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SOCIOLOGIA

��SÉRIE

INDICADORES SOCIAIS

Aula 17

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OBJETIVO DA AULA

Conhecer e interpretar dados sociais a respeito das desigualdades no mundo do trabalho no contexto brasileiro.

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Estudante! Vimos que a estratificação social é um fenômeno que ocorre ao dividir a sociedade em camadas sociais conforme as diferenças socioeconômicas, gerando assim desigualdades sociais.

VAMOS REFLETIR!

3 min

Disponível em: https://bityli.com/6MJ9LP

Agora, no seu caderno, escreva respondendo a seguinte questão:

O que são desigualdades sociais?

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O que é desigualdade social?

  • A distribuição desigual de renda é tão acentuada em alguns países, que apenas uma mínima parcela da população concentra grande parte da renda, enquanto a menor parte da renda é distribuída entre a maior parte da população.

https://bityli.com/bKUzLI

https://bityli.com/nsTEcj

  • Fenômeno existente quando a sociedade não conta com uma distribuição igualitária de oportunidades e recursos.

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  • Genocídio, exploração do trabalho e preconceito contra os povos indígenas e negros africanos são marcas do passado e do presente.

E as desigualdades sociais no Brasil?

Disponível em: https://bityli.com/IQDTqV

  • O processo de desenvolvimento do capitalismo no Brasil perpetuou desigualdades sociais, que aparecem na forma de miséria e pobreza crescentes.

  • No Brasil, o 1% mais rico concentra 28,3% da renda total do país (no Catar essa proporção é de 29%).

Estudante, como podemos mensurar as desigualdades? Através de indicadores! Vamos entendê-los melhor?

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Indicadores de extrema pobreza e pobreza

  • Segundo o IBGE, o percentual de pessoas que vivem em situação de extrema pobreza é de 12,83% no Brasil.
  • No Brasil, o percentual de pessoas que vivem em situação de pobreza é de 24,7%, conforme o IBGE.
  • A pobreza e a marginalização tendem a aumentar a submissão a condições de trabalho precarizadas, impactando sobre as condições de subsistência das famílias.

Estudante! Agora, vamos conhecer dados sobre desigualdades presentes no mercado de trabalho no Brasil?

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  • Segundo dados do IBGE, 54,5% das mulheres com 15 anos ou mais participavam da força de trabalho no país em 2019.

Desigualdade de gênero no mercado de trabalho

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  • O nível de escolaridade das mulheres chega a 19,4% com nível superior, enquanto o índice de homens com essa mesma instrução é de 15,1%.
  • Mesmo com a grande presença das mulheres no mercado de trabalho e o alto grau de instrução, a desigualdade de gênero ainda impacta as mulheres em ambientes empresariais.

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ATIVIDADE

Junte-se ao seu colega do lado e discutam a seguinte questão:

Diante da realidade social trazida pelos indicadores até aqui, quais seriam as formas de reduzir as desigualdades no Brasil?

3 min

Após a realização do debate, o(a) professor(a) irá selecionar algumas duplas para compartilharem o que discutiram.

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SUGESTÃO DE RESPOSTA

O papel do Estado pode ser acionado para a proposição de políticas públicas de trabalho, renda, saúde e educação a fim de reduzir as desigualdades sociais como miséria, pobreza e desigualdade de gênero.

Por outro lado, pode-se argumentar pela lógica contrária, com pouca intervenção do Estado, focando em iniciativas que priorizam a individualização, a oportunidade, o mérito e o empreendedorismo.

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São 3 fatores que favorecem as desigualdades entre homens e mulheres no trabalho:

  1. Inferioridade salarial.
  2. Poucos cargos de liderança são ocupados por mulheres.
  3. Trabalhos domésticos e maternidade.

Vamos entendê-los a seguir cada um.

Você sabe quais aspectos favorecem as desigualdades de gênero no mercado de trabalho?

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  • Segundo dados do IBGE, as mulheres brasileiras recebem 77,7% do salário dos homens.
  1. Disparidade salarial
  • A diferença é maior quando os cargos são de liderança e gerência.
  • Nesse setor econômico, as mulheres ganharam apenas 61,9% do rendimento dos homens.

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Disponível em: https://bityli.com/tnDoVs

No gráfico, podemos observar que as mulheres ganham cerca de 20% menos do que os homens no Brasil e a diferença salarial entre os gêneros segue assim mesmo quando se compara trabalhadores do mesmo perfil de escolaridade e idade e na mesma categoria de ocupação. Foto: Economia G1.

VAMOS LER O GRÁFICO

Para ampliar o gráfico, clique aqui.

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  • No Brasil, conforme dados do Ministério da Economia, as mulheres ocupam 42,4% dos cargos de gerência, 13,9% de diretoria e 27,3% de superintendência.

https://bityli.com/ebdHqr

2. Pouca representatividade em cargos de liderança

  • Uma pesquisa feita pela empresa de recrutamento especializado Robert Half mostra que 62% das organizações ainda não possuem políticas para incentivar o aumento da participação das mulheres em cargos de liderança.

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Conforme dados do IBGE, em 2019, as mulheres dedicaram-se aos afazeres domésticos quase o dobro de tempo que os homens (21,4 horas semanais contra 11,0 horas), caracterizando a dupla jornada.

https://bityli.com/QctKzQ

3. Tarefas domésticas, maternidade e cuidados

A porcentagem de mulheres que têm filhos de até 3 anos de idade e estão empregadas é de 54,6%, abaixo dos 67,2% daquelas que não têm.

As mulheres pretas ou pardas com crianças de até 3 anos apresentaram os menores níveis de ocupação, inferiores a 50%, enquanto as brancas registraram um percentual de 62,6%.

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Desigualdades étnico-raciais no mercado de trabalho

  • De acordo com os dados do IBGE referentes ao ano de 2020, o desemprego aumentou mais entre os negros, representando uma taxa de aumento de 2,6% entre os pretos, 1,4% entre os pardos e apenas 0,6% entre os brancos.
  • Pretos, pardos e indígenas foram os mais prejudicados pela crise provocada pela pandemia do coronavírus em relação ao desemprego, trabalhos informais sem proteção jurídica e carteira assinada, e baixa remuneração em comparação com a renda dos brancos.

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Disponível em: https://bityli.com/GIHyDw

3 min

Observe o infográfico ao lado e localize os seguintes dados sobre a inserção da população negra e o mercado de trabalho.

1 .Trabalho desprotegido:

2. Cargos de direção:

3. Rendimento médio:

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Para voltar ao slide anterior, clique aqui.

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Nesta aula, discutimos sobre as desigualdades sociais a partir dos indicadores como pobreza, extrema pobreza, desigualdade de gênero e étnico-racial no mercado de trabalho.

RETOMADA

Professor(a), caso tenha alguma sugestão ou elogio para esta aula, acesse:

https://forms.gle/ZuC8G4UPYMEdztJy5

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TOMAZI, Nelson Dacio. Sociologia para o ensino médio. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

ARAÚJO, S; BRIDI, M; MOTIM, B. Sociologia: Volume único: ensino médio. 2. ed. São Paulo: Scipione, 2016.

Sociologia em movimento. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2016.

IPEADATA. Disponível em: http://www.ipeadata.gov.br/Default.aspx

Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2021/03/03/numero-de-brasileiros-que-vivem-na-extrema-pobreza-cresce-com-fim-do-auxilio-emergencial.ghtml

TODA MATÉRIA. Disponível em: www.todamateria.com.br/questoes-sobre-desigualdade-social/amp/

CEPAL. Panorama Social de América Latina. Disponível em: https://www.cepal.org/sites/default/files/publication/files/46687/S2100150_es.pdf

REFERÊNCIAS