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Histerectomia

Enfermagem em Clínica Cirúrgica

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DISCENTES: Ana Flávia, Ana Laura, Carolyn,

Ilaura,Ludmila e Fernanda

DOCENTE: Fernanda Ferreira Rodrigues da Cunha

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Fisiopatologia

01.

Diagnóstico

02.

Tratamento pré e

Pós operatório

03.

Complicações

04.

Estudo de Caso e Sistematização

Da Assistência de Enfermagem

05.

Considerações

Finais

06.

Table of contents

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Fisiopatologia

01.

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Anatomia do Útero

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Corpo do Útero

Colo do Útero

Vagina

Ovário

Trompa

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Definição

A histerectomia é uma cirurgia ginecológica comum que consiste na retirada do útero e pode ser classificada em parcial, completa ou radical; que possui como caráter epidemiológico o aumento de cesarianas realizadas, o que predispõe a placentação anormal, idade materna avançada, multiparidade, uso de ocitocina e outros medicamentos que aumentam a probabilidade de hemorragia.

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Clínica

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  • Sangramento uterino anormal;
  • Aumento do volume abdominal;
  • Dor pélvica ou Pressão em baixo ventre;
  • Massa uterina palpável;

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Indicações

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Esse procedimento é indicado em algumas situações como:

(1) Histerectomía obstétrica (2)Cirurgia eletiva

  • Ruptura ou perfuração do útero de difícil reparação; (1)
  • Tumores benignos ou malignos dentro ou fora do útero, do colo do útero ou anexos; (2)
  • Sangramento e hemorragias uterinas incontrolável; (1)
  • Infeccção pélvica totalmente fatal; (2)
  • Doenças concomitante; (2)
  • Fibróide útero; (2)
  • Torção do útero gravidíco em grau avançado; (2)
  • Relaxamento ou prolapso do assoalho pélvico;

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Tipos

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Remoção do útero

Remoção do útero e colo uterino

Remoção do útero,colo uterino, linfonodos e tecidos adjacentes ao útero

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Aberta

Vaginal

Laparoscópica

Robótica

Procedimento

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Diagnóstico

02.

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Exame Físico e de Imagem

Radiografia

Ultrassonografia

Diagnóstico

Identificação de patologias ginecológicas;

Leiomiomas calcificados;

Detecção de massas em pacientes difíceis de examinar no exame físico;

Leiomiomas uterino submucoso, intramural e subseroso e pólipos

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Tratamento

Pré e

Pós-operatório

03.

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Pré-Operatório

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  • Avaliação de risco cardiovascular para mulheres com problemas de saúde, ou para pessoas sem doenças, mas com idade superior a 50 anos.
  • Avaliação nutricional com suplementação protéica, reposição de vitaminas e correção da anemia;
  • Parar de fumar pelo menos por 15 dias antes da cirurgia;
  • Dieta sem resíduos começando 3 dias antes da cirurgia, associada ao uso de luftal.
  • Na véspera da cirurgia consumir pelo menos dois litros de água;
  • Realização do protocolo ERAS (enhanced recovery after surgery), traduzindo significa Otimização da Recuperação Pós-operatória.

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Pré-Operatório

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O protocolo ERAS estipula um conjunto de medidas, que devem ser tomadas pelos profissionais envolvidos com a cirurgia (cirurgião, anestesista, nutricionista e equipe de enfermagem) e que traz diversos benefícios aos pacientes.

Dentre as recomendações do ERAS pode-se destacar a diminuição no tempo de jejum pré-operatório, com a administração de soluções de calóricas antes do procedimento, sondagem pelo menor tempo possível

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Pós-Operatório

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Terapia hormonal

Sangramento Uterino anormal

Terapia Medicamentosa

Permite a preservação do útero e sem exposição aos riscos cirúrgicos

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Pós- Operatório

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  • Deambulação precoce, começando no mesmo dia da cirurgia.

  • Nutrição individualizada para as suas necessidades, baseada na avaliação pré-operatória.

  • Alta hospitalar precoce, geralmente 24 horas após a cirurgia.

  • Habitualmente após histerectomia vaginal, laparoscópica ou por cirurgia robótica, o retorno para as atividades cotidianas acontece em 15 dias.Para a cirurgia aberta, geralmente após 4-6 semanas.

  • Realizar os retornos em datas pré agendadas para avaliação e exame clínico

  • A cúpula vaginal demora em torno de 40 dias para cicatrizar, relações sexuais após 45 dias para evitar abertura dos pontos da vagina.

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Complicações

04.

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Complicações

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As principais complicações das histerectomias são:

  • Retenção urinária;
  • Distensão abdominal
  • Sangramento durante a cirurgia;
  • Sangramento após a cirurgia pela abertura de algum ponto;
  • Infecção pós-operatória;
  • Lesão inadvertida do ureter;
  • Lesão de outros órgãos como o intestino e a bexiga;
  • Trombose venosa profunda.

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Sinais de complicações

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  • Febre persistente acima de 37,8ºC;
  • Vômitos frequentes;
  • Dor no abdômen, que persiste mesmo após o uso das medicações para dor;
  • Abaulamento na pele no local da cirurgia;
  • Vermelhidão, saída de pus ou qualquer secreção com mau cheiro na cicatriz do procedimento.
  • Inchaço em uma ou nas duas pernas;
  • Alterações urinárias;

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Estudo de Caso e Sistematização da Assistência de Enfermagem

05.

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Estudo de Caso

05.

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Estudo de Caso

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F.Z.C, 57 anos, parda em relato a uma das integrantes do grupo do trabalho presente, informa que no dia 04/10/2012 realizou a cirurgia de histerectomia na UFU de Uberlândia - MG, onde retirou o útero, porém preservou os ovários, de acordo com a sua orientação médica, devido a presença de vários miomas, e bastante sangramento.

Relata ter sido tranquilo, que ficou deitada na maca consciente e orientada e que a equipe de atendimento eram bastante comunicativos, e que toda hora algum desses conversava com ela, dando suporte psicologico e emocional.

A mesma também informa que em sua cirurgia não houve corte para a retirada, que o útero foi retirado pela vagina, como vimos anteriormente o procedimento vaginal, e que após teve de fazer cirurgia para reconstruir o períneo, que a histerectomia não teve nenhuma complicação no intra e pós operatório, não houve presença de sangramento, e que logo depois de um período na sala de RPA, foi levada para o quarto.

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Estudo de Caso

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A paciente relata que ganhou alta no dia seguinte, onde teve boa recuperação, devido ao fato de o tipo de histerectomia realizada ser menos invasiva, em palavras da entrevistada diz : “ que parecia que nem tinha operado, que não se arrepende”, a mesma acredita que todo o prognóstico positivo foi devido ela ter seguido a risca as orientação de cuidados domiciliares, como repouso e antibióticos prescritos.

Contou que teve apoio com os cuidados de casa do marido na sua primeira semana, e que na segunda semana ficou sozinha mais que manteve o repouso.

Na data da entrevista a mesma informa que vai fazer 10 anos que realizou a cirurgia de histerectomia e que sua vida segue normal desde então.

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Sistematização da Assistência de Enfermagem

05.

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Período pré-operatório

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  • Avaliar as expectativas do estado menstrual e reprodutivo no pós-cirúrgico, e responder todas suas dúvidas sobre o procedimento e sua recuperação;
  • Revise abordagem cirúrgica e a extensão da incisão. Preparando a paciente para a cirurgia, realizando as orientações sobre o enema na noite anterior da cirurgia;
  • Preparar a paciente para o exame físico;
  • Certifique-se que os exames laboratoriais pré-operatórios foram realizados e revise os resultados;
  • Monitorar sinais vitais e dar apoio psicológico;
  • Verificar roupa cirúrgica (de acordo com a instituição)
  • Antissepsia da pele,tricotomia,jejum e preparo intestinal;
  • Administrar os antibióticos profiláticos conforme prescrição médica;
  • Verique se a paciente assinou o termo de consentimento;
  • Orientar sobre os cuidados pós operatório. Orientando sobre a frequência de solicitação para que a mesma mude de posição, tussa e faça exercícios de respiração profunda(mostre-a como usa o espirômetro de incentivo)

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Período pré-operatório

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  • Orientar sobre a posição no pós operatório em posição supina ou na posição de Fowler para evitar congestão pélvica.
  • Orientar sobre a importância da deambulação assim que possível, para evitar estase venosa;
  • Orientar sobre eventos adversos comuns como cólicas abdominais e quantidades moderadas de secreção sanguinolenta no período pós operatório, e dizer sobre o uso de compressa perineal;
  • Se a histerectomia for abdominal, orientar sobre a retenção urinária, o que exigirá a passagem de sonda vesical de demora ou sonda suprapúbica. Onde pode também ser solicitado pelo médico sonda nasogástrica para evitar distensão abdominal;

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Período intra-operatório

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  • Receber o paciente
  • Verificar punção venosa de maior calibre;
  • Verificar sinais vitais;
  • Realizar cateterismo vesical de demora (conforme pedido médico)
  • Orientar e preparar o paciente para a anestesia;
  • Realizar antissepsia da pele;

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Período pós-operatório imediato

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  • Verificar sinais vitais
  • Transportar a paciente para a sala de RPA;
  • Mantê-la em decúbito dorsal;
  • Mantê-la em observação constante;
  • Atenção a hemorragias;
  • Apoio emocional a paciente;
  • Observar nível de consciência;
  • Aquecer a paciente, de acordo com sua necessidade;
  • Instalar balanço hídrico;
  • Atentar a sinais de choque;

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Período pós-operatório tardio

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  • Controlar e anotar parâmetros vitais de acordo com evolução clínica do paciente e/ou prescrição médica;
  • Controle da hidratação venosa;
  • Prestar higiene;
  • Troca de curativo(conforme prescrição médica)
  • Estimular a paciente a tossir, respirar fundo e mudança de decúbito 2/2 horas;
  • Monitorar padrão respiratório para detecção precoce de anormalidades sugestivas de complicação, ex: pneumonia;
  • Administre e regule os líquidos EV de acordo com prescrição médica, até liberação de ingesta oral;
  • Realizar balanço hídrico;

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Período pós-operatório tardio

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  • Ausculta de ruídos peristalticos em intervalos regulares (deixe o cliente em dieta zero até que a peristalse tenha retornado, e o médico prescreva a ingesta oral)
  • Administre analgésicos para alívio da dor abdominal (histerectomia abdominal) e cólicas (histerectomia vaginal e laparoscópica), conforme prescrição médica;
  • Mantenha a paciente em posição supina ou em Fowler, e reforçar mudança de decúbito a cada 2 horas;
  • Inicie a deambulação conforme prescrição médica;
  • Estimular a cliente a prática de atividades para evitar a estase venosa;
  • Avalie a secreção vaginal e troque frequentemente os absorvente perineais. Se atentar e avisar o médico caso cliente manifeste necessidade de mais de um absorvente em um período menor que 4 horas;

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Período pós-operatório tardio

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  • Em histerectomia abdominal ou laparoscópica, avaliar a incisão cirúrgica em busca de secreção e sangramento;
  • Em histerectomia vaginal e laparoscópica, implementar cuidados perineais;
  • Em histerectomia vaginal, orientar e tranquilizar a cliente sobre as suturas vaginais normalmente são absorvidas;
  • Orientar sobre mudanças fisiológicas e corporais após a cirurgia

Sensação de calor intenso com retirada dos ovários (orientar medicação)

Orientar sobre diminuição do desejo sexual quando retira os dois ovários; (psicologia)

Orientar sobre mulheres histerectomizadas tem predisposição a doenças vasculares (especialista - acompanhamento)

Orientar que quando se retira o útero não terá mais menstruação, mas que o prazer sexual continuará normalmente

  • Orientações de cuidados domiciliares;

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Cuidados domicilares

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  • Em histerectomia vaginal orientar a comunicar imediamente o médico em caso de sangramento volumoso e cólicas;
  • Em histerectomia abdominal, orientar não levantar muito peso, não andar rapidamente nem dançar, para evitar congestão pélvica;
  • Orientar pequenas caminhadas e orientar evitar ficar sentada por longos períodos;
  • Orientar que banhos em banheira e ducha íntima e atividade sexual devem ser evitadas até a liberação médica;
  • Aconselhar a paciente a ingerir dieta rica em proteína e fibras para evitar constipação intestinal, que pode aumentar a pressão intra-abdominal;
  • Orientar aumento da ingestão de líquidos;
  • Ajude a cliente a expressar sentimentos quanto a sua imagem e sexualidade;
  • Orientar a cliente e os familiares quanto a alterações de humor, devido a alterações hormonais abruptas.
  • Em histerectomia radical, orientar paciente conversar com médico sobre suplementação com cálcio e hormônio exógeno;

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Considerações

Finais

06.

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Considerações Finais

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Podemos refletir na nossa forma de cuidar na oferta de uma melhor qualidade de vida, onde busquemos valorizar a escuta, de forma humanizada, desde a busca da mulher pelo serviço de saúde ao seu pós operatório em mulheres histerectomizadas, pois estas trazem consigo diversos problemas ao viver sem o útero, que refletem diretamente em conflitos pessoais e conjugais.

Com isso dar ênfase a valorização da consulta de enfermagem com qualidade, como um dos instrumentos primordiais para a promoção de qualidade de vida, através do esclarecimento sobre o processo biológico e fisiológico normal e possíveis alterações após a cirurgia.

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Autor Desconhecido

“Profissional de Enfermagem

O branco de sua roupa transmite a paz

O calor do seu coração aquece a alma

A sua dedicação levanta o ânimo

O seu sorriso alegra o coração

O seu carinho faz muita diferença

O seu toque transmite energia

Por isso, você é uma dádiva de Deus

Na vida daqueles que precisam de sua dedicação.”

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Referências

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Obrigada

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