1 of 22

Design Educacional no contexto do IFSP

2 of 22

DIMENSÃO CONCEITUAL

DIMENSÃO ESTRATÉGICA

DIMENSÃO

PRÁTICA

3 of 22

4 of 22

5 of 22

6 of 22

7 of 22

Etapa de Análise:

1. Pesquisa e levantamento de dados a partir de checklists, fichamentos e criação de base de dados do curso.

2. Análise das informações, elaboração das primeiras premissas, geração de arquivos de textos e planilhas que vão auxiliar na elaboração do projeto do curso.

3. Criação de uma pasta ou local para compartilhamento dos arquivos e materiais com os demais colegas de equipe.

4. Reunião com os colegas de equipe para elaboração de cronogramas e tomada de decisões.

8 of 22

Etapa de Planejamento e Desenvolvimento:

1. Premissas para elaboração dos PPCs, seleção do modelo de design educacional.

2. Elaboração do plano de mídias,matrizes de detalhamento, plano de formação dos servidores envolvidos.

3. Curadoria e produção de materiais e recursos educacionais.

4. Fluxos de trabalho, roteiros, etc.

9 of 22

Premissas

Produtos

Concepções sobre ensino e aprendizagem

  • Explicitação sobre como o grupo compreende o “como se ensina” e “como se aprende”, inclusive a partir de uma ou mais teorias pedagógicas, quando for o caso;
  • Levantamento do repertório de referências e bibliografia com os professores;
  • Primeiros esboços da justificativa pedagógica do curso.

Habilidades, competências, saberes historicamente construídos na área/profissão do curso

  • Primeiros esboços dos objetivos educacionais (geral e específicos);
  • Primeiras descrições do que se espera como perfil do egresso do curso.

Mapeamento dos conteúdos básicos e complementares

  • Indicação dos primeiros temas;
  • Análise dos componentes curriculares, carga horária, atividades curriculares e projetos integradores, quando for o caso

Mediação educacional

  • Indicação dos primeiros recursos e materiais educacionais;
  • Primeiros esboços sobre a natureza das atividades de tutoria e mediação pedagógica.
  • Definição das estratégias de aprendizagem autogerida, quando for o caso.

Estratégias de interação e comunicação

  • Primeiras definições sobre momentos síncronos de aprendizagem, como o uso de webconferências;
  • Primeiras definições sobre recursos de comunicação assíncrona;
  • Primeiras decisões sobre espaços de interação entre equipes, de apoio aos estudantes, e entre polos presenciais, quando for o caso.

10 of 22

Premissas

Produtos

Concepções sobre ensino e aprendizagem

  • Explicitação sobre como o grupo compreende o “como se ensina” e “como se aprende”, inclusive a partir de uma ou mais teorias pedagógicas, quando for o caso;
  • Levantamento do repertório de referências e bibliografia com os professores;
  • Primeiros esboços da justificativa pedagógica do curso.

Habilidades, competências, saberes historicamente construídos na área/profissão do curso

  • Primeiros esboços dos objetivos educacionais (geral e específicos);
  • Primeiras descrições do que se espera como perfil do egresso do curso.

Mapeamento dos conteúdos básicos e complementares

  • Indicação dos primeiros temas;
  • Análise dos componentes curriculares, carga horária, atividades curriculares e projetos integradores, quando for o caso

Mediação educacional

  • Indicação dos primeiros recursos e materiais educacionais;
  • Primeiros esboços sobre a natureza das atividades de tutoria e mediação pedagógica.
  • Definição das estratégias de aprendizagem autogerida, quando for o caso.

Estratégias de interação e comunicação

  • Primeiras definições sobre momentos síncronos de aprendizagem, como o uso de webconferências;
  • Primeiras definições sobre recursos de comunicação assíncrona;
  • Primeiras decisões sobre espaços de interação entre equipes, de apoio aos estudantes, e entre polos presenciais, quando for o caso.

11 of 22

Primeiras estratégias interdisciplinares e metodologias de aprendizagem

  • Primeiras definições sobre o uso de estratégias de aprendizagem baseada em problemas, aprendizagem por projetos, projetos integradores, etc.

Princípios avaliativos

  • Primeiras indicações sobre avaliação diagnóstica, instrumentos, etc;
  • Primeiras indicações de avaliações formativas, uso de atividades, de seminário online, projetos e práticas presenciais de laboratórios, trabalhos em grupo, etc;
  • Primeiras decisões sobre os tipos e a articulação das estratégias de avaliação presencial e online.

12 of 22

Design Educacional Fechado

Design Educacional Aberto

Design Educacional “Contextualizado ( FILATRO,2009)”

Design Educacional “Complexo ( FREIRE, 2013)”

A aprendizagem é autogerida;

A aprendizagem é autogerida e colaborativa;

A aprendizagem é predominantemente colaborativa;

A aprendizagem é centrada nas relações entre os sujeitos, na perspectiva da cooperação;

Fases de produção e execução fixas e lineares na produção e execução, totalmente baseado no ADDIE;

Fases lineares mas flexíveis na produção e execução, baseado no ADDIE;

Fases de produção e execução lineares, porém, centrada nos contextos dos estudantes;

Embora haja fases, não é baseada no ADDIE e sim nos princípios de Preparação, Execução e Reflexão, não há linearidade;

Foco no conteúdo, nos materiais, recursos e mídias, avaliação é fixa, baseada em atividades autogeridas;

Foco na interação entre os sujeitos que podem colaborar no processo de aprendizagem, porém, a proposta ainda é centrada em conteúdos e objetivos, avaliação passa a ser contextualizada

Foco maior no contexto dos estudantes, a avaliação é predominantemente contextualizada;

Foco nas relações humanas e cooperação entre os sujeitos que negociam ajustes e alterações na proposta durante as fases de Execução e Reflexão. A avaliação é multidimensional e inclui a autoavaliação entre pares;

13 of 22

Design Educacional Fechado

Design Educacional Aberto

Design Educacional “Contextualizado”

( Filatro,2007)

Design Educacional “Complexo” ( FREIRE,2015)

Não há restrições quanto ao número de estudantes;

Há restrições quanto ao número de estudantes;

Há restrições quanto ao número de estudantes;

Há restrições quanto ao número de estudantes;

Mediação docente baixa, não há participação do estudante na construção da proposta pedagógica;

Mediação docente imprescindível, porém, há baixa participação do estudante na construção da proposta pedagógica;

Mediação docente imprescindível, a aprendizagem é centrada no estudante;

Mediação docente imprescindível, porém, a aprendizagem é centrada nas relações entre professores e estudantes, considerando os dois sujeitos como mediadores do conhecimento no desenvolvimento da proposta;

Conteúdo pronto e não modificado por professores e estudantes durante a execução;

Proposta aberta às mudanças durante a execução;

Proposta aberta às mudanças durante a execução sem perder o foco no contexto dos estudantes, exige análise e indicadores para embasar as mudanças e ajustes;

Proposta aberta às mudanças desde as etapas de Preparação e principalmente, na execução envolvendo a participação dos estudantes no processo de adequação e atendimento das necessidades;

14 of 22

Design Educacional Fechado

Design Educacional Aberto

Design Educacional “Contextualizado”

Design Educacional “Complexo”

Controle como premissa do processo de produção e oferta, curso totalmente “pronto” na execução;

Há possibilidade de revisão de atividades na execução como premissa, porém, com limites;

Há possibilidade de revisão de atividades na execução como premissa, porém, com limites, estudantes podem complementar sua aprendizagem com materiais externos;

A premissa de incerteza é considerada nas três fases, o princípio da negociação de ajustes na proposta ocorre desde o início da execução;

Exige mais requisitos validadores na curadoria e produção de materiais e recursos educacionais;

Exige requisitos tradicionais para a curadoria e validação na produção de materiais e recursos educacionais;

Necessita de requisitos contextualizadores para a curadoria e validação na produção de materiais e recursos educacionais;

Necessita o desenvolvimento de estratégias compartilhadas de curadoria com os estudantes. Exige validação na produção de recursos educacionais.

No IFSP pode ser utilizado somente nos cursos MOOCs ou como apoio em outros projetos.

No IFSP pode ser utilizado nos projetos de diferentes modalidades de curso.

No IFSP pode ser utilizado nos projetos de diferentes modalidades de curso.

No IFSP pode ser utilizado nos projetos de diferentes modalidades de curso.

15 of 22

Plano de mídias ( KENSKI, 2005-2006)

Deve contemplar os recursos tecnológicos e as mídias essenciais para o desenvolvimento do curso, como informações sobre o ambiente virtual de aprendizagem e ferramentas de webconferência disponíveis. A partir dessa versão do Plano de Mídias é que se torna mais viável estimar:

16 of 22

Plano de mídias:

1. Necessidade de curadoria ou produção de materiais didáticos e recursos educacionais digitais específicos para o curso;

2. Temas para a formação dos servidores e composição de uma equipe multidisciplinar para o projeto;

3. Modelos de design educacional mais adequados para a proposta;

4. Cronogramas e planos de atuação com os colegas de projeto.

17 of 22

Plano de mídias:

É importante reconhecer que cada mídia tem seus pontos fracos e fortes, para auxiliá-lo nesta tarefa, sugerimos a abordagem CASCOIME (Cost,

Accessibility,

Social-Political Suitability,

Cultural Friendliness,

Openness-Flexibility,

Interactivity,

Motivational Value,

Effectiveness):

18 of 22

CASCOIME ( Patsula’s,2002)

Custo: nenhuma necessidade de atualização que envolva custos;

Acessibilidade: na especificidade da educação inclusiva;

Adequação política e social: possuir coerência com as políticas e concepções educacionais do IFSP;

Empatia culturaL: se articula com os princípios pedagógicos e culturais da instituição;

19 of 22

CASCOIME:

Abertura e flexibilidade: pode ser utilizada em diferentes abordagens de ensino, ser atualizada, etc.;

Interatividade: possui interatividade discursiva, imersiva, semiótica, etc.;

Valores motivacionais: possui elementos que possam engajar e motivar os estudantes;

Eficácia: atende plenamente os objetivos de aprendizagem.

20 of 22

CURADORIA

Abordagem

Descrição

Modelo LORI

Modelo de medição quantitativa da qualidade de recursos educacionais digitais disponíveis para uso denominado como Instrumento de Revisão de Objetos de Aprendizagem ou Learning Object Review Instrument – LORI baseado nos estudos de Nesbit, Belfer,& Leacock ( 2002).

Consideram-se diferentes aspectos da qualidade dos recursos educacionais digitais e suas dimensões, inclusive, considerando as divergências de cada avaliador. É um modelo que considera, principalmente, a convergência entre a avaliação dos diversos avaliadores de diferentes áreas (professores especialistas, designers educacionais, desenvolvedores multimídia etc.) visando atingir uma única pontuação de qualidade para um determinado recurso.

No LORI, a qualidade é avaliada de acordo com nove diferentes critérios que são pontuados em uma escala Likert de 1 a 5, sendo eles:

1) Qualidade de Conteúdo

2) Alinhamento com o objetivo de aprendizagem

3) Feedback e adaptação

4) Motivação

5) Design de apresentação

6) Usabilidade de interação

7) Acessibilidade ( acesso,interoperabilidade, metadados, etc)

8) Reusabilidade ( granularidade, etc)

9) Conformidade com padrões ( ISBN, ISSN, etc)

Licenças

Serão selecionados recursos sob a licença livre “ Domínio Público” ou Creative Commons:

Atribuição - CC BY

Atribuição-Compartilha Igual - CC BY-SA

Atribuição-Sem Derivações -CC BY-ND

Atribuição-Sem Derivações-Sem Derivados -CC BY-NC-ND

21 of 22

PRODUÇÃO DE MATERIAIS E REs: PREMISSAS E FLUXOS

Revisão Técnica

Revisão técnica do conteúdo quanto a evitar erros conceituais, uso de definições desatualizadas, etc. O revisor técnico é um especialista que revisa o conteúdo elaborado pelo autor.

Autoria

Elaboração do conteúdo do material didático ou recurso educacional. O autor é um especialista no conteúdo a ser elaborado.

Design Educacional

Garante que os objetivos educacionais sejam contemplados no conteúdo, valida a linguagem e as estratégias de elaboração que foram previamente definidas, verifica questões de plágio, uso adequado de mídias, etc. O responsável pelo design educacional atua colaborativamente com autores, revisores técnicos e equipe multidisciplinar.

22 of 22

REFERÊNCIAS

FILATRO, A. Design Instrucional na prática. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2008

Freire. M. M.Complex Educational Design: A Course Design Model Based On Complexity. Campus-Wide Information Systems, Vol. 30, no. 3. 2013.

Gomez.M. V. Educação em Rede: Uma visão emancipadora. São Paulo:Cortez: Instituto Paulo Freire- Guia da escola cidadã. 2004.

Nesbit, J. C., & Li, J. Learning Object Review Instrument. Disponível em: <https://www.academia.edu/7927907/Learning_Object_Review_Instrument_LORI_> Acesso em: 1 janeiro. 2018.

PATSULA’S, J.P. The Usableword Monitor-Guidelines for Selecting Media.2002. Disponível em: <http://www.patsulamedia.com/usefo/usableword/report20020201_mediaselection_criteria.shtml> . Acesso em: 12 mar.2018.

KENSKI, V. M. Gestão e uso das mídias em projetos de educação a distância. In: Revista E-Curriculum, São Paulo, v. 1, n. 1, dez./jul. 2005-2006. Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/viewFile/3099/2042..>. Acesso em: 1 mar. 2018.