PLANO DE CONTINGÊNCIA
Diretoria de Ensino de Guaratinguetá
O QUE É PLANO DE CONTINGÊNCIA?
COMO É FEITO O PLANO DE CONTINGÊNCIA?
1º PASSO - Percepção de risco: a decisão de construir um plano de contingência;
2º PASSO - A constituição de um grupo de trabalho;
3º PASSO - Análise do cenário de risco e cadastro de capacidades,
ações e procedimentos;
4° PASSO - Aprovação;
5º PASSO - Divulgação do plano de contingência; 6º PASSO - Operacionalização; e
7º PASSO - Revisão.
VAMOS COMEÇAR
1º PASSO - Percepção de risco: a decisão de construir um plano de contingência
R = P x V
x D
CG
DESASTRE
Resultado de evento adverso decorrente de ação natural ou antrópica sobre cenário vulnerável que cause danos humanos, materiais ou ambientais e prejuízos econômicos e sociais.
AMEAÇA E PERIGO
Ameaça: Evento: inundação, escorregamento de terra, incêndio, etc. (COBRADE).
Perigo: Trata de uma avaliação sobre a ameaça, que quantifica a frequência e a probabilidade de sua ocorrência.
R = P x V x D
CG
VULNERABILIDADE
Vulnerabilidade: Conjunto de condições que indica a fragilidade de algo frente a uma ameaça. (Conjunto de condições resultantes de fatores físicos, sociais, econômicos e ambientais, que aumenta a suscetibilidade de uma comunidade ao impacto dos perigos).
R = P x V x D
CG
VULNERABILIDADE
DANO
Dano: Resultado das perdas humanas, materiais ou ambientais infligidas às pessoas, comunidades, instituições, instalações e aos ecossistemas, como consequência de um desastre.
R = P x V x
D
CG
RISCOS
Risco: Potencial de ocorrência de um desastre, representada pelo resultado da interação entre o perigo (ameaça quantificada), a vulnerabilidade (conjunto de condições que indicam a fragilidade de uma comunidade) e o dano (resultado das perdas humanas, materiais e ambientais), podendo ser baixo, médio, alto ou muito alto.
R = P x V x D
CG
COMO PRIORIZAR OS RISCOS?
Matriz de Riscos
2º PASSO - A constituição de um grupo de trabalho
Professores Administração Zeladores
Serviços (cozinha, limpeza, segurança etc.) Entidades externas (Bombeiros, Polícia, Defesa Civil, Samu, Comgás, Zoonoses etc.)
Quem mais?
3º PASSO - Análise do cenário de risco e cadastro de capacidades, ações e procedimentos
Capacidades, ações e procedimentos
Proteção e Defesa Civil
Conjunto de ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação destinadas a evitar ou minimizar os efeitos decorrentes de desastre; preservar o moral da população; e restabelecer a normalidade social e torná-la resiliente.
Ações de Proteção e Defesa Civil
Preparação - medidas e atividades anteriores à ocorrência do desastre, destinadas a otimizar as ações de resposta e minimizar os danos e as perdas decorrentes do desastre;
ocorrência do desastre, destinadas a evitar ou reduzir
Prevenção - medidas e atividades prioritárias, anteriores à
a
instalação de novos riscos de desastre.
Mitigação - medidas e atividades adotadas imediatamente para
reduzir ou evitar as consequências do risco de desastre.
Ações de Proteção e Defesa Civil
Resposta: medidas emergenciais realizadas durante ou após o desastre, que visam ao socorro e à assistência da população atingida e ao restabelecimento dos serviços essenciais.
Recuperação: medidas desenvolvidas após o desastre para retornar à situação de normalidade, abrangem a reconstrução de infraestrutura danificada ou destruída e a reabilitação do meio ambiente e da economia, visando ao bem-estar social.
SPAlerta
Corpo de Bombeiros
INUNDAÇÃO
AÇÕES ANTES DO FATO | |||
| Responsável | Prazo | Aceite |
Prevenção: Melhoria do sistema de escoamento | José Carlos – Zelador | 6 meses | |
Mitigação: Elevar objetos | Pedro Miguel – Bibliotecário | 1 semana | |
Preparação: Exercício simulado | Joana Mara – Diretora | 3 meses | |
OUTROS POSSÍVEIS EVENTOS
Incêndio Deslizamento de terra Acidentes com animais
peçonhentos Queda de árvore / galhos
INUNDAÇÃO
AÇÕES ANTES DO FATO | |||
| Responsável | Prazo | Aceite |
Preparação: Monitoramento | Paulo Chagas – Porteiro | Contínuo em dias de chuva | |
Preparação: Alerta sobre a possibilidade de acionamento do Plano de Contingência | Carlos Souza - Supervisor | Sempre que a água alcançar a rua A e a chuva continuar | |
Preparação: Alarme de acionamento do Plano de Contingência | Joana Mara – Diretora | Sempre que a água alcançar a rua B e a chuva continuar | |
ESCOLA | QUARTEIRÃO | QUARTEIRÃO | QUARTEIRÃO |
Rua C
Rua B
Rua A
Sistemas de monitoramento, alerta e alarme
INUNDAÇÃO
AÇÕES DURANTE O FATO | |||
| Responsável | Prazo | Aceite |
Resposta: Contato com os órgãos de emergência | Joana Dias – Administração | No acionamento do Plano | |
Resposta: Desligamento da energia da escola | José Carlos – Zelador | No acionamento do Plano | |
Resposta: Evacuação do térreo | Carlos Alberto – Assistente | No acionamento do plano | |
Resposta: Orientação do trânsito | Paulo José - Vigia | No acionamento do plano | |
Resposta: Conferência no ponto de encontro | Joana Mara - Diretora | No acionamento do plano | |
INCÊNDIO, INUNDAÇÃO OU VENDAVAL
Transporte, abrigo e acolhimento
INCÊNDIO OU INUNDAÇÃO
Todos podem voltar para casa?
Todos conseguem voltar para casa?
Alimentação, vestuário e itens de higiene
Acompanhamento médico e psicológico
INUNDAÇÃO
AÇÕES DEPOIS O FATO | |||
| Responsável | Prazo | Aceite |
Recuperação: Avaliação das instalações elétricas | José Carlos – Zelador | 1 dia | |
Recuperação: Manutenção de equipamentos | José Carlos – Zelador | 1 dia | |
Recuperação: Limpeza e desinfecção | Roger Silva – Limpeza | 1 dia | |
4° PASSO - Aprovação
5º PASSO - Divulgação do plano de contingência
Apresentação e capacitação
FUNCIONÁRIOS
PAIS ALUNOS
6º PASSO - Operacionalização
Ocorre a cada simulado, monitoramento, alerta, alarme ou emergência
7º PASSO - Revisão
Riscos Procedimentos Responsáveis Contatos Entidades externas
Qualquer informação!
NO MÍNIMO A CADA 6 MESES
SIMULADO
Vamos realizar um exercício simulado agora!
Vamos desenvolver ações de RESPOSTA, com objetivo de conduzir a comunidade escolar para o ponto de encontro
SISTEMA DE ALERTA / ALARME
Utilizaremos uma corneta a gás
Significa que foi detectado um princípio de incêndio. Neste momento, uma pessoa da comunidade escolar vai até o local para verificar se será necessário abandonar a edificação.
Significa que a edificação precisa ser abandonada, pois o princípio de incêndio não foi controlado e está aumentando.
FUNÇÕES
Coordenador Geral: 1 professor da sala 1 Chefe de Equipe: 1 professor da sala 2 Auxiliares: 1 professor da sala 3 e 1 da sala 4 Professor: 1 professor de cada sala
Cabeça de fila: 1 professor de cada sala (primeira carteira ao lado da porta)
Coordenador Geral
Chefe de Equipe
Auxiliares
Auxiliar 1
- Acompanha a primeira turma que realizar o abandono, na frente da fila, pela rota de fuga segura informada pelo Chefe de Equipe, até o ponto de encontro.
Auxiliar 2
Auxiliar 1
Auxiliar 2
Professores
Professores
Cabeça de fila
Estudantes
SAIAM EM SILÊNCIO E SEM CORRER!
Atenção para as orientações!
Material
Obrigado
1º Tenente PM Tiago Luiz Lourençon Diretor de Análise de Risco
Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil defesacivil@sp.gov.br
Oficina: Construção do
Plano de Contingência
CONSTRUINDO PLANO DE CONTINGÊNCIA
VOLUNTÁRIOS PARA FUNÇÕES:
Coordenador Geral: sala 1 Chefe de Equipe: sala 2 Auxiliar 1: sala 3
Auxiliar 2: sala 4
Professor: 1 de cada sala
Cabeça de fila: 1 de cada sala (preferencialmente o mais próximo da porta)
Materiais disponíveis: Cópias impressas do Plano de Contingência, modelo digital no computador, e arquivo com a Matriz de Risco para conhecimento/manuseio.
OBJETIVO: Apresentar um modelo simples de Plano para ser preenchido, em quaisquer contingências, e realizar um simulado simples de evacuação de local, sensibilizando o público sobre a possibilidade de replicar a metodologia nos seus ambientes.
RECAPITULANDO
DEFINIR O NÍVEL DO RISCO DE INCÊNDIO
Matriz de Riscos
Cadastro de capacidades, ações e procedimentos
Sistemas de monitoramento, alerta e alarme
Perguntas provocadoras:
VAMOS COMEÇAR?!
Lição de casa: elaborar e aprovar o plano de contingência
Como incentivar e orientar a realização desta etapa nas UEs?
Lição de casa: divulgar o plano de contingência
Apresentação e capacitação
FUNCIONÁRIOS PAIS
ALUNOS
Como incentivar e orientar a realização desta etapa nas UEs?
Lição de casa: realizar exercícios simulados e avaliá-los?
Como incentivar e orientar a realização desta etapa nas UEs?
SIMULADO
Vamos realizar um exercício simulado agora!
SISTEMA DE ALERTA / ALARME
Utilizaremos uma corneta a gás
Significa que foi detectado um princípio de incêndio. Neste momento, uma pessoa da comunidade escolar vai até o local para verificar se será necessário abandonar a edificação.
Significa que a edificação precisa ser abandonada, pois o princípio de incêndio não foi controlado e está aumentando.
FUNÇÕES
Coordenador Geral: 1 professor da sala 1 Chefe de Equipe: 1 professor da sala 2 Auxiliares: 1 professor da sala 3 e 1 da sala 4 Professor: 1 professor de cada sala
Cabeça de fila: 1 professor de cada sala (primeira carteira ao lado da porta)
Coordenador Geral
Chefe de Equipe
abandono;
Auxiliares;
Auxiliares
Equipe, que dará as instruções sobre a rota de fuga segura.
Auxiliar 1
- Acompanha a primeira turma que realizar o abandono, na frente da fila, pela rota de fuga segura informada pelo Chefe de Equipe, até o ponto de encontro.
Auxiliar 2
Auxiliar 1
Auxiliar 2
Professores
fiquem de pé, ao lado de suas carteiras;
do abandono que serão transmitidas pelo Auxiliar;
Professores
Cabeça de fila
Participantes
uma das fileiras da sala, iniciando por aquela que fica mais próxima da porta;
Professor confira se todos abandonaram a edificação em segurança.
SAIAM CAMINHANDO (SEM CORRER) E EM SILÊNCIO!