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CADERNO DE PRÁTICAS

Curso Técnico em Metalurgia

DISCIPLINA: ENSAIOS DE MATERIAIS

Ano – 2024

ENSAIOS METALOGRÁFICOS

BIMESTRE 4

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ETAPA 1 – Corte

ETAPA 2 – Metalografia

  • Embutimento
  • Lixamento
  • Polimento
  • Ataque químico

ETAPA 3 – Análises

  • Macroscópica
  • Microscópica

ETAPA 4 – Ensaio Físico - Dureza

ETAPAS PARA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

PRÁTICA 2

COMPONENTES DA EQUIPE

1

2

3

4

5

Nota: Todas as atividades devem ser desenvolvidas em equipe. Cada aluno deve participar ativamente contribuindo para realização e sucesso do trabalho.

Curso Técnico em Metalurgia

DISCIPLINA: ENSAIOS DE MATERIAIS

Ano – 2023

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ETAPA 1 – Corte

Preparação das amostras

Material Fornecido : Barra Aço SAE 1050 - Perfil : Redondo maciço

Bitola (mm)

Peso linear nominal (kg)

Pol

mm

Kg/m

1/8

10

Etapas e procedimento :

  1. Cortar 01 amostra com a seguinte dimensão. (Diâmetro = 10 mm x 10 mm)
  2. Identificar todas amostras como : Amostra 1
  3. Reservar a amostra 1 como (Padrão) para posterior análise.

Ferramentas:

  • Arco
  • Serra
  • Morsa
  • Bancada
  • Régua graduada / Trena

PRÁTICA 2

Material de Segurança:

EPI: luvas, máscara, óculos protetor.

Imagem: Corte por serramento mecânico:

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ETAPA 2 – Metalografia

Identificação da amostra 1 :

Instrumentos / Materiais – ( Devem ser mencionados nas descrições )

  • Máquina : Polir/Lixar
  • Lixas ( Em sequência)
  • Soluções
  • Embutidora metalográfica – EFD30
  • Secador

PRÁTICA 2

SUB ETAPAS – ( Descrever cada etapa pela ordem de realização )

  • Embutimento
  • Lixamento
  • Polimento
  • Ataque químico

PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS

Etapas e procedimento :

  • Fazer as anotações pertinentes as observações/resultados.

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ETAPA 3 – Análises : Macroscópica e Microscópica

Identificação da amostra 1 :

PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS

PRÁTICA 2

Instrumentos / Materiais

1- Microscópio ótico

2- Câmera

3- Computador

4- Software

Etapas e procedimento :

  • De posse da amostra 1 – Padrão -Proceder a análise. Caracterizar a microestrutura.

Etapas e procedimento :

  • Fazer as anotações pertinentes as observações/resultados.

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ETAPA 4 – Ensaio Físico - Dureza

Identificação da amostra 1 :

Amostra ( 1)

Resultado

HV

Tempo (Segundos)

PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS

PRÁTICA 2

Instrumentos / Materiais

1- Durômetro ( Vickers )

2- Penetradores

Etapas e procedimento : ( Descrição detalhada das análise e resultado )

  • De posse da amostra 1 realizar o ensaio de dureza.
  • Determinar a posição aproximadamente central.
  • Efetuar pelo menos 1 endentação.

Equipamentos

Etapas e procedimento :

  • Fazer as anotações pertinentes as observações/resultados.

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Resultados e discussões:

  1. Além dos comentários, os relatórios deverão conter todos os dados pertinentes a prática.
  2. Inserir as fotomicrografias das amostras em anexo.
  3. Comparar todos os resultados. ( Demais grupos )
  4. Buscar a literatura técnica, para melhor embasamento. ( Ver anexos: Tomar como exemplo de pesquisa)
  5. Escrever as conclusões. ( Obs: Tudo digitado )
  6. Cópias expressas de livros/apostilas e de colegas não serão consideradas para fins de avaliação.
  7. Salvar toda documentação
  8. Editar em PDF.
  9. Enviar para o endereço : barbosa.cefetmg@gmail.com

ORIENTAÇÕES PARA O RELATÓRIO

Prof. Edilson José Barbosa

Curso Técnico em Metalurgia

DMQ-TM / Cefet-MG

PRÁTICA 2

NOTA : Ao escrever os documentos é importante que todos os alunos, componentes das equipes, participem ativamente. Lembrando que toda escrita deve ser baseada em material técnico pertinente para sustentar os resultados obtidos a partir das observações.

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1- Preparação: Corte da amostra que será estudada. Descreva sucintamente todo procedimento realizado : Dados do material, composição química e propriedades mecânicas antes do tratamento: Obs: Não esqueça de relacionar todo ferramental

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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2- Embutimento da amostra que será estudada. Descreva sucintamente todo procedimento realizado :

Obs: Não esqueça de relacionar todo ferramental e maquinário com as devidas especificações, Processo à quente e/ou a frio : Resinas, catalisadores. Tempos e condições de preparação. Obs: Relacionar situações ocorridas a atividade.

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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3- Lixamento da amostra que será estudada. Descreva sucintamente todo procedimento realizado : Obs: Não esqueça de relacionar todo ferramental e maquinário com as devidas especificações. Lixas (tamanho dos grãos abrasivos na sequência de uso). Tempos e condições de preparação. Obs: Relacionar situações ocorridas a atividade.

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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4- Polimento da amostra que será estudada. Descreva sucintamente todo procedimento realizado :

Obs: Não esqueça de relacionar todo ferramental e maquinário com as devidas especificações. Consumíveis tais como alumina ou pastas de diamante. Tempos e condições de preparação. Obs: Relacionar situações ocorridas a atividade.

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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6- Macrografia : A macrografia consiste na análise, descrição ou registo do aspeto de uma peça ou amostra metálica, segundo uma secção plana devidamente polida e em regra atacada por um reagente apropriado. Descreva sucintamente todo procedimento realizado.

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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7- Micrografia : Ataque químico : Nital (álcool com ácido nítrico). Avaliar inclusões, trincas e poros com o auxílio de um microscópio. Descreva sucintamente todo procedimento realizado. observar a microestrutura – fases presentes e tamanho e contorno de grão: Obs:. Obs: Relacionar situações ocorridas a atividade. Importante: O jato de ar quente, que deve ser posicionado de forma paralela à superfície estudada.

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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7- Micrografia : Ataque químico : Nital (álcool com ácido nítrico). Avaliar inclusões, trincas e poros com o auxílio de um microscópio. Descreva sucintamente todo procedimento realizado. observar a microestrutura – fases presentes e tamanho e contorno de grão: Obs:. Obs: Relacionar situações ocorridas a atividade. Importante: O jato de ar quente, que deve ser posicionado de forma paralela à superfície estudada.

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8- Ensaio físico - Embora a medida de dureza por si só não ceda grandes informações sobre a microestrutura do material, ela é capaz de ajudar na caracterização de ligas, uma vez que com o procedimento e escala certos, é possível descartar diversas hipóteses. Geralmente, as escalas utilizadas para metais são: Brinell (mais precisa); Rockwell (mais rápida); Vickers; Knoop. Descreva sucintamente todo procedimento realizado. Obs: Não esqueça de relacionar todo ferramental e maquinário com as devidas especificações. Obs: Relacionar situações ocorridas a atividade.

Relatório: ( Digitar – Fonte – Arial 12 )

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  • Informações técnicas
  • Tabelas técnicas

ANEXOS

Distribuidores

Portal Ensaios de Materiais

Material de consulta no caderno

Menu - Laboratório

Utilize as fontes disponíveis como base para desenvolver todo trabalho.

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ENSAIOS DE MATERIAIS

Prof. Edilson José Barbosa

Curso Técnico em Metalurgia

DMQ-TM / Cefet-MG

Páginas 11-12 e 13

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Composição química.

Carbono (0,43% - 0,50%), Silício (0,15% - 0,35%), Manganês (0,30% - 0,60%), Fósforo (0,03% máx) e Enxofre (0,05% máx.) 

Aplicações gerais:

Fabricação de peças para indústria mecânica em geral.

Dureza:

O aço SAE 1045 é utilizado, em geral, com durezas de 180

a 300 HB.

Têmpera:.

Deve ser realizado na temperatura mínima de 870ºC e máxima de 1240ºC.

Recozimento: 

Feito a temperatura próxima de 800 – 850ºC por no mínimo 1 hora para cada 25 mm.  Resfriar lentamente no forno.

AÇO SAE 1045

Descrição

Aço com vasta aplicação na indústria mecânica, reunindo boa resistência e baixa custo. Indicado para forjamento, com boa resposta à têmpera, porém não recomendado para cementação Este aço SAE 1045 possui uma boa relação entre resistência mecânica e resistência à fratura.

Aplicações

Utilizado na fabricação de componentes de uso geral onde seja necessária uma resistência mecânica superior a dos aços de baixo carbono convencionais.Muito utilizado na fabricação de eixos, cubos de roda, balancins, engrenagens, árvore de manivelas, pinos, parafusos, hastes de amortecedor, porcas e sapatas de trator (perfis especiais).

Recomendação:

Fabricação de peças para indústria mecânica em geral.

Fonte: AQUI

CARACTERISTICAS TÉCNICAS

Catálogos e Tabelas

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Exemplo

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Composição química.

Contém 0,65% a 0,75% de carbono, 0,60% a 0,90% de manganês, máximo de 0,05% de enxofre, máxima de 0,04% de fósforo e alguns elementos de ferro

Aplicações gerais:

Utilizado em peças pequenas de moderada resistência. Pouco mais resistente que os aços com menor quantidade de carbono.

Dureza:

Possui uma média de dureza nas faixas de 179 149 126

Têmpera e revenimento

Aquecimento a 870°C, têmpera em água e revenimento a 540°C.

AÇO SAE 1030

É um aço para beneficiamento com temperabilidade baixa, ou seja, baixa penetração de dureza na seção transversal. Este aço SAE 1045 possui uma boa relação entre resistência mecânica e resistência à fratura. O aço sae 1045 é utilizado, em geral, com durezas de 180 a 300 HB.

Fonte: AQUI

CARACTERISTICAS TÉCNICAS

Aplicações

Fabricação de peças para indústria mecânica em geral.

Alavancas, seios de molas, parafusos, pinos e porcas. Na forma de arame é utilizado na fabricação de pregos com haste com alta resistência e temperados.

OUTRAS

É macio, o que o torna resistente à ruptura de 45 a 55 kg/mm2, com teor de carbono entre 0,15% e 0,30%, também não adquire têmpera, é maleável e fácil de soldar. Esse aço geralmente é aplicado em peças de mecânica em geral.

Catálogos e Tabelas

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NOTA: Informações obtidas por consulta técnica ao portal do fabricante.

Exemplo

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TEMPERATURA DE AUSTENITIZAÇÃO E FAIXAS DE DUREZA – AÇOS CARBONO

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ENSAIO DE MATERIAIS

ENTREGA :

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  • Data: ___/___ /202___
  • Identificação da mensagem : Prática 2 – Ensaios metalográficos e Dureza
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Prof. Edilson José Barbosa

Curso Técnico em Metalurgia

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