_As dobras resultam da distorção de camadas originalmente horizontais:
A- Situação inicial;
B- Situação após deformação.
Fig. AII.1
_Principais elementos utilizados na caracterização geométrica das dobras.
Fig. AII.2
_Diferentes formas de zonas de charneira:
A- Charneiras amplas (Cordilheira Ibérica, Espanha);
B- Charneiras estreitas (Cabo Creus, Espanha);
C- Dobra em caixa (Serra do Marão, Portugal).
Fig. AII.3
_Da distorção diferencial das camadas às irregularidades dos planos axiais:
A- “Plano” axial ondulado devido a distorções diferenciais da espessura das camadas ao longo do perfil da dobra;
B- Relação entre plano axial e plano de simetria de dobras.
Fig. AII.4
_Classificação de dobras em perfil:
A- Dobra vertical com flancos simétricos;
B- Flanco curto (1) e longo (2) definindo uma dobra tombada;
C- Dobra invertida devido ao flanco curto ter rodado mais de 90°;
D- Dobra deitada com o plano axial subhorizontal.
Fig. AII.5
_Classificação das dobras tendo em consideração a inclinação das charneiras e dos planos axiais.
Fig. AII.6
_Formação e geometria das dobras em bainha:
A- Desenvolvimento progressivo de dobras em bainha por aumento da deformação e da sua heterogeneidade;
B- Diversidade dos perfis de dobras em bainha.
Fig. AII.7
_Dobras num pano provocadas pelo movimento horizontal de aproximação entre as suas extremidades:
A- Situação inicial com o pano esticado;
B- Situação final após a deformação do pano.
Fig. AII.8
_Sucessão de antiformas e sinformas.
A- Representação esquemática;
B- Antiforma e sinforma afectando camadas do Carbonífero na região da Arrifana.
Fig. AII.9
_Alguns exemplos de dobras neutras:
A- Dobra deitada onde o plano axial e a charneira são horizontais;
B- Dobras verticais com os planos axiais e as charneiras verticais.
Fig. AII.10
_Possível relação geométrica entre dobras e cavalgamentos, coexistindo antiformas, sinformas e dobras deitadas.
Fig. AII.11
_Padrão de dobramento complexo devido à sobreposição de duas fases de deformação (D1 e D2):
A- Sinformas e antiformas no final da D1;
B- Situação após a deformação D2, coexistindo antiformas, sinformas e dobras neutras com charneiras verticais.
Fig. AII.12
_Sistemática das dobras segundo a relação de idades entre as camadas:
A- Situação inicial;
B- Situação após o dobramento.
Fig. AII.13
_Padrão de dobramento complexo devido à sobreposição de duas fases de dobramento:
A- Estruturas D1 resultantes da deformação de uma sequência horizontal de camadas;
B- Redobramento das estruturas D1 por um antiforma D2.
Fig. AII.14
_Sistemática das dobras tendo em consideração a forma e a idade relativa das camadas.
Fig. AII.15
_Sistemática dos dobramentos no caso da deformação de uma sequência sedimentar por uma intrusão magmática:
A- Situação inicial respeitando os princípios da horizontalidade original e da sobreposição de estratos;
B- Situação final com um antiforma anticlinal devido à intrusão magmática.
Fig. AII.16
_Sistemática dos dobramentos no caso da deformação de uma sequência sedimentar afectada por processos de dobramento e de metamorfismo:
A- Situação inicial respeitando os princípios da horizontalidade original e da sobreposição de estratos;
B- Situação final com a génese de um antiforma anticlinal.
Fig. AII.17
_Conceito de vergência associado aos dobramentos, realçando a independência que pode existir entre este conceito e a geometria das dobras:
A- Situação em que há correspondência entre antiformas e anticlinais;
B- Situação em que os anticlinais correspondem aos sinformas;
C- Relação entre vergências locais e a vergência regional.
Fig. AII.18
_Correspondência entre a vergência definida a partir do movimento dos cavalgamentos e das dobras associadas.
Fig. AII.19