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Immanuel Kant

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Vida e Obra: Immanuel Kant

Kant publica “A Crítica da Razão Pura”, “Crítica da Razão Prática” “Critica da Faculdade de Julgar”, obras nas quais evidencia o contra-senso de se estabelecer um princípio filosófico que estude a essência dos seres antes que se tenha antecipadamente averiguado o alcance de nossa capacidade de conhecimento.

Kant demonstrou enorme simpatia pela causa da Independência da América e em seguida pela Revolução Francesa. Foi um verdadeiro partidário do sistema político-social dos que lutavam pela paz mundial permanente e pelo desarmamento das nações.

Kant foi um grande pensador, morreu aos 80 anos.

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Juízos

Juízo analítico

O juízo analítico foi o primeiro juízo criado por Immanuel Kant em sua teoria baseada no criticismo. Este juízo é baseado no seguinte: quando se nega o sujeito, se nega o predicado. E vice-versa. É o juízo que se faz após uma profunda análise.

Exemplo: "O triângulo tem três lados", "Todo corpo é extenso".

Juízo sintético

O juízo sintético foi o segundo juízo criado na teoria de Kant, baseada no criticismo. Juízos sintéticos são aqueles em que não se podem chegar à verdade por pura análise de suas proposições, consistia em ampliar o conhecimento; era um juízo extensivo. Esses juízos se dão a posteriori a experiência. Precisamos experimentar para saber se são verdadeiros.

Um exemplo de juízo sintético é a afirmação de que o calor dilata os corpos.

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Juízo estético

O juízo estético é abordado no livro Crítica da Faculdade do Juízo. De acordo com Kant para se ter uma investigação crítica a respeito do belo, devemos estar orientados pelo poder de julgar. E a indagação básica que move essa investigação crítica a respeito do belo é: existe algum valor universal que conceitue o belo e que reivindique que outras pessoas, a partir da minha apreciação de uma forma bela da natureza ou da arte, confirmem essa posição? Ou então somos obrigados a admitir que todo objeto que julgamos como sendo belo é uma valoração subjetiva?

O poder de julgar, pertencendo a todo sujeito, é universal e congraça o julgamento estético, especulativo e prático. Portanto a investigação crítica que Kant se refere diz respeito às possibilidades e limitações das faculdades subjetivas que agem sob princípios formulados e que pertencem à essência do pensamento.Como podemos desnudar o fenômeno que explica o nosso gosto? Se fizermos uma experiência com vários indivíduos e o defrontarmos com um objeto de arte, observaremos que as impressões causadas serão as mais diversas. Então chegaremos à conclusão de que a observação atenta e valorativa daquele objeto, somada as diferentes opiniões que foram apresentadas pelos indivíduos, nos dá respaldo para afirmar que o gosto tem que ser discutido. Para Kant apenas sobre gosto se discute, ao passo que, representa uma reivindicação para tornar universal um juízo subjetivo.

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A paz perpétua

A paz perpétua trata que o direito cosmopolítico deve circunscrever-se às condições de uma hospitalidade universal. Dessa forma, Kant traz no terceiro artigo definitivo de um tratado de paz perpétua, o fato de que existe um direito cosmopolitano relacionado com os diferentes modos do conflito dos indivíduos intervirem nas relações com outros indivíduos. A pessoa que está em seu território, no seu domínio, pode repelir o visitante se este interfere em seu domínio

Crítica e sistema

Apesar de ter adaptado a ideia de uma filosofia crítica, cujo objectivo primário era "criticar" as limitações das nossas capacidades intelectuais, Kant foi um dos grandes construtores de sistemas, levando a cabo a ideia de crítica nos seus estudos da metafísica, ética e estética.

Uma citação famosa - "o céu estrelado sobre mim e a lei moral dentro de mim" - é um resumo dos seus esforços: ele pretendia explicar, numa teoria sistemática, aquelas duas áreas. Isaac Newtontinha desenvolvido a teoria da física sob a qual Kant queria edificar a filosofia.

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Metafísica e epistemologia de Kant

O livro mais lido e mais influente de Kant é a Crítica da Razão Pura (1781). De acordo com o próprio autor, a obra, também conhecida como "primeira crítica", é resultado da leitura de Hume e do seu despertar do sono dogmático, a saber: Kant se perguntou como são possíveis juízos sintéticos a priori? Para responder a essa pergunta, Kant escreveu esse livro portentoso, de mais de 800 páginas.

Na primeira crítica, Kant vai mostrar que tempo e espaço são formas fundamentais de percepção (formas da sensibilidade) que existem como ferramentas da mente, mas que só podem ser usadas na experiência

Tente imaginar alguma coisa que existe fora do tempo e que não tem extensão no espaço.5 A mente humana não pode produzir tal ideia. Nada pode ser percebido excepto através destas formas, e os limites da física são os limites da estrutura fundamental da mente. Assim, já vemos que não podemos conhecer fora do espaço e do tempo.

Mas além das formas da sensibilidade, Kant vai nos dizer que há também o entendimento, que seria uma faculdade darazão. O entendimento nos fornece as categorias com as quais podemos operar as sínteses do diverso da experiência.

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Até aqui, foi assumido que todo o nosso conhecimento deve conformar-se aos objectos. Mas todas as nossas tentativas de estender o nosso conhecimento de objectos pelo estabelecer de qualquer coisa a priori a seu respeito, por meios de conceitos, acabaram, nesta suposição, por falhar. Temos pois, por tentativas, que ver se temos ou não mais sucesso nas tarefas da metafísica, se supusermos que os objectos devem corresponder ao nosso conhecimento.

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Filosofia Moral

Immanuel Kant desenvolveu a filosofia moral em três obras: Fundamentação da Metafísica dos Costumes (1785), Crítica da Razão Prática (1788) e Crítica do Julgamento (1790).

Nesta área, Kant é provavelmente mais bem conhecido pela teoria sobre uma obrigação moral única e geral, que explica todas as outras obrigações morais que temos: o imperativo categórico.

Age de tal modo que a máxima da tua ação se possa tornar princípio de uma legislação universal.

O imperativo categórico, em termos gerais, é uma obrigação incondicional, ou uma obrigação que temos independentemente da nossa vontade ou desejos (em contraste com o imperativo hipotético).

As nossas obrigações morais podem ser resultantes do imperativo categórico. O imperativo categórico pode ser formulado em três formas, que ele acreditava serem mais ou menos equivalentes (apesar de opinião contrária de muitos comentadores):

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Formulas de Immanuel Kant

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A Primeira Formulação

A primeira formulação (a fórmula da lei universal) diz: "Age somente em concordância com aquela máxima através da qual tu possas ao mesmo tempo querer que ela venha a se tornar uma lei universal".

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A Segunda Fórmula

A segunda fórmula (a fórmula da humanidade) diz: "Age por forma a que uses a humanidade, quer na tua pessoa como de qualquer outra, sempre ao mesmo tempo como fim, nunca meramente como meio".

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A Terceira Fórmula

A terceira fórmula (a fórmula da autonomia) é uma síntese das duas prévias. Diz que deveremos agir por forma a que possamos pensar de nós próprios como leis universais legislativas através das nossas máximas. Podemos pensar em nós como tais legisladores autônomos apenas se seguirmos as nossas próprias leis..

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A Geografia em Kant

Além de seu trabalho filosófico, Kant também foi professor de física, antropologia, geografia, lógica, metafísica e outras disciplinas. A contribuição de Kant à geografia deu-se tanto por seu trabalho como professor geógrafo, quanto também por suas reflexões sobre o papel da geografia no estudo dos fenômenos naturais, dentro de seu sistema filosófico sobre o conhecimento humano.

O curso de Geografia Física, ministrado por Kant, era ofertado no período inicial dos cursos universitários e tinha como proposta apresentar aos alunos um “sumário da natureza”, ou seja, um quadro geral do saber humano mostrando ser possível conhecer o mundo de uma maneira integrada e sistemática. Esse quadro geral, além de propiciar ao aluno uma base de conhecimentos empíricos, necessários para os raciocínios e pesquisas científicos posteriores de seu curso, também consistiria em um primeiro contato com o que seria uma propedêutica do conhecimento científico do mundo.

Kant nunca publicou um livro específico sobre o seu curso de geografia. Porém, ao fim de sua vida, permitiu que um antigo aluno publicasse uma obra contendo as notas de sua disciplina. Essa publicação autorizada condensa muito do conhecimento geográfico existente na época de Kant e torna-se um dos livros referenciais na história do pensamento geográfico.

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Kant identificava a geografia em cinco partes, a saber: Geografia Matemática (forma, dimensão, e movimento da Terra), Geografia Moral (os costumes e o caráter do homem em relação ao meio ambiente), Política, Mercantil (comercial), e Teológica (a distribuição das religiões).

Em sua obra filosófica, cumpre destacar duas grandes contribuições à geografia: a classificação da geografia como ciência dentro do esquema do conhecimento humano e as obras kantianas que tratam sobre o tema da observação e do estudo dos fenômenos naturais.

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Kant e a Revolução Francesa

Em 1784, no seu ensaio "Uma resposta à questão: o que é o Iluminismo?", Kant visava vários grupos que tinham levado o racionalismo longe demais: os metafísicos que pretendiam tudo compreender acerca de Deus e da imortalidade; os cientistas que presumiam nos seus resultados a mais profunda e exacta descrição da natureza; os cépticos que diziam que a crença em Deus, na liberdade, e na imortalidade, eram irracionais.

Kant mantinha-se no entanto optimista "Teoria política de Kant e Herder: Despotismo Esclarecido e Legitimidade da Revolução" de Gonçal Mayos, começando por ver na Revolução Francesa uma tentativa de instaurar o domínio da razão e da liberdade. Toda a Europa do iluminismo contemplava então fascinada os acontecimentos revolucionários em França.

A Revolução Francesa, no entanto, foi um marco de viragem, também na filosofia de Kant. Observando a evolução e as realizações práticas, Kant volta a reflectir sobre a prometida razão e liberdade.

Face à violência inaudita da Revolução Francesa, e ao novo tipo de autoritarismo que se firmava nas "Luzes" da razão, Kant vai também reflectir acerca dos seus conceitos políticos.

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Em 1795, no livro Das Ende aller Dinge ("O fim de todas as coisas"), a perspectiva é já completamente diferente. Kant toma agora em consideração a possibilidade de que, a par do fim natural de todas as coisas, se verifique também um fim contrário à natureza, perverso:

Se acontecesse um dia chegar o cristianismo a não ser mais digno de amor, então o pensamento dominante dos homens deveria tomar a forma de rejeição e de oposição contra ele; e o anticristo [...] inauguraria o seu regime, mesmo que breve (baseado presumivelmente sobre o medo e o egoísmo). Em seguida, porém, visto que o cristianismo, embora destinado a ser a religião universal, de facto não teria sido ajudado pelo destino a sê-lo, poderia verificar-se, sob o aspecto moral, o fim (perverso) de todas as coisas.

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Marcos na vida de Kant

1724 - Kant nasce a 22 de abril.

1740 - Neste ano, Frederico II torna-se rei da Prússia. Foi um rei que trouxe sinais de tolerância à Prússia, que era uma nação célebre pela disciplina militar. Trouxe iluministas (Voltaire, o mais famoso) para a corte e continuou a política de encorajamento à imigração que o pai tinha seguido.

1746 - Falecimento do pai de Kant. Kant deixou de ter sustento. Teria de encontrar trabalho como professor particular.

1748 - 1754 - Kant dá aulas a crianças em pequenas vilas das redondezas.

1755 - Publicação do Livro "História natural genérica e teoria dos céus". Kant consegue o título de Mestre e o direito a dar aulas na Universidade Alberto. Daria aulas como docente privado. Não pago pela Universidade mas pelos próprios alunos. Nesse ano, Kant foi influenciado pelo desastre que foi o Terramoto de 1755, em Lisboa/Portugal, em parte pelo resultado de tentar entender a enormidade do sismo e as consequências, publicou três textos distintos sobre o assunto.

1762 - Kant lê as recentes publicações de Rousseau, "Emile" (uma obra filosófica sobre a educação do indivíduo) e o ensaio "Contrato social".

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1770 - Kant torna-se professor de lógica e metafísica na universidade, após 14 anos como docente (pago pelos alunos). Kant lê por volta desta altura a obra deDavid Hume, que o terá despertado do seu "sono dogmático", como ele próprio disse.

1773 - Ironicamente, o rei Frederico II, um protestante, concede refúgio à Ordem dos Jesuítas, banidos pelo papa.

1774 - Auge do movimento romântico chamado Sturm-und-Drang. Herder publica "Também uma filosofia da História para educação da Humanidade".

1781 - Kant publica em Maio "Crítica da Razão Pura". A reacção é pouco encorajadora. Moses Mendelssohn e Johann Georg Hamann pronunciam-se com indecisão.

1783 - Kant escreve um artigo intitulado "O que é o Iluminismo?" para a revista "Berlinischen Monatsschrift", como resposta a uma discussão na mesma. Um anónimo tinha escrito que a cerimónia do casamento já não se conformava ao espírito dos tempos do iluminismo. Um pastor perguntou na resposta, que era então o iluminismo. Kant respondeu com o seu artigo.

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1788 - Publicação de "Crítica da Razão Prática". Morte do amigo Johann Georg Hamann.

1789 - Início da Revolução Francesa. Kant pronuncia-se inicialmente de forma favorável à revolução, e sobretudo à secularização resultante, após o qual o rei da Prússia Frederico Guilherme II proíbe Kant de se pronunciar sobre quaisquer temas religiosos.

1795 - Publicação do tratado "Para a paz eterna", na qual surge a perspectiva de um cidadão do mundo esclarecido.

1804 - Com 79 anos de idade, Kant faleceu em Königsberg (atual Kaliningrad), após prolongada doença que apresentava sintomas semelhantes à Doença de Alzheimer. Já não reconhecia sequer os seus amigos íntimos.

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Obras

  • Pensamentos sobre o verdadeiro valor das forças vivas (1747);
  • Monodologia Física (1756);
  • Meditações sobre o Optimismo (1759);
  • A Falsa Subtileza das Quatro Figuras Silogisticas (1762);
  • Dissertação sobre a forma e os princípios do mundo sensível e inteligível (1770);
  • Crítica da Razão Pura (1781);
  • Prolegômenos para toda metafísica futura que se apresente como ciência (1783);
  • Ideia de uma História Universal de um Ponto de Vista Cosmopolita (1784);
  • Fundamentação da Metafísica dos Costumes (1785);

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  • Fundamentos da metafísica da moral (1785);
  • Primeiros princípios metafísicos da ciência natural (1786);
  • Crítica da Razão Prática (1788);
  • Crítica do Julgamento (1790);
  • A Religião dentro dos limites da mera razão (1793);
  • A Paz Perpétua (1795);
  • Doutrina do Direito (1796);
  • A Metafísica da Moral (1797);
  • Antropologia do ponto de vista pragmático (1798).

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Referências

  1. "O Iluminismo frente ao Romantismo no marco da subjetividade moderna" de G. Mayos (traduzido por Karine Salgado).
  2. Ir para cima↑ Vanni Rovighi, Sofia, Introduzione allo studio di Kant, Roma, 1945, Core, Mori
  3. Ir para cima↑ Immanuel Kant (em inglês) no Find a Grave.
  4. Ir para cima↑ "O criticismo kantiano" de G. Mayos. Tradução de Ricardo Henrique Carvalho Salgado e João Paulo Medeiros Araújo. Barcelona: EducaciOnline, 2008.
  5. Ir para:a b Crítica da razão pura, Martin Claret/Cassier, Ernst, Kants Leben und lehre, Berlin, 1921.
  6. Ir para cima↑ Thiry-Cherques, Hermano Roberto. Ética Para Executivos. [S.l.]: FGV Editora, 2008. p. 75. ISBN 978-85-225-0647-7
  7. Ir para:a b c d PASCAL, G. O Pensamento de Kant. 4ª edição. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 2001.
  8. Ir para cima↑ NASCIMENTO JUNIOR, A. F. Fragmentos da Presença do Pensamento Dialético na História da Construção das Ciências da Natureza. Revista Ciência & Educação, v. 6, n. 2, p. 119-139, 2000.
  9. Ir para:a b c d e "VASCONCELOS, Vitor Vieira ; MARTINS JUNIOR, Paulo Pereira. A Teleologia e o Estudo das Ciências da Natureza Contribuições da Filosofia. Revista brasileira de educação ambiental (Online), v. 16, p. 59-77, 2011."
  10. Ir para cima↑ KANT, I. Crítica da razão pura. 4ª ed. Prefácio à tradução portuguesa, introdução e notas: Alexandre Fradique MOURUJÃO. Tradução: Manuela Pinto dos SANTOS e Alexandre Fradique MOURUJÃO. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997, p. 30.

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  1. Ir para:a b SANGUIN, André Louis – Redescobrir o Pensamento Geográfico de Kant – Traduzido e Adaptado por Oswaldo Bueno Amorim Filho – Annales de Géographie, nº 576, pages134-151. Paris, Armand Colin, 1994.
  2. Ir para cima↑ KANT Emmanuel – Géographie – Traduction de Michèle Cohen-Halimi, Max Marcuzzi et Valérie Seroussi – Ed. Aubier, Paris, 1999.
  3. Ir para:a b DICKINSON, R. E.The Makers of Modern Geography. London, Routledge and KeganPaul, 1978.
  4. Ir para cima↑ "VASCONCELOS, V.V. Evolução do Pensamento Geográfico. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. 2008. 135p."
  5. Ir para cima↑ CLAVAL, P. A revolução pós-funcionalista e as concepções atuais da geografia. In: MENDONÇA, F.; KOZEL, S. (Org.) Elementos de epistemologia da geografia contemporânea. Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná, 2002. p.11-43.
  6. Ir para cima↑ GOMES, Paulo C. da C. O conceito de região e sua discussão. In: CASTRO, Iná E.; GOMES, Paulo C.; CORRÊA, Roberto L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1995, p. 49-76.
  7. Ir para cima↑ Emmanuel Kant in Werke IV, coordenado por W. Weischedel, 1956, p. 777.
  8. Ir para cima↑ Emmanuel Kant, Das Ende aller Dinge, cit. em Werke VI, coordenado por W. Weischedel, 1964, p. 190.
  9. Ir para cima↑ Sidney Axinn, "Authority, and the French Revolution", Journal of the History of Ideas, Vol. 32, No. 3 (Jul. - Sep., 1971), pp. 423-432.

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Bibliografia

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  • MAYOS, Gonçal. "O criticismo kantiano". Tradução de Ricardo Henrique Carvalho Salgado e João Paulo Medeiros Araújo. Barcelona: EducaciOnline, 2008.
  • Revista de Filosofia, Curitiba, v. 18 n. 21, p. 11-25, jul./dez. 2005.
  • Revista Lindaraja, Madrid, Anuario de la Sociedad Española de Literatura General y Comparada, n. 8, 1990, pags. 25-29, 1990.
  • PEREZ, D. O. Kant e o problema da significação. Curitiba: Editora Champagnat, 2008.
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