1 of 21

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3 of 21

_As dobras resultam da distorção de camadas originalmente horizontais:

A- Situação inicial;

B- Situação após deformação.

Fig. AII.1

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_Principais elementos utilizados na caracterização geométrica das dobras.

Fig. AII.2

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_Diferentes formas de zonas de charneira:

A- Charneiras amplas (Cordilheira Ibérica, Espanha);

B- Charneiras estreitas (Cabo Creus, Espanha);

C- Dobra em caixa (Serra do Marão, Portugal).

Fig. AII.3

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_Da distorção diferencial das camadas às irregularidades dos planos axiais:

A- “Plano” axial ondulado devido a distorções diferenciais da espessura das camadas ao longo do perfil da dobra;

B- Relação entre plano axial e plano de simetria de dobras.

Fig. AII.4

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_Classificação de dobras em perfil:

A- Dobra vertical com flancos simétricos;

B- Flanco curto (1) e longo (2) definindo uma dobra tombada;

C- Dobra invertida devido ao flanco curto ter rodado mais de 90°;

D- Dobra deitada com o plano axial subhorizontal.

Fig. AII.5

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_Classificação das dobras tendo em consideração a inclinação das charneiras e dos planos axiais.

Fig. AII.6

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_Formação e geometria das dobras em bainha:

A- Desenvolvimento progressivo de dobras em bainha por aumento da deformação e da sua heterogeneidade;

B- Diversidade dos perfis de dobras em bainha.

Fig. AII.7

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_Dobras num pano provocadas pelo movimento horizontal de aproximação entre as suas extremidades:

A- Situação inicial com o pano esticado;

B- Situação final após a deformação do pano.

Fig. AII.8

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_Sucessão de antiformas e sinformas.

A- Representação esquemática;

B- Antiforma e sinforma afectando camadas do Carbonífero na região da Arrifana.

Fig. AII.9

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_Alguns exemplos de dobras neutras:

A- Dobra deitada onde o plano axial e a charneira são horizontais;

B- Dobras verticais com os planos axiais e as charneiras verticais.

Fig. AII.10

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_Possível relação geométrica entre dobras e cavalgamentos, coexistindo antiformas, sinformas e dobras deitadas.

Fig. AII.11

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_Padrão de dobramento complexo devido à sobreposição de duas fases de deformação (D1 e D2):

A- Sinformas e antiformas no final da D1;

B- Situação após a deformação D2, coexistindo antiformas, sinformas e dobras neutras com charneiras verticais.

Fig. AII.12

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_Sistemática das dobras segundo a relação de idades entre as camadas:

A- Situação inicial;

B- Situação após o dobramento.

Fig. AII.13

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_Padrão de dobramento complexo devido à sobreposição de duas fases de dobramento:

A- Estruturas D1 resultantes da deformação de uma sequência horizontal de camadas;

B- Redobramento das estruturas D1 por um antiforma D2.

Fig. AII.14

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_Sistemática das dobras tendo em consideração a forma e a idade relativa das camadas.

Fig. AII.15

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_Sistemática dos dobramentos no caso da deformação de uma sequência sedimentar por uma intrusão magmática:

A- Situação inicial respeitando os princípios da horizontalidade original e da sobreposição de estratos;

B- Situação final com um antiforma anticlinal devido à intrusão magmática.

Fig. AII.16

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_Sistemática dos dobramentos no caso da deformação de uma sequência sedimentar afectada por processos de dobramento e de metamorfismo:

A- Situação inicial respeitando os princípios da horizontalidade original e da sobreposição de estratos;

B- Situação final com a génese de um antiforma anticlinal.

Fig. AII.17

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_Conceito de vergência associado aos dobramentos, realçando a independência que pode existir entre este conceito e a geometria das dobras:

A- Situação em que há correspondência entre antiformas e anticlinais;

B- Situação em que os anticlinais correspondem aos sinformas;

C- Relação entre vergências locais e a vergência regional.

Fig. AII.18

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_Correspondência entre a vergência definida a partir do movimento dos cavalgamentos e das dobras associadas.

Fig. AII.19