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MealEmpathy

Parceiros: FIAP, Kraft Heinz, Microsoft, Caça Fome (ONG) e CropLife

Atividade: Global Solution

Turma: Terceiro ano de Sistemas de Informação (online)

Equipe: Tech Warriors

Alunos: Caio Augusto de Moraes (RM 89262), Danilo Perestrelo (RM 87813), Fernando Sitta (RM 87177), João Paulo Hotequil (RM 87808) e Jorge Eduardo Mercado Carrasco (RM 89287)

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Problema

Em 2020, a fome no mundo afetou entre 720 e 811 milhões de pessoas, cujas causas estão relacionadas a diversos problemas políticos, econômicos, estruturais e climáticos que se mostram preponderantes. Nesse contexto, ressalta-se que a desigualdade de acesso aos alimentos é uma das principais causas da fome no mundo. Destacam-se também outros fatores de ordem econômica e social, como o aumento dos índices de inflação, em que os preços dos alimentos aumentaram de 16% para 47%, e o aumento do desemprego no mundo.

A má nutrição persiste em todas as suas formas, com as crianças pagando um preço alto: em 2020, estima-se que mais de 149 milhões de crianças menores de 5 anos sofriam de desnutrição crônica, ou eram muito baixas para a sua idade; mais de 45 milhões tinham desnutrição aguda, ou eram muito magras para a sua altura; e quase 39 milhões estavam acima do peso.

Além da fome mundial, mais um fator contribui para piorar a situação: o desperdício de alimentos. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontou que 931 milhões de toneladas de alimentos que chegam aos varejistas, consumidores ou restaurantes são desperdiçados. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estima que até 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente no mundo. Isso corresponde a cerca de um terço de tudo o que é produzido.

Hoje sabemos que a fome não é um problema de produção, pois conseguimos aumentar a produção de alimentos com menos pessoas trabalhando efetivamente, devido à tecnologia e às máquinas. No entanto, enfrentamos um grande problema de logística e renda, o que impede que pessoas de baixo poder aquisitivo tenham uma alimentação adequada e, quando têm, geralmente não é digna.

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Solução

Implementamos um ecossistema tecnológico chamado MealEmpathy, que visa o gerenciamento otimizado de insumos alimentícios, colaborando com a diminuição de desperdícios e a insegurança alimentar. Ele foi arquitetado para fornecer apoio aos seguintes tipos de usuários:

Fornecedores dos insumos alimentícios: Podendo ser fazendas, mercados, pequenos negócios agrícolas ou intermediários que facilitam a aquisição dos alimentos.

  • O sistema MealEmpathy facilitará o cadastro e gerenciamento do estoque de alimentos;
  • Monitoramento dos dados gerados pelas vendas para geração de insights para melhores negócios via IoT;
  • Aplicação de modelos criados pela IA para realizar previsão de vendas e identificar produtos com maior retorno;
  • Rastreamento de rotas e logística para entrega das vendas, visando o melhor caminho.

Empresas fornecendo serviços de alimentação: Podem ser restaurantes, fast foods, bares ou pequenos negócios de alimentação.

  • Gerenciamento do estoque de alimentos disponível;
  • Aplicação de inteligência para auxiliar na criação do menu visando o melhor aproveitamento do valor nutricional e a saúde dos alimentos, além do retorno financeiro;
  • Auxiliando no controle do desperdício, alertando o usuário a respeito e fornecendo opções para evitar o desperdício, incluindo a possibilidade de doar alimentos a usuários cadastrados como Beneficiários no ecossistema MealEmpathy;
  • Gerar insights e previsões dos melhores menus e pratos a serem oferecidos, levando em consideração datas específicas e preços atuais dos insumos alimentícios.

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Impacto

Os beneficiários são tanto os usuários a pé, como também ONGs, igrejas e organizações de ajuda humanitária que receberão um alerta quando um restaurante ou empresa de alimentação confirmar que insumos alimentícios estarão disponíveis para doação ou resgate por um valor simbólico ou de forma gratuita.

Os principais pilares são combater o desperdício, alocar corretamente os recursos para uma refeição saudável (sem excessos) e, por fim, diminuir a fome no mundo. Fundamentalmente, trata-se de um projeto 100% voluntário que caminha ao lado do ODS 2 (Fome zero e agricultura sustentável), baseando-se nos seguintes objetivos:

  • Garantir acesso a alimentos seguros e nutritivos durante todo o ano, eliminando a fome e atendendo às necessidades dos mais vulneráveis;
  • Eliminar todas as formas de desnutrição, incluindo o combate ao nanismo e à caquexia em crianças menores de cinco anos, além de atender às necessidades nutricionais de grupos específicos;
  • Duplicar a produtividade agrícola e a renda dos pequenos agricultores, garantindo acesso igualitário a recursos e oportunidades fora da agricultura;
  • Implementar práticas agrícolas sustentáveis e resilientes, preservando os ecossistemas e melhorando a qualidade da terra e do solo;
  • Preservar a diversidade genética de sementes e garantir acesso justo aos benefícios decorrentes do uso de recursos associados.

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Protótipo do app e da web (plataforma)

Web

App

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Aplicativo

Nosso aplicativo foi desenvolvido em Kotlin para a plataforma Android, pois grande parte da população brasileira utiliza esse sistema operacional em seus celulares, então visamos escalar para mais pessoas possíveis. Abaixo estão as nossas telas:

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Nosso

BPMN

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Arquitetura dos microsserviços (API’s)

Colocar diagrama aqui

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Quem faz acontecer

Caio Augusto

de MoraesGerente de projetos

Danilo PerestreloDesenvolvedor front-end (web) e designer UX e UI

Fernando SittaAnalista de sistemas

João Paulo HotequilDesenvolvedor front-end (mobile) e designer UX e UI

Jorge Eduardo Mercado CarrascoArquiteto de redes e infraestrutura

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Muito obrigado!

Estamos juntos nessa luta contra a fome e a sustentabilidade.

“Agricultura sem ciência é uma fazenda de porteiras fechadas.” (Iago Fernandes)