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COMPARAÇÃO DE DESGASTES EM FERRAMENTAS DE CORTES TRATADAS E NÃO TRATADAS COM CONDICIONADORES DE METAIS

 

Wendell Albano, Bruna N. Dias, Jadson A. de Lima

1 Departamento de Engenharias, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Caraúbas, RN, Brasil

wendell.albano@ufersa.edu.br, bnayara10@gmail.com, jadsonalmeida22@gmail.com

INTRODUÇÃO

RESULTADOS E DISCUSSÃO

REALIZAÇÃO: APOIO:

III Semana de Engenharia Mecânica do campus Caraúbas

Feira de Exposição Acadêmica Regional

17 a 20 de julho de 2023

A usinagem está inserida na vida do homem desde os primórdios. Pode-se definir usinagem como um processo de fabricação, ou seja, é quando ocorre a transformação de matéria-prima em produtos acabados por meio de processos (ARAÚJO, 2015).

Segundo Groover (2014), o torneamento é caracterizado por ser um processo de usinagem, onde uma ferramenta monocortante remove cavaco da superfície da peça em que está sendo usinada. O equipamento responsável por realizar o torneamento é denominado torno, de tal forma que fornece uma potência ideal para a realização do processo a uma dada velocidade de rotação e avança a ferramenta com uma velocidade e profundidade de corte especificadas pelo operador.

OBJETIVOS

Realizar uma análise comparativa entre duas ferramentas de corte, sendo uma sem tratamento e a outra tratada com o condicionador de metal Militec-1. Estas ferramentas foram empregadas no processo de torneamento.

  • Tratar ferramenta de corte por meio de adsorção, fazendo uso de um condicionador de metal
  • Submeter ferramentas tratadas e não tratadas a operações de torneamento a seco mantendo os mesmos parâmetros de corte.
  • Analisar a influência do tratamento por adsorção, nos desgastes das ferramentas de corte, na rugosidade superficial das peças usinadas e temperaturas de usinagem durante o corte

MATERIAIS E MÉTODOS

CONCLUSÃO

AGRADECIMENTO

  • Ao comparar os valores de desgastes das ferramentas, rugosidade superficial das peças e temperaturas nas regiões do corte, fazendo uso do condicionador de metal não foi possível obter resultados significativo em nenhum dos valores analisados por este trabalho.
  • Ao medir a temperatura na região do corte, foi possível identificar que nos últimos passes executados foram alcançados valores de redução de temperatura da ordem de 22%, porém, fazendo uma análise mais minuciosa, pode-se notar que em 50% das medições de temperatura, a ferramenta de corte tratada obteve temperaturas superiores em relação a ferramenta não tratada
  • Sugere-se que se tenham trabalhos futuros alterando condições de contorno como: Um condicionador de metais diferente; forma diferente de tratamento da ferramenta e uma análise físico-química do condicionador de metais antes e depois do tratamento.

REFERÊNCIAS

Medição Termográfica do Cavaco com Câmera P2 Pro

Torno Mecânico MR-302

Ferramenta de metal duro Korloy TNG160404-VP2

Fonte: Autoria Própria, 2023.

Fonte: Autoria Própria, 2023.

Fonte: Autoria Própria, 2023.

Microscópio Eletrônico Digtal DX-50X-500X

Rugosímetro Mitutoyo SJ-210

Agitador Magnético Fisaton 752A

Microdurômetro Insize ISHDTV200

Fonte: Autoria Própria, 2023.

Fonte: Autoria Própria, 2023.

Fonte: Autoria Própria, 2023.

Fonte: Autoria Própria, 2023.

  • ARAÚJO, Alex dos Santos. MEDIÇÃO DA TEMPERATURA EM USINAGEM NO TORNEAMENTO DO AÇO 1045 UTILIZANDO OS SISTEMAS TERMOPAR CAVACO FERRAMENTA E CÂMERA TERMOGRAFICA. XIX Colóquio de Usinagem, Olinda, v. 1, p. 1-4, 29 out. 2015.
  • DIAS, Bruna N. Santos. COMPARAÇÃO DE DESGASTES EM FERRAMENTAS DE CORTES TRATADAS E NÃO TRATADAS COM CONDICIONADORES DE METAIS. Caraúbas, 2023.
  • GROOVER, Mikell P. Processor de Fabricação. 4. ed. Rio de Janeiro: Gen, 2014. p 631.

Agradeço a Deus, minha família e amigos pelas coisas simples e fundamentais a que fizeram, na minha vida, ser o que sou hoje.

Agradeço também aos departamentos administrativos da Universidade Federal Rural do Semi-Árido sendo tais: A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e ao Departamento de Engenharias do Campus Ufersa.