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Atendimento Educacional Especializado - AEE

Resolução 21 de 21-06-2023

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Apresentação da Equipe Formadora:

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Acolhimento

https://www.youtube.com/watch?v=jKrnIZF_h_w

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PAUTA DO DIA:

  • Acolhimento;
  • Sensibilização;
  • Apresentação dos convênios com as OSCs (Organização da Sociedade Civil) e a Escola Tiquira;
  • Intervalo para o Café;
  • Resolução 21, de 21-06-2023;
  • Almoço;
  • Protocolos usados no AEE;
  • Ensino Colaborativo;
  • Avaliação Pedagógica Inicial- API;
  • Plano de Atendimento Educacional Especializado-PAEE;
  • Avaliação.

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APAE CAMPINAS

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Campinas (APAE) é uma associação civil, beneficente e sem fins econômicos, com atuação nas áreas de assistência social, educação, saúde, trabalho, profissionalização, defesa e garantia de direitos, lazer, esporte, cultura, entre outras, que tem como objetivo atender crianças, adolescentes, adultos e idosos com deficiência intelectual.

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FORMAS DE ACESSO

O encaminhamento de pacientes para avaliação diagnóstica é realizado pelas Unidades Básicas de Saúde do Município.

A inserção de usuários na Instituição se dá por disponibilidade de vaga e com comprovação da deficiência intelectual por laudo médico, emitido pelo nosso Serviço de Avaliação Diagnóstica Interdisciplinar ou por outras Instituições.

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SERVIÇO DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

O Serviço de Avaliação Diagnóstica da APAE realiza avaliação diagnóstica de pessoas com suspeita de limitações intelectuais incluindo alguns Transtornos do Neurodesenvolvimento, tais como atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, deficiência intelectual e transtornos específicos da aprendizagem.

A formalização do diagnóstico, pautado em dados científicos, possibilita que, em posse do Laudo Interdisciplinar emitido com sugestões de encaminhamentos específicos, a pessoa com deficiência tenha acesso aos apoios necessários e benefícios.

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SERVIÇO DE ATENDIMENTO TERAPÊUTICO - INTEGRAÇÃO E ORIENTAÇÃO - PATIO

O Serviço PATIO oferece atendimento terapêutico interdisciplinar com foco na habilitação-reabilitação dos usuários com deficiência intelectual na faixa etária a partir de 6 anos, matriculados no Ensino Fundamental da rede regular de ensino, tendo em vista o cuidado biopsicossocial.

Além do atendimento terapêutico, a equipe multidisciplinar do programa, realiza encontros e reuniões com os profissionais das escolas em que nossos usuários estão matriculados, por meio do Projeto Caminhando Juntos, com o objetivo de discutir os casos de forma individualizada e/ou coletiva, dando subsídios técnicos de maneja e cuidado, facilitando o processo de inclusão.

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CENTRO DE INICIAÇÃO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL - CIQP

O Programa de Educação Profissional e Trabalho prepara jovens e adultos com deficiência intelectual na faixa etária de 15 a 35 anos para o exercício profissional por meio da oferta de cursos de formação inicial ou qualificação profissional de livre oferta, treinamento profissional (estágio) em empresas parceiras e realiza a inclusão social pelo trabalho nas diversas modalidades de colocação profissional: trabalho competitivo tradicional, trabalho apoiado e por conta própria.

Auxilia também na recolocação profissional de ex-alunos que procuram o programa após a perda do emprego.

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ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL “PROFESSOR SAULO MONTE SERRAT”

A Escola de Educação Especial Prof. Saulo Monte Serrat teve sua autorização de funcionamento aprovada em 1983. Oferta os anos iniciais do Ensino Fundamental aos alunos com deficiência intelectual que não puderam ser incluídos na rede regular de ensino devido a sua necessidade de apoio permanente.

A Escola conta com os seguintes diferenciais para prestar um atendimento de excelência à pessoa com deficiência: profissionais qualificados, equipe multidisciplinar, flexibilização curricular, metodologias diferenciadas, acolhimento individualizado, infraestrutura física adequada, acessibilidade, equipamentos e materiais específicos, organização de turmas reduzidas, projetos especiais, transporte escolar, alimentação saudável, orientação e participação das famílias. Além disso, proporciona atendimentos complementares nas áreas de assistência social e saúde, oferecendo uma rede de atenção integral aos alunos.

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Tiquira

Tiquira é um nome indígena que significa gota d’água. “Uma gota no oceano”

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Criada em 1989 a partir do desejo da então fonoaudióloga Cristiane Pires Barbosa Morelli, a Tiquira tinha como missão acolher pessoas com deficiência intelectual e autismo que não eram atendidas em outras escolas e entidades.

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Em 2012, a Escola de Educação Básica Tiquira obteve sua autorização de funcionamento, para o Ensino Fundamental I – do 1º ao 5º ano, com ensino especializado na modalidade da Educação Especial, para alunos com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA), podendo estar ou não, associados a outras deficiências, físicas ou sensoriais.

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Divide-se hoje em três unidades educacionais e uma unidade terapêutica para melhor acolhimento dos alunos/assistidos.

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Nas unidades escolares, a Equipe Multidisciplinar é formada por: psicopedagoga,, fonoaudióloga, enfermeira, psicóloga e terapeuta ocupacional.

No CETT, a Equipe Multidisciplinar é formada por: psicopedagoga, psicomotricista, fonoaudióloga, fisioterapeuta, psiquiatra, enfermeira, psicóloga e terapeuta ocupacional.

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O público discente é formado por alunos que são provenientes não só da cidade de Campinas, mas também de toda região metropolitana.

O número de alunos reduzido por sala, de 6 a 8 alunos, contando com um professor e um monitor capacitados favorece o atendimento do nosso público, nos possibilitando atender com excelência e qualidade os alunos dentro de suas características, habilidades e necessidades.

Em 2023 fomos autorizados a funcionar no Ensino Fundamental Anos Finais – do 6º ao 9º ano.

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O currículo do Ensino Fundamental – Anos Iniciais do 1º ao 5º ano e Ensino Fundamental – Anos Finais do 6º ao 9º ano, na Modalidade de Educação Especial para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Deficiência Intelectual (DI) é interdisciplinar, de forma adaptada, onde se estabelecem relações entre as disciplinas e o conhecimento. Tem como eixo a Base Nacional Comum Curricular e o Currículo Paulista. Trabalhamos com material pedagógico próprio, construído em consonância com a Base Nacional Comum Curricular e o Currículo Paulista, de forma a atender às necessidades educacionais dos nossos alunos. São confeccionados jogos e materiais pedagógicos que complementam os procedimentos de ensino-aprendizagem de cada classe/ano.

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Tipos de avaliação:

- Avaliação contínua e processual realizada a todo momento;

- PEI: Plano de Ensino Individualizado;

- Protocolo de Avaliação.

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Café

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Resolução 21 de 21-06-2023

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Estudantes Elegíveis aos Serviços da Educação Especial

- Deficiência Intelectual;

  • Deficiência Física;
  • Deficiência Auditiva;
  • Deficiência Visual;
  • Transtorno do Espectro Autista;
  • Transtorno Global do Desenvolvimento;
  • Altas Habilidades e Superdotação

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IMPORTANTE

Estudantes com dificuldades de aprendizagem em:

- Dislexia: dificulta o aprendizado e a realização da leitura e da escrita;

- Discalculia: dificuldade em aprender Matemática;

- Disortografia: afeta as aptidões de escrita de uma pessoa;

- TDAH: Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade;

- TOD: Transtorno Opositor Desafiador;

- Quadros Psiquiátricos.

LEMBRANDO: mesmo não sendo Estudantes Elegíveis da Educação Especial precisam do seu olhar inclusivo para que seja proposto Flexibilização, Adequação e Adaptação curricular e assim a aprendizagem.

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Atendimento Educacional Especializado - AEE

Atendimento para atuação no AEE:

  • Sala de Recurso com espaço físico;
  • Modalidade Itinerante em Espaço Multiuso.

No contra turno para as escolas Parciais e PEI no horário de O.E, Nivelamento ou Tutoria;

Duas aulas semanais de 45 minutos em dupla

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Atendimento Educacional Especializado

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Atuação do Trio Gestor

- Realizar a gestão do Projeto Ensino Colaborativo na unidade escolar;

- Proporcionar a articulação entre o Professor Especializado da Educação Especial e os Professores Regentes das classes comuns do ensino regular;

- Criar e proporcionar espaço para diálogo e discussão das questões relativas à Educação Especial na unidade escolar, com envolvimento de todos os profissionais da escola;

- Observar que os horários de articulação entre os profissionais da educação devem constar na rotina da unidade, sendo possível utilizar as Aulas de trabalho Pedagógico Coletivo (ATPC);

- Manter canais de comunicação com os pais, responsáveis e comunidade escolar, voltadas para beneficiar o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes.

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Atuação do Professor do AEE

  • Realizar a Avaliação Pedagógica Inicial - API;
  • Elaborar, desenvolver, aplicar e acompanhar o Plano de Atendimento Educacional Especializado - PAEE;
  • Orientar e acompanhar o processo de ensino e aprendizagem do estudante elegível aos serviços da Educação Especial, considerando o Atendimento Educacional Especializado - AEE e o Projeto Ensino Colaborativo;
  • Oferecer apoio pedagógico ao docente da classe comum do ensino regular, indicando os recursos pedagógicos, de tecnologia assistiva e estratégias metodológicas;

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Atuação do Professor do AEE

  • Participar, contribuir e atuar nas reuniões de Conselho de Classe ou Série e das Aulas de Trabalho Pedagógico coletivo (ATPC);
  • Orientar estudantes, docentes, gestores e profissionais da unidade escolar, famílias e comunidade escolar para o fomento da cultura inclusiva;
  • Orientar os responsáveis pelo estudante, as famílias e a comunidade escolar quanto aos procedimentos educacionais e encaminhamentos para as redes de apoio.

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Escola Especializada

Aluno PCD (Pessoa com Deficiência) em Sala Regular + Apoio + Serviços.

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Encaminhamento para Escola Especializada

Matrícula ativa em Escola Pública Estadual.

  • Campinas Leste e OESTE;
  • Comprovado esgotamento do suporte de apoio e serviços.

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  • APAE 1º ao 5º ano (Deficiência Intelectual e Síndrome de Down);

  • Pestalozzi 1º ao 5º ano (Deficiências Intelectual ou Deficiências Múltiplas associada a Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista - TEA);

  • Tiquira 1º ao 5° ano (Transtorno do Espectro Autista - TEA).

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Professor de Ação Judicial

  • Circular 12/2024 de 24/01/2024

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  • CIRCULAR DER nº:212/2024 Assunto Prova Paulista 2º Bimestre Educação Especial;

  • CIRCULAR DER nº:192/2024 Plataformas Educacionais - Acessibilidades.

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Documentos:

Cada escola tem a sua pasta no “DRIVE”

  • Avaliação Pedagógica Inicial - API;
  • Plano de Atendimento Educacional Especializado - PAEE;
  • Registro do Ensino Colaborativo;
  • Outros documentos;
  • Acessibilidade Curricular ( Antigo Anexo III para uso dos professores da classe comum).
  • Grupo de WHATSAPP de “Informes Pedagógicos” (professores Especialistas do AEE e CGP/CGPG).

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Almoço

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Registro no Ensino Colaborativo

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Registro no Ensino Colaborativo

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Ensino Colaborativo

O professor especializado do Projeto do Ensino Colaborativo deve atuar no período que o estudante elegível frequenta.

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Avaliar na Educação

Uma boa avaliação envolve três passos:

1 - Saber o nível atual de desempenho do estudante (etapa também conhecida como diagnóstica),

2 – Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação),

3- Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).

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Avaliação no contexto da Educação Especial

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API- AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DA API:

I - Das informações Gerais do Estudante, a partir de Estudo de Caso;

A) Informações referentes ao estudante:

B) Informações coletadas do /sobre o estudante:

C) Informações coletadas da/sobre a escola:

D) Informações coletadas da/sobre a família:

II- Aspectos Pedagógicos;

III- Dos encaminhamentos pedagógicos e das indicações de apoios, recursos e serviços na perspectiva inclusiva.

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Algumas dicas para enriquecer a Avaliação Pedagógica Inicial

  • Redija de maneira clara e objetiva, evitando usar apenas palavras curtas;
  • Forme frases completas e bem estruturadas;
  • Utilize vocabulário adequado, escolhendo as palavras que sejam mais descritivas e precisas, para comunicar suas observações;
  • Evite repetições constantes, como “e daí ...... E daí ......”
  • Procure sinônimos que se adequem aos termos técnicos, quando aplicável;
  • Adicione detalhes relevantes dentro do processo educacional que o estudante se encontra;
  • Faça uso de evidências e exemplos para apoiar suas afirmações;
  • Certifique-se de incluir informações suficientes e comprovadas pelas evidências para tornar seus registros autênticos e irrefutáveis;
  • Nunca faça juízo de valores, em especial os seus;
  • Os verbos têm que estar adequados às descrições, nunca definindo, sempre sinalizando, evidenciando o período.

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ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO PAEE:

1) Objetivos do plano;

2) Organização do atendimento;

3) Atividades a serem desenvolvidas para o atendimento do estudante;

4) Recursos a serem disponibilizados para o estudante;

5) Serviços a serem disponibilizados para inclusão do estudante;

6) Seleção de materiais e equipamentos a serem adquiridos pela unidade escolar, por meio dos recursos do PDDE-Paulista;

7) Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre os apoios, recursos e serviços oferecidos ao estudante, em conjunto com o professor do projeto ensino colaborativo;

8) Registro de planejamento e estratégias que serão adotadas junto aos familiares;

9) Acompanhamento e avaliação dos resultados do plano de AEE.

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Representação da vida escolar do estudante

O documento constitui a vida escolar do estudante; Deve ser atualizado e revisado periodicamente.

Periodicidade e ajustes

Elaborado semestralmente com ajustes realizados a cada bimestre; Dependência da observação das mudanças no desenvolvimento do aluno.

Responsabilidades na elaboração e acompanhamento

Colaboração necessária de professores regentes, professor especializado do projeto ensino colaborativo, gestão escolar, profissionais de apoio escolar e família.

Envolvimento da família

Importância de garantir que a família esteja ciente e tenha acesso ao documento; Compreensão dos progressos do estudante pela família.

Estratégias de apoio à família

Necessidade de destacar as estratégias de apoio à família quando o estudante não atinge os avanços esperados

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Vídeo: O poder dos sentimentos

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BIBLIOGRAFIA:

MANTOAN, Maria Teresa Égler; LANUTI, José Eduardo de Oliveira Evangelista. A escola que queremos para todos. Curitiba:CRV,2022, 96 p.

ROPOLI, E; A.; MANTOAN, M.T.E.; SANTOS, M.T.C.T.; MACHADO, R.A. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva. Brasília; Fortaleza: MEC/ SEESP; UFCE, 2010.

Resolução SEDUC - 21, de 21-06-2023

Vera L. Messias Fialho Capellini & Ana Paula Zerbato, O que é ENSINO COLABORATIVO, Editora: Edicon

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 67.635 de 06 de abril de 2023. São Paulo, 2023. Disponível em: https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2023/decreto-676

35-06.04.2023.html.

SÃO PAULO (Estado). Política de Educação Especial do Estado de São Paulo. São Paulo, 2021. Disponível em: https://www.educacao.sp.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/PEE-SP-DOCUMENTO-OFICIAL.pdf.

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Avaliação