O discurso de ódio da Revista Budô e as consequências para o judô paulista: contribuições da análise do discurso
Rodrigo Guimarães Motta
Maria Amelia Jundurian Corá
Vinícius Rodrigues Jerschow
Camilla Rodrigues Netto da Costa Rocha
Introdução
Introdução
Introdução
Referencial teórico-metodológico
Análise do Discurso de Linha Francesa (ADF)
• Maingueneau (2005, 2010, 2015), Orlandi (2013), Baccega (1995) e Charaudeau (2018).
→ Consideram uma relação intrínseca entre a linguagem e o social, permitindo identificar as materialidades nos discursos que moldam o social e o cultural de determinados tempo e espaço.
Definições do discurso de ódio
• Brugger (2007), Schäfer, Leivas e Santos (2015) e Rosenfeld (2003).
→ Possibilitam investigações sob três categorias empíricas: (i) causar efeitos imediatos (insultar, assediar e intimidar); (ii) marcar um inimigo; e (iii) alterar o estado das coisas.
Referencial teórico-metodológico
Análise
“Rodrigo Guimarães Motta [...] conduzindo meia dúzia de professores numa verdadeira cruzada contra os dirigentes da Federação Paulista de Judô.”
Análise
“[...] tentou rachar o judô de São Paulo e reunir um bando de alienados que o seguem cegamente neste projeto de poder [...].”
Análise
“Mesmo o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tendo acolhido o efeito suspensivo que valida a assembleia eletiva da FPJudô e estancou a fantasiosa intervenção tão sonhada por Motta, Jerschow e Sílvio Acácio [...].”
Análise
“[...] o artigo 5° da Magna Carta (Constituição Federal)
defende que é livre a manifestação do pensamento [...].”
Análise
“[...] reflete claramente um caso patológico de natureza humana adulterada, que nunca soube adaptar-se aos limites da moralidade, decência e honestidade [...].”
Análise
“Não mentimos. Apenas expomos os fatos, e os mimizentos não gostam que exponhamos suas armações e falcatruas.”
Análise
“[...] lamentamos profundamente frustrar os planos de poder arquitetados pelos mentores da chapa Renova Judô [...].”
Conclusão
Contribuições e futuras pesquisas
Encerramos a pesquisa sob a convicção de que
“marcar essa manifestação como albergada no conceito do discurso do ódio é um dos passos importantes para a sua superação”*
— e assim espera-se ter feito.
*Schäfer, Leivas e Santos (2015, p. 155).
Obrigado!