência, agindo sobre ele através de uma concepção ou representação, e procurando dominá­-lo através de uma síntese afetiva, moral ou religiosa;
    • Aqueles, portanto, que não compreendem a natureza tríplice do Espiritismo, ou tentam reduzi­-la apenas a um dos seus aspectos, praticam uma violência contra a doutrina
    • Ciência, religião e filosofia: base da concepção trinária do homem;
    • O Espiritismo: vir apenas após um desenvolvimento consolidado das ciências;
    • O elemento fundamental da evolução psicogenética é o espírito, o próprio ser que se projeta na existência.

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II – A ciência admirável

NECESSÁRIO DIÁLOGO COM OS

métodos e AS CIêNCIAS basilares

período psicológico

para o entendimento

do Espiritismo: CONHECIMENTO É NECESSÁRIO

DEUS - MATÉRIA e o ESPÍRITO

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II – A ciência admirável

    • O autor dialoga com os métodos e basilares ciências;
    • E coloca que, para o entendimento do Espiritismo, é necessária a incursão em todos os métodos e visões científicas (matemática, astronomia, física, química, biologia, sociologia) etc;
    • Juntamente com o Espiritismo, inicia-se a incursão do “período psicológico”, outro desenvolvimento científico fundamental para o campo doutrinário Espírita;
    • É junto à comprovação científica que o Espiritismo pôde trazer a existência do mundo Espiritual por meio de provas irrecusáveis;
    • A Gênese: universo formado por Deus, criando a MATÉRIA e o ESPÍRITO. Como entender o que são essas coisas sem base científica?

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III – A filosofia do Espírito

    • A tradição filosófica é espiritualista: as grandes questões da filosofia estão no campo da metafísica e não da física. Portanto, qual o “espanto” em compreender o Espiritismo como base filosófica, com suas reflexões éticas e morais?
    • É UMA FILOSOFIA DO ESPÍRITO: busca a essência espiritual para explicar a existência material;
    • Transcedência da dualidade Determinismo versus Livre-arbítrio: nosso avanço no tempo e na evolução nos permite superar as limitações do presente em prol do desenvolvimento próprio e da civilização;
    • A LEI DO TRABALHO como preponderante a tudo isso;

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IV – Religião em espírito e verdade

    • A definição das Leis Morais e o intuito de auxiliar as religiões a complementarem sua obra de espiritualização no mundo, não a pretensão de tomar o lugar delas;
    • Jesus não veio revogar os profetas, mas dar-lhes o cumprimento;
    • A doutrina dos Espíritos acredita na salvação pelo amor e não na adesão de princípios e sistemas;
    • Situa a teologia espírita como uma compreensão complexa de Deus:
      • difícil de compreendê-lo, perante nossas limitações cognitivas;

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“Religião sem dogmas, sem culto exterior, sem sacerdócio, sem apego material, sem intenção de domínio político e social, pode explicar livremente ao homem que ele é um espírito em evolução, responsável direto pelos seus atos, e portanto pelos seus fracassos ou as suas vitórias”

(PIRES, 1964)

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V – Mundo de regeneração

solidariedade

cósmica

FAZEMOS PARTE

DE UMA SOCIEDADE

UNIVERSAL

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V – Mundo de regeneração

    • A compreensão da humanidade CÓSMICA;
    • Kardec em edições da Revista Espírita, item “Palestras familiares de Além-Túmulo” publicou numerosas conversações com habitantes de outros planetas;
    • Todos os mundos são habitados;
    • Conceito de solidariedade cósmica;
      • Sentido ético dessa concepção é revolucionário;
      • Coloca o homem em responsabilidade com seu próprio destino e de uma humanidade para além da Terra;
    • Terra atualmente: um mundo de provas e expiações - necessidade de evolução moral para um mundo de regeneração;
    • A CARIDADE como ajuda mútua: o verdadeiro império!

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4ª parte

A prática mediúnica

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I – Pesquisa científica da mediunidade

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    • Sessões experimentais: de caráter de manifestações físicas, mas tinham razão de ser em face ao desenvolvimento científico da doutrina, que está mais estabelecido apenas na atualidade;
    • Sessões doutrinárias: orientação doutrinária com estudos e debates, também sob a influenciação dos Espíritos;
    • Sessões mediúnicas: busca a interação direta homem (médium) e espírito para fins úteis;
      • Sessões de doutrinação: visa esclarecimento de entidades e liberar suas vitimas de perturbações;
    • Sessões de desobsessão: busca a liberação do subjugado a partir da doutrinação com paciência no processo e no amor, jamais pela força;
    • Sessões de cura: busca da cura para diversos tipos de doenças;
    • Sessões de consulta: muito mais o perfil de atendimento fraterno na atualidade e superar a ideia de consultas espirituais levianas feitas por charlatões;

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II – As leis da mediunidade

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    • O ser espiritual possui um corpo chamado de perispírito;
    • No momento da morte, o perispírito se desliga gradualmente do corpo carnal;
    • O espírito liberto passa a viver no plano espiritual;
    • A mente é um centro espiritual que se manifesta a partir do cérebro, portanto, NÃO É FÍSICA;
    • A reencarnação é base evolutiva, constante da Natureza;
    • A mediunidade é condição natural, mas pode ser exercitada, amplificando os poderes mentais. O autor cita, inclusive, experimentos da URSS que afirmaram claramente a existência de correntes eletromagnéticas entre os cérebros humanos e até mesmo entre os animais para a transmissão de pensamentos e estímulos energéticos;

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III – Antropologia espírita

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    • A condição humana é precária, efêmera e permeada da expectativa de doenças e da morte;
    • O homem é espírito que se projeta no corpo animal;
    • Nosso gérmen evolutivo sai do meio mineral, perpassa pelo vegetal, vai ao animal até se tornar ANGÉLICO;
    • Começamos assim a desabrochar uma nova civilização, que é a do Espírito, com o dever de instaurar na Terra a cultura da solidariedade;

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III – Antropologia espírita

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    • A condição humana é precária, efêmera e permeada da expectativa de doenças e da morte;
    • O homem é espírito que se projeta no corpo animal;
    • Nosso gérmen evolutivo sai do meio mineral, perpassa pelo vegetal, vai ao animal até se tornar ANGÉLICO;
    • Começamos assim a desabrochar uma nova civilização, que é a do Espírito, com o dever de instaurar na Terra a cultura da solidariedade;

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“Curta é a vida, longo é o tempo, e a Verdade intemporal aguarda a todos no impassível Limiar do Eterno. ”

(PIRES, 1964)

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ELEMENTOS

Elementos