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SUMÁRIO

Lição 1: Duas importantes mulheres na história de um povo

Lição 2: O livro de Rute

Lição 3: Rute e Noemi: Entrelaçadas pelo Amor

Lição 4: O encontro de Rute com Boaz

Lição 5: O casamento de Rute e Boaz: A remição da família

Lição 6: O livro de Ester

Lição 7: A deposição da rainha Vasti e a ascensão de Ester

Lição 8: A resistência de Mardoqueu

Lição 9: A conspiração de Hamã contra os judeus

Lição 10: O plano de livramento e o papel de Ester

Lição 11: A humilhação de Hamã e a honra de Mardoqueu

Lição 12: O banquete de Ester: denúncia e livramento

Lição 13: Ester, a portadora das Boas-Novas

Comentarista: Silas Queiroz

3° TRIMESTRE DE 2024

O Deus que governa o Mundo e cuida da Família — Os ensinamentos divinos nos livros de Rute e Ester para a nossa geração

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Se você encontrasse uma pessoa estrangeira, possivelmente refugiada, buscando trabalho em sua empresa ou propriedade, como você reagiria?

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LIÇÃO 4

28 DE Julho de 2024

O ENCONTRO DE RUTE COM BOAZ

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O ENCONTRO DE RUTE COM BOAZ

LIÇÃO 4

28 DE Julho de 2024

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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Rute 2.1-4; 11, 12, 14

1 E tinha Noemi um parente de seu marido, homem valente e poderoso, da família de Elimeleque; e era o seu nome Boaz.

2 E Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo, e apanharei espigas atrás daquele em cujos olhos eu achar graça. E ela disse: Vai, minha filha.

3 Foi, pois, e chegou, e apanhava espigas no campo após os segadores; e caiu-lhe em sorte uma parte do campo de Boaz, que era da família de Elimeleque.

4 E eis que Boaz veio de Belém, e disse aos segadores: O Senhor seja convosco. E disseram-lhe eles: O Senhor te abençoe.

11 E respondeu Boaz, e disse-lhe: Bem se me contou quanto fizeste à tua sogra, depois da morte de teu marido; e deixaste a teu pai e a tua mãe, e a terra onde nasceste, e vieste para um povo que antes não conheceste.

12 O Senhor retribua o teu feito; e te seja concedido pleno galardão da parte do Senhor Deus de Israel, sob cujas asas te vieste abrigar.

14 E, sendo já hora de comer, disse-lhe Boaz: Achega-te aqui, e come do pão, e molha o teu bocado no vinagre. E ela se assentou ao lado dos segadores, e ele lhe deu do trigo tostado, e comeu, e se fartou, e ainda lhe sobejou.

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Na lição anterior, o assunto central foi a amizade entre Noemi e Rute; sogra e nora.

Nesta, um novo personagem entra em cena: Boaz, o parente remidor.

Veremos como o Deus da providência recompensa os que se doam a bons relacionamentos.

INTRODUÇÃO

PALAVRA CHAVE: ENCONTRO

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Significado do Nome: Boaz significa “em força” ou “nele está a força” em hebraico.

Boaz era um homem rico e respeitado, proprietário de terras em Belém, pertencente à tribo de Judá.

Boaz é descrito como um homem justo, generoso e bondoso. Ele garantiu que Rute e sua sogra Noemi fossem bem tratadas e protegidas.

Ele seguiu a lei do levirato, casando-se com Rute para preservar o nome e a herança da família de seu falecido parente Elimeleque.

Papel na Genealogia: Boaz é mencionado na genealogia de Jesus Cristo, sendo um ancestral direto do Salvador.

Curiosidades Adicionais: Boaz era filho de Salmom e Raabe, a mulher que escondeu os espiões israelitas em Jericó. Ele é um exemplo de como a bondade e a justiça podem impactar positivamente a vida das pessoas ao seu redor e deixar um legado duradouro.

O Terceiro Protagonista do Livro

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O capítulo 2 de Rute nos apresenta Boaz, um “homem valente e poderoso, da geração de Elimeleque” (Rt 2.1).

Os termos “valente” e “poderoso” referem-se ao caráter íntegro e à influência de Boaz, além de seu poder econômico. Um grande produtor rural, Boaz tinha plantações de cevada e trigo, e muitos trabalhadores a seu serviço (Rt 2.5,6,23). Reunia qualificações e condições para cumprir o papel de remidor.

1. Um homem próspero.

I – BOAZ, O REMIDOR

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A expressão “da geração de Elimeleque” não nos permite saber o grau de parentesco entre Boaz e o marido de Noemi. Segundo uma tradição rabínica, era sobrinho. Como parente próximo, poderia ser o “goel”, ou seja, o resgatador da terra que o falecido havia vendido (Rt 4.3), como também poderia cumprir o costume antigo do casamento (Gn 38.6-11). Eram duas prescrições distintas contidas na Lei de Moisés. A do resgatador previa que quando um israelita ficasse pobre e precisasse vender suas terras, seu parente mais próximo tinha o dever de comprá-las de volta e restituir-lhe. E se o hebreu fosse comprado como escravo por um estrangeiro, um parente tinha o dever de resgatá-lo (Lv 25.25-28; 47-59).

Já a lei do levirato previa que o irmão do cunhado (“levir”) se casasse com a viúva e suscitasse descendência ao falecido (Dt 25.5-10; Mt 22.24-48). Tudo indica que essa prática foi ampliada, seguindo uma ordem de parentesco mais abrangente, semelhante à do resgatador (Lv 25.48,49). No caso de Boaz, havia um remidor “mais chegado” que ele (Rt 3.12).

2. “Goel” e “Levir”.

I – BOAZ, O REMIDOR

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COMPARAÇÃO DE REMISSÃO DE BOAZ COM JESUS

I – BOAZ, O REMIDOR

BOAZ

JESUS

Resgatou a propriedade de Elimeleque (Rt 4:9-10)

Resgatou a humanidade da escravidão do pecado -Gl 3.13

Casou-se com Rute, preservando e garantindo a linhagem de seu falecido marido (Rute 4:10)

Tornou-se nosso "irmão" através da encarnação para nos redimir (Hb 2:11-15) Garantindo que fizéssemos parte da linhagem de Abraão, nos tornando filhos de Deus.

Proveu sustento e proteção para Rute e Noemi (Rt 2:14-16)

Provê sustento espiritual e proteção eterna para os que nele creem (João 6:35; 10:28)

Agiu voluntariamente por amor e compaixão a Rute.

Agiu voluntariamente por amor e compaixão a sua igreja

Boaz redimiu uma família

Jesus redime toda a humanidade

Boaz pagou um preço material

Jesus pagou com sua própria vida

A redenção de Boaz teve efeitos temporais

A redenção de Jesus tem efeitos eternos

Cumpriu a lei para resgatar Rute

Cumpriu perfeitamente toda a Lei para resgatar a humanidade.

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A saudação de Boaz a seus empregados demonstra que ele temia a Deus. A invocação a Jeová (“O Senhor seja convosco”), dirigida a todos os segadores, indica, também, seu respeito aos que com ele trabalhavam. Os empregados lhe retribuem com uma saudação também amistosa e piedosa: “O Senhor te abençoe” (Rt 2.4). Patrões e empregados devem se tratar com mútua consideração, reconhecendo a posição e o papel próprios de cada um na relação de trabalho (Ef 6.5-9; Cl 3.22 – 4.1).

3. Temor e respeito.

I – BOAZ, O REMIDOR

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SINOPSE I

Boaz era um homem próspero e respeitado por todos que o cercavam.

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Logo que chegou ao campo, Boaz notou a presença de uma moça diferente entre os que respigavam (Rt 2.5).

Informado de que era Rute, dirigiu-se a ela de forma carinhosa. Chamando-a de filha, deu liberdade para continuar catando espigas em sua plantação e lhe assegurou de que seria tratada com o devido respeito: “não dei ordem aos moços, que te não toquem?” (Rt 2.9).

Boaz se preocupou com a segurança de Rute. Assédio moral e sexual são atitudes pecaminosas e perturbadoras no ambiente laboral e em qualquer área da vida. Boaz era um cavalheiro, muito educado com todos.

Um viver santo não exige que sejamos rudes e descorteses (2 Rs 4.8,9). Jesus, o mais puro dos homens, convivia com todos (Mc 2.15-17; Jo 4.3-27).

1. A pureza não exclui a ternura.

II – O CARINHO DE BOAZ PARA COM RUTE

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A atitude de Boaz surpreendeu Rute. Como estrangeira e pobre, certamente ela tinha receio de como seria tratada. Agia com educação e muita discrição (Rt 2.7). Impressionada com o gesto de Boaz, inclinou-se ao chão e, de forma humilde, reconheceu ser indigna do tratamento que recebeu (Rt 2.10).

Havia uma motivação especial na conduta de Boaz: ele já conhecia a bela história de Rute (Rt 2.11).

Um bom testemunho nos abre muitas portas.

2. Deus estava agindo.

II – O CARINHO DE BOAZ PARA COM RUTE

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Boaz conciliava firmeza moral e sensibilidade; ternura e espiritualidade. O versículo-chave do livro é uma declaração feita por ele a Rute (Rt 2.12). Boaz tinha uma profunda compreensão espiritual. Ele reconhecia que o Deus dos hebreus não estava limitado a fronteiras territoriais ou barreiras étnicas. E como servo de Yahweh, estava sendo usado para abençoar uma piedosa moabita. Suas palavras tocaram profundamente o coração de Rute e lhe deram grande conforto (Rt 2.13).

3. Sensível e espiritual.

II – O CARINHO DE BOAZ PARA COM RUTE

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SINOPSE II

Boaz tratou Rute com ternura, respeito e sensibilidade espiritual.

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Uma cosmovisão secular produz a ilusão de que vivemos em um mundo “dos homens”, apartados de Deus e não afetados por Ele. Isso é fruto de uma incredulidade crescente (Lc 18.1-8; 1 Tm 4.1).

Essa visão dualista em nada condiz com as Escrituras e com a realidade dos que confiam no Senhor da providência. Rute decidiu servir ao Deus de Israel, em vez de Quemós, o deus dos moabitas, cuja adoração incluía o sacrifício de crianças (Nm 21.29; 1 Rs 11.7; 2 Rs 3.26,27). Agora, ela começava a experimentar a mão invisível de Jeová-Jireh agindo graciosamente em seu favor.

A lei da semeadura funciona integralmente (2 Co 9.6; Gl 6.7).

1. A lei da semeadura.

III – A COLHEITA DE RUTE E A SUA SOBREVIVÊNCIA

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O primeiro sinal da ação de Deus foi a escolha aparentemente aleatória que Rute fez, indo apanhar espigas no campo de Boaz (Rt 2.3).

Para ela, era apenas uma casualidade, quando, na verdade, era um inequívoco ato da providência divina. Deus tem o controle de tudo e age em favor dos que o amam (Rm 8.28). Quando Rute retornou para casa e contou onde havia trabalhado, Noemi não escondeu sua exultação (Rt 2.20). Uma esperança brotou no coração da pobre viúva (Jó 14.7-9).

“Para ela, era apenas uma casualidade, quando, na verdade, era um inequívoco ato da providência divina.

Deus tem o controle de tudo e age em favor dos que o amam.”6.7).

2. Os "acasos" de Deus:

III – A COLHEITA DE RUTE E A SUA SOBREVIVÊNCIA

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Alguns frutos de nossas ações são colhidos de imediato. Outros levam tempo para aparecer. Pela forma graciosa como era tratada, Rute colhia cereais em abundância diariamente nos campos de Boaz (Rt 2.17,21).

A colheita garantia sua sobrevivência e de sua sogra.

O trabalho árduo durou toda a estação: entre março e abril colheu cevada; e de abril a junho, trigo. Concluído o trabalho, ficou com a sogra (Rt 2.23).

Uma “colheita” ainda maior seria feita por ela em tempo oportuno (Ec 3.1).

Nosso Deus trabalha por aqueles que nEle esperam (Is 64.4).

3. O resultado da colheita.

III – A COLHEITA DE RUTE E A SUA SOBREVIVÊNCIA

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SINOPSE III

A história de Rute com Boaz revela a validação da lei da semeadura e o bom plano de Deus em sua vida e no mundo.

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A atitude de fé de Rute estava sendo recompensada. Sua prontidão em cuidar da sogra levou-a a encontrar conforto e proteção naquele que seria o resgatador de toda a família e que a incluiria na genealogia do Redentor da humanidade. O Deus de Rute é o nosso Deus. Ele continua agindo por aqueles que decidem se abrigar debaixo de suas asas. Confiar nEle e viver fazendo o que lhe agrada é o meio infalível de alcançar sua misericórdia e favor.

CONCLUSÃO

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REVISANDO O CONTEÚDO

1. Quem era Boaz?

2. Qual o significado de “goel” e “levir”?

3. Qual o versículo-chave do livro de Rute?

Um “homem valente e poderoso, da geração de Elimeleque” (Rt 2.1). Um grande produtor rural, Boaz tinha plantações de cevada e trigo, e muitos trabalhadores a seu serviço (Rt 2.5,6,23).

“Goel”, ou seja, o resgatador da terra que o falecido havia vendido (Rt 4.3). “Levir”, o irmão do cunhado.

versículo-chave do livro é uma declaração feita por ele a Rute: “O Senhor galardoe o teu feito, e seja cumprido o teu galardão do Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas te vieste abrigar” (2.11).

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REVISANDO O CONTEÚDO

4. O que motivou Boaz a tratar Rute com tanta generosidade?

5. Qual a reação de Noemi quando Rute lhe informou sobre Boaz?

Boaz tinha uma profunda compreensão espiritual. Ele reconhecia que o Deus dos hebreus não estava limitado a fronteiras territoriais ou barreiras étnicas.

Quando Rute retornou para casa e contou onde havia trabalhado, Noemi não escondeu sua exultação: “Bendito seja do Senhor, que ainda não tem deixado a sua beneficência nem para com os vivos nem para com os mortos [...]: Este homem é nosso parente chegado e um dentre os nossos remidores” (Rt 2.20).

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LIÇÃO 5: O CASAMENTO DE RUTE E BOAZ: A REMIÇÃO DA FAMÍLIA

Próxima Aula:

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