Práticas de recuperação para
saúde mental e bem-estar
Slides do curso
Treinamento especializado QualityRights da OMS
QualityRights
© CeDiHuS 2025
Esta publicação é uma tradução, de acordo com a licença Creative Commons CC BY-NC-SA 3.0 IGO, do texto original da OMS escrito em inglês.
Esta tradução não foi realizada pela OMS e, portanto, a organização não se responsabiliza pelo conteúdo ou pela precisão da tradução. A edição original em inglês, “Recovery practices for mental health and well being. WHO QualityRights Specialized training. Course slides. Geneva: World Health Organization; 2019", é o texto autêntico e vinculante.
Projeto Financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Tradução, Adaptação Cultural e Edição:
Emanuele Seicenti de Brito
Ana Beatriz Zanardo Mion
Carla Aparecida Arena Ventura (Coordenadora do Projeto)
Revisão e Diagramação:
Márcia Palhares @cervus.doc Consultoria e Assessoria
Primeira Edição:
Agosto de 2025
O guia do curso está disponível aqui. https://www.who.int/publications-detail/who-qualityrights-guidance-and-training-tools
QualityRights da OMS: metas e objetivos
OBJETIVO: Melhorar o acesso a serviços sociais e de saúde mental de boa qualidade e promover os direitos humanos das pessoas com problemas de saúde mental, deficiências psicossociais, intelectuais ou cognitivas
3
3
Algumas palavras sobre a terminologia nesta formação – 1
4
4
Algumas palavras sobre a terminologia nesta formação – 2
5
5
O que pretendemos alcançar durante este módulo
Ao final deste treinamento, os participantes irão:
6
Temas abordados neste módulo
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Tema 1: O que é recuperação?�
8
Exercício 1.1: O que significa recuperação para você?
Com base na sua experiência pessoal ou profissional, o que significa recuperação para pessoas com deficiências psicossociais ou para pessoas que utilizam serviços?
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Apresentação: O que é recuperação? – 1
Abordagem de recuperação
Compreensão tradicional/clínica
Apresentação: O que é recuperação? – 2
O que significa recuperação?
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Apresentação: O que é recuperação? – 3
“O que importa na recuperação não é se estamos usando ou não serviços, usando ou não medicamentos. O que importa em termos de orientação para a recuperação é: estamos vivendo a vida que queremos viver? Estamos alcançando nossos objetivos pessoais? Temos amigos? Temos conexões com a comunidade? Estamos contribuindo ou retribuindo de alguma forma?”
- Pat Deegan, As 10 capacidades essenciais compartilhadas para a prática da saúde mental: materiais de aprendizagem
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Apresentação: O que é recuperação? – 4
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Apresentação: O que é recuperação? – 5
O que NÃO é recuperação
Para compreender melhor o que significa recuperação, é importante olhar para o outro lado – ou seja, o que não é recuperação.
Recuperação não é:
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Apresentação: O que é recuperação? – 6
15
Apresentação: O que é recuperação? – 7
2. A recuperação NÃO é algo que os profissionais, familiares ou parceiros de cuidados “façam” às pessoas.
3. A recuperação NÃO é algo que tem sido amplamente praticado, apesar do uso comum do termo.
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Apresentação: O que é recuperação? – 8
4. A abordagem de recuperação NÃO é uma razão para o fechamento de serviços.
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Apresentação: O que é recuperação? – 9
5. A abordagem de recuperação NÃO consiste em “culpar’’ o indivíduo pela sua situação.
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 1
19
Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 2
1. Conectividade: a recuperação reconecta as pessoas
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 3
2. Esperança: A recuperação é uma esperança e um otimismo para o futuro
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 4
3. Identidade: Recuperação significa explorar sua identidade
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 5
4. Significado na vida: a recuperação ajuda as pessoas a (re)construir e encontrar sentido em suas vidas
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 6
5. Empoderamento: A recuperação é uma mensagem positiva que empodera as pessoas e lhes dá controle
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 7
6. Correr riscos: A recuperação envolve correr riscos
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Apresentação: Componentes-chave da recuperação – 8
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Exercício 1.2: Apoio à recuperação – 1
Miguel
Miguel visita seu médico de família para discutir sobre os sentimentos sufocantes de estar preocupado
e temeroso o tempo todo. Ele vivencia esses sentimentos há três anos, e está cada vez mais difícil conviver com isso. Ele diz ao seu médico que realmente gosta do trabalho que faz, mas o medo e a ansiedade que ele sente são especialmente intensos quando ele está sob muita pressão. Após uma longa conversa, o médico de Miguel demonstra muita empatia e lhe diz que este provavelmente será um problema com o qual terá que conviver pelo resto da vida. Ele sugere que Miguel considere importantes mudanças de vida, incluindo deixar seu trabalho atual para encontrar algo “mais adequado”, com menos estresse e responsabilidade. Miguel sai da consulta se sentindo pra baixo e sem esperança.
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Exercício 1.2: Apoio à recuperação – 2
De que forma o médico de família de Miguel ajudou ou atrapalhou a recuperação dele?
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Exercício 1.2: Apoio à recuperação – 3
Como você se sentiria se você fosse o Miguel?
29
Exercício 1.2: Apoio à recuperação – 4
O que você poderia ter feito de diferente para que Miguel não se sentisse tão desesperado?
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Exercício 1.3: O que facilita ou dificulta a recuperação? – 1
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Exercício 1.3: O que facilita ou dificulta a recuperação? – 2
Existem temas e questões comuns?
Você acha que as coisas úteis que você identificou também são relevantes para você ou para as pes soas com quem você trabalha ou apoia
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Apresentação: Facilitadores e obstáculos de recuperação – 1
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Apresentação: Facilitadores e obstáculos de recuperação – 2
Facilitadores da recuperação
Recuperação da identidade | Relacionamentos |
|
|
Envolvimento e busca de significado e propósito | Serviços e apoios |
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Apresentação: Facilitadores e obstáculos de recuperação – 3
Obstáculos à recuperação
Obstáculos que dificultam a recuperação |
|
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Apresentação: Facilitadores e obstáculos de recuperação – 4
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Tema 2: Serviços e práticas orientados à recuperação�
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Apresentação: Características-chave definidoras – 1
Autodeterminação
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Apresentação: Características-chave definidoras – 2
Promoção dos direitos humanos
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Apresentação: Características-chave definidoras – 3
Abordagem de traumas
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Apresentação: Características-chave definidoras – 4
Superando desequilíbrios de poder
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Apresentação: Características-chave definidoras – 5
Como são os serviços orientados para a recuperação na prática?
NO ENTANTO:
42
Apresentação: Características-chave definidoras – 6
Como são os serviços orientados para a recuperação na prática?
43
Apresentação: Características-chave definidoras – 7
44
Apresentação: Características-chave definidoras – 8
45
Apresentação: Características-chave definidoras – 9
Os serviços orientados para a recuperação começam com a pergunta:
“Em que podemos trabalhar juntos para tornar sua vida melhor?”
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Apresentação: Características-chave definidoras – 10
47
Apresentação: Características-chave definidoras – 11
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Apresentação: Características-chave definidoras – 12
O que é crucial em tudo isso é que as pessoas em uma função de apoio:
49
Apresentação: Características-chave definidoras – 13
A tabela a seguir resume as principais diferenças entre os serviços tradicionais e os serviços baseados em recuperação:
| Serviços tradicionais | Serviços baseados em recuperação | |
Continuum ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- | |||
Crenças | Visões sobre ques tões e doenças de saúde mental | Patologia Nenhum significado em ques tões ou doenças de saúde mental | Crises do ser Experiência humana plena |
Filosofia | Manutenção Paternalismo | Recuperação Autodeterminação | |
Linguagem | O foco está na linguagem, isto é:
| Mais foco na linguagem, isto é:
| |
Pessoas | Usuários do serviço | Recebedores passivos | Agentes ativos e participantes |
Famílias | Sem apoio e em luto | Aceitação e inclusão | |
Força de trabalho |
|
| |
Comunidades | Temerosa e discriminatórias | Aceitante e inclusivo | |
Serviços | Principais tipos de serviços | Medicamentos e hospitais | Uma série de terapias, apoio entre pares, educação de recu peração, moradia, educação e emprego, apoio e defesa |
Cultura de serviço | Autoritária Segregação da sociedade | Participativa Inclusão na sociedade | |
Ambientes de serviço | Hospitais e clínicas | Serviços comunitários, domiciliares e on-line | |
Resultados | Redes sociais | Comunidade de serviços | Comunidade natural |
Habitação | Hospitais, lares coletivos e outros serviços residenciais | Casa própria | |
Trabalho | Serviços pré-profissionais Oficinas protegidas Desemprego | Trabalho real por dinheiro real Uma contribuição valiosa para a sociedade | |
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Exercício 2.1: Abordagem orientada para a recuperação – 1
Tig Davies. Doenças mentais para a recuperação – Temos nossos próprios planos de viagem!
“Eu estava na casa dos trinta anos e na universidade, tendo de alguma forma passado pelo que foram provavelmente três anos de consumo de altas doses de drogas quando o próprio Grim Reaper (a morte) apareceu para acabar com a minha vida! Em um momento, estava no prédio da associação dos estudantes, no outro, na Sala 1, ala H, unidade psiquiátrica aguda! Eu tinha passado por uma internação anterior e muito mal sucedida de três meses em uma unidade psiquiátrica no final dos meus vinte anos, mas quero lhes contar esta experiência por causa do seu eventual impacto positivo sobre minha recuperação.
“É desnecessário dizer que os primeiros oito meses desta internação não tiveram nenhum impacto positivo! Três meses em casa terminaram comigo no hospital ouvindo que meu fígado nunca mais suportaria outra overdose, um psiquiatra me dizendo que eu nunca mais trabalharia, me oferecendo uma vida em uma comunidade terapêutica e me dizendo para continuar tomando a medicação – oh, e que por favor ficasse no hospital!
“É desnecessário dizer que os primeiros oito meses desta internação não tiveram nenhum impacto positivo! Três meses em casa terminaram comigo no hospital ouvindo que meu fígado nunca mais suportaria outra overdose, um psiquiatra me dizendo que eu nunca mais trabalharia, me oferecendo uma vida em uma comunidade terapêutica e me dizendo para continuar tomando a medicação – oh, e que por favor ficasse no hospital!
“Eu estava fortemente medicada, horrivelmente abaixo do peso, incapaz de pensar, desejar, motivar ou interagir socialmente. Minha mente estava cheia de pavor, medo, vozes exigindo que eu me machucasse, dizendo eu estava totalmente morta, a não ser por esse corpo repugnante, e que este estado permaneceria até a morte.
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Exercício 2.1: Abordagem orientada para a recuperação – 1
Tig Davies. Doenças mentais para a recuperação – Temos nossos próprios planos de viagem!
“Na parte de cima do hospital havia um pequeno café para pacientes/visitantes dirigido pela Dee. Ela é provavelmente uma das trabalhadoras de apoio à saúde mental mais genuínas, empáticas e divertidas que já conheci. Eles a chamavam de ‘assistente do café’. Ela transformou o ‘atendimento às pessoas’ naquele café com novos parâmetros. Dee não apenas servia café, ela servia pessoas. Ela falou, compartilhou, perguntou, ouviu, chorou, riu, disse a verdade como ela a viu, abraçou quando apropriado e manteve distância no momento adequado. Ela se juntou às pessoas para se comunicar, ela não se deixou enganar pelas pessoas, procurou e encontrou a compreensão da diferença – oh, e ela preparava um excelente café! E tudo isso apesar de seu medo de estar em apuros por falar no trabalho! O café e o tempo com Dee se tornaram um lugar de refúgio, luz e esperança para mim.
“Eu estava no café uma manhã quando o novo ‘assistente de direitos sociais’ chegou – Dave. Acontece que
já nos conhecíamos de anos atrás. Conversamos. Ele tinha me conhecido durante um período ‘eufórico’ da minha vida e, mesmo assim, estar diante de um cadáver ambulante, ao mesmo tempo em que o perturbava muito, despertou nele a abordagem mais “centrada na pessoa” que você pode imaginar.
“Ele, Dee e eu nos sentamos e tomamos café. Então ele simplesmente me olhou e fez a pergunta mais simples
e ao mesmo tempo mais profunda que já tinham feito para mim: ‘O que VOCÊ acha que te ajudaria a ficar bem novamente?’. Fiquei impressionada – ninguém havia me perguntado antes e sempre fui levada a acreditar que os comprimidos, os enfermeiros e os psiquiatras tinham os planos e as respostas. Afinal, eles haviam escrito pra mim um plano de cuidado!
“Eu me aferrei à questão em meu estado desesperado e, sentindo que não tinha nada a perder, contei a Dave e Dee sobre um sonho que eu já tinha antes. Eu queria estar bem, queria ter de volta um relacionamento com minha família e amigos, queria ir para casa, para o meu apartamento, e queria trabalhar. No final desta conversa eu comi e, igualmente importante, ‘desfrutei’ as torradas com geleias e um copo cheio de milkshake de chocolate. Até aquele momento, eu vinha comendo apenas um biscoito e meio copo de leite por dia há mais de três meses! Eu também sorri. E isso foi ótimo. A ‘esperança’ havia finalmente retornado. Falei. Sonhei. Planifiquei”.
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Exercício 2.1: Abordagem orientada para a recuperação – 2
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Apresentação: Prática-chave orientadas à recuperação – 1
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Apresentação: Prática-chave orientadas à recuperação – 2
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Tema 3: Recuperação focada em vantagens e pontos fortes
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Apresentação: O foco nas vantagens e pontos fortes da pessoa é central para o cuidado orientado à recuperação – 1
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Apresentação: O foco nas vantagens e pontos fortes da pessoa é central para o cuidado orientado à recuperação – 2
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Apresentação: O foco nas vantagens e pontos fortes da pessoa é central para o cuidado orientado à recuperação – 3
Abordagem baseada em déficit |
|
Abordagem baseada em vantagens/pontos fortes: |
|
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Apresentação: O foco nas vantagens e pontos fortes da pessoa é central para o cuidado orientado à recuperação – 4
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Apresentação: O foco nas vantagens e pontos fortes da pessoa é central para o cuidado orientado à recuperação – 5
Cenário – Tom
Tom é um homem de 30 anos e trabalha como professor. Ele está casado com sua esposa há três anos, mas seu relacionamento se deteriorou recentemente e eles estão constantemente discutindo. Ele está achando cada vez mais difícil encontrar prazer em seu trabalho e ser paciente e atento às necessidades de seus alunos. Cada dia se torna insuportável. Ele frequentemente tem dificuldade para dormir à noite, pois pensa no dia que virá e fica ansioso por não conseguir lidar com isso. Quando ele se sente assim, recorre ao álcool até se sentir mais calmo. Ele consultou seu clínico geral, que lhe deu um diagnóstico de cansaço crônico e desânimo e falou sobre uma possível depressão. Apesar disso, ele continua muito envolvido com o time local de rúgbi e se sente muito confortável jogando e passando tempo com seus amigos da equipe.
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Apresentação: O foco nas vantagens e pontos fortes da pessoa é central para o cuidado orientado à recuperação– 6
Abordagem baseada em déficit | Abordagem baseada nos recursos/pontos fortes |
Começa com as deficiências e responde aos problemas:
| Começa com vantagens e identifica oportuni dades e pontos fortes:
|
Fornece apoio que é limitado pelo mandato específico do serviço em vez de focar nas necessidades do indivíduo:
| Enfatiza o papel da comunidade mais ampla e das vantagens organizacionais mais amplas; vê as pessoas como cidadãos e coprodutores:
|
Trata as pessoas como receptoras passivas de cuidados. Vê os problemas ou déficits como algo existente na própria pessoa e tenta corrigir isso:
| Ajuda as pessoas a assumir o controle de suas vidas e as apoia no desenvolvimento de seu potencial, vendo a pessoa como a resposta:
|
62
Exercício 3.1: Focar nos pontos fortes e vantagens– 1
Considere o seguinte exemplo:
Sara:
63
Exercício 3.1: Focando nos pontos fortes e nos recursos – 2
Se você fosse Sarah, qual das descrições você preferiria que fosse usada para descrevê-la?
Por quê?
64
Exercício 3.1: Focando nos pontos fortes e nos recursos – 3
Que impactos essas diferentes descrições poderiam ter sobre Sarah?
65
Tema 4: Promovendo a esperança�
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Exercício 4.1: Promovendo a esperança? – 1
O que você entende pela frase “inspirar esperança”?
67
Exercício 4.1: Promovendo a esperança? – 2
Como profissionais, pares, familiares e outros podem inspirar esperança nas pessoas que eles estão apoiando em sua recuperação?
68
Exercício 4.1: Promovendo a esperança? – 3
Como podemos inspirar esperança nas pessoas com quem trabalhamos e apoiamos?
69
Exercício 4.1: Promovendo a esperança? – 4
Por que as pessoas podem perder a esperança?
70
Exercício 4.1: Promovendo a esperança? – 5
Por que a família e apoiadores podem perder a esperança?
71
Exercício 4.2: Como a esperança facilita a recuperação – 1
Que papel a esperança desempenhou em sua própria recuperação?
Quando você se sentiu desesperado, o que o ajudou a continuar?
72
Exercício 4.2: Como a esperança facilita a recuperação – 2
“Para alguns de nós, isso não precisa ser dito; para algumas pessoas é apenas um mero insulto.
Se sua vida foi devastada e destruída por doenças, seu trabalho desapareceu rapidamente, você é visto como incapaz de cuidar de seus filhos, não tem amigos, nada para fazer, quase não tem dinheiro e os profissionais parecem nem mesmo entender sua angústia, bem, às vezes pode parecer que nossas vidas foram arruinadas sem qualquer esperança de reparo – a jornada é indesejada e seu fim é a única saída.
““Então, nesta situação, podemos não receber bem uma pessoa iluminada que venha nos empoderar em nossa jornada de recuperação; podemos ficar irritados quando o final do dia for o máximo horizonte que conseguimos ver, e ainda assim estamos sendo encorajados a desenvolver esperança e otimismo. Pode ser que ocorra instintivamente: ‘Como ousa subestimar meu desespero?’, ‘Como ousa me pedir que encontre o menor grau de esperança na pobreza da minha vida?’.”
73
Tema 5: Valores na recuperação�
74
Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender os seus valores e preferências – 1
Definição de valores:
75
Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender os seus valores e preferências – 2
Prática baseada em valores:
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Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender seus valores e preferências – 3
77
Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender seus valores e preferências – 4
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Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender os seus valores e preferências – 5
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Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender os seus valores e preferências – 6
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Apresentação: Respeitar a pessoa significa compreender seus valores e preferências – 7
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Tema 6: Trabalhar junto às pessoas�
82
Apresentação: O que significa trabalhar junto com alguém? – 1
Fazer COM em vez de fazer PARA:
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Apresentação: O que significa trabalhar junto com alguém?– 2
Resistindo à tentação de resolver problemas:
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Exercício 6.1: Trabalhar junto na prática– 1
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Exercício 6.1: Trabalhar junto na prática– 2
A experiência de Soraia
Soraia é uma mulher de 22 anos que concordou em ser internada em uma ala de cuidados psiquiátricos intensivos após uma tentativa de suicídio. Ela tem um histórico de automutilação grave e internações repetidas devido ao sofrimento intenso que vem enfrentando.
Como um dos defensores profissionais de Soraia, você está se reunindo com ela para discutir a situação. Ela relata que se sente desesperada e infeliz, e acredita que o psiquiatra não gosta dela. Ela se senta em silêncio e parece muito retraída durante toda a reunião.
86
Exercício 6.1: Trabalhar junto na prática– 3
O que você poderia querer se estivesse no lugar do Soraia?
87
Exercício 6.1: Trabalhar junto na prática– 4
88
Exercício 6.1: Trabalhar junto na prática– 5
Um advogado profissional, Jamil, conversa com Soraia:
Em uma reunião com Soraia, Jamil percebe que ela parece retraída, irritada e triste. Ele pergunta como ela está se sentindo no momento. Jamil também pergunta se há algo que possa fazê-la se sentir melhor. Soraia diz que gostaria de conversar com uma amiga. Jamil diz que tentará organizar isso o mais rápido possível. Ele também pergunta o que mais poderia ajudar nesse meio tempo.
Soraia explica que precisa muito de um tempo sozinha em um lugar tranquilo para refletir. Ela disse que, no passado, ouvir música a ajudou a se distanciar da situação. O serviço de saúde mental criou algumas salas confortáveis e tranquilas ao longo do último ano, e Jamil propõe que Soraia passe o tempo que quiser lá, ouvindo música e ligando para seus amigos a qualquer momento. Ele também diz a Soraia que estará lá para apoiá-la quando ela precisar.
Jamil também lembra que Suraya achava que o psiquiatra não gostava dela. Ele a convida a discutir quaisquer preocupações que ainda não tenham sido tratadas, para que possam ser abordadas com as pessoas envolvidas e, se for o caso, possam ser fornecidos recursos e informações sobre como e onde fazer reclamações.
89
Exercício 6.1: Trabalhar junto na prática– 6
Em que aspectos o apoio da Jamil está de acordo com as práticas orientadas para a recuperação?
90
Tema 7: Limites dentro do contexto das práticas de recuperação���
91
Apresentação: Compreender os limites – 1
O que você entende pela expressão “Manter limites profissionais no contexto da saúde mental e dos serviços sociais”?
92
Apresentação: Compreender os limites – 2
Manter limites
93
Apresentação: Compreender os limites – 3
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Apresentação: Compreender os limites – 4
95
Apresentação: Compreender os limites – 5
Muito envolvido | Pouco envolvido |
|
|
96
Tema 8: Riscos positivos na recuperação�
97
Apresentação: Apoiar a pessoa a correr risco positivo – 1
98
Apresentação: Apoiando a assunção positiva de riscos – 2
Por que as pessoas evitam correr riscos na saúde mental?
99
Apresentação: Apoiar a pessoa a correr risco positivo– 3
Pessoas com deficiências psicossociais podem:
100
Apresentação: Apoiar a pessoa a correr risco positivo– 4
Familiares e parceiros de cuidado:
101
Apresentação: Apoiar a pessoa a correr risco positivo– 5
Profissionais de saúde mental e outros profissionais:
102
Apresentação: Apoiar a assunção positiva de riscos – 6
Por que correr riscos é importante na recuperação?
103
Apresentação: Apoiar a pessoa a correr risco positivo– 7
Correr riscos positivos faz parte da vida cotidiana:
104
Apresentação: Apoiar a assunção positiva de riscos – 8
Correr riscos positivos como parte integrante do crescimento:
105
Apresentação: Apoiando a assunção de riscos positivos – 9
106
Apresentação: Apoiar a pessoa a correr risco positivo– 10
107
Exercício 8.1: Correr riscos positivos na prática – 1
Cenário 1: Hugo
108
Exercício 8.1: correr riscos positivos na prática – 2
109
Exercício 8.1: Assunção positiva de riscos na prática – 3
Depois de discutir com o resto dos funcionários do serviço que conheciam Hugo, Levi apresentou diferentes sugestões para apoiar Hugo e as discutiu com ele. Eles concordaram em que os funcionários realizariam as seguintes ações:
110
Exercício 8.1: correr riscos positivos na prática – 4
Cenário 2: A experiência de Maria
111
Exercício 8.1: correr riscos positivos na prática – 5
112
Exercício 8.1: correr riscos positivos na prática – 6
A ação que Maria decidiu tomar:
113
Exercício 8.1: Assunção de riscos positivos na prática – 7
Resultados para Maria
DESFECHO 1
Um resultado possível é que Maria conseguiu um emprego de meio período em uma área significativa para ela e começou a ganhar uma renda, o que lhe permitiu mudar para sua própria casa.
DESFECHO 2
Maria leva um tempo significativo para conseguir um emprego, o que a faz sentir-se desanimada. Raquel e a família de Maria dão seu apoio contínuo para ajudá-la durante este período estressante. Finalmente, Maria é capaz de conseguir um emprego, mas descobre que ela se esforça para se concentrar por longas horas e se cansa muito rapidamente.
Em vez de demitir-se de seu emprego, Maria procura Raquel para discutir estes desafios e elas marcam uma reunião. Após discussão, Maria decide conversar com seu chefe sobre a possibilidade de fazer intervalos ao longo do dia em vez de trabalhar sem pausas durante um turno completo de 8 horas. Seu chefe concorda com isso e Maria pode continuar trabalhando em um trabalho que ela ama.
114
Exercício 8.1: correr riscos positivos na prática – 8
115
Tema 9: Apoiando as pessoas a se reconectarem com suas comunidades
116
Apresentação: Apoiando as pessoas a se reconectarem com suas comunidades – 1
Por que as pessoas perdem contato com suas comunidades?
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Apresentação: Apoiando as pessoas a se reconectarem com suas comunidades – 2
Apoiar as pessoas a se reconectarem com sua comunidade é uma parte fundamental da jornada de recuperação
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Exercício 9.1: Usando recursos comunitários – 1
Sheila e Eva
Sheila (50) mora em uma casa com sua mãe, Eva (75), e tem uma deficiência de aprendizagem. Ela trabalha em um café administrado por uma organização que apoia pessoas com dificuldades de aprendizagem. Ela gosta de nadar e dançar, frequenta clubes locais para ambas as atividades e tem uma série de amigos por meio de atividades de trabalho e lazer. Ela precisa do apoio de sua mãe para a maioria das tarefas diárias, como limpeza, preparação de refeições, transporte e serviços bancários.
Eva é bastante ativa dentro de sua comunidade local e está interessada em apoiar Sheila na manutenção desses vínculos. A irmã de Eva, Clara, mora longe, mas permanece em contato telefônico regular com sua irmã e as visita o máximo de vezes possível.
Eva teve um derrame leve e foi internada no hospital. Agora ela se recuperou o suficiente para planejar sua alta do hospital, onde está há 10 dias.
Durante sua estadia no hospital, Eva perdeu parte de sua capacidade de se mover e cuidar de si mesma. Ela está realmente preocupada com a forma como irá lidar com a situação para apoiar sua filha Sheila, que tem suas próprias necessidades de saúde. Ela deseja desesperadamente que continuem morando juntas.
Quando Eva foi internada no hospital, Sheila foi colocada em uma casa de assistência social de uma autoridade local. Durante a internação de Eva, ficou claro que todo o apoio que ela tinha dado para permitir que Sheila ficasse em casa não tinha sido anteriormente apreciado.
Tendo em vista a saúde deteriorada de Eva e o apoio requerido por Sheila, a avaliação dos funcionários foi de que a Sheila iria requerer algum tipo de assistência residencial ou de apoio no futuro, em vez de voltar para casa.
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Exercício 9.1: Usando recursos comunitários – 2
Que apoio pode ser necessário para permitir que Eva e Sheila continuem morando juntas em sua comunidade?
120
Exercício 9.2: Reconectando o desconectado �
De que forma os serviços sociais ou de saúde mental podem apoiar as pessoas a se conectarem com sua comunidade?
121
Tema 10: Habilidades de comunicação�
122
Exercício 10.1: A comunicação é crucial nos cuidados orientados à recuperação
Com base em sua experiência (pessoal ou profissional), que habilidades são importantes para uma boa comunicação com as pessoas que estão empreendendo uma jornada de recuperação?
123
Apresentação: Habilidades-chave de comunicação na recuperação – 1
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Apresentação: Habilidades-chave de comunicação na recuperação – 2
Escuta ativa
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Apresentação: Habilidades-chave de comunicação na recuperação – 3
Um exemplo de escuta ativa:
126
Apresentação: Habilidades-chave de comunicação na recuperação – 4
Conversas que fluem nos dois sentidos: passando do monólogo para o diálogo
127
Apresentação: Habilidades essenciais de comunicação na recuperação – 5
Em vez de dizer:
“Você precisa fazer psicoterapia”
Pode-se dizer:
“Acho que fazer psicoterapia poderia ser benéfico para você. O que você acha?”
128
Apresentação: Habilidades essenciais de comunicação na recuperação – 6
Em situações difíceis, os profissionais de saúde mental e outros profissionais, familiares e outros apoiadores podem ter fortes reações e respostas emocionais.
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Exercício 10.2: Colocando em prática as habilidades de escuta ativa – 1
Considere o seguinte cenário:
Jorge estava recebendo atendimento em uma unidade de saúde mental de um hospital geral há algumas semanas. Ele estava ambivalente quanto a permanecer na unidade, mas queria apoio extra e não tinha para onde ir. Em várias ocasiões, ele reagiu de forma agressiva e ameaçou sair com raiva sempre que era desafiado ou quando se sentia insatisfeito com o que era dito. No último incidente, ele empurrou um membro da equipe até o chão. Ele critica constantemente a equipe e diz que ninguém se esforça o suficiente.
130
Exercício 10.2: Colocando em prática as habilidades de escuta ativa – 2
1. Imagine que você está sentado com o Jorge. Agora escreva suas:
131
Exercício 10.2: Colocando em prática as habilidades de escuta ativa – 3
2. Como seus pensamentos e sentimentos podem refletir os de Jorge?
132
Exercício 10.2: Colocando em prática as habilidades de escuta ativa – 4
3. Escreva três coisas possíveis que você poderia dizer a Jorge que demonstrariam seu desejo de
trabalhar com ele de forma construtiva e focada na recuperação.
133
Tema 11: Planos de recuperação�
134
Apresentação: Elaborar um plano de recuperação– 1
135
Apresentação: Elaborar um plano de recuperação – 2
136
Apresentação: Elaborar um plano de recuperação – 3
Um plano de recuperação deve identificar as necessidades, pontos fortes e recursos da pessoa.
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Apresentação: Elaborar um plano de recuperação – 4
Dependendo dos desejos da pessoa que prepara um plano de recuperação, os profissionais de saúde mental e outros profissionais, os apoiadores entre pares e outros que são treinados na abordagem de recuperação podem ajudar:
138
Apresentação: Elaborando um plano de recuperação – 5
Um plano de recuperação pode incluir vários componentes:
139
Apresentação: Elaborar um plano de recuperação– 6
Uma alternativa é a Roda da Recuperação:
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Apresentação: 1. Plano para correr atrás de sonhos e objetivos– 1
141
Apresentação: 1. Plano para correr atrás de sonhos e objetivos– 2
142
Apresentação: 1. Plano para correr atrás de sonhos e objetivos– 3
Sonhos e objetivos
Sonhos/objetivos 1
Passo
Passo 2
Passo
Sonhos/objetivos 2
Passo 1
Passo 2
Sonhos/objetivos 3
Passo
Passo 2
Passo 3
Passo
143
Apresentação: 1. Plano para correr atrás de sonhos e objetivos– 4
Exercício opcional
144
Apresentação: 2. Plano de bem-estar – 1
Um plano de bem-estar ajuda a identificar as rotinas que permitem às pessoas manter-se saudáveis e aquelas que podem ter um efeito negativo na saúde mental e no bem-estar.
Rotinas positivas
Rotinas negativas
145
Apresentação: 2. Plano de bem-estar – 2
Exercício opcional
146
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 1
147
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 2
O que geralmente me define?
Sociável Descontraído Impulsivo Confiante
Solitário Falante Quieto Entusiástico
Cauteloso Introvertido Energético Convicto
Atlético Extrovertido Aprendiz Otimista
rápido
Feliz Pensativo Pessimista Dedicado
Encorajador Responsável Apoiador Curioso
Aventureiro Sério Flexível Franco
Trabalhador Amigável Apaixonado Independente
________ __________ ________ ________
________ __________ ________ ________
________ __________ ________ ________
148
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 3
149
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 4
O sistema de semáforo verde-âmbar
�Quando as pessoas que utilizam os serviços estão tentando resolver situações difíceis, pode ser útil usar um sistema simples de semáforo para facilitar o acompanhamento.
150
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 5
151
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 6
152
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 7
A. Sinais que a pessoa consegue identificar:
153
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 8
B. Sinais que outras pessoas também podem identificar:
154
Apresentação: 3. Plano para gerenciar tempos difíceis – 9
Exercício opcional
155
Apresentação: 4. Plano de resposta em caso de crise – 1
156
Apresentação: 4. Plano de resposta em caso de crise – 2
157
Apresentação: 4. Plano de resposta em caso de crise - 3
Exemplos de componentes do planejamento antecipado:
158
Apresentação: 4. Plano de resposta em caso de crise – 4
159
Apresentação: 4. Plano de resposta em caso de crise – 5
160
Apresentação: 4. Plano de resposta em caso de crise – 6
Exercício opcional
161
Apresentação: 5. Plano pós-crise– 1
162
Apresentação: 5. Plano pós-crise – 2
Exercício opcional
163
Tema 12: Roda da Recuperação�
164
Apresentação: A Roda da Recuperação – 1
165
Apresentação: A Roda da Recuperação – 2
166
Apresentação: A Roda da Recuperação – 3
Usando a Roda da Recuperação
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Exercício opcional: A roda da recuperação
168
Agradecimentos (1)
169
169
Agradecimentos (2)
170
170
Agradecimentos (3)
171
171
Agradecimentos (4)
172
172
Agradecimentos (5)
173
173
Agradecimentos (6)
174
174
Agradecimentos (7)
175
175