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Orientação Aplicada

Trabalho realizado por:

11ºB

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Temas a abordar

Diferentes formas de orientação

Vários tipos de percurso

Métodos de marcação dos percursos

Como realizar uma prova

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Diferentes formas de orientação

Existem vários tipos de orientação como:

- orientação em ski - orientação em BTT

- trail orienteering - orientação a cavalo

- orientação em canoa - orientação em viaturas TT

- orientação subaquática - orientação em montanha

-orientação em parques - orientação em zonas edificadas

-orientação noturna

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Orientação em ski

Forma bastante divulgada nos países do norte da europa. No terreno são abertos trilhos para facilitar a locomoção, sendo estes assinalados no mapa a cor verde e classificados quanto à sua transitabilidade.

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Orientação em BTT

Uma das formas de orientação mais praticada. Podem realizar se actividades com os mapas normais de orientação, no entanto em França existem normas específicas quanto á elaboração dos mapas, onde os caminhos são classificados.

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Orientação a cavalo

Forma de prática pouco divulgada, com características similares à orientação em BTT.

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Trail orienteering

Forma de orientação para deficientes motores, com percursos específicos em que a competição não se classifica cronometrando mas pela quantidade de pontos de controlo marcados corretamente. Para cada ponto existem várias balizas no elemento característico ou próximo dele, devendo o corretamente indicar qual delas está corretamente colocada.

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orientação em veículos TT

Em Portugal ainda não foram realizadas atividades específicas desta forma de prática de orientação, mas ela é utilizada nos passeios todo o terreno e também em algumas competições de TT.

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Orientação em canoa

Normalmente em albufeiras ou lagos com margens muito recortadas por enseadas e braços de rio.

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Orientação subaquática

Uma forma muito particular de orientação que recorre a mapas específicos com a representação do relevo do fundo do mar ou de lagos.

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orientação em montanha

Atividade associada à prática do montanhismo, na realização de marchas de áreas montanhosas em que a leitura e interpretação dos mapas, nomeadamente do relevo é factor determinante na sua realização.

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Orientação em parques

São provas de curta duração realizadas em espaços pequenos em que as capacidades fundamentais são a velocidade de execução e a resistência de média duração.

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Orientação em sítios edificados

Surgiu com o mesmo motivo da orientação em parques, realiza-se em cidades utilizando mapas do tipo dos toponímicos (roteiros das cidades).

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Orientação noturna

Forma prática bastante remota que conta com muitos adeptos, coloca os concorrentes com a dificuldade acrescida de realizar a prova com visibilidade reduzida.

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Vários tipos de percurso

Os tipos de percurso:

-percurso formal -percurso permanente

-percurso em linha -estafetas

- Percurso de ida e volta

-Percurso Noruegês -Percurso de opção múltipla

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Percurso formal

Os pontos de controlo são unidos, segundo a sua ordem, por traços que não intersectam os círculos, sendo normalmente dispostos de forma circular de modo a evitar que os concorrentes tenham vantagem em alterar a ordem de realização dos pontos. Os pontos são materializados no terreno por prismas triangulares de cor laranja e branca a que se associa um picotador que comprova a passagem pelo ponto de controlo e um código de identificação formado por 2 dígitos.

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Percurso permanente

A existência de percursos permanentes nas escolas e nos espaços verdes circundantes é de particular interesse para a abordagem da orientação a nível circular ou mesmo extracurricular.

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Percurso em linha

No mapa, através de setas e linhas, é indicado o percurso exato que os alunos devem fazer, não sendo indicada a localização dos pontos em elementos característicos por onde passa o percurso definido. Durante a realização do percurso os alunos devem descobrir os pontos e assinalar no mapa o local em que se encontram.

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Estafetas

Combinação de 2 ou mais percursos realizados consecutivamente por equipas, sendo a partida de todos os primeiros concorrentes feita em simultâneo e a totalidade dos percursos igual para todas as equipas, mas os diferentes participantes podem ter percursos diferentes.

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Percurso noruegês

Nesta forma de organização o percurso não está previamente marcado no mapa. Assim ao realizar este tipo de percurso, na partida temos um mapa onde está marcado o triângulo da partida e o 1º ponto de controlo, que devemos copiar para o nosso mapa que nos foi entregue nem branco. À medida que se realiza a prova vamos sabendo para onde nos devemos dirigir.

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Percurso ida e volta

Situação de fácil organização, em que os alunos realizam o percurso a partir de um ponto central, onde regressão após a marcação de cada ponto de controlo. Pode ser uma forma simplificada de marcação dos percursos de uma estafeta.

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Percurso de opção múltipla

Na marcação dos mapas assinalam-se dois ou mais círculos para cada ponto de controlo. Em cada ponto de controlo é colocado um cartaz com uma questão, e várias respostas. Cada resposta á questão corresponde a um dos círculos assinalados no mapa, pelo que dependendo da resposta os alunos dirigem-se para um dos locais assinalados. Se responderem corretamente encontram o ponto de controlo seguinte, se não, terão de voltar ao ponto anterior e responder corretamente.

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Métodos de marcação dos percursos

-Motala

-Farsta

-Vannas

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Motala

Método mais simples, combina para várias equipas o número de percursos a realizar

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Farsta

Utilizado para provas de 2 percursos. Utilizam-se pontos comuns a todos os percursos para os quais convergem e de onde divergem os diferentes percursos.

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Vannas

Trata-se de um método que combina os outros dois atrás referidos, sendo possível usar 2 ou mais percursos e um ou mais pontos comuns.

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Didática de cada “passo”

1- Enquadramento da actividade

2- Noção de planificação

3- Localização e orientação do mapa através dos pontos de referência

4- Automatização do gesto

5- Leitura do mapa

6- Noção das distâncias e escalas

7- Realização de percursos de opção simples

8- Leitura do mapa

9- Noção de distâncias e escalas

10-Orientação ao longo de uma referência linear

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Didática de cada “passo”

11- Orientação ao longo de uma referência linear

12- Introdução da bússola como auxiliar para orientar o mapa

13-Localizar objetos próximo de referências lineares

14-Noção das novas distâncias e escalas

15- Realização de atalhos para chegar aos pontos

16-Realização de atalhos em direção a elementos característicos

17-Noção de relevo

18-Realização de opções na escolha entre dois percursos

19- Utilização da bússola para realização de percursos em direcção a referências lineares

20-Estudo da sinalética específica da orientação