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Guia para um aluno recém chegado à Geometria Descritiva A

(Sebenta de apoio ao aluno)

Trabalho realizado por: Clara Rebelo, Judite Câmara e Sofia Filipe

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A geometria descritiva surgiu no século XVII e foi definida como a parte da Matemática que tem por fim representar sobre um plano as figuras do espaço, de modo a poder resolver os problemas relativos a esta figura.

O estudo da Geometria Descritiva tem como objetivo principal o desenvolvimento do raciocínio tridimensional e consequentemente o aprimoramento da percepção espacial, indispensáveis à criatividade e à inteligência, necessárias para a concepção de um projeto.

Como surgiu a Geometria Descritiva?

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A Geometria Descritiva é um ramo da Geometria responsável pelo estudo do espaço.

Procura resolver problemas e representar objetos tridimensionais sobre planos de projeção, contribuindo para o desenvolvimento das capacidades de visualização e análise.

Mas afinal, de que é que se trata?

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Foi Gaspard Monge quem fundamentou as regras da Geometria Descritiva, constituindo-a como uma ciência autónoma.

- Foi um matemático francês;

- Nasceu a 9 de maio de 1746 na França e faleceu a 28 de julho de 1818, também na França.

Gaspard Monge: O criador

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Material necessário à disciplina

Folhas A4

Folhas A3

Aristo

Lapiseira

Compasso

Lápis

Borracha

Manual

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Instrumentos de estudo

  • Manual e Caderno de Atividades do 10º ano:
  • Manual e Caderno de Atividades do 11º ano:
  • Site com exercícios de exames: https://www.mariajoaomuller.com/
  • Manuais com exercícios de preparação para o exame:

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Como ser um aluno bem sucedido na disciplina

  • Para além de comparecer nas aulas, é aconselhado ir aos apoios opcionais proporcionados pelo professor, cujo o horário é dado no início do ano e que servem para tirar dúvidas sobre a disciplina;

  • O essencial para um aluno bem sucedido, é saber as bases da geometria; a marcação de pontos, o alfabeto da reta, o alfabeto do plano e as interseções de retas com planos, ou seja, a matéria dada no início do 10º ano;

  • A realização de trabalhos orais e/ou escritos no final de cada período, são uma forma de aumentar a média da disciplina e também de ganhar novas aprendizagens sobre a mesma;

  • A entrega de questões de aula, que são frequentes na disciplina, têm um valor final na avaliação que pode ajudar ou prejudicar na média, por isso que é opcional, se sentires que correu bem a questão aula, o melhor é investir na entrega da mesma;

  • Se fizeres exercícios e leres o manual referente à matéria com alguma regularidade, vais verificar uma mudança positiva;

  • Para os alunos que notam algumas dificuldades logo no início, se tiverem a possibilidade, é aconselhável ir para um centro de explicações ou ter um explicador particular;

  • O principal segredo é nunca sair das aulas com dúvidas. Sempre que possível, verifica os teus exercícios com o professor e tira as tuas dúvidas, por mais pequenas que pareçam.

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Conceitos essenciais para a disciplina

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  • Plano Frontal de Projeção (P.F.P) e Plano Horizontal de Projeção (P.H.P): Utilizam-se simultaneamente dois sistemas de projeção paralelos ortogonais. Cada plano de projeção divide-se em 2 semiplanos:

  • PHP:

→semiplano horizontal anterior (SPHA)

→semiplano horizontal posterior (SPHP)

  • PFP

→ semiplano frontal superior (SPFS)

→ semiplano frontal inferior (SPFI)

  • Semiplano Horizontal Anterior (SPHA):

  • Planos Bissetores: para além dos planos de projeção, consideram-se dois planos que dividem os diedros de projeção, o B13 e o B24;

  • B13: plano bissetor dos diedros ímpares

  • B24: plano bissetor dos diedros pares

  • Octante: espaço dividido por um semiplano de projeção e um semiplano bissetor

Diedros, planos e octantes

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Conceitos essenciais

  • Ponto- Elemento Geométrico Adimensional. Define-se como uma localização. Identifica-se com uma letra maiúscula.

P1- Projeção Horizontal do ponto P

P2- Projeção Frontal do ponto P

  • Diedro- Espaço dividido por um semiplano frontal e por um semiplano horizontal.

  • Eixo x- Reta fronto-horizontal, eixo das abcissas

  • Eixo y- Reta de topo, eixo dos afastamentos

  • Eixo z- Reta vertical, eixo das cotas

  • Abcissa- Distância do ponto ao plano lateral de projeção 𝛑0.

  • Afastamento- Distância de um ponto ao P.F.P. Distância da projeção horizontal ao eixo x (distância à parede).

  • Cota- Distância de um ponto ao P.H.P. Distância da projeção frontal ao eixo x.

Continuação no próximo slide

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  • Planos bissetores (β)- Planos que dividem cada diedro em duas partes iguais.

  • Traços da reta- São os pontos onde a reta interseta os planos de projeção e os planos bissetores.

  • Traço Horizontal (H)- Ponto onde a reta ⋂ (interseta) o P.F.P.

(Ponto da reta com cota nula)

  • Traço Frontal (F)- Ponto onde a reta ⋂ (interseta) o P.H.P.

(Ponto da reta com afastamento nulo)

  • Traço do Bissetor β24 (I)- Ponto onde a reta ⋂ (interseta) o β24.

(Ponto da reta com as projeções coincidentes)

  • Traço do Bissetor β13 (Q)- Ponto onde a reta ⋂ (interseta) o β13.

(Ponto da reta com as projeções simétricas em relação a x)

  • Reta: trata-se de uma sucessão de pontos infinitamente próximos uns dos outros e que se prolongam infinitamente. Identificam-se em letra minúscula;

  • Plano: É formado pela reunião de infinitas retas dispostas lado a lado. Identificam-se em letra minúscula;

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Marcação de Pontos

0

y z

x

A1

A2

D2

D1

C1

C2

B1

B2

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Exemplo da marcação de pontos

P (X; X; X)

Abcissa

Afastamento

Cota

Pontos:

A (1; 0; 5)

B (3; -2; 4)

C (-2; -2,5; -4)

D (0; 5; 5)

0

y z

x

A1

A2

D2

D1

C1

C2

B1

B2

Positivo

Negativo

Ferramentas auxiliares que te ajudam na marcação dos pontos:

y z

x

Abcissa +

Abcissa -

Afastamento + e Cota -

Afastamento - e Cota +

Ter conhecimento do que é o afastamento, a cota e a abcissa (slide 10).

Os pontos são sempre apresentados na letra maiúscula!

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Alfabeto da Reta e Alfabeto do Plano

x

2

1

h2

h1

x

2

1

fᵦ

hᵦ

x

2

1

g1

g2

x

2

1

fᵦ hᵦ

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Alfabeto da Reta

x

2

1

x

2

1

x

2

1

x

2

1

x

2

1

x

2

1

x

2

1

Reta Horizontal

Reta Frontal

Reta Fronto-horizontal

Reta de Perfil

Reta de Topo

Reta Vertical

Reta Passante

Reta Oblíqua

x

2

1

h2

h1

f2

f1

g1

g2

p1 p2

r2

r1

a2

a1

v2

t1

(t2)

(v1)

A2

A1

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Alfabeto do Plano

x

2

1

x

2

1

x

2

1

x

2

1

Plano Horizontal

Plano Frontal

Plano de Rampa

Plano de Perfil

Plano de Topo

Plano Vertical

Plano Passante

Plano Oblíqua

fᵦ hᵦ

x

2

1

x

2

1

x

2

1

x

2

1

fᵦ hᵦ

(hᵦ)

(fᵦ)

fᵦ

fᵦ

hᵦ

hᵦ

hᵦ

fᵦ

fᵦ

hᵦ

A2

A1

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Planos Projetantes:

  • Plano de Perfil
  • Plano Frontal
  • Plano Vertical
  • Plano Horizontal
  • Plano de Topo

Planos Não Projetantes:

  • Plano Oblíquo
  • Plano de Rampa
  • Plano passante

Um plano projetante é um plano que faz 90º com, pelo menos, um dos planos de projeção.

O Plano Oblíquo pode conter as seguintes retas:

‐Reta horizontal (n)

‐Reta frontal (f)

‐Reta oblíqua (r)

‐Reta de perfil (p)

O Plano de Rampa pode conter as seguintes retas:

‐Reta fronto‐horizontal (h)

‐Reta oblíqua (r)

‐Reta de perfil (p)

O Plano Frontal pode conter as seguintes retas:

‐Reta frontal (f)

‐Reta vertical (v)

‐Reta fronto‐horizontal (h)

O Plano Horizontal pode conter as seguintes retas:

‐Reta horizontal (n)

‐Reta de topo (t)

‐Reta fronto‐horizontal (h)

O Plano de Perfil pode conter as seguintes retas:

‐Reta de topo (t)

‐Reta vertical (v)

‐Reta de perfil (p)

Planos Projetantes e não projetantes e

Retas Pertencentes aos Planos

O Plano Vertical pode conter as seguintes retas:

‐Reta vertical (v)

‐Reta horizontal (n)

‐Reta oblíqua (r)

O Plano de Topo pode conter as seguintes retas:

‐Reta de topo (t)

‐Reta frontal (f)

‐Reta oblíqua (r)

O Plano Passante pode conter as seguintes retas:

‐Reta fronto-horizontal (h)

‐Reta oblíqua (r)

‐Reta de perfil (p)

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Construção de figuras planas (através de uma circunferência)

A

O

Hexágono, quadrado, triângulo e pentágono

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Construção de um hexágono (através de uma circunferência)

1

2

3

4

5

6

Construção de um quadrado (através de uma circunferência)

Construção de um triângulo (através de uma circunferência)

1

1

2

2

3

3

4

4

5

5

6

6

7

7

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Construção de um pentágono

(através de uma circunferência)

1

2

3

4

5

6

8

7

9

10

11

12

13

14

21 of 54

Construção de figuras planas (através de um lado)

Hexágono, quadrado, triângulo e pentágono

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Construção de um hexágono (através de um lado)

Construção de um quadrado (através de um lado)

Construção de um triângulo (através de um lado)

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Construção de um pentágono

(através de um lado)

1

2

5

6

8

9

10

11

12

13

3

4

7

6

8

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Sólidos

Prismas, pirâmides, cone, cilindro e esfera

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O que são os sólidos?

Os sólidos geométricos são corpos limitados por uma superfície ou por porções de superfícies que se intersetam.

  • Prismas: são corpos com duas bases poligonais iguais e paralelas entre si;
  • Pirâmides: são sólidos geométricos que possuem uma base formada por um polígono e faces laterais triangulares que se encontram em um único ponto (V);
  • Cones: são corpos com apenas uma base circular, limitados por geratrizes e que também se encontram em um único ponto (V);
  • Cilindros: são sólidos geométricos compostos por duas bases circulares contidas em planos paralelos e por todos os segmentos de reta com extremidades nas bases.
  • Esfera: é um sólido limitado por uma superfície esférica.

* Estes sólidos, à exceção da esfera, podem ser retos ou oblíquos, consoante os seus eixos ou vértices.

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Sólidos (Prismas)

Prisma de bases hexagonais

Prisma de bases quadradas

Prisma de bases triangulares

Prisma de bases pentagonais

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Sólidos (Pirâmides)

Pirâmide de base hexagonal

Pirâmide de base quadrada

Pirâmide de base triangular

Pirâmide de base pentagonal

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Outros Sólidos

Cone

Esfera

Cilindro

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

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Interseções

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Para resolver exercícios de interseções, existem quatro abordagens possíveis:

1.º Abordagem: se os planos estiverem definidos pelos seus traços, basta fazer a interseção;

2.º Abordagem: se algum plano possuir traços absorventes, ou seja, for um plano frontal ou horizontal, a projeção da reta i fica coincidente com o respectivo traço absorvente;

3.º Abordagem: se a projeção da reta i é conhecida, é possível determinar se essa reta é

paralela ou concorrente a todas as retas dos planos. Pode ser utilizado quando um dos planos possui um traço absorvente;

4.º Abordagem: caso nenhuma das outras abordagens se aplique, utilizamos um plano auxiliar (projetante).

Interseções

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Represente os traços dos planos α e θ nos planos de projeção.

Dados:

  • a reta i, de perfil, pertencente ao bissetor dos diedros pares, β2,4, é comum aos dois planos;
  • o ponto P, com zero de abcissa e 5 de cota, pertence à reta i;
  • o ponto A (–6; 5; 2) pertence ao plano α;
  • o traço frontal do plano θ define um ângulo de 70º, de abertura para a esquerda, com o eixo x.

1.º Passo

2.º Passo

3.º Passo

Exemplo de um exercício de exame de interseções

(2020- 1.º Fase)

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Secções

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As secções podem ser:

- de um sólido truncado: a parte do sólido dado, compreendido entre o plano secante e a base ou o vértice

- de uma figura de secção: é a figura plana resultante da secção produzida pelo plano secante, com o sólido que permanece indiviso

O que são as secções?

A secção plana de um sólido é a figura (figura de secção) que resulta do corte produzido no sólido por um plano, designado “plano secante”.

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Secções em cones:

- Triângulo: plano secante contém o vértice

- Círculo: plano secante é paralelo à base

- Elipse: plano secante é oblíquo à base e a todas as geratrizes

- Parábola: plano secante é paralelo a apenas uma geratriz

- Hipérbole: plano secante é paralelo a duas geratrizes

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Resolução no próximo slide

Exemplo de um exercício de exame de Secção

(2016- 1.º Fase)

Represente, pelas suas projeções, o sólido resultante da secção produzida por um plano de rampa ρ numa pirâmide oblíqua de base quadrada, situada no 1.º diedro.

Destaque, a traço mais forte, a parte do sólido delimitada pelo plano secante e pelo Plano Frontal de Projeção.

Identifique, a traço interrompido, a aresta invisível do sólido resultante.

Preencha, com tracejado paralelo ao eixo x, as projeções visíveis da secção.

Dados:

  • a base da pirâmide [ABCD] pertence ao Plano Frontal de Projeção;
  • o vértice A é um ponto do eixo x com 6 de abcissa;
  • a aresta [AB] define um ângulo de 30º, de abertura para a direita, com o Plano Horizontal de Projeção;
  • o vértice B tem abcissa nula;
  • a aresta lateral [AV] é de topo e o vértice V tem 8 de afastamento;
  • o plano ρ está definido pelos seus traços horizontal e frontal com, respectivamente, 6 de afastamento e 7 de cota.

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1.º Passo

2.º Passo

3.º Passo

37 of 54

Sombras de Figuras Planas

Fonte luminosa e Raio Luminoso

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Conceitos gerais: sombras

  • Fonte luminosa: elemento pontual que emite raios luminosos.

Se estiver a uma distância finita, trata-se de um foco luminoso, se estiver a uma distância infinita, trata-se de uma direção luminosa.

  • Raio luminoso: é a reta que, passando pela fonte luminosa, propaga a luz.

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Resolução no próximo slide

Exemplo de um exercício de exame de Sombra de Figura Plana

(2022- 2.º Fase)

Determine as projeções de um quadrado [ABCD] pertencente a um plano de rampa ω e da sua sombra projetada nos planos de projeção.

Destaque, a traço mais forte, as projeções do quadrado e o contorno da sombra projetada nos planos de projeção.

Identifique, a traço interrompido, as invisibilidades do contorno da sombra projetada.

Preencha, com tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme, as áreas visíveis da sombra projetada.

Nota – Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas perpendiculares às respetivas projeções da direção luminosa.

Dados:

  • A reta de perfil p do plano ω que contém o vértice A (0; 3; 6) define um ângulo de 50º com o P.H.P;
  • o traço horizontal da reta p tem afastamento positivo;
  • Os vértices A e C definem uma diagonal do quadrado;
  • O vértice C tem 9 de abcissa e 6 de afastamento;
  • A direção luminosa é a convencional.

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4.º Passo

5.º Passo

1.º Passo

2.º Passo

3.º Passo

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Sombras de Sólidos

Sombra de um prisma e uma pirâmide e suas respetivas perspetivas

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Sombra de um prisma triangular regular Perspetiva do mesmo prisma

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Sombra de uma pirâmide quadrangular regular Perspetiva da mesma pirâmide

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Resolução nos próximos slides

Exemplo de um exercício de exame de Sombras de um sólido

(2019- 2.º Fase)

Determine as projeções de um cone oblíquo, de base circular contida num plano frontal, e das suas sombras próprias e projetada nos planos de projeção.

Destaque, a traço mais forte, as projeções do cone e as linhas visíveis do contorno da sombra própria e da sombra projetada.

Identifique, a traço interrompido forte, as linhas invisíveis do contorno da sombra própria e da sombra projetada.

Identifique as áreas visíveis das sombras, própria e projetada, preenchendo-as a tracejado ou com uma mancha de grafite clara e uniforme.

Nota – Se optar pelo tracejado, deverá fazê-lo com linhas paralelas ao eixo x, nas áreas de sombra própria, e com linhas perpendiculares às projeções da direção luminosa, nas áreas de sombra projetada.

Dados:

  • o ponto O (0; 10; 4) é o centro da circunferência da base tangente ao Plano Horizontal de Projeção;
  • o vértice V do cone pertence ao plano bissetor dos diedros ímpares, β13, e tem 4 de abcissa e 4 de afastamento;
  • a direção luminosa é a convencional.

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1.º Passo

2.º Passo

3.º Passo

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Axonometrias

Representação Axonométrica Ortogonal e Representação Axonométrica Clinogonal

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Aspetos comuns tanto para as ortogonais, tanto para as clinogonais:

  • O eixo z fica sempre na vertical

  • A representação pode ser de mais do que um sólido ou figura plana que se tocam, quer através do vértice, quer através de uma ou mais faces ou arestas
  1. Ortogonais:

2) Clinogonais:

  • Isometria (ângulos todos iguais, ou seja, x e y fazem ambos ângulos de 120º com z);
  • Dimetria (dois ângulos iguais);
  • Trimetria (ângulos todos diferentes).

Existem dois tipos:

  • Cavaleira (o eixo y faz sempre um ângulo de 90º com o eixo x );

  • Militar (o eixo x faz sempre um ângulo de 90º com o eixo y).

Sistemas Axonométricos

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Represente, em axonometria ortogonal, uma forma tridimensional composta por dois prismas retos de bases regulares triangulares.

Destaque, a traço mais forte, apenas as arestas visíveis do sólido resultante.

Dados:

Sistema axonométrico:

  • Isometria (ângulos todos iguais)�Nota – Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Prismas:

  • As bases dos prismas são iguais e paralelas ao plano coordenado xz.

Prisma 1:

  • Os vértices A (7; 9; 0) e B (0; 9; 0) pertencem à base de maior afastamento deste prisma;
  • A outra base pertence ao plano coordenado xz.

Prisma 2:

  • O vértice G (7; 7; 0) pertence à base de maior afastamento deste prisma, e a aresta oposta a este vértice é paralela ao eixo coordenado x;
  • O prisma tem 2 cm de altura.

Resolução nos próximos slides

Exemplo de um exercício de exame de Axonometria Ortogonal

(2022- 2.º Fase)

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1.º Passo

2.º Passo

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3.º Passo

4.º Passo

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Represente, em axonometria clinogonal cavaleira, uma forma tridimensional composta por três prismas regulares de bases triangulares.

Destaque, no desenho final, apenas as linhas visíveis do sólido resultante.

Dados:

Sistema axonométrico:

  • a projeção axonométrica do eixo y faz um ângulo de 140° com a projeção axonométrica do eixo x e um ângulo de 130° com a projeção axonométrica do eixo z e a inclinação das retas projetantes com o plano axonométrico é de 55°.�Nota – Considere os eixos orientados em sentido direto: o eixo z, vertical, orientado positivamente, de baixo para cima, e o eixo x orientado positivamente, da direita para a esquerda.

Prismas:

  • os três prismas têm bases paralelas ao plano coordenado xz e todos os prismas têm 3 cm de altura.

Prisma 1:

  • o vértice A (11; 10; 7) e o vértice B (16; 10; 7) definem uma aresta da base de maior afastamento [ABC];
  • o vértice C desta base é o de menor cota.

Prisma 2:

  • as arestas das bases medem 3 cm;
  • o vértice B é o de maior abcissa da aresta paralela ao eixo x da base de maior afastamento;
  • o outro vértice desta base é o de maior cota.

Prisma 3:

  • as arestas das bases medem 8 cm;
  • o vértice C é o de maior abcissa da aresta paralela ao eixo x da base de

maior afastamento;

  • o outro vértice desta base é o de maior cota.

Resolução nos próximos slides

Exemplo de um exercício de exame de Axonometria Clinogonal

(2018- 1.º Fase)

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1.º Passo

2.º Passo

3.º Passo

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Nota das alunas

(Clara Rebelo, Judite Câmara e Sofia Filipe)

Foi com a iniciativa do nosso professor que resolvemos proceder a um trabalho de investigação para termos um conhecimento mais amplo da disciplina.

Neste projeto, criamos uma espécie de "sebenta", na qual demos o nome de "Guia para um aluno recém-chegado à Geometria Descritiva A", onde o objetivo é, tal como o nome indica, ajudar os alunos que se encontram com dificuldades em relação a esta nova etapa na chegada ao décimo ano. Além disso, este trabalho pode ser usado como apoio aos estudos para o exame;

Apesar de ser uma sebenta acessível a todos, usámos como modelo a ESAQ, o que é evidente em alguns slides onde mostram as nossas ferramentas de trabalho (materiais, manuais, etc.).

Investimos muitas horas nesta ideia e admitimos que não foi uma tarefa fácil. Ainda assim, no final, ficámos satisfeitas com o resultado.

Esperamos profundamente que este guia sirva de ajuda e que os alunos que se encontram com mais dificuldades consigam compreender a Geometria Descritiva. Força!

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Bibliografia