_Principais estruturas associadas ao Rifte do Leste Africano que se desenvolve ao longo da costa oriental de África:
A - Principais placas e microplacas com indicação da sua movimentação em relação à placa da Núbia;
B - Principais regiões vulcânicas e domas topográficos.
Fig. 10
_Principais processos associados com o estiramento da crosta/litosfera continental:
A- Instalação de uma anomalia térmica positiva sob uma litosfera normal;
B- Ascensão do manto astenosférico sobreaquecido e influência na litosfera sobrejacente;
C- Modelo de estiramento da litosfera por cisalhamento puro homogéneo;
D- Modelo de estiramento da litosfera por cisalhamento simples de Wernicke.
Fig. 11
_Representação esquemática dos principais regimes de deformação homogénea
e sem variação de volume a duas dimensões:
A - Objecto no estado inicial não deformado;
B - Objecto deformado por cisalhamento puro;
C - Objecto deformado por cisalhamento simples.
Fig. 12
_Problemas de espaço relacionados com a movimentação numa falha normal lístrica:
A - Sequência de camadas não deformadas com indicação do futuro plano de falha;
B - Movimentação normal com rotação tentando manter a coerência com o plano de falha;
C - Movimentação extensiva mantendo a coerência com o sector menos inclinado da falha;
D - Movimentação normal com deformação do bloco superior de forma a manter coerência ao longo de todo o plano de falha.
Fig. 13
_Sedimentação em bacias associadas a falhas num rifte intracontinental:
A - Situação inicial mostrando os depósitos anteriores ao processo de rifting e a localização onde se irão desenvolver as falhas normais;
B - Rotação dos blocos durante o processo de estiramento com abertura de bacias assimétricas e deposição de sedimentos contemporâneos do processo de rifte;
C - Detalhe dos depósitos de bacia condicionados pela assimetria da mesma.
Fig. 14
_ Situação geotectónica existente na zona do Mar Vermelho; um exemplo clássico dos estádios precoces de formação de crosta oceânica:
A - Enquadramento regional;
B - Principais rochas vulcânicas associadas.
Fig. 15
_Representação esquemática das principais unidades constituintes de uma crosta oceânica.
Fig. 16
_Linhas de força do campo magnético terrestre e sua influência nas agulhas de bússola e nos minerais constituintes dos basaltos da crosta oceânica:
A - Situação de polaridade normal;
B - Situação de polaridade inversa.
Fig. 17
_Influência das inversões do campo magnético e da expansão dos fundos oceânicos na génese das anomalias magnéticas dos fundos oceânicos (a vermelho estão representadas as situações em que o campo magnético tem uma orientação idêntica à actual e que por isso se designa de polaridade normal):
A - Principais anomalias magnéticas para os últimos 5 milhões de anos;
B a E - Esquema da evolução da expansão dos fundos oceânicos nos últimos 5 milhões de anos e génese das principais anomalias.
Fig. 18
_Sedimentação associada a margens passivas e relação com os sedimentos anteriores à deriva oceânica.
Fig. 19
_ Principais unidades topográficas observadas nas margens continentais.
Fig. 20
_Principais unidades estruturais num arco insular, com pormenor do processo de acreção frontal induzido pelo desenvolvimento sequencial de cavalgamentos (A).
Fig. 21
_ Influência da idade da crosta oceânica nas características das zonas de subducção:
A - Distribuição das idades das crostas oceânicas associadas ao oceano Pacífico;
B - Características principais da subducção de uma crosta oceânica “velha” (tipo Marianas).
C - Características principais da subducção de uma crosta oceânica “jovem” (tipo Chileno).
Fig. 22
_ Influência da movimentação absoluta das placas na velocidade de subducção:
A - A zona de charneira e a placa inferior deslocam-se em sentidos contrários;
B - A zona de charneira e a placa inferior deslocam-se no mesmo sentido.
Fig. 23
_ Diferentes cinemáticas associadas a zonas de subducção, induzidas por diferenças nas velocidades e sentidos de deslocamento das placas inferior e superior e da zona de charneira (dados de Doglioni et al., 2007):
A - Zona de subducção de Tonga onde a litosfera oceânica do Pacífico mergulha debaixo do arco insular de Tonga;
B - Subducção da litosfera oceânica do Atlântico por baixo do arco insular das Caraíbas;
C - Subducção da litosfera continental Australiana debaixo do arco insular de Banda;
D - Situação de exumação da placa inferior ao longo da zona de subducção dos Apeninos do Sul;
E - Subducção da crosta continental da Índia debaixo da crosta continental da Eurásia;
F - Subducção das litosfera oceânica da placa das Filipinas debaixo do arco insular do Japão;
G - Subducção da litosfera oceânica da Nazca debaixo da crosta continental da América do Sul.
Fig. 24
_ Estrutura da cadeia de montanhas dos Andes (baseado em Armijo et al., 2015):
A - Os Andes no contexto das placas litosféricas;
B - Mapa com as principais zonas estruturais dos sectores centrais;
C - Corte geológico simplificado enfatizando os diversos sectores e a distribuição temporal dos principais eventos de deformação.
Fig. 25
_Estrutura da cadeia de montanhas dos Andes (baseado em Kearey et al., 2008):
A - Deformação pelicular nos sectores mais setentrionais da zona dos Sub-Andes;
B - Deformação do tipo pele espessa nos sectores meridionais dos Sub-Andes.
Fig. 26
_Sequência sin-rifte na qual ocorreu a reactivação como falha inversa da falha que inicialmente tinha tido uma cinemática normal:
A - Situação inicial antes do processo de inversão;
B – C – D - Progressão do processo de inversão, com a migração do ponto nulo para a profundidade;
E - Situação onde o deslocamento associado à inversão supera o que tinha ocorrido durante a actuação da falha normal.
Fig. 27
_ Deriva da Índia para Norte durante o Mesocenozóico (a disposição das massas continentais foi baseada no projecto paleomap de Scotese):
A - Posição das massas continentais há cerca de 125 milhões de anos com indicação da posição do que virá a ser a Índia e da zona de subducção na margem Norte do Neotétis;
B - Posição da Índia desde o Cretácico ao Paleogénico com a disposição das restantes massas continentais de acordo com a sua posição no Oligocénico superior, isto é aos cerca de 25 milhões de anos.
Fig. 28
_Situação geodinâmica actual da placa Arábica:
A - Mapa mostrando os aspectos geométricos e cinemáticos das principais estruturas relacionadas com as placas tectónicas existentes na região;
B - Corte esquemático mostrando a relação tectónica entre as placas da Núbia, Arábica e Eurasiática (localização do corte na figura A).
Fig. 29
_ A necessidade de uma aproximação global à movimentação das placas tectónicas:
A - Mapa com as principais placas tectónicas actuais;
B - Corte realizado ao longo da linha vermelha da figura A mostrando as principais fronteiras de placas (riftes oceânicos e zonas de subducção) atravessadas.
Fig. 30
_ Enquadramento geodinâmica da colisão continente - arco vulcânico na região de Timor;
A tectónica do SW da Ásia.
Fig. 31
_ Enquadramento geodinâmica da colisão continente - arco vulcânico na região de Timor;
Principais unidades geotectónicas na região de Timor.
Fig. 31A
_ Principais fases associadas ao processo de colisão entre o arco vulcânico de Banda e a placa Australiana (a relação de espessuras verticais não está à escala):
A - Subducção intraoceânica há cerca de12 milhões de anos;
B - Estádios precoces da colisão cerca dos 4 aos 3 milhões de anos;
C - Situação actual;
D - Possível situação futura com a formação da zona de subducção Flores-Wetar.
Fig. 32
_ Principais características geológicas do arco insular na região de Samatra:
A - Enquadramento geodinâmico;
B - Corte geológico enfatizando as principais unidades geológicas.
Fig. 33
_ Enquadramento geodinâmica da colisão continente - continente na região dos Himalaias:
A - Principais unidades tectónicas;
B - Corte geológico simplificado enfatizando os diversos sectores.
Fig. 34
_ Evolução geodinâmica da colisão Índia-Eurásia enfatizando a relação temporal entre os principais blocos continentais e oceanos envolvidos.
Fig. 35
_ Principais processos propostos para a exumação de uma crosta continental subductada a grandes profundidades:
A - Extrusão em cunha;
B - Fluxo canalizado.
Fig. 36
_ Individualização e migração do bloco Cimério (a disposição das massas continentais foi baseada no projecto paleomap de Scotese):
A - Rifting intracontinental no bordo Sul do Paleotétis;
B - Rifting oceânico ligado à abertura do Neotétis.
Fig. 37
_ Relação entre a vergência dos cavalgamentos à superfície e a vergência da zona de subducção:
A - Estruturas superficiais antitéticas com a zona de subducção;
B - Estruturas superficiais sintéticas com a zona de subducção;
C - Génese de uma estrutura em lasca por obducção de um promontório (baseado em Oxburgh, 1972);
D - Formação de uma lasca durante o aplainamento de um bloco de madeira.
Fig. 38
_ Representação esquemática (sem preocupação de escala) dos principais mecanismos para o deslocamento de mantos de carreamento e estruturas associadas:
A - Forças compressivas horizontais geradas pela convergência tectónica (a vermelho);
B - Forças geradas durante o processo de ascensão de volumes de rochas menos densas (a azul);
C - Forças induzidas pela existência de um potencial gravítico nos estádios orogénicos mais avançados (a rosa) associadas a deslizamento gravítico (C1) e a alastramento gravítico (C2).
Fig. 39
_ Proposta de evolução cenozóica do SE da Ásia enfatizando o modelo de extrusão lateral:
A - Principais aspectos geométricos e cinemáticos da região (simplificado de Tapponnier et al., 1982);
B - Esquema do resultado final da modelação análoga (simplificado de Tapponnier et al., 1982);
C - Padrão do deslocamento de diversos sectores do Tibete e regiões adjacentes baseado em medições de GPS (Global Position System).
Fig. 40
_ Enquadramento geodinâmico da cordilheira dos Cárpatos e da bacia Panónia (baseado em Horváth et al., 2006):
A - Principais aspectos tectónicos da evolução cenozóica da zona de colisão entre as placas Eurasiática e da Núbia;
B - Principais estruturas relacionadas com a bacia Panónia e cordilheiras envolventes;
C - Cortes esquemáticos Fig. 41 evidenciando a extrusão do terreno de Alcapa no Miocénico inferior (C1) e o enquadramento geodinâmico da bacia Panónia no Quaternário (C2).
Fig. 41
_ Representação esquemática da formação dos complexos de núcleo metamórfico:
A - Estiramento da crosta continental gerando um sistema de falhas normais à superfície que passa a uma zona de cisalhamento menos inclinada na crosta dúctil;
B - O acentuar do processo anterior provoca o fluxo dúctil da crosta mais profunda provocando a sua ascensão e originando a rotação incipiente das estruturas mais superficiais;
C - Estádio final com o afloramento à superfície da crosta inferior dúctil.
Fig. 42
_ Orientação geral das estruturas das montanhas de Zagros, notando-se o arco de Ormuz formado por indentação do promontório constituído pela península de Musandam.
Fig. 43
_ Fundamentos dos princípios de isostasia aplicados às irregularidades da superfície da Terra:
A - Numa superfície sem relevos importantes a acção da gravidade actuando sobre um fio-de-prumo
faz este ser perpendicular à superfície média do planeta nesse local;
B - Na proximidade de uma montanha importante, o fio-de-prumo é atraído pela massa da montanha,
desviando-se da vertical do lugar mas menos do que previsto teoricamente;
C - Segundo o modelo de Pratt a situação anterior era explicada por variações da densidade dos materiais continentais superficiais segundo uma direcção paralela à superfície da Terra;
D - No modelo de Airy os materiais continentes superficiais tinham todos a mesma densidade mas espessuras diferentes.
Fig. 44
_ Princípio de Arquimedes aplicado à flutuabilidade de um cubo de gelo:
A - Relação entre a parte emersa e imersa de um cubo de gelo a flutuar em água;
B - Relação de pesos entre o cubo de gelo e o volume de água por ele deslocado;
C - Relações de flutuabilidade para cubos de gelo de várias dimensões.
Fig. 45
_ Equilíbrio isostático de um bloco de gelo durante a sua fusão superficial:
A - Estado inicial com 10 cm de altura;
B - Reequilíbrio após a fusão de 1 cm;
C - Estado de equilíbrio para uma altura de 5 cm;
D - Situação quando resta apenas fundir 1 cm de altura de gelo;
E - Estado final em que todo o gelo fundiu.
Fig. 46
_ Equilíbrio isostático entre os vários blocos superficiais:
A- Crosta continental e oceânica sobre um manto peridotítico;
B- Mesmos blocos que anteriormente mas juntando os oceanos;
C- Alturas necessárias ao cálculo do equilíbrio isostático nas zonas superficiais da Terra.
Fig. 47
_ Subsidência regional da litosfera sob a acção de uma carga local induzindo fluência da astenosfera e a formação de bolbos periféricos.
Fig. 48
_ Processo de evolução do estiramento da litosfera continental, conduzindo à formação de aulacógenos:
A - Estádio inicial de divergência a partir de um ponto triplo originando 3 ramos de rifte intracontinental;
B - Abertura de um rifte oceânico ao longo de 2 dos segmentos anteriores, com abandono do terceiro ramo;
C - Principais linhas de fracturas responsáveis pela rotura da Pangeia, assinalando o ramo abandonado do aulacógeno do Benim.
Fig. 49
_Processos de flexura elástica / isostasia da litosfera associados à acumulação de gelo na litosfera (t1), induzindo a sua flexão (t2), seguida da posterior fusão do gelo (t3) e começo da recuperação isostática da litosfera (t4).
Fig. 50
Fig. 51
_Fronteiras difusas (a vermelho) das placas tectónicas.
Fig. JD1
_Placas tectónicas e fronteiras de placas que circundam o oceano Atlântico, videnciando duas zonas de subducção (arcos oceânicos) que já se encontram no interior do oceano Atlântico (figura JD1A):
Arco das Pequenas Antilhas (figura JD1B) e Arco de Scotia (figura JD1C). Note-se que existe um terceiro arco que se encontra a propagar do Mar Mediterrâneo para o Oceano Atlântico, o Arco de Gibraltar.
_Esquema ilustrando como uma zona de subducção pré-existente numa margem activa do Pacífico pode ter dado origem ao início de subducção numa margem passiva adjacente do Atlântico.
Fig. JD2
_Contexto tectónico da fronteira de placas Açores - Gibraltar.
Fig. JD3
_Mapa tectónico do Sudoeste Ibérico.
Salientam-se as estruturas que correspondem ao prisma acrecionário do Golfo de Cádis (a laranja), os cavalgamentos NE-SO da margem SO Ibérica (a cor de rosa), e as falhas de desligamento SWIM (a verde) que ligam os dois sistemas anteriores.
Fig. JD4
_Ilustração do desenvolvimento das zonas de subducção no Mediterrâneo Ocidental e da consequente formação do Arco de Gibraltar (baseado em Duarte
et al., 2013).
Fig. JD5
_ver Capitulo “IV_ Ciclos de Wilson, sim… mas…”