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  • SUL: É caracterizada pelo clima subtropical e agricultura desenvolvida e diversificada. É a segunda região mais industrializada do país. Outro ponto que a caracteriza, é o grande número de descendentes europeus que compõem grande parte de sua população.

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Com 577.214 km2, é a região que apresenta menor área, ocupando apenas 6,75% do território brasileiro. Formada pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tem clima subtropical, exceto na região Norte do Estado do Paraná, onde predomina o clima tropical. Caracteriza-se pela diversidade de temperaturas nas diferentes áreas que a compõem.

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  • População (2000): 25.789.083 habitantes�Densidade demográfica (2000): 43,46 hab/km²�Maiores cidades (Habitantes/2000): Curitiba (1.586.848); Porto Alegre (1.360.033); Londrina-PR (446.822); Joinville-SC (429.004); Caxias do Sul-RS (360.223); Florianópolis (341.781); Pelotas-RS (323.034); Canoas-RS (305.711); Maringá-PR (288.465); Ponta Grossa-PR (273.469); Blumenau-SC (261.505);  Fóz do Iguaçú-PR (258.389); Cascavel-PR (245.066); Santa Maria-RS (243.396).

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REGIÃO SUL - HISTÓRICO DA OCUPAÇÃO

  • A ocupação e povoamento da Região Sul do Brasil foi marcada pelas  influencias  das  características naturais  principalmente com relação ao clima, relevo e vegetação.
  • O início do povoamento da Região Sul ocorre com a introdução da criação de  gado na Campanha Gaúcha, área de excelentes  pastagens naturais.
  • São comuns as cidades que lembram as origens européias de seus colonizadores, sendo de grande expressão os alemães, os italianos, os austríacos e poloneses. Os métodos empregados na agricultura e pecuária garantem um nível de alimentação dos mais satisfatórios.

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  • Com a chegada dos imigrantes europeus desde a primeira metade do século passado, o Sul iniciou a sua industrialização, tornando-se o segundo parque regional do país.
  • Inicialmente, a produção era bastante familiar, tendo por objetivo suprir as necessidades domésticas.
  • Posteriormente, com o crescimento populacional e o desenvolvimento dos centros urbanos, a indústria de base artesanal transformou-se em pequenas indústrias e estas, por sua vez, deram origem a algumas indústrias de grande porte.

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  • VEGETAÇÃO
  • a) Floresta Atlântica: (Floresta higrófita, heterogênea, latifoliada, perene, densa).�b) Floresta Araucária: (Floresta subtropical, aciculifoliada, homogênea).�c) Floresta da Bacia do Paraná-Uruguai: (Floresta Estacional).�d) Pampa: Campos, vegetação formada por gramíneas que dão origem a uma excelente pastagem natural, em todo o sudoeste do Rio Grande do Sul.�e) Mangues: vegetação litorânea que aparece junto as praias, dunas e restingas.

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  • CLIMA: À exceção do norte do Paraná, onde predomina o clima tropical, no restante da Região Sul o clima predominante é o subtropical, responsável pelas temperaturas mais baixas do Brasil. Na região central do Paraná e no planalto serrano de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, o inverno costuma registrar temperaturas abaixo de zero, com o surgimento de geada e até de neve em alguns municípios. A vegetação acompanha essa variação da temperatura: nos locais mais frios predominam as matas de araucária (pinhais) e nos pampas, os campos de gramíneas.

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  • Esse tipo de clima despertou a atenção dos imigrantes europeus, que contribuíram para o desenvolvimento da região no século XX. Grandes levas de famílias, provenientes em sua imensa maioria da Itália e da Alemanha, começam a cruzar o Atlântico no fim do século XIX. Ainda hoje, algumas cidades do Sul, celebram as tradições dos antepassados em festas típicas, como a Oktoberfest, em Blumenau (SC) e a Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS), que atraem muitos turistas. Em outras cidades, inclusive o idioma de origem é mantido, como por exemplo, Friburgo, em Santa Catarina, onde se fala apenas o alemão. Durante o verão, as praias catarinenses e paranaenses também são procuradas por visitantes de outros cantos do Brasil e até de estrangeiros, na maioria sul-americanos.

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  • Os três estados do sul - além do Distrito Federal -, são os que reúnem os melhores indicadores nacionais em educação, saúde e qualidade de vida (nesse último item, inclui-se também o estado de São Paulo). Apesar dos três estados estarem entre os dez maiores arrecadadores de impostos do país, recebem menos verbas federais que os estados do Nordeste - mais carentes. Na tentativa de equilibrar as contas, catarinenses e paranaenses lançam mão de programas de privatização de companhias de energia, água e bancos estaduais.

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  • Situada na fronteira com Argentina, Paraguai e Uruguai, principais parceiros do Brasil no continente, a Região Sul vê sua economia se transformar com o crescimento do setor industrial - o 2° do país, após a Região Sudeste. Tal fato acontece a partir da 2ª metade dos anos 90, com oferta de incentivos fiscais a empresas estrangeiras. Os resultados mais significativos são observados nas regiões metropolitanas de Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), para onde se dirigem montadoras de veículos, que modificam o perfil econômico desses estados. Eles recebem diversas indústrias ligadas ao setor de autopeças e novas vagas no mercado de trabalho são abertas. A região possui ainda grande potencial hidrelétrico, destacando-se a usina de Itaipu, no rio Paraná, na fronteira com o Paraguai - a maior do continente e uma das três maiores do mundo.

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  • mecanização da agricultura e também da agroindústria, favorecem a expulsão de famílias do campo para a cidade. A conseqüência desse êxodo rural é a formação de bolsões de miséria nas principais cidades da região.

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  • A agropecuária continua a desempenhar importante papel na economia da região. A vegetação rasteira típica da região contribui para a criação de rebanhos bovinos, principalmente nos pampas gaúchos. A criação de aves e suínos também é significativa, sobretudo no Paraná - onde também é expressivo o extrativismo, especialmente de madeira de pinho - e no oeste de Santa Catarina, que abriga abatedouros e frigoríficos. Algumas das maiores indústrias brasileiras de alimentos estão nessa região. Há também a produção do melhor vinho brasileiro e importantes indústrias de malhas e roupas, além de Santa Catarina abrigar o maior número de hotéis e pensões do país.

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  • O Produto Interno Bruto (PIB) da região correspondia em 1999, a 16,4% (US$ 91,5 bilhões) do total brasileiro e é o 2° maior do país, após a Região Sudeste.

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Agricultura: A existência de extensas áreas de pastagens naturais favoreceu o desenvolvimento da pecuária extensiva de corte na região Sul, há o predomínio da grande propriedade e o regime de exploração direta, já que a grande criação é extensiva, exigindo poucos trabalhadores, o que explica o fato de haver uma população rural pouco numerosa na região. A agricultura, que é desenvolvida em áreas florestais, com predomínio da pequena propriedade e do trabalho familiar, foi iniciada pelos europeus, sobretudo alemães, que predominaram na colonização do sul.

A policultura é a prática comum na região às vezes com caráter comercial, sendo o feijão, a mandioca, o milho, o arroz, a batata, a abóbora, a soja, o trigo, as hortaliças e as frutas os produtos mais cultivados.

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  • Em algumas áreas, a produção rural está voltada para a indústria, como a cultura da uva para a fabricação de vinhos, a de tabaco de óleos vegetais, a criação de frangos e porcos (associadas à produção de milho) para abastecer as usinas de leite e fábricas de laticínios.
  • O extrativismo vegetal é uma atividade de grande importância no sul do país e o fato de a Mata das Araucárias ser bastante aberta e relativamente homogênea facilita a sua exportação. As espécies preferidas são o pinheiro-do-paraná, a imbuia e o cedro, aproveitados em serrarias ou fábricas de papel e celulose.

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MINERAÇÃO

  • Paraná: Vale do Rio do Peixe – Carvão, Adrianópolis – Chumbo
  • Santa Catarina: Vale do Rio Tubarão – Carvão
  • Rio Grande do Sul: Camacuã e Caçapava do Sul – Cobre Hulha Negra – Carvão

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A incidência de doenças do aparelho respiratório na Região Sul do Estado é significativamente maior que a verificada nas demais regiões, sendo que 70% das internações ocorridas nos hospitais e 2% dos óbitos, são decorrentes de doenças atribuíveis à poluição do carvão. ��

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Economia: Situada na fronteira com Argentina, Paraguai e Uruguai, principais parceiros do Brasil no continente, a Região Sul vê sua economia se transformar com o crescimento do setor industrial - o 2° do país, após a Região Sudeste.

Transportes: A região possui uma boa malha rodoviária, apesar de insuficiente, em razão do grande movimento rodoviário de veículos leves e de cargas - também é caminho entre o Brasil e Argentina e Uruguai. Duplicação e conservação de algumas rodovias vitais tem sido desenvolvidas a partir de 2000. O transporte fluvial é bom em alguns rios e o marítmo, possui no porto de Paranaguá (Paraná) seu principal ponto de apoio, com grande movimento, principalmente para a exportação de grãos e cereais em geral