PSICOSES
NA APS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PSICOSES
NA APS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
RELEMBRANDO...
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
APS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESF
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PRIMEIRO CONTATO
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
LONGITUDINALIDADE
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
INTEGRALIDADE
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
COORDENAÇÃO DE CUIDADO
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
OBSERVAÇÕES
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
SINAIS DE ALARME
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESPERA PERMITIDA
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
OUTROS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PSICOSES
NA APS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GUSSO 2019
Capítulo 246
Psicoses
Rodrigo Fonseca Martins Leite
Renato Soleiman Franco
*
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CASO CLÍNICO
André, 20 anos, solteiro, primeiro grau incompleto, sem profissão, natural de São Paulo (SP), apresenta-se com a queixa de que se sente perseguido pelos vizinhos há 1 mês. Indagado sobre sua história pregressa, relata que vem apresentando isolamento social desde os 15 anos. Nunca teve namorada e sempre se interessou por música e ocultismo. Faz uso eventual de maconha – 2 a 3 cigarros/semana desde os 16 anos. A mãe é superprotetora e tem comportamento crítico verbal bastante evidente em relação à aparência do filho, ao seu retraimento e ao uso de drogas descoberto há 1 mês. Desde então, ele passou a falar sozinho, não se alimentar por temor de ser envenenado, referir que existem câmeras instaladas pelos vizinhos que querem controlá-lo, descuidar de forma importante da higiene e dos cuidados pessoais. Na semana passada, tentou se enforcar em seu quarto, sendo impedido a tempo pelo pai. Os resultados de seus exames são os seguintes:
■ Físico: taquicárdico (p = 120), exoftalmo +/+4, tireoide palpável, emagrecido.
■ Psíquico: vígil, pouco colaborativo na entrevista, irritado, discurso acelerado, ideação delirante de cunho persecutório, humor expansivo, ideação e planejamento suicida.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
2 MINUTOS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
TRANSTORNOS PSICÓTICOS
Esquizofrenia
Transtorno esquizofreniforme
Transtorno delirante
Transtorno esquizoafetivo
Psicose breve
Transtorno de humor com sintomas psicóticos
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DOENÇAS ASSOCIADAS
Neurológicas
Endocrinológicas
Metabólicas
Reumatológicas
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
Deve-se atentar para personalidade pré-mórbida com isolamento social, prejuízo acadêmico e comportamento excêntrico para o grupo etário quando o diagnóstico principal for esquizofrenia.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
Deve-se observar familiares com altos níveis de emoção expressa – críticas excessivas e superenvolvimento emocional – e considerar o papel da emoção expressa como preditor de recaídas.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
Abuso de substâncias – pode não ser um diagnóstico de exclusão, mas sim comorbidade. Descartar causas clínicas como sífilis, vírus da imunodeficiência humana (HIV)/Aids, patologias do sistema nervoso central e condições médicas diversas.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
Risco de suicídio é um sintoma de alerta – uma urgência devido ao risco de consumar o ato, em especial, na vigência de sintomas psicóticos.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
As condutas farmacológicas e psicossociais iniciais a serem instituídas independem do diagnóstico firmado. Dados retrospectivos
e o seguimento longitudinal são fundamentais para o diagnóstico definitivo e para a readequação da conduta a médio e longo prazo (p. ex., introdução de estabilizadores de humor se houver confirmação de transtorno bipolar).
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
Após remissão completa ou parcial do quadro psicótico, engajar o paciente e familiares em programa de reabilitação psicossocial multiprofissional de acordo com o projeto terapêutico singular.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ASPECTOS CHAVE
Estimular mudança de estilo de vida, autonomia e aquisição de comportamentos saudáveis, como interrupção do uso de substâncias, mudanças na dieta, nível de atividade física, busca por trabalho, estudo, relacionamentos, etc.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
Sintomas psicóticos – delírios e/ou alucinações que resultam em prejuízo significativo no cotidiano, na vida social e na autonomia do indivíduo
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
Prejuízo do teste da realidade, no qual o indivíduo faz inferências equivocadas sobre a realidade, a partir de suas percepções e pensamentos, mesmo com evidências contrárias
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
Estudo britânico com 8.580 respondentes com idades entre 16 e 74 anos sem diagnóstico de transtorno psicótico obteve prevalência de sintomas psicóticos em 5,5% da amostra (REF2)
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
Fatores independentes associados aos sintomas foram uso/abuso/dependência de álcool e Cannabis, vitimização, eventos estressores de vida recentes, baixa capacidade intelectual e sintomas neuróticos. (REF2)
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
estudo populacional com 38.694 sujeitos encontrou em cerca de 14% dos entrevistados algum grau de sintomas psicóticos. Desde sintomas intensos com delírios e alucinações (1,7%); alucinações (4,5%) e algum tipo de delírio (7,9%). (REF3)
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GERAL
Continuum entre síndromes psicóticas com ausência de e/ou pequena repercussão funcional e quadros graves associados a risco de auto ou heteroagressividade e prejuízo cognitivo
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
sintomatologia psicótica sob a forma de delírios e alucinações ou sob a forma de achatamento afetivo, prejuízo de pragmatismo e autonomia.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
prevalência estimada em torno de 1%,4 não configurando o transtorno psicótico mais prevalente na comunidade, entretanto repercute com grande impacto pessoal, familiar e social.5
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
As idades mais acometidas são entre 10 e 25 anos para homens e 25 e 35 anos para mulheres.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
Casos novos são raros antes da puberdade e depois dos 50 anos, sendo raro seu início antes dos 10 ou após os 60 anos.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
excluir patologias clínicas em que haja acometimento direto ou indireto do sistema nervoso central.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
instalação aguda, sub aguda ou crônica dos sintomas, flutuação circadiana do quadro, medicações em uso contínuo ou ingesta de substâncias (acidental ou proposital), trauma de crânio, queda e infecção em idosos, convulsões, cefaleia, febre e ao exame físico atentar para sinais neurológicos focais, sinais vitais anormais e nível de consciência.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
Frequentemente a “confusão mental”, que pode cursar com desorganização da fala e agitação ou inibição comportamental, pode ser interpretada equivocadamente como evidência de transtorno psicótico primário e causas orgânicas subjacentes podem ser negligenciadas na condução do caso
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
detalhada história clínica geral-neurológica-psiquiátrica; exame físico geral e neurológico; testagem neuropsicológica; exames laboratoriais (p. ex., hemograma completo, velocidade de hemossedimentação, glicemia, eletrólitos, função tireoidiana, teste de rastreio para uso de substâncias psicoativas; entre outros)
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ESQUIZOFRENIA
2a escolha* - cariótipo, exame do liquido cefalorraquidiano, eletroencefalografia, polissonografia, potencial evocado, neuroimagem e outros teste laboratoriais como para lúpus, infecções sexualmente transmissíveis, acumulo de metais pesados, carência de vitaminas como B12, folato, demais exames infecciosos, toxicológicos, entre outros.7
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
1) identificação dos sintomas psicóticos
2) caracterização de qual é a causa desses sintomas.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DELÍRIO
O delírio corresponde a uma alteração do juízo da realidade e corresponde a uma falsa crença baseada em uma dedução incorreta sobra a realidade externa, firmemente sustentada (convicção) a despeito do que quase todos acreditam e a despeito de provas e evidências contrárias
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DELÍRIO
Essa falsa crença não é aceita culturalmente, e normalmente o indivíduo extrapola os limites que os indivíduos de sua cultura adotam para determinados juízos. Para sua avaliação, podem-se utilizar as dimensões do delírio:
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DELÍRIO
Qual o grau de convicção? Quais e quantas áreas da vida do indivíduo estão envolvidas pelo delírio? O quanto essas crenças são bizarras ou implausíveis? O quanto são desorganizados ou seguem uma lógica? O quanto há preocupação ou envolvimento do indivíduo nessas crenças? O quanto essas crenças causam impacto no afeto? O quanto há desvio do comportamento em direção ao delírio?
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DELÍRIO
Quanto maior essa quebra com a realidade, maior a associação com a esquizofrenia.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ALUCINAÇÃO
As alucinações envolvem alterações da sensopercepção, desse modo podem estar relacionadas aos cinco sentidos.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ALUCINAÇÃO
alterações do comportamento nas quais há uma quebra importante de um funcionamento prévio, não somente o comportamento em si, mas a crítica que o indivíduo tem em relação a ele são avaliadas.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ALUCINAÇÃO
O humor e o afeto também são importantes de serem avaliados.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CAUSAS
condições médicas gerais
uso de substâncias
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CAUSAS
A crítica em relação aos sintomas é um sinal de que as alterações possam ser secundárias a condições médicas gerais, bem como o sofrimento por estar com esses sintomas.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CAUSAS
O próximo passo é identificar se há presença ou não de um transtorno do humor (transtorno depressivo ou transtorno afetivo bipolar)
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CAUSAS
Se não houver essa correlação com os episódios de humor, estará diante de um quadro de esquizofrenia ou de outros transtornos psicóticos.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ERROS MAIS FREQUENTES
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ERROS
Dados da literatura e da Organização Mundial da Saúde apontam para um atraso significativo no início de tratamento para os casos de psicose na comunidade, que podem permanecer não tratados por períodos de até dois anos após o início dos sintomas.4 Não existem dados sobre a população brasileira em relação ao atraso no tratamento (treatment gap) de pessoas portadores de psicose.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ERROS
Nesse cenário, os serviços de atenção primária à saúde (APS) podem desempenhar papel estratégico no aumento da acessibilidade e instituição de tratamento precoce, evitando cronificação e prevenindo eventos adversos, como situações de violência e internações compulsórias. Estudos demonstram que comportamentos de busca de ajuda nos serviços de saúde (health help – seeking behaviour) e maior contato com o médico de família e comunidade nos seis anos anteriores ao desenvolvimento do transtorno mental foram preditores da redução do tempo de psicose não tratada.4
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
OBSERVAÇÕES
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
A Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP 2) associa o termo psicose às seguintes condições: esquizofrenia, psicose afetiva (depressão e transtorno bipolar), outras psicoses não especificadas (psicose reativa e psicose puerperal) e outras psicoses orgânicas não especificadas (Delirium). Há também a descrição de psicose no tocante ao abuso crônico de Álcool.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
delírio entra como um critério dentro de sintomas positivos; sendo necessário pelo menos dois sintomas (entre cinco) e um deles deve ser um
sintoma positivo.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
Outra questão considerada como de baixa validade foi a classificação em subtipos (paranoide, desorganizada, catatônica indiferenciada e residual). Na versão atual do DSM essa classificação foi abandonada.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
O transtorno da personalidade esquizotípica também foi incluído dentro dos transtornos do espectro da esquizofrenia.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
CID-11 no capítulo sobre a esquizofrenia e outros transtornos psicóticos primários estão incluídos: esquizofrenia; transtorno esquizoafetivo; transtorno esquizotípico; transtornos psicóticos agudos e transitórios, transtorno delirante; ranstorno psicótico induzido por substâncias; síndrome psicótica secundária; outra esquizofrenia especificada ou outro transtorno psicótico especificado e, por final, esquizofrenia ou outro transtorno psicótico primário não especificado.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
ESPECTRO - CIAP-2
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
diferenciar o transtorno psicótico secundário (por exemplo uma condição médica geral ou neurológica) do primário.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
Entre os transtornos primários considerar que há um espectro, desde sintomas que acompanham o indivíduo ao longo de sua construção de personalidade (transtorno esquizotípico) e formas semelhantes a esquizofrenia com menos sintomas (transtorno delirante) ou com menor duração (transtornos agudos e transitórios e esquizofreniforme). Assim, temos um grande espectro da esquizofrenia e diferencias primários de transtornos mentais, com principalmente, os transtornos do humor, estresse pós traumático e transtorno obsessivo-compulsivo.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
CRITÉRIOS - DSM5
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - A
Dois (ou mais) dos itens a seguir, cada um presente por uma quantidade significativa de tempo durante um período de um mês (ou menos, se tratados com sucesso). Pelo menos um deles deve ser (1), (2) ou (3): 1. Delírios. 2. Alucinações. 3. Discurso desorganizado. 4. Comportamento grosseiramente desorganizado ou catatônico. 5. Sintomas negativos (i.e., expressão emocional diminuída ou avolia).
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - B
Por período significativo de tempo desde o aparecimento da perturbação, o nível de funcionamento em uma ou mais áreas importantes do funcionamento, como trabalho, relações interpessoais ou autocuidado, está acentuadamente abaixo do nível alcançado antes do início (ou, quando o início se dá na infância ou na adolescência, incapacidade de atingir o nível esperado de funcionamento interpessoal, acadêmico ou profissional).
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - C
Sinais contínuos de perturbação persistem durante, pelo menos, seis meses. Esse período de seis meses deve incluir no mínimo um mês de sintomas (ou menos, se tratados com sucesso) que precisam satisfazer ao Critério A (i.e., sintomas da fase ativa) e pode incluir períodos de sintomas prodrômicos ou residuais. Durante esses períodos prodrômicos ou residuais, os sinais da perturbação podem ser manifestados apenas por sintomas negativos ou por dois ou mais sintomas listados no Critério A presentes em uma forma atenuada (p. ex., crenças esquisitas, experiências perceptivas incomuns).
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - D
Transtorno esquizoafetivo e transtorno depressivo ou transtorno bipolar com características psicóticas são descartados porque: 1) não ocorreram episódios depressivos maiores ou maníacos concomitantemente com os sintomas da fase ativa, ou 2) se episódios de humor ocorreram durante os sintomas da fase ativa, sua duração total foi breve em relação aos períodos ativo e residual da doença.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - E
A perturbação não pode ser atribuída aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou a outra condição médica.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - F
Se há história de transtorno do espectro autista ou de um transtorno da comunicação iniciado na infância, o diagnóstico adicional de
esquizofrenia é realizado somente se delírios ou alucinações proeminentes, além dos demais sintomas exigidos de esquizofrenia, estão também presentes por pelo menos um mês (ou menos, se tratados com sucesso).
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO
CRITÉRIOS - CID-10
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - A
eco de pensamento, inserção ou roubo do pensamento, irradiação do pensamento;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - B
delírios de controle, influência ou passividade, claramente referindo-se ao corpo ou movimentos dos membros ou pensamentos específicos, ações ou sensações, percepção delirante;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - C
vozes alucinatórias comentando o comportamento do paciente ou discutindo entre elas sobre o paciente ou outros tipos de vozes alucinatórias vindo de alguma parte do corpo;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - D
delírios persistentes de outros tipos que são culturalmente inapropriados e completamente impossíveis, como identidade política ou religiosa ou poderes e capacidades sobre-humanos (p. ex., ser capaz de controlar o tempo ou se comunicar com alienígenas de outros planetas);
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - E
alucinações persistentes de qualquer modalidade, quando acompanhado por delírios superficiais ou parciais, sem claro conteúdo afetivo, ou por ideias sobrevaloradas persistentes ou quando ocorrem todos os dias durante semanas ou meses continuamente;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - F
interrupções ou interpolações no curso do pensamento resultando em discurso incoerente, irrelevante ou neologismos;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - G
comportamento catatônico, como excitação, postura inadequada ou flexibilidade cérea, negativismo, mutismo e estupor;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - H
sintomas “negativos”, como apatia marcante, pobreza do discurso e embotamento ou incongruência de respostas emocionais, usualmente resultando em retraimento social e diminuição do desempenho social; deve ficar claro que esses sintomas não são decorrentes de depressão ou medicação neuroléptica;
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
DIAGNÓSTICO - I
uma alteração significativa e consistente na qualidade global de alguns aspectos do comportamento pessoal, manifesta por perda de interesse, falta de objetivos, inatividade, uma atitude ensimesmada e retraimento social.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
OUTROS TRANSTORNOS
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
TRANSTORNO ESQUIZOTÍPICO
quando há sintomas psicóticos mais clássicos como ideias paranoides, alucinações ou ideias de referência; não apresentam intensidade e nem duração compatíveis com a esquizofrenia. Em geral, há um padrão duradouro de funcionamento (característica daqueles com transtorno de personalidade); comportamento excêntrico, crenças pouco usuais, desconforto e até reduzida capacidade de relacionamentos interpessoais com afeto inapropriado e anedonia.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
TRANSTORNO DELIRANTE
geralmente, não há uma perda acentuada de funcionamento e as alucinações não são características desse quadro.6 Os delírios (pode haver somente 1 delírio) são o aspecto central do transtorno, e no caso de haver alucinações, esses não são os sintomas que mais chamam atenção e devem ser circunscritos ao tema do delírio. Anteriormente os delírios eram considerados não são bizarros, atualmente a presença ou ausência de sintomas bizarros não é o que diferencia o transtorno delirante das outras condições. Outras condições que também podem ter sintomas que podem confundir com os transtornos do espectro da esquizofrenia como o transtorno obsessivo-compulsivo e o transtorno dismórfico corporal devem ser pesquisados e excluídos quando houver suspeita de transtorno delirante.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
TRANSTORNOS PSICÓTICOS AGUDOS E TRANSITÓRIOS
duração inferior a um mês com um crescimento dos sintomas, usualmente, nas primeiras 2 semanas. Lembrar que o diferencial com Delirium (origem orgânica) é essencial e deve ser buscado. Em geral, é observado estresse agudo e/ou uma ruptura notável com um padrão prévio de comportamento; nesse caso os sintomas prodrômicos (que usualmente antecedem o diagnóstico da esquizofrenia) estão ausentes.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
TRANSTORNO ESQUIZOFRENIFORME
(descrito separadamente o DSM-5 e em conjunto como um subgrupo dentro dos transtornos psicóticos agudos e transitórios no CID-10): os sintomas são semelhantes, no entanto, duram de um a seis meses, incluindo a fase prodrômica. Aqui, há uma condição que parece estar situada entre os casos agudos (menos de 1 mês, em geral) e a esquizofrenia (geralmente, mais de 6 meses incluindo a fase prodrômica). Cerca de 2/3 dos pacientes irão perpetuar os sintomas e receber o diagnóstico de esquizofrenia ou trantorno esquizoafetivo.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
TRANSTORNO ESQUIZOAFETIVO
há episódios de transtornos de humor e psicóticos. Aqui o principal diferencial “é com os transtornos de humor com sintomas psicóticos (transtornos primariamente do espectro do humor).” No transtorno esquizoafetivo (espectro da esquizofrenia) há presença de delírios ou alucinações por pelo menos duas semanas sem sintomas de humor com intensidade para justificarem esses sintomas; ou seja, os sintomas psicóticos não tendem a não ocorrer exclusivamente durante os episódios de transtorno de humor (nesse caso, considerar – transtorno do humor com características psicóticas). Como é um transtorno do espectro da esquizofrenia o critério A (critério maior para a esquizofrenia deve estar presente). Em geral, há episódios de alteração importante do humor (depressão ou mania) durante a maior parte do curso da doença; além disso ocorre o preenchimento do Critério A de esquizofrenia.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
IDEAÇÃO SUICIDA
Você pensou em tirar a vida? Isso tem acontecido com que frequência? As vozes dizem isso? Chegou a planejar como fazer ou tentar?
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
IDEAÇÃO SUICIDA
monitorar ativamente os sintomas depressivos em pacientes psicóticos
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
Introdução de antipsicótico oral e, eventualmente, antipsicótico injetável na avaliação inicial.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
Recomenda-se abstinência total de Cannabis e outras drogas
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
Se não houver adesão ao tratamento, deve-se cogitar antipsicótico de depósito (nesse meio, o mais utilizado é o haloperidol decanoato, 70,52 mg/mL) e avaliar a necessidade do uso de antipaksonianos para evitar sintomas de impregnação (bradicinesia, tremores de extremidades, rigidez muscular hipertônica, hipomimia facial) presentes, devem-se introduzir antiparkinsonianos, como o biperideno.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
Se houver insônia e/ou ansiedade e/ou acatisia importantes, deve-se adicionar benzodiazepínicos de meia-vida média ou longa por períodos curtos de tempo, como clonazepam ou diazepam.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
Orientar os familiares a manter vigilância contínua, eliminar meios potencialmente letais dentro do domicílio (armas de fogo, armas brancas, cordas, etc.), não questionar o conteúdo do discurso da pessoa e, em caso de heteroagressividade ou nova tentativa de suicídio, referenciar ao serviço de emergência psiquiátrica de referência.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CONDUTA
Investigar e tratar hipertireoidismo. Essa condição clínica pode ser desencadeadora ou favorecer o agravamento do quadro psicótico. No seguimento, oferecer apoio psicoeducacional aos cuidadores, enfatizando prevenção de recaída, incentivo à autonomia, diminuição dos níveis de emoção expressa e adesão aos tratamentos propostos e tratamento psicossocial associado ao farmacológico.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PROGNÓSTICO E COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PROGNÓSTICO
Dados relativos à mortalidade de pessoas psicóticas apontam para um excesso de óbitos por causas naturais, explicáveis por estilo de vida, tabagismo, fatores dietéticos e uso de medicação antipsicótica. Portanto, existe uma crescente preocupação em relação à saúde somática dessa população.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PROGNÓSTICO
Altas prevalências de síndrome metabólica, diabetes melito, doença isquêmica coronariana na população de indivíduos portadores de transtornos mentais severos (incluindo transtornos psicóticos afetivos e não afetivos) acompanhados na APS, serviços especializados e em regime de internação hospitalar foram replicados em inúmeros estudos.19
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PROGNÓSTICO
Portanto, pessoas que apresentam psicose devem ser compreendidas como uma parcela populacional em risco e igualmente encorajada a mudar hábitos de vida, interrupção do tabagismo, controle pressórico e glicêmico, evitando posturas de niilismo terapêutico a priori por parte das equipes da APS.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PROGNÓSTICO
Com o tratamento farmacológico e não farmacológico adequado, até 70% dos esquizofrênicos não apresentam recaídas ao longo da vida.
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
REFERÊNCIAS
GUSSO 2019 - TRATADO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE - PRINCÍPIOS, FORMAÇÃO E PRÁTICA - 2a edição
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
REFERÊNCIAS
1. Sadock BJ, Sadock V. Compêndio de psiquiatria: ciência do comportamento e psiquiatria clínica. 11. ed. Porto Alegre: Artmed; 2017.
2. Johns LC, Cannon M, Singleton N, Murray RM, Farrell M, Brugha T, et al. Prevalence and correlates of self-reported psychotic symptoms in the British population. Br J Psychiatry. 2004;185(4):298-305.
3. Pignon B, Peyre H, Szöke A, Geoffroy PA, Rolland B, Jardri R, et al. A latent class analysis of psychotic symptoms in the general population. Aust New Zeal J Psychiatry. 2017 Dec 1:486741774425.
4. Skeate A, Jackson C, Birchwood M, Jones C. Duration of untreated psychosis and pathways to care in first-episode psychosis. Investigation of help-seeking behaviour in primary care. Br J Psychiatry Suppl. 2002;43:s73-7.
5. Boydell KM, Stasiulis E, Volpe T, Gladstone B. A descriptive review of qualitative studies in first episode psychosis. Early Interv Psychiatry. 2010;4(1):7-24.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
REFERÊNCIAS
6. Mari JJ, Jorge MR, Kohn R. Epidemiologia dos transtornos mentais em adulto. In: Mello MF, Mello AAF, Kohn R, organizadores. Epidemiologia da saúde mental no Brasil. Porto Alegre: Artmed; 2007. p. 119-41.
7. Keshavan MS, Kaneko Y. Secondary psychoses: an update. World Psychiatry. 2013;12(1):4-15.
8. First MB, Frances A, Pincus HA. Delírios, alucinações, esquizofrenia e outros transtornos mentais. In: First MB, Manual de diagnóstico diferencial do DSM-5. Porto Alegre: Artmed; 2015.
9. Dalgalarrondo P. Síndromes psicóticas. In: Dalgalarrondo P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 3. ed. Porto Alegre: Artmed; 2019. p. 379-88.
10. Sociedade Brasileira de Medicina de Família & Comunidade. Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP 2): Comitê Internacional de Classificação Da WONCA. 2nd ed. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; 2009.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
REFERÊNCIAS
11. American Psychiatry Association. Diagnostic and statistical manual of mental disorders: DSM-5. 5th ed. Washington: APP; 2013.
12. Araújo ÁC, Lotufo Neto F. A nova classificação americana para os transtornos mentais: o DSM-5. Rev Bras Ter Comport Cogn. 2014;16(1):67-82.
13. Organização Mundial da Saúde. Classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID-10: diretrizes diagnósticas e de tratamento para transtornos mentais em cuidados primários. Porto Alegre: Artmed; 1998.
14. World Health Organization. ICD-11 beta draft [Internet]. 2017 [capturado em 06 maio 2018]. Disponível em: https://icd.who.int/dev11/l-m/en.
15. Reed GM, First MB, Elena Medina-Mora M, Gureje O, Pike KM, Saxena S. Draft diagnostic guidelines for ICD-11 mental and behavioural disorders available for review and comment. World Psychiatry. 2016;15(2):112-3.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
REFERÊNCIAS
16. Hasan A, Falkai P, Wobrock T, Lieberman J, Glenthoj B, Gattaz WF, et al. World Federation of Societies of Biological Psychiatry (WFSBP) Guidelines for Biological Treatment of Schizophrenia, Part 1: Update 2012 on the acute treatment of schizophrenia and the management of treatment resistance. World J Biol Psychiatry. 2012;13(5):318-78.
17. McGinty J, Sayeed Haque M, Upthegrove R. Depression during first episode psychosis and subsequent suicide risk: a systematic review and meta-analysis of longitudinal studies. Schizophr Res. 2017 Oct 2.
S0920-9964(17)30602-3.
18. Mackin P, Bishop D, Watkinson H, Gallagher P, Ferrier IN. Metabolic disease and cardiovascular risk in people treated with antipsychotics in the community. Br J Psychiatry. 2007;191(1):23-9.
19. Ran MS, Chen EY, Conwell Y, Chan CL, Yip PS, Xiang MZ, et al. Mortality in people with schizophrenia in rural China: 10-year cohort study. Br J Psychiatry. 2007;190(3):237-42.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ANTIPSICÓTICOS
Antipsicóticos convencionais têm vários efeitos adversos, como sedação, embotamento cognitivo, distonia e rigidez muscular, tremores, aumento dos níveis de prolactina (causando galactorreia) e ganho ponderal e diminuição do limiar convulsivo nos pacientes com convulsões ou em risco de convulsões (para o tratamento dos efeitos adversos, ver tabela Tratamento dos efeitos adversos agudos dos antipsicóticos). A acatisia (inquietação motora) é particularmente desagradável e pode resultar em não adesão; pode ser tratada com propranolol.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ANTIPSICÓTICOS
Antipsicóticos de segunda geração têm menor probabilidade de causar efeitos adversos extrapiramidais (motores) ou discinesia tardia, mas isso pode ocorrer. A síndrome metabólica (excesso de gordura abdominal, resistência à insulina, dislipidemia e hipertensão arterial) é um efeito adverso importante de muitos ASG.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ANTIPSICÓTICOS
A discinesia tardia, é um distúrbio de movimento involuntário caracterizado mais frequentemente por contrações labiais e da língua, torções dos membros superiores ou inferiores, ou ambos. Para pacientes que tomam antipsicóticos convencionais, a incidência de discinesia tardia é cerca de 5% a cada ano de exposição ao fármaco. Em torno de 2%, a discinesia tardia é gravemente desfigurante. A discinesia tardia é menos comum com ASGs. Em alguns pacientes, a discinesia tardia persiste indefinidamente, mesmo após a interrupção do fármaco. Em razão desse risco, os pacientes que recebem terapia de manutenção de longa duração devem ser avaliados pelo menos a cada 6 meses. É possível utilizar instrumentos de avaliação, como a Escala de Movimentos Involuntários Anômalos para monitorar de maneira mais precisa as alterações ao longo do tempo. Pacientes com esquizofrenia e que continuam a exigir um fármaco antipsicótico podem ser tratados com clozapina ou a quetiapina, que são ASGs.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
ANTIPSICÓTICOS
A síndrome neuroléptica maligna, um efeito adverso raro, porém, potencialmente fatal, se caracteriza por rigidez, febre, instabilidade autonômica e elevação da CK.
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
REFERÊNCIAS
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/esquizofrenia-e-transtornos-relacionados/antipsic%C3%B3ticos
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM
PSICOSES
NA APS
CÓDIGO
Secretaria de Saúde DF - ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA - Universidade de Brasília
ESCOLA DE PACIENTES
ESTÊVÃO ROLIM