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 TRILHA - Educação ANTIRRACISTA 

Para Além da sala de aula. 

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COM A PALAVRA �DIRIGENTE, SUPERVISÃO E O NÚCLEO PEDAGÓGICO PRESENTE.��ABERTURA �(SENSIBILIZAÇÃO)�PCNP DÉBORA  E A EQUIPE DO GOL DE LETRA.� �PAUSA CAFÉ��CONVERSA COM IGOR - PSICÓLOGO EDUCAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO��ALMOÇO��LEGISLAÇÕES- CONCEITOS E DISCUSSÕES TEÓRICAS – PRICILA/ LUCÉLIA E WILLIAM��ABORDAGEM CIENTIFICA, HISTÓRICA E FILOSÓFICA NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA��CONVERSA COM TORRICELLI��MÃO NA MASSA

 PAUTA - DA FORMAÇÃO

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SENSIBILIZAÇÃO  DA FORMAÇÃO

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Igor Thierre

Psicólogo e pesquisador em saúde, raça, gênero e violência, escritor e multiartista.

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LISTA DE PRESENÇA MANHÃ

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CIÊNCIAS DA NATUREZA

Como a Ciência Contribuiu para o racismo estrutural 

​ (Pricila – Biologia)

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“O racismo é uma violência que não vai sair da sua cabeça.” - Benilda Brito.

Benilda Brito, Pedagoga e Mestre em Gestão Social.

Tempo para desnaturalizar

(Lucélia – História)

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Documentos normativos do CNE sobre o assunto, sendo de responsabilidade de nós  educadores fomentar as relações e a discussão em torno do tema;

  • Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de  2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da  rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

  • Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008 - Inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade  da temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena".

  • Pareceres e Resoluções sobre Educação das Relações Étnico-Raciais:

  • Parecer CNE/CP n.º 3, de 10 de março de 2004 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

  • Resolução CNE/CP n.º 1, de 17 de junho de 2004 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

  • Parecer CNE/CEB nº 2/2007, aprovado em 31 de janeiro de 2007 - Parecer quanto à abrangência das  Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

  • Parecer CNE/CEB nº 15/2010, aprovado em 1º de setembro de 2010 - Orientações para que a Secretaria de Educação do Distrito Federal se abstenha de utilizar material que não se coadune com as  políticas públicas para uma educação antirracista.

  • Parecer CNE/CEB nº 6/2011, aprovado em 1º de junho de 2011 - Reexame do Parecer CNE/CEB nº  15/2010, com orientações para que material utilizado na Educação Básica se coadune com as políticas  públicas para uma educação antirracista.

  • Parecer CNE/CEB nº 14/2015, aprovado em 11 de novembro de 2015 - Diretrizes Operacionais para a  implementação da história e das culturas dos povos indígena na Educação Básica, em decorrência da  Lei nº 11.645/2008.

  • Estatuto da Igualdade Racial 12.288/2010.

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No fim dos anos 80, surgiu a Lei de nº 7.716, que define os crimes de racismo, assinada em 5 de janeiro de 1989, pelo então presidente da República, José Sarney, a lei passou a ser conhecida pelo nome de seu autor, o ex-deputado Caó.

Carlos Alberto Caó de Oliveira era jornalista, advogado e militante do movimento negro. Nascido em Salvador, mudou-se para o Rio de Janeiro, estado pelo qual, em 1982, elegeu-se deputado federal. Como constituinte, Caó regulamentou o trecho da Constituição Federal que torna o racismo inafiançável e imprescritível.

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O racismo é uma construção histórica que não poderia ter corpo sem uma teoria.

No século XIX, Segundo a antropóloga Lilia Scharwcz, a Europa positivista propagou para o mundo suas teorias racistas, baseadas no determinismo biológico e geográfico, disseminando ideias eugênicas, estruturadas dentro do rigor “científico” de que o negro, o índio e o asiático eram menos evoluídos e fadados a desaparecer com o tempo.

Essas teorias pseudo-científicas chegaram ao mesmo Brasil que explorou legalmente a mão-de-obra escrava por mais de três séculos. Gobineau e sua obra “Ensaio sobre as desigualdades entre as raças humanas”, ecoaram nos porta vozes brasileiros, Sílvio Romero, Nina Rodrigues, Oliveira Vianna, que muito influenciaram a constituição da mentalidade republicana brasileira. Tanto o preto quanto o índio foram afetados diretamente por esse discurso, porém o foco foi a condição dos pretos, responsabilizados por levar o Brasil ao subdesenvolvimento.

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Colocar em prática esta temática acaba sendo o ponto crucial, já que a legislação vem construindo caminhos, inclusive sua existência se deve aos movimentos negros, a preocupação  maior é como introduzir a temática na realidade escolar “História e Cultura Afro-brasileira e  Indígena” entendendo que ela é sim abordada pelos professores, pois, podemos perceber  que muitos já estudaram o tema e possivelmente em seus processos de formação (graduação, pós-graduação, extensão e cursos de curta duração, cursos livres, etc). 

Deste modo, a necessidade atual é do seu aprofundamento no ambiente escolar.

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A instituição escolar, nessa lógica, deve ser a primeira a rever suas práticas e assumir uma postura antirracista, ou seja, ir além do repúdio moral contra comportamentos discriminatórios, das atividades pensadas pelos professores no feriado da Consciência Negra. A escola tem que abrir suas portas e dar espaço para os movimentos negros, dar representatidade aos negros em cargos gestores, engajar a formação de docentes compromissados a trabalhar o curriculo de forma democrática.

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Não há como desenvolver os pilares se a escola não abraçar de fato a  temática racial.

Podemos trazer para a discussão, contribuições de autores como Djamila Ribeiro, filósofa, escritora e influencer que aborda popularmente o conceito do Adilson Moreira,  “racismo recreativo”, que fomenta o racismo de forma pejorativa e crítica de como é a  construção de alguns programas humorísticos na mídia. A antropóloga, professora e  escritora Lilia Schwarcz, também aborda essa temática e traz reflexões históricas estruturais  sobre os privilégios sociais.

A partir dessas leituras, nós professores, devemos provocar reflexões e criar  estratégias para inserir os nossos estudantes nesse debate, estimulando eles a se  reconhecerem como sujeitos históricos e atuarem como protagonistas na luta por uma  sociedade antirracista.

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Seja nas relações interpessoais e nos espaços públicos, em episódios ou nas grandes cifras, o racismo ecoa em nosso cotidiano. Não muito diferente das tendências antigas, hoje o racismo continua afetando os negros em suas individualidades, violando direitos humanos, de modo sistêmico e em todas as esferas de suas vidas.

Não é diferente com a publicidade. Indivíduos negros são responsável por considerável circulação de dinheiro no mercado e constituem boa parte dos pequenos empreendedores, mas aparecem em poucos comerciais e são retratados em condição de rebaixamento.

A sociedade de consumo cristaliza valores que inferiorizam os indivíduos negros por meio de duas estratégias:

1) reduzindo sua presença nos comerciais e

2) associando os poucos presentes a determinados estereótipos.

RACISMO E PROPAGANDA NO BRASIL

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Chimamanda, fala sobre o perigo de uma história única da visão passada ao  longo do tempo, da construção do racismo e do estereótipo, que muitas vezes,  fazemos, atribuindo assim uma história forjada com padrões sociais do senso  comum.

Ensine-lhe sobre a diferença.

Torne a diferença algo  comum.

Torne a diferença algo normal.

Ensine-a a  não atribuir valor à diferença.

E isso não para ser  justa ou boazinha, mas simplesmente para ser  humana e prática. Porque a diferença é a realidade  de nosso mundo. E, ao lhe ensinar sobre a  diferença, você a prepara para sobreviver num  mundo diversificado (…) esta é a única forma  necessária de humildade: a percepção de que a  diferença é normal.

 Chimamanda Ngozi Adichie.

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O RACISMO PARA A FILOSOFIA E PARA A SOCIOLOGIA ( Will – socio/filo)

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   Do ponto de vista da Filosofia, podemos entender o Racismo, enquanto preconceito, através da ótica da Ética. O ponto de partida para o preconceito é a construção de um estereótipo: todo americano é arrogante, todo baiano é preguiçoso, todo carioca é folgado, todo paulista é metido.

     É essa construção do estereótipo, geralmente através do senso comum, que cria o preconceito. 

     O tipo de preconceito mais frequente em nosso país é o racial. O racismo no Brasil fica mais evidente quando o brasileiro identifica o negro com seu papel social. A constatação, obtida por meio de pesquisa, é da psicóloga e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, Ângela Fátima Soligo. Em sua pesquisa, a professora pediu aos entrevistados que atribuíssem dez adjetivos aos homens e mulheres negros. Nessa primeira fase, houve equilíbrio. Os pesquisados utilizaram adjetivos positivos para definir os negros, como competentes, alegres, fortes. Em seguida, eles foram estimulados a qualificar esses adjetivos, atribuindo-lhes características.

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  O resultado final revelou que a maioria dos entrevistados, aí incluídos também os negros, limita-se a reproduzir os chavões sociais. O negro é alegre porque gosta de samba e Carnaval, forte porque se dá bem nos esportes e competente para trabalhos braçais. "O adjetivo é positivo, mas o papel social ligado ao negro mostra um preconceito arraigado na nossa cultura", concluiu a estudiosa.

   Mesmo nas exceções, a regra se confirmou. "Houve um entrevistado que disse que o negro pode ser um advogado competente, mas apenas para livrar outros negros da cadeia, isolando-os à condição de bandidos e marginais". A pesquisa reforçou a tese de que o brasileiro pratica um "racismo camuflado": em tese, diz que não tem preconceito, mas prefere limitar as possibilidades e potencialidades da raça negra. Por exemplo, na pesquisa, não houve identificação do negro com o intelectual ou o político. Os dados da pesquisa foram semelhantes em todos os estados pesquisados, inclusive na Bahia - cuja capital, Salvador, tem população predominantemente negra e está culturalmente ligada a tradições.

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Precisamos transformar o preconceituoso e, em especial, o racista.

E onde essa transformação deve ocorrer?

É através da educação que os alunos deverão se apropriar de habilidades e competências que lhes permitam desenvolver uma ética cidadã para que pertençam a uma sociedade mais justa e igualitária.

E depois de todo o aprendizado e reflexão, o que fazer com o aluno que ainda se mostrar intolerante, preconceituoso, racista?

Lembrá-los do Paradoxo de Karl Popper, ou PARADOXO DA INTOLERÂNCIA que trata da ideia de que, no ambiente social, a tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância.

Karl R. Popper escreveu, em 1945, o livro The Open Society and its Enemies (A Sociedade Aberta e seus Inimigos, em tradução livre)

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Segundo o Paradoxo da Tolerância de Popper:

"A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estivermos preparados para defender a sociedade tolerante do assalto da intolerância, então, os tolerantes serão destruídos e a tolerância com eles. —Nessa formulação, não insinuo, por exemplo, que devamos sempre suprimir a expressão de filosofias intolerantes; desde que possamos combatê-las com argumentos racionais e mantê-las em xeque frente à opinião pública, suprimi-las seria, certamente, imprudente. Mas devemos-nos reservar o direito de suprimi-las, se necessário, mesmo que pela força; pode ser que eles não estejam preparados para nos encontrar nos níveis dos argumentos racionais, ao começar por criticar todos os argumentos e proibindo seus seguidores de ouvir argumentos racionais, porque são enganadores, e ensiná-los a responder aos argumentos com punhos ou pistolas. Devemos-nos, então, reservar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante. Devemos exigir que qualquer movimento que pregue a intolerância fique fora da lei e que qualquer incitação à intolerância e perseguição seja considerada criminosa, da mesma forma que no caso de incitação ao homicídio, sequestro ou tráfico de escravos“.

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DICAS DE FILMES PARA TRABALHAR A TEMÁTICA EM SALA DE AULA

Infiltrados na Klan, 2018. Dir: Spike Lee.

Green Book, 2018. Dr. Peter Farrelly

Mandela, o caminho para a liberdade, 2013. Dir: Justin Chadwick

Malcolm X, 1992. Dir: Spike Lee.

Selma. A marcha da liberdade, 2015. Dir: Ava DuVernay

Pantera Negra, 2018. Dir: Ryan Coogler

12 anos de Escravidão, 2013. Dir: Steve McQueen

Alguém falou de Racismo, 2002. Dir: Daniel Caetano

Escritores da Liberdade, 2007, Dir: Richard LaGravene

Olhos azuis, 1968. Dir: Jane Elliot

Entre os muros da escola, 2008. Dir: Laurent Cantet

Amistad, 1997. Dir: Steven Spielberg

Estrelas além do tempo, 2016 Diretor: Theodore Melfi

Cara Gente Branca , 2014. Diretor; Justin Simien

Filhas do Vento, 2004.Diretor: Joel Zito Araújo

Curtas

KBELA,2015.Diretora: Yasmin Thayná

Cores e Botas, 2010,Diretora: Juliana Vicente

Dúdú e o Lápis Cor da Pele,2018.Direção: Miguel Rodrigues

Jogo de xadrez, 2004. Diretor Marco Schiavon

Vista minha pele,2008. Diretor Joel Zito Araújo

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Referências 

PUBLICAÇÕES

A Base Nacional  Comum Curricular e a aplicação da politica ERER http://etnicoracial.mec.gov.br/images/pdf/artigos/A-BNCC2018-e-a-ERER.pdf

�Ailton Krenak conta a sua trajetória e fala da luta permanente dos povos tradicionais no Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=-o8IunpqgXY- acesso em 13/05/2021 

�Biblioteca IBGE- Dados e documentos  sobre ERER 

https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv63405.pdf

�Centro de Referências em Educação Integral

https://educacaointegral.org.br/reportagens/os-atuais-desafios-para-promover-a-educacao-antirracista-nas-escolas/

�Coleção História Geral da África, UNESCO: disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/ResultadoPesquisaObraForm.do?first=50&skip=0&ds_titulo=&co_autor=&no_autor=&co_categoria=132&pagina=1&select_action=Submit&co_midia=2&co_obra=&co_idioma=&colunaOrdenar=DS_TITULO&ordem=null

�Encontro - Racismo e Educação: Povos Indígenas e Sistemas Escolares

https://www.youtube.com/watch?v=hNIEkztRl04

�Festival Afro Minuto – Flink Sampa 2020: Vida e obra de Milton Santos

.https://miltonsantos.com.br/site/

�História e cultura afro-brasileira e indígena: um estudo sobre a implementação da lei nº 11.645/08 no conteúdo programático das escolas públicas https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Dialogo/article/view/4601/pdf

�Jogos dos Povos Indígenas promove integração entre etnias nacionais e estrangeiras

https://www.youtube.com/watch?v=xk_Vua0DDv4

�Site IBGE. Pesquisas das Caracteristicas Étnicos Raciais https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9372-caracteristicas-etnico-raciais-da-populacao.html

�Pareceres e Resoluções sobre Educação das Relações Étnicos Raciais

http://portal.mec.gov.br/conaes-comissao-nacional-de-avaliacao-da-educacao-superior/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/12988-pareceres-e-resolucoes-sobre-educacao-das-relacoes-etnico-raciais

Preconceito – a ética e os estereótipos irracionais 

https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/preconceito-a-etica-e-os-estereotipos-irracionais.htm

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                                                                    REFERÊNCIA / BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Sílvio Luiz de. Racismo estrutural / Silvio Luiz de Almeida. São Paulo : Sueli  Carneiro ; Pólen, 2019.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília,

2018.

CARNEIRO, Sueli. Retratos do Brasil Negro. Selo negro edições, 110 pp.

DAVIS, Angela. A liberdade é uma luta constante. Boitempo,  2018. 196 pp.  FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. Forense  Universitária, 2012. 264 pp.

KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã Yanomami.  1.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

MOREIRA, Adilson J. Racismo recreativo. Editora Jandaíra, 2019. 165 pp.

MUNANGA. Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional versus  Identidade Negra. Autêntica Editora. 177 pp.

NASCIMENTO, Abdias. O genocídio negro brasileiro: processo de um racismo mascarado.  Editora Perspectiva. 200 pp.

PIRES, Breiller. Carrefour: Extermínio de negros, o empreendimento mais bem sucedido do  Brasil, El Pais. 2020. Acesso em 24/05/2021: Carrefour: Extermínio de negros, o  empreendimento mais bem-sucedido do Brasil | Opinião | EL PAÍS Brasil (elpais.com)

RIBEIRO, Djamila. Pequeno Manual Antirracista, Cia. das Letras, 2019. 82 pp.

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. União dos Dirigentes Municipais  de Educação do Estado de São Paulo. Currículo Paulista (Versão 1). São Paulo:  SEE-SP/UNDIME-SP, 2018.

SCHWARCZ, Lilia M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no  Brasil, 1870-1930 São Paulo, Cia. das Letras, 1993. 268 pp.

 Popper, Karl R. (Karl Raimund), 1902-1994,. The open society and its enemies New one-volume edition ed. Princeton: [s.n.] ISBN 9781400846672OCLC 835077673

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LISTA DE PRESENÇA TARDE

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