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_Diferentes conceitos utilizados nos mapas paleogeográficos e nos mapas geográficos actuais:

A- Distribuição das crostas continentais e oceânicas no Ordovícico Inferior (há ≈ 480 milhões de anos);

B- Distribuição actual dos continentes e oceanos;

C- Distribuição actual dos continentes e oceanos, bem como dos mares de pequena profundidade (assinalados a azul claro), que grosso modo correspondem às plataformas continentais;

D- Distribuição dos continentes, oceanos e calotes polares durante o máximo da última glaciação há cerca de 17 500 anos;

E- O mesmo mapa da figura A mas onde aparece marcada a azul claro a parte da crosta continental que estava então submersa (baseado em dados de Torvisk & Cocks, 2013).

Fig. 75

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_Dobras em quartzitos do Ordovícico Inferior da região de Torre de Moncorvo.

Fig. 76

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_Divisão da crosta continental actual em placas de acordo com a lógica utilizada na construção dos mapas paleogeográficos.

Fig. 77

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_Proposta de fronteiras de placas para a situação existente na Terra no Ordovícico Inferior (há ≈ 480 milhões de anos).

Fig. 78

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_Consequências paleogeográficas da distribuição dos fósseis de Mesosaurus e Glossopteris:

A- Ocorrência dos fósseis na posição actual dos continentes;

B- Distribuição dos fósseis considerando a posição dos continentes proposta para a Pangeia.

C- Explicação da dispersão dos fósseis utilizando o fantasioso modelo das pontes continentais.

Fig. 79

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_Distribuição geográfica de alguns grupos de trilobites do Ordovícico Inferior (baseado em dados de Cocks, 2008) utilizando a:

A- geografia actual;

B- geografia das placas dessa altura.

Fig. 80

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_Escalas global e regionais com as diversas divisões estratigráficas para o sistema Ordovícico reconhecidas oficialmente pela International Commission on Stratigraphy (optou-se por manter para as séries e andares as designações oficiais em inglês devido à extrema dificuldade em fazer uma tradução correcta para todos os termos).

Fig. 81

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_Distribuição espacial de alguns géneros de braquiópodes no Ordovícico Médio no contexto das placas tectónicas (baseado em dados de Cocks, 2008).

Fig. 82

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_Distribuição espacial dos dinossáurios no final do Triásico utilizando a distribuição dos blocos continentais então existente (baseado em dados de Brusatte et al., 2010).

Fig. 83

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_Principais ossos dos membros de alguns tetrápodes (os esquemas não estão todos à mesma escala).

Fig. 84

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_Mapa paleogeográfico das principais placas no final do Devónico Inferior.

Fig. 85

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_Deriva recente do pólo norte magnético:

A- Movimento do pólo norte magnético desde o século XVI;

B- Variação da velocidade de deslocamento com base em medições realizadas no terreno (gráfico da esquerda) e em modelações (gráfico da direita).

Fig. 86

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_Variação das linhas de força do campo magnético da Terra e relação com a orientação de uma agulha magnetizada à superfície da Terra.

Fig. 87

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_Possíveis interpretações para variações diacrónicas nas medições do paleomagnetismo assumindo:

A- Continentes estáticos e deriva dos pólos;

B- Pólos estáticos e deriva dos continentes.

Fig. 88

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_Derivas polares aparentes dos pólos para a América do Norte e a Eurásia durante o Fanerozóico na perspectiva da:

A- deriva dos pólos magnéticos;

B- deriva dos continentes.

Fig. 89