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Lidando com a Imprensa

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Os interesses

O que interessa a quem?

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Mito:

O jornalista/comunicador está fazendo um favor ao dar uma notícia que nos interessa.

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Na prática...

  • Sociedade civil quer espaço para se comunicar com a população.

  • O jornalista/comunicador quer e precisa apurar notícias. O desafio de preencher determinado número de páginas no impresso ou de tempo no rádio ou TV.

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É DIFÍCIL CONVENCER O COMUNICADOR/JORNALISTA A ABRIR ESPAÇO PARA A O TEMA TUBERCULOSE

O PROBLEMA:

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AS SOLUÇÕES:�

  • Encontrar o caminho certo.
  • Conhecer a estrutura do veículo de comunicação e conseguir os contatos.
        • O sucesso mora do detalhe, no inovador. Notícia: novidade
        • O foco da notícia. O que interessa ao leitor/ouvinte/telespectador
        • Editorias/Programas temáticos
        • Os jornalistas e comunicadores sensíveis aos temas populares

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Em contato. Do email ao bate-papo

  • E-mail

Indispensável, mas não suficiente

  • Telefone
    • Confirmar, tirar dúvidas, criar relação.

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Crise: ação e reação

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Governo recolhe 20 milhões de remédios contra tuberculose por causa de manchas pretas

publicado em 11/06/2010 às 15h30

Ministério diz que os pacientes que tomaram os medicamentos não se prejudicaram

Do R7

O Ministério da Saúde está retirando de circulação 20 milhões de comprimidos de um medicamento usado no tratamento da tuberculose. A razão para isso é que “pontos pretos” foram encontrados em alguns lotes do remédio. Desde março, cerca de 10 milhões de comprimidos já foram recolhidos.

O remédio, para o tratamento “quatro em um”, é produzido pelo laboratório indiano Cipla. Os Estados que receberam os lotes foram Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Rondônia, São Paulo e Bahia. Foram nesses dois últimos Estados onde foram encontrados os medicamentos com as manchas.

Segundo o Ministério da Saúde, o recolhimento dos medicamentos não afetou o abastecimento da rede pública de saúde nem prejudicou o tratamento dos pacientes com tuberculose.

Os medicamentos foram analisados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), no Rio de Janeiro, e pelo o Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo. Segundo a pasta, não foi detectado “qualquer problema quanto à composição química ou contaminação dos comprimidos por fungos ou outros microorganismos, mesmo os que possuíam os referidos ‘pontos pretos’”.

O Ministério da Saúde informou ainda que “um grande número de pacientes” completou seus tratamentos e conseguir se curar nenhum efeito adverso.

Por causa desses lotes, o governo brasileiro rompeu o contrato com o Cipla e contratou um novo produtor, o laboratório Lupin, também indiano.

"Quatro em 1"

O remédio que está sendo retirado de circulação foi comprado pelo governo brasileiro porque diminui a quantidade de cápsulas e comprimidos ingeridos diariamente. O tratamento anterior era composto de três drogas e o paciente era obrigado a tomar até nove comprimidos diariamente. Segundo o ministério, agora são quatro drogas em um único comprimido, o que facilita a vida do paciente e amplia a adesão ao tratamento, que dura seis meses.