1 of 48

O curioso mundo das calopsitas

E-BOOK

2 of 48

As calopsitas são aves da ordem dos psitacídeos que encantam por sua beleza, inteligência e interação. Talvez seja por isso que, de uns tempos para cá, têm sido escolhidas por um grande número de pessoas que desejam ter um pet.

Entretanto, para que elas vivam saudáveis e felizes, é muito importante saber como tratá-las corretamente, oferecendo tudo o que é necessário para sua saúde e bem-estar.

Este e-book tem como objetivo revelar cuidados importantes que o tutor precisa ter em relação a acomodação, saúde, expectativa de vida e contato social, antes de adquirir a ave. Boa leitura!

3 of 48

3

Sumário

  1. Expectativa de vida
  2. Viveiro
  3. Alimentação
  4. Dicas e receitas de petiscos para calopsitas
  5. Saúde
  6. Socialização
  7. Reprodução

4 of 48

1. Expectativa de vida

4

Quanto tempo vive uma calopsita?

5 of 48

[Quanto tempo vive uma calopsita?]

Em seu ambiente natural, na Austrália, uma calopsita vive, em média, entre 10 e 15 anos. Atualmente, sua expectativa de vida aumentou, passando para um período de 15 a 20 anos, aproximadamente.

Vale lembrar que, pelo mundo, há exemplares com idade acima dos 30 anos.

6 of 48

[Quanto tempo vive uma calopsita?]

Mais do que saber exatamente quanto tempo vive uma calopsita, é importante entender que para que o pet tenha uma vida longa e saudável e possa acompanhar seu tutor por algumas décadas, são imprescindíveis alguns cuidados essenciais de manejo.

Entre esses cuidados podemos citar: alimentação adequada, assepsia do espaço (viveiros ou gaiolas), enriquecimento ambiental, dedicação, tempo e atividades físicas em que a ave possa exercitar sua musculatura (como sair do viveiro, interagir com a família, brincar e explorar o ambiente).

7 of 48

2. Viveiro

2.1 Tamanho ideal

2.2 O que o recinto precisa ter

2.3 As calopsitas não podem ficar o tempo todo na gaiola

7

8 of 48

As calopsitas podem ser criadas tanto em gaiolas como em viveiros, no entanto é imprescindível que o recinto tenha um tamanho adequado para a ave ou para a quantidade de aves que nele habitam. Deve estar em bom estado de conservação, sem ferrugem e sem descascar. Sua malha também tem de ser compatível com o tamanho da calopsita para que ela não consiga passar, não se machuque e, muito menos, fique presa.

[Viveiro | 2.1 Tamanho ideal]

9 of 48

O local deve ter, no mínimo, duas vezes o tamanho da ave de asas abertas, para que ela fique confortável. Quando se tratar de um recinto construído especialmente para ela, seja em ambiente interno ou externo, é importante que a calopsita tenha espaço para circular com liberdade e que o tutor consiga entrar no ambiente para poder limpá-lo, fazer a manutenção e interagir com as aves. Geralmente esses recintos maiores são mais confortáveis para elas.

[Viveiro | 2.1 Tamanho ideal]

10 of 48

Poleiros

Os poleiros são itens importantes entre os acessórios para calopsita. Podem ser encontrados em madeira ou plástico e ainda poleiros "naturais" como galhos de goiabeiras. Devem ser esterilizados e muito bem assepsiados.

Comedouros

Podem ser de plástico, de louça, porcelana, cerâmica ou aço inox, pois são materiais resistentes, de fácil higienização e que a ave não vai conseguir roer, tirar pedaços e engolir.

11 of 48

[Viveiro | 2.2 O que o recinto precisa ter]

Bebedouros

Também podem ser dos mesmos materiais dos comedouros. Existem também os bebedouros externos. Estes são colocados por fora da gaiola, e a ave só consegue pegar água com o bico.

Banheira

Quando o tutor opta por bebedouro externo, também deverá providenciar uma banheira, pois as calopsitas gostam de tomar banho, principalmente no período de calor. Para a finalidade, pode-se utilizar uma vasilhinha maior, dos mesmos materiais do comedouro ou do bebedouro. É importante ressaltar que assim que a ave tomar o banho, o tutor deve descartar essa água e fazer a higienização da banheirinha também.

12 of 48

Enriquecimento ambiental

Uma ave que fica muito tempo presa a uma gaiola e sem enriquecimento ambiental pode desenvolver diversos transtornos psicológicos, como estresse, ansiedade, agitação e barulhos excessivos, além de estarem mais propensas a doenças, ao arrancamento de penas e até à automutilação.

Entretanto, ao disponibilizar brinquedos para calopsitas, estes devem ser próprios para a espécie. No mercado, existe uma grande variedade de opções como balanços, poleiros, tocas, cabanas, bolinhas, escadas, cordinhas, palitos, playgrounds, etc.

[Viveiro | 2.2 O que o recinto precisa ter]

13 of 48

Também é possível produzir alguns brinquedos em casa, utilizando galhos de árvores como a goiabeira, rolos vazios de papel higiênico, papel toalha, palitos de picolé, miçangas (devem ser grandes e resistentes ou miçangas de madeira não envernizadas), casca de milho, pinhas e papéis picados.

Os papéis não devem ser coloridos ou com impressões, pois jornais, revistas, panfletos possuem chumbo na composição da tinta, elemento extremamente prejudicial à ave e que pode causar intoxicação por metal pesado.

Essas são ótimas opções para tutores com uma grande quantidade de aves.

[Viveiro | 2.2 O que o recinto precisa ter]

14 of 48

É importante que a ave seja solta em alguns períodos do dia, sempre sob a supervisão do tutor.

Para o período em que elas ficam soltas, uma dica é disponibilizar os playgrounds ou parquinhos. São encontrados prontos, produzidos em madeira, próprios para calopsitas.

[Viveiro | 2.3 As calopsitas não podem ficar o tempo todo na gaiola]

15 of 48

A ração ideal para

SUA CALOPSITA

Está na Agrosete!

Use o cupom EBOOKCALOPSITAS e ganhe um desconto exclusivo na sua primeira compra!

16 of 48

3. Alimentação

3.1 Variedade na dieta

3.2 Dicas de petiscos para calopsitas

16

17 of 48

Na natureza

Na natureza, buscam por sementes, frutos e até mesmo alguns insetos – estes últimos, não tão comumente. Por serem aves que migram conforme as estações do ano ou pela escassez de alimentos, as calopsitas acabam encontrando no caminho algumas lavouras, como as de sorgo, milho, girassol, entre outras, e quando isso acontece, acabam se alimentando também, buscando sempre por sementes menores, já que têm o bico potente e a mandíbula resistente.

Já as frutas, são as regionais, endêmicas da Austrália, além de, às vezes, se alimentarem também de algumas flores.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

18 of 48

Criadas em cativeiro

As criadas em cativeiro devem consumir cinco componentes que são de suma importância:

19 of 48

1. Mix de sementes com grãos variados

Quanto maior a variedade de sementes agregadas ao mix de sementes, melhor. Pois isso possibilita a ingestão de diferentes fibras, vitaminas e minerais. O ideal é dar preferência aos grãos integrais e que o mix tenha, no mínimo, 10 tipos de grãos.

Dentre os grãos que podem ser oferecidos à calopsita estão os diversos tipos de painço, alpiste canadense, aveia com ou sem casca, cártamo, diferentes tipos de arroz, niger, senha francesa, perilla, sorgo vermelho, trigo mourisco, linhaça, chia, grão-de-bico, lentilha, ervilha, canjica, gergelim branco e preto e até mesmo girassol.

Os grãos como arroz, canjica, grão-de-bico, lentilha e ervilha, devem ser cozidos antes de serem oferecidos, e preparados somente em água, sem sal ou qualquer outro tempero, nem óleo.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

20 of 48

2. Frutas e Vegetais

Legumes

É vasta a lista desses itens que são permitidos para as calopsitas. No entanto, é preciso estar atento a alguns legumes, como a batata doce e abóbora cabotiá, que precisam ser muito bem cozidas para serem servidas, já que a ave não consegue digerir uma enzima contida nelas, quando estão cruas. Os demais como a abobrinha paulista, berinjela, chuchu, cenoura, pepino, jiló, quiabo, vagem, beterraba, brócolis, couve-flor podem ser oferecidos crus, normalmente.

Sempre lembrando que a calopsita tem paladar e também se interessa pelo visual do alimento, por isso é importante variar a forma de se oferecer o alimento.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

21 of 48

Folhas

Calopsitas adoram folhas, em especial a couve, folhas da cenoura, da beterraba, da mostarda, entre outras.

Aqui podemos citar também ervas desidratadas como camomila, erva-doce, alecrim, orégano, além de manjericão e hortelã.

Todas elas também podem ser oferecidas de forma fresca se forem plantadas organicamente.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

22 of 48

Frutas

As frutas mais apreciadas pelas calopsitas são maçã e pera, mas estas devem ser servidas sem sementes, já que contêm cianeto – ainda que em pequena quantidade – toxina que a ave não elimina e pode fazer mal a longo prazo, devido ao seu efeito acumulativo.

A banana pode ser oferecida com casca; mamão, melão e melancia, com sementes. Inclusive as sementes do mamão são um vermífugo natural. Já os morangos, somente se forem orgânicos ou plantados em casa, pois os comprados em supermercados e feiras têm uma alta concentração de pesticida.

É possível oferecer também pêssego, goiaba, manga, kiwi, cereja (sem semente) e polpa de coco fresco (com moderação).

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

23 of 48

3. Rações extrusadas

As rações extrusadas suprem, de certa forma, as necessidades da ave que não consome frutas e vegetais, por isso, ao ser alimentada com a ração e as sementes, ela está mais equilibrada nutricionalmente. Dessa forma, este é um item muito importante e que deve ser servido diariamente.

O ideal é dar preferência às rações extrusadas naturais, ou seja, quanto menos corante, melhor.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

24 of 48

4. Farinhada

Atualmente o mercado conta com diversos tipos de farinhada, com várias texturas e até com sementes, frutas e ovos agregados, com versões especialmente criadas para o bom desenvolvimento de filhotes, para a fase de reprodução, para o fortalecimento das penas, entre outros.

5. Cálcio

O cálcio para aves pode ser encontrado industrializado, em pó ou em forma líquida. Entretanto, alguns tutores optam por prepará-lo a partir da casca do ovo, que é higienizada, assada, triturada e coada até se transformar num fino farelo.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

25 of 48

Alimentos proibidos

Existe uma série de alimentos que não devem ser oferecidos a uma calopsita. Além de condimentos como sal, açúcar e óleo, estão os derivados de cafeína, chocolate, derivados de farinha (seja ela branca ou integral), leite e derivados, feijão cru, mel, cogumelo, refrigerante e bebida alcoólica.

Dentre as frutas e vegetais, fazem parte da lista abacate, tomate e cebola, além das sementes de maçã, pera, uva e damasco.

Esses alimentos podem ocasionar a falência de algum órgão e levar a ave a óbito.

[Alimentação | 3.1 Variedade na dieta]

26 of 48

Dicas e receitas de petiscos para calopsitas

Confira algumas dicas para ofertar alimentação natural diversificada, para que a ave conheça sabores, aromas e texturas diferentes:

27 of 48

Cookies de Camomila com Erva Doce 1

  • 2 bananas maduras amassadas
  • 2 xícaras de flocos de aveia
  • 30 gramas de coco desidratado (natural) fatiado
  • Erva doce e camomila desidratada a gosto
  • Ração extrusada para decorar

A massa fica um pouco pegajosa (grudenta). Se ficar muito mole, acrescente um pouco mais de flocos de aveia ou farinha de linhaça.�Misture tudo, asse em forma com papel manteiga, por aproximadamente 45 minutos no forno a 160 graus.�Deixe esfriar e sirva.

[Alimentação | 3.2 Dicas de petiscos para calopsitas]

28 of 48

Cookie de Banana com Gergelim

  • 1 banana madura amassada
  • 2 xícaras de aveia flocada
  • 1 colher de sopa de mix de gergelim branco + gergelim preto + chia
  • 1/2 xícara de ração extrusada (da sua preferência)
  • 1/2 xícara de frutas cristalizadas e desidratadas (sem açúcar)

Misture bem para a massa ficar homogênea. A massa fica um pouquinho "grudenta".�Forrar a assadeira com papel manteiga. �Assar em forno baixo até dourar levemente.

[Alimentação | 3.2 Dicas de petiscos para calopsitas]

29 of 48

Observação: é possível variar as receitas substituindo ingredientes, como: ��Batata doce cozida, maçã ralada ou picada, abóbora cabotiá cozida, pera ralada ou picada, camomila, coentro, alecrim, entre outros.

[Alimentação | 3.2 Dicas de petiscos para calopsitas]

30 of 48

Nós entregamos Gratuitamente e em até 48h para Sumaré, Hortolândia e Região!

O nosso

Delivery�é Grátis!

Pedir Agora!

😱 Acabou a Ração? 😱

O curioso mundo das calopsitas

31 of 48

4. Saúde

Como garantir a saúde da ave

31

32 of 48

Para manter-se saudável, a calopsita necessita de um ambiente adequado, uma boa alimentação e uma boa higiene. No entanto, são muito sensíveis e tendem a mascarar as doenças, pois muitas vezes, quando o sintoma aparece, a doença já está muito avançada. Por isso, é muito importante levá-la ao veterinário, seguir a rotina de, pelo menos,�uma consulta ao ano para um checkup.

[Saúde | Como garantir a saúde da ave]

33 of 48

O ideal é que o veterinário seja especializado em animais não convencionais, silvestres ou exóticos e nunca usar medicamentos ou suplementos por conta própria, pois isso pode prejudicar ainda mais a saúde da ave.

[Saúde | Como garantir a saúde da ave]

34 of 48

5. Socialização

5.1 Importância da socialização

5.2 Como fazer “amizade” com a calopsita

5.3 Convívio com outras aves

34

35 of 48

Importância da socialização

As calopsitas são aves carinhosas e gostam de receber�bastante atenção, chegando até a pedir um afago, tanto para�outra ave quanto para seu tutor. Porém, é muito importante�salientar que cada ave tem sua particularidade e, apesar de�gostar de carinho, pode se sentir ameaçada.

[Socialização | 5.1 Importância da socialização]

36 of 48

Como fazer “amizade” com a calopsita

Para o tutor tentar a socialização, é preciso conhecer a calopsita, se aproximar lentamente e ter uma convivência com a ave. E isso é feito de forma gradativa, portanto, é essencial respeitar o espaço da ave, ter paciência, dedicação e aceitar seus limites, pois com o tempo ela tende a se aproximar, se tornando uma ave dócil.

[Socialização | 5.2 Como fazer “amizade” com a calopsita]

37 of 48

Convívio com outras aves

Normalmente, as calopsitas precisam de companhia. É sempre muito bom que o tutor tenha, pelo menos, duas aves, de preferência, da mesma espécie. Pois em momentos de ausência, uma calopsita faz companhia à outra.

Uma ave sozinha pode até contar com o enriquecimento ambiental dentro de seu viveiro, no entanto, ter uma companhia da mesma espécie a faz sentir-se parte de um bando, como se estivesse na natureza, podendo interagir e vocalizar.

[Socialização | 5.3 Convívio com outras aves]

38 of 48

[Socialização | 5.3 Convívio com outras aves]

É importante ressaltar que, como nem todas são iguais, existem também casos em que as calopsitas não conseguem socializar com outras aves, mesmo que sejam da mesma espécie. Em casos assim, podem preferir estar sem a companhia de outro membro.

Porém, uma ave que vive em comunhão com outras de sua espécie, compartilhando o mesmo espaço, socializa melhor, brinca mais e tem predisposição a gozar de uma saúde plena, porque vive em bando.

39 of 48

6. Reprodução

6.1 Como saber que a ave está pronta para reprodução

6.2 Disponibilizar um ninho é estimular a reprodução

39

40 of 48

[Reprodução]

A calopsita atinge sua maturidade sexual por volta dos 12�meses. Entretanto, é recomendável que se faça a reprodução a�partir dos 18 meses, quando a ave já está completamente �adulta e com todo o aparelho reprodutivo formado.

41 of 48

[Reprodução]

Os casais podem reproduzir durante o ano inteiro, porém uma vez ao ano é o suficiente, pois o período completo, do início ao fim (acasalamento/ postura/ choca/ nascimento/ alimentação dos filhotes e desmame) é um período longo e exaustivo para os pais.

Normalmente, entre 7 e 10 dias após a primeira cópula, a fêmea começa sua postura em dias alternados, podendo botar, em média, cinco ovos, e o tempo de incubação para cada um deles varia de 18 a 21 dias.

42 of 48

[Reprodução | 6.1 Como saber que a ave está pronta para reprodução]

Como saber que a ave está pronta para reprodução

De forma geral, na preparação para o acasalamento de calopsita, os machos sinalizam mais claramente do que as fêmeas, vocalizando com mais intensidade. Também cortejam a parceira, ficam mais territorialistas, fazem a famosa "asa coração" e ajudam na construção do ninho.

43 of 48

[Reprodução | 6.1 Como saber que a ave está pronta para reprodução]

Já as fêmeas ficam mais irritadas, vocalizam um som característico, insinuando ao macho que estão prontas para o acasalamento.

Elas procuram um lugar que considerem seguro para seus ovos e, caso seja uma ave de viveiro (gaiola), arruma o ninho do seu próprio jeito, tornando-o o mais seguro e confortável possível, podendo inclusive "customizá-lo", destruindo algumas de suas partes, como portal, assoalho e paredes.

44 of 48

[Reprodução | 6.2 Disponibilizar um ninho é estimular a reprodução]

Vale ressaltar que ninho não é adorno e sim um lugar próprio e seguro no qual o casal dará início a um ciclo reprodutivo. Dessa forma, o tutor precisa ter muita responsabilidade ao disponibilizar um ninho para calopsita, já que estimulará o lado reprodutivo das aves.

E antes de tudo, é necessário observar e entender todo o comportamento instintivo que esse objeto provoca no comportamento da ave.

45 of 48

Com uma gama de mais de 20.000 produtos, a Agrosete tem o melhor para cães, gatos, aves, pesca, camping, esporte, lazer e aquarismo.

Já conhece as nossas lojas?

Visite-nos em Sumaré!

Visite-nos em Hortolândia!

46 of 48

Nele você encontrará mais dicas sobre calopsitas e diversos artigos relacionados ao universo pet, além de outros e-books como este que você está lendo.

CONHEÇA O

BLOG DA AGROSETE!

O curioso mundo das calopsitas

47 of 48

Gostou do nosso e-book?

Compartilhe com seus amigos!

PATROCINADORES OFICIAIS:

48 of 48

Colaboração e consultoria:

Sandra Tiemi Yabuuti

Projeto e editoração:

  • Freepik, Unsplash, Pexels e Pixabay.
  • Squeaksandnibbles
  • Shutterstock.
  • Sandra Tiemi Yabuuti
  • Aquaristz.
  • Template por SlidesCarnaval.

Créditos e Imagens:

Sandra é de Palmas (TO), atualmente é tutora de 36 aves

(14 calopsitas e 22 periquitos australianos) e gerencia no Instagram o perfil Kiko e Aurora e turminha e no Facebook a fanpage Periquito Australiano.

www.instagram.com/kiko_e_aurora_e_turminha/

Agradecimento:

O curioso mundo das calopsitas