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contatojosuepantoja@gmail.com

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Semana do Calouro

Escola de Teatro e Dança da UFPA

2026

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“Abrimos os portais para receber os novos caloures de 2026 da Escola de Teatro e Dança (ETDUFPA). No dia 26 de março, às 18h30, o espetáculo Ceci n'est pas un artiste retorna ao palco do Teatro Cláudio Barradas, trazendo uma reflexão sobre ser artista em movimento.”

"Ceci n'est pas un artiste" é um espetáculo que explora as várias facetas, contradições, prazeres e questionamentos de ser uma/e artista/e. Com dramaturgia crua que nada mais é do que uma trouxa de retalhos, costurados, pregados, grampeados, do qual não temos intenção nenhuma de esconder as bordas desfiadas nem os rasgos.

Espetáculo Completo:https://youtu.be/4Lf6RAGNdS4?si=6ohahC9JNgE4G03R

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Fotografado por Wanderson Soeiro (2026)

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Fotografias feitas por Wanderson Soeiro (2026)

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Fotografias feitas por Wanderson Soeiro (2026)

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Fotografias feitas por Wanderson Soeiro (2026)

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Fotografado por Wanderson Soeiro (2026)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA

2026

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A Escola de Teatro e Dança da UFPA apresenta "Grande Sertão: Veredas", adaptação cênica do clássico de João Guimarães Rosa, encenada pelos alunos do 1º ano do Curso Técnico em Teatro - Turma 2025. Dirigido por Larissa Latif e Karine Jansen.

Personagem: Ricardão - Jagunço nascido no Verde Pequeno, rico, dono de fazendas, amigo de políticos importantes, compadre de Joca Ramiro e Hermógenes. Corpulento e quieto, com um modo simpático de sorriso; compunha o ar de um fazendeiro abastado. Frio e Cruel.

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Fotografado por Danielle Cascaes (2026)

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Fotografias feitas por Danielle Cascaes (2026)

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Fotografias feitas por Danielle Cascaes (2026)

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Escola de Teatro e Dança da

UFPA / Trabalho Itinerante

2026

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Performance realizada em 09/02/2026 para a conclusão da disciplina “Performance”, ministrada por Karine Jansen.

O ato busca trazer a incerteza diante do envelhecimento dos meus pais, questionando a prontidão para lidar com a inversão de papéis no cuidado. Trazendo o teatro de animação, construí um boneco que seria essa mãe que estou cuidando no estado da velhice. Mesmo sem falar nada durante a performance, busco abordar o contraste entre o filho que não quer enxergar a realidade daquilo e a vulnerabilidade dos idosos, que perdem a força física e, muitas vezes, enfrentam o abandono ou a falta de disposição dos familiares.

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Fotografias feitas por Danielle Cascaes (2026)

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Fotografias feitas por Danielle Cascaes (2026)

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Fotografias feitas por Danielle Cascaes (2026)

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ENEARTE

2025

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[Disponível no YouTube] A performance cOrpO iNsTiNtO: " Pelf d0 ch1p" emerge como um ato de resistência poética que confronta as feridas abertas na pele da Amazônia. Em um tempo em que o avanço tecnológico se impõe sem freios, corpos - humanos e não-humanos - são descartados em nome do lucro e do progresso. Integrada à pesquisa Corpo Instinto, "pelf do ch1p"propõe a imagem de um corpo em decomposição inserido em uma ambientação urbana, transformando o palco em um território de denúncia da necropolítica contemporânea.

Link: https://youtu.be/ncN4jExmlms?si=WKCXCBZ2og8jyeo5

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA / Trabalho Itinerante

2025

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Os alunos do 1º ano do Curso Técnico em Teatro da ETDUFPA apresentam o resultado da disciplina “Dramaturgia Pessoal do Ator”, orientada pelo professor Paulo Santana.

Em cena, cada atuante traz à tona suas cicatrizes transformadas em poesia, expondo no corpo aquilo que um dia foi ferida aberta. Um mergulho íntimo e coletivo nas memórias que percorrem e moldam a existência.

Dei o nome de “Máscaras Mortas” para o meu ato poético, trazendo um boneco produzido por mim com intenção de ser uma dança e luta interna. Para saber mais, o Ebook está disponível gratuito para download.

Link: https://livroaberto.ufpa.br/handle/prefix/1316

Drive: https://drive.google.com/file/d/173-bs5vYkNd1jyP5ib_aLJJlHwAXVAgw/view?usp=drivesdk

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Fotografado por Brunno Elluer (2025)

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Fotografias feitas por Brunno Elluer (2025)

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Fotografias feitas por Brunno Elluer (2025)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA

2025

Escola de Teatro e Dança da UFPA / Trabalho Itinerante

2025

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"Noiva de Morte" é um conto de Nelson Rodrigues que narra a história trágica de Alipinho, um jovem que se enforca trajado com o vestido de noiva de sua futura esposa ao som da marcha nupcial. O conto explora temas de suicídio, culpa e destinos trágicos.

Na construção da performance, adaptei a história para o de teatro de caixa, narrando os acontecimentos do mesmo sobre a perspectiva da Mãe de Alipinho, mundano também o título da obra.A personagem aparenta já ter morrido e conta como ocorreu na casa onde moravam, mostrando seu ponto de vista.

Este trabalho foi para a conclusão da disciplina “Teatralidades Contemporâneas”, ministrada por Edson Fernando.

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA

2025

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Pesquisa sobre atuação cênica abre as portas ao público para "Atos poéticos de florestania"

O grupo de pesquisa PACATU - Práticas para a Autonomia Criadora do Atuante retorna em agosto e setembro com uma nova etapa: a sala de trabalho estará aberta à participação do público, que poderá testemunhar os experimentos cênicos de seis artistas-colaboradores em torno dos processos de colonização da Amazônia.

Foi um processo desafiante, principalmente pesquisar esse Ser que se encontra entre o humano e o animal pedido por Alberto Silva, mas sem sombra de dúvidas foi algo único que vivi de forma bastante intensa ao lado de outros artistas pesquisadores.

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Fotografias feitas por Alberto Silva (2025)

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Fotografias feitas por Alberto Silva (2025)

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Fotografado por Alberto Silva (2025)

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Fotografado por Alberto Silva (2025)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA

2025

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Com direção de Xviccy “Ceci N'est Pas Un Artiste” é um espetáculo para todos os artistas-não-artistas se reconhecerem enquanto indivíduos no mundo, com todas as suas dores e fragilidades, com a certeza de ser quem se é. Misturando teatro, dança, música e audiovisual o palco se torna sensível, trágico, melancólico, voraz.

Sem dúvidas foi uns dos processos e experiências mais loucas que tive ao estar em cena ao lado de tanta gente talentosa que faz arte com unhas, dentes, vísceras, coração, ânus, cérebro e tudo no corpo, assim como para além dele.

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Fotografado por Tulio Figueredo (2025)

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Fotografias feitas por Tulio Figueredo (2025)

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Fotografias feitas por Tulio Figueredo (2025)

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Fotografias feitas por Tulio Figueredo (2025)

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Trabalho Itinerante

2025

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Este trabalho foi feito de forma coletiva com a atriz , artesã e professora Jéssica Brito com orientações do professor, ator, artesão, membro do grupo paraense In Bust Teatro com Bonecos, Aníbal Pacha. Pudemos criar nossas caixas no espaço Ateliê Casa de Bonecas. Cada caixa conta uma história única, Jéssica com a sua chamada “Carne Viva” e eu com o nome “Sangue Sobre Ferrugem”.

O Teatro de Caixa é uma forma de teatro de animação que apresenta espetáculos de curta duração dentro de uma pequena caixa cênica, voltada para um espectador por vez.

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA

2024

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“O que cai em pé e corre deitado? A chuva. Mas podia muito bem ser o lixo jogado nas ruas, que voa pela janela dos ônibus lotados, acúmulados em lixões improvisados nas beiras dos canais, nas esquinas, entupindo bueiros, escorrendo com a chuva rua abaixo, alagando tudo, parando o trânsito. A chuva escoa, vira rio. O lixo, não. Segue sua vida maltratada de entupir vala. Ou a chuva leva junto, mas não vira rio, vira poluição, mata bicho. A chuva segue seu ciclo como a cobra que é, comendo o próprio rabo. E o lixo? o lixo devora o mundo."

"Tô pouco me lixando!" é um espetáculo contemplado com o prêmio "V Mostra Cênica do Teatro Universitário Cláudio Barradas" da Escola de Teatro e Dança da UFPA.

Como ator, junto a outros membros do elenco, pudemos contribuir durante os ensaios na criação das cenas partindo do que aqueles figurinos nos remetiam com os nossos corpos, os sons, o deslocamento e as limitações.

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2025)

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Fotografias feitas por Izidório (2025)

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Nosso Pátio Cultural

2024

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Por meio de fragmentos de textos diversos, a personificação de uma lembrança muito antiga que, de forma poética, conta sua história do antes, durante e após um relacionamento. A forma como ela se manifesta evoca o outono em suas vestes.

Tanto a máscara e o resto do figurino foram criados por mim para dar vida aos textos que juntei em um só, trazendo melancolia e fantasia.

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Imagens tiradas do acervo pessoal (2024)

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Escola de Teatro e Dança da UFPA

2024

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Evento e performance sobre direção de Xviccy para comemorar o dia mundial do Teatro dia 27/03. Junto a outros atuantes, realizamos o ritual ao deus Baco (Dionízio), desconstruindo a imagem do mesmo nos corpos de cada um que estava em cena, com uma estética punk, rock, BDSM. Com o texto “Bixa Travesty (Remix) (part Ventura Profana e Podeserdesligado)” de Linn da Quebrada escolhido pela mesma, o ritual era feito com vinho, uvas e pães.

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Fotografado por Henrique Universo (2024)

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Fotografias feitas por Henrique Universo (2024)

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Fotografado por Henrique Universo (2024)

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Escola INCENA Belém

2019

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"Mãe Coragem e seus Filhos", de Bertolt Brecht, é uma peça épica ambientada na Guerra dos Trinta Anos (século XVII). A mascate Anna Fierling, a "Mãe Coragem", tenta lucrar com o conflito vendendo produtos em sua carroça, mas perde seus três filhos — Eilif, Queijinho e Katrin — um a um, sendo destruída pela mesma guerra da qual dependia.

Apresentada no teatro Margarida Schivasappa, dirigida por Renan Delmont, professor da escola INCENA. Foi maravilhoso e desfiador interpretar a personagem Ivette Pottier que, assim como Mãe Coragem, lucrava em meio a guerra.

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Imagens tiradas do acervo pessoal 2019)

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Teatro NAAHS Cia Aldeia

2019

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Fundação Cultural Do Pará

2018

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O sarau “A Noite é uma Palavra” é um projeto no qual autores paraenses exprimem suas vozes poéticas. A recitação é o gênero oral que tonaliza o espetáculo… Os poetas se revezam no palco em performances literárias que emocionam a plateia.

Viva a noite dedicada à palavra!

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