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�APELO E DECISÃO�

  1. ATOS 16:31

  • “... Nenhum sermão deve ser feito sem que nele se contenha uma porção especialmente destinada a esclarecer o caminho pelo qual os pecadores podem atingir a Cristo para salvarem-se.” (Evang. P. 188)

Pr. Izéas Cardoso

INTRODUÇÃO

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3. “Alguns talvez estejam escutando o último sermão que lhes será dado ouvir, e, perdida a oportunidade áurea, está perdida para sempre”.(Evang. Pág. 193).

I – PROPÓSITO DA PREGAÇÃO:

1. O propósito de nossa pregação é conduzir as pessoas a decidirem-se por Cristo.

a) O pregador persuade aos homens para Jesus.

b) Em cada auditório há pessoas no vale da decisão e o pregador deve sentir responsabilidade que terá conseqüências eternas.

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2. Em cada sermão, um chamado deveria ser feito em favor da entrega pessoal.

a) As pessoas precisam decidir-se enquanto sentem convicção.

b) Uma pessoa convicta pode ser que não tenha uma outra oportunidade tão favorável.

3. Os chamados ao altar são uma das maneiras divinamente indicadas para conduzir almas a decisão.

a) O chamado ao altar será apoiado pela mensagem silenciosa do trabalho do Espírito Santo.

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b) Requer tempo para algumas pessoas fazerem a sua decisão. Por isso o chamado não deverá ser encerrado prematuramente.

c) A linguagem do chamado deve ser específica e clara.

1) O chamado básico será para seguir a Cristo completamente, em entrega total.

2) Deve-se deixar bem claro que isto inclui unir-se com o povo de Deus, que guarda os mandamentos do Senhor e tem a fé em Jesus.

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II – OS APELOS:

1. Todo pregador que deseja alcançar êxito em ganhar almas não o alcançará a menos que cada vez que pregue, ao finalizar o assunto, faça um fervoroso apelo.

2. O Temor de Fazer Apelos:

a) É algo que sucede comumente a quase todos os pregadores. Mas não deve ser assim. Não há o que temer ao fazê-los.

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b) É aconselhado: “Devem fazer-se fervorosos apelos, e elevar-se ardentes orações. Nossas orações tímidas e sem vida devem ser trocadas por ocasiões de intenso fervor”. (O.E. 522)

3. Porque se teme fazer apelos:

a)Porque se pensa que ninguém poderá aceitar o convite.

b) E muitas vezes se pensa assim por que estamos trabalhando para nós mesmos e não para Deus.

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c) Mas não há razão de pensar assim, pois o apelo vem de Deus e não de nós mesmos. Por isso não devemos nos envergonhar se ninguém responder ao nosso apelo, a não ser que desejemos fazer a parte que compete a Deus: Converter os corações.

4. Como Vencer o temor de fazer apelos:

a) O grande evangelista adventista, Pastor E.E. Cleveland, costumava dizer em suas classes de evangelismo:

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Para vencer o temor de fazer apelos, você deve:

1o. Fazer apelos

2o. Fazer apelos

3o. Fazer apelos

Só assim cometendo erros e erros, até se sair bem, você pode perder o medo de fazer apelos.”

b) Assim pois, na dependência absoluta de Deus permitindo sua ação nos corações e a prática reiterada, são os dois meios mais aconselháveis para vencer o temor de fazer apelos.

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5. Os 3 princípios aplicáveis aos apelos:

a) O pregador deve assegurar ao ouvinte que:

1) Deus quer salvá-lo

2) Tem poder para salvá-lo

3) Está pronto para salvá-lo.

6. 04 áreas de apelo:

a) O chamado à oração

b) O chamado a aceitar a Cristo

1) Como Criador

2) Como Salvador Pessoal

3) Como Rei de um reino vindouro

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c) O chamado a aceitar a mensagem do Advento:

1) A Volta pessoal e visível de Cristo

2) A esperança da ressurreição

3) A Terra renovada como o lar dos salvos

4) A Lei de Deus e o Sábado

d) O chamado a aceitar as responsabilidades do companheirismo cristão:

1) Mordomia – dízimo

2) Santificação – reforma de saúde, vestuário, etc.

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3) Dons Espirituais – Espírito de Profecia.

4) Batismo

5) Serviço Cristão

7. Passos Para um Apelo Eficaz:

a) Planejar o apelo:

1) Os hinos, as orações e o sermão deveriam ser todos estudados com isto em mente.

2) Não temos o direito de esperar uma colheita onde não houve semeadura.

3) A semeadura pode ter sido através da pregação do sermão que precedeu ao apelo ou durante um período de tempo, durante várias reuniões. Em qualquer

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um dos casos houve semeadura.

3. A semeadura pode ter sido feita através da pregação do sermão que precedeu ao apelo ou durante um período de tempo, durante várias reuniões. Em qualquer um dos casos houve semeadura.

b) Variar os apelos:

1) O tipo de apelo que comove a um certo tipo de pessoa, poderá falhar redondamente em comover outra. Por isso precisamos variar.

2) Podemos fazer um chamado geral à congregação para que se ponha em pé; em outra ocasião um chamado para levantar a mão.Em outra convidamos a

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que inclinem a cabeça para uma oração silenciosa.

3) Nos cultos evangelísticos, em série de evangelismo, em semana de oração, o clímax é o chamado ao altar.

4) O apelo pode constar de três partes:

a) Para aqueles que nunca foram batizados por imersão.

b) Para aqueles que são cristãos mas que não se uniram com os que guardam os mandamentos de Deus.

(c) Para aqueles que uma vez foram membros da igreja, mas que por algum tempo se afastaram.

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c) Fazer o apelo como urgente

1)Mostre que pode ser a última oportunidade do ouvinte.

d) Fazer apelos freqüentes:

1) Ao final de cada reunião devem ser pedidas decisões.

2) Em cada reunião terá sempre alguém de coração aberto para a entrada do Redentor.

e) Os apelos devem vir de corações limpos e humildes.

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1) “Somente aqueles que experimentaram a brasa do fogo celestial, estão preparados para conduzir outros a um companheirismo com Deus”. (P. Evang. 175)

CONCLUSÃO:

1. Portanto devemos ter em mente que o propósito da pregação é a decisão; e que apelos devem ser feitos após cada sermão.

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2) Apelos diretos, claros e variados despertarão e ajudarão pecadores a uma decisão por Cristo.

2.1. Apelo: Pessoal – Direto – Positivo

3) Apelemos no final de nossos sermões; apelemos como porta-vozes do Redentor e o Espírito Santo fará Sua obra em converter corações.