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CÉSAR

ROBÉRIO

HISTÓRIA

DA CRISE DA MONARQUIA

A PROCLAMAÇÃO DA

REPÚBLICA NO BRASIL

07/04/2022

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ROTEIRO DA AULA:

  • Analisar os fatores que foram decisivos para a eclosão da crise da monarquia Brasileira;
  • Compreender os interesses envolvidos no processo de implantação da república no Brasil.

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Exército

Cafeicultores

Igreja Católica

Base de sustentação da monarquia brasileira

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Questão escravista

  • Sustentáculo das atividades econômicas do 2º reinado.
  • Crescimento dos movimen-tos abolicionistas.
  • Resistência dos latifun-diários em relação à abolição.
  • Impossibilidade do governo pagar indenização.

Internamente

Externamente

  • A Inglaterra desde o início do Século XIX vinha pressionando o Brasil para que acabasse com o tráfico negreiro visando em seguida eliminar a escravidão.
  • A Inglaterra pretendia aumentar seu mercado consumidor.

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Poesia abolicionista

Castro Alves

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Joaquim Nabuco, monarquista, advogado, diplomata, apesar de descender de ricos latifundiários pernambucanos foi fervoroso abolicionista.

Intelectuais abolicionistas

“A escravidão não consentiu que nos organizássemos e sem povo as instituições não tem apoio, a sociedade não tem alicerce.”

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Chiquinha Gonzaga, (1847-1935) música, compositora, abolicionista, republicana, uma mulher revolucionária, além do seu tempo.

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Luis Gama

André Rebouças

José do Patrocínio

Farmacêutico, jornalista, escritor, orador e ativista político abolicionista e republicano.

Engenheiro militar, inventor, abolicionista e monarquista brasileiro. Foi exilado junto com a família imperial.

Advogado, orador, jorna-lista, escritor brasileiro e Patrono da Abolição da Escravidão do Brasil.

Afrodescentes abolicionistas

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Maria Firmina

Estevão Roberto da Silva

Professor do Liceu de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro e pintor premiado.

A maranhense Maria Firmina (1825-1917) publicou, em 1859, o que é considerado o primeiro romance abolicionista do Brasil, Úrsula.

Afrodescentes abolicionistas

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Leis protelatórias

  • Liberdade para as crianças que nascessem neste ano nas seguintes condições:

  • Ao completarem 8 anos seu dono optaria ou por uma indenização ou por utilizar o trabalho do liberto até ele completar 21 anos.

Lei do Ventre Livre

(1871)

Lei dos Sexagenários

(1885)

  • Liberdade para os escravos maiores de 60 anos, como indenização, os proprietários optariam pelo liberto trabalhar por mais 3 anos

  • Lei inócua: poucos escravos chegavam aos 60 anos, eram os escravos menos valorizados, não tinham certidão de nascimento, não tinham para onde ir.

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Ceará largou na frente, aboliu a escravidão em 1884

  • O jangadeiro Francisco José do Nascimento, o “Dragão do Mar”, liderou um movimento de recusa em transportar escravos da praia para os navios que os levariam para o sul do país, iniciando um amplo movimento abolicionista no Ceará.

  • No dia 25 de Março de 1884 o Ceará decreta o fim da escravidão no seu território.

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  • Não agradou.
  • Não previa formas de amparar o liberto nesta nova situação.
  • Sem reformas agrária, educacional.
  • Foram das senzalas para as favelas.

Abolicionistas

  • Não agradou.
  • Abolição sem indenização.
  • Enorme prejuízo.
  • Surgem os “republicanos do 13 de maio”, como retaliação e na esperança que a república os indenizassem.

Escravocratas

  • Conclusão de um processo gradual, onde o Estado possibilitou uma adaptação dos proprietários de escravos à nova situação.

Leis Áurea

(1888)

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  • Constituição de 1824
  • Catolicismo: religião oficial da monarquia brasileira.
  • Padroado: subordinação da Igreja Católica ao governo monárquico.
  • Beneplácito real para as decisões vindas de Roma.

D. Pedro II

Const.1824

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Bula Papal

Syllabus

Syllabus

Papa Pio IX

  • Bula Papal Syllabus.
  • Proibia maçons participarem de cerimônias na Igreja Católica.
  • Muitos da elite brasileira eram maçons.
  • Não obteve o beneplácito de D. Pedro II.

Questão religiosa

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  • D. Pedro II determina a prisão dos bispos de Bélem ( D. Macedo) e de Olinda (D. Vital) por cumprirem uma Bula que não teve seu beneplácito.

D. Pedro II

Const.1824

X

Bula Papal

Syllabus

Syllabus

Papa Pio IX

D. Macedo

Bispo de Belém

D. Vidal

Bispo de Olinda

A Questão Religiosa estremece a relação entre a Igreja Católica e a Monarquia brasileira.

Questão religiosa

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Republicanismo no Brasil do Séc. XIX

  • Defendiam a luta armada para estabelecer a república no Brasil.

Revolucionários

  • Defendiam uma transição pacífica da monarquia para a república.
  • A monarquia iria se autodestruir naturalmente

Evolucionistas

Quintino Bocaiuva

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  • Camadas urbanas, profissi-onais liberais.
  • Representatividade cidadã.
  • Defesa das garantias e liberdades individuais.
  • Fim do escravismo.
  • Regime político centralizado, coibindo os interesses oligárquicos.
  • Interesses burgueses asso-ciados ao mercado bancário e grandes comerciantes.
  • Tendência conservadora.
  • Controle oligárquico régio-nal.
  • Opunham-se a baixa repre-sentatividade que tinham no parlamento monarquista.

Republicanos cariocas

Republicanos paulistas

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Republicanismo no Brasil do Séc. XIX

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