A Coerência entre a Vida Interior
e a Prática Externa
Lição 7
Tema do Trimestre
Lições do Trimestre
Texto de Referência
Mateus 6:1,2,5
1 – Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus.
2 – Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
5 – E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Texto Áureo
“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e
não aos homens.” (Colossenses 3.23)
Verdade Aplicada
É preciso ter sempre em mente que Deus está atento às nossas ações e motivações e que nada está encoberto diante dEle.
Ponto de Partida
Devemos agradar a Deus
e não aos homens.
Motivo de Oração
Ore para que possamos aprender a
ofertar, orar e jejuar corretamente.
Objetivos da Lição
❶ Ensinar que Deus sabe a intenção
do nosso coração
❷ Mostrar a pretenciosa oração dos
hipócritas
❸ Apresentar a forma correta do
jejum ensinado por Jesus
Tópicos da Lição
1 – A Justiça operada pela Falsa Motivação
1.1 – Agradando a Deus e não aos homens
1.2 – A Verdadeira e a Falsa Piedade
1.3 – Ofertando em Secreto
2 – A Pretenciosa Oração dos Hipócritas
2.1 – A Maneira Incorreta de Orar
2.2 – Orando ao Pai em Secreto
2.3 – Orando sem Vãs Repetições
3 – A Prática do Jejum
3.1 – O Jejum que Agrada a Deus
3.2 – A Privacidade no Ato de Jejuar
3.3 – A Maneira Correta de Jejuar
Introdução
Introdução
Jesus menciona três ações comuns a
todo cristão: ❶Dar aos necessitados
❷Jejuar ❸Orar.
A Justiça Operada pela Falsa Motivação
Tópico 1
1 – A Justiça Operada pela
Falsa Motivação
Jesus condenou a atitude hipócrita de homens que, sob o disfarce de glorificar a Deus, buscavam a glória para si mesmos.
Jesus destaca a diferença entre fazer as coisas para ser visto e elogiado pelos homens ou movido pelo amor e pela fé.
1.1 – Agradando a Deus e
não aos homens
“Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles...” (Mt 6.1)
O grande ensinamento aqui
é que a motivação é tão
importante quanto a ação.
1.1 – Agradando a Deus e
não aos homens
Qualquer motivação que não seja o amor, não terá sentido ou valor algum para Deus
[1Co 13.3; Ef 6.6-7;
1Ts 2.4]
1.2 – A Verdadeira e
a Falsa Piedade
Jesus traça um paralelo entre a verdadeira e a falsa piedade, que é apenas hipocrisia.
Os hipócritas não ofertavam ao povo porque eram apenas generosos, eles o faziam para receber honra da parte daqueles a quem ofertavam.
As obras dos hipócritas
tinham uma única finalidade:
o reconhecimento público.
1.2 – A Verdadeira e
a Falsa Piedade
“Quando, pois, deres esmola, não faça tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens...” (Mt 6.2)
Jesus disse:
Jesus revelou também que existe por parte de Deus uma recompensa para aqueles que doam pensando em fazer o melhor para Deus e para seu semelhante:
1.3 – Ofertando em Secreto
Eu Ensinei Que:
Jesus condenou a atitude hipócrita de homens que, sob o disfarce de glorificar a Deus, buscavam a glória para si mesmos.
A Pretenciosa Oração
dos Hipócritas
Tópico 2
2 – A Pretenciosa Oração
dos Hipócritas
A segunda ação mencionada por Jesus é a oração, cujo foco está na intimidade e
na comunhão com Deus.
Jesus assinala que a oração pode deixar de ser um verdadeiro ato de devoção e se tornar uma forma de hipocrisia quando o ato externo esconde motivos corruptos [Mt 6.5]
2.1 – A Maneira Incorreta de Orar
Jesus ensina que toda oração autêntica deve ser dirigida a Deus. Na hora da oração, os judeus poderiam fazer discretamente ou com uma exibição pretensiosa.
Jesus orienta
Seus discípulos
a orarem em secreto
[Mt 6.5-6]
2.1 – A Maneira Incorreta de Orar
Nestes casos, a motivação interior dessas orações públicas era o reconhecimento e o
elogio de sua devoção ...
[Mt 23.5-7]
Algumas pessoas buscavam estar em
lugar onde suas presenças fossem
notada, como a sinagoga ou a
esquina de uma praça.
2.2 – Orando ao Pai em Secreto
A oração deve ser caracterizada por sua simplicidade. A oração é um assunto
que diz respeito apenas a nós e a Deus.
Jesus disse:
“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.” (Mt 6.6)
2.3 – Orando sem Vãs Repetições
Jesus aponta uma prática ineficaz e inaceitável para Deus
na oração:
a repetição vã.
“E, orando, não useis de vãs repetições,
como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.” (Mt 6.7)
2.3 – Orando sem Vãs Repetições
Jesus não proíbe a repetição
de uma oração.
As vãs repetições se refere às palavras
“vãs” sem sentido.
Ele orou três vezes no Jardim do Getsêmani essencialmente a mesma oração e elogiou a persistência em oração [Lc 18.1-8]
Eu Ensinei Que :
A oração pode deixar de ser um verdadeiro ato de devoção e se tornar uma forma de hipocrisia quando o ato externo esconde motivos corruptos.
A Prática do Jejum
Tópico 3
3 – A Prática do Jejum
O Jejum sempre foi uma prática importantíssima para a vida espiritual do povo de Deus,
Por isso Jesus critica os líderes religiosos e ressalta sua verdadeira motivação [Mt 6.16-18]
3.1 – O Jejum que Agrada a Deus
Tal qual as esmolas e a oração, o jejum dos lideres religiosos era apenas um espetáculo de sua suposta piedade, ao fingir dor, tristeza e abnegação.
3.1 – O Jejum que Agrada a Deus
O Jejum era um
verdadeiro show para
atrair a atenção das pessoas
[Is 58.2-8; Mt 6.16-18]
3.1 – O Jejum que Agrada a Deus
O Jejum de acordo com os princípios bíblicos, não deve ser feitos para serem vistos pelas pessoas.
3.2 – A Privacidade no
Ato de Jejuar
O Jejum deve ocorrer na privacidade do coração do discípulo [Mt 6.17-18; Lc 2.37]
Jesus nos avisa que revelar nosso jejum pode se tornar uma forma perigosa de orgulho e autoengano espiritual.
3.2 – A Privacidade no Ato de Jejuar
O Jejum pode ser Individual ou Coletivo.
Individual
Coletivo
Trata com o particular de cada um
3.3 – A Maneira Correta de Jejuar
Não podemos considerar que a aparência de miserabilidade é automaticamente sinônimo de espiritualidade.
3.3 – A Maneira Correta de Jejuar
Os fariseus desfiguravam o rosto e apresentavam uma expressão abatida a fim de suscitar elogios, isso contrariava todo o propósito do jejum [Mt 6.16]
3.3 – A Maneira Correta de Jejuar
Jejuar nunca foi um meio de chegar-se a Deus para barganhar ou se tornar merecedor.
O Jejum tem como finalidade desviar os olhos das coisas desse mundo e focá-los apenas nas coisas de Deus.
3.3 – A Maneira Correta de Jejuar
Jejum é uma forma de
relacionar-se espiritualmente e
de forma secreta com o Pai
“Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, para não pareceres aos homens que jejuas, mas o Pai, que está em secreto, e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.”
(Mt 6.17-18)
Eu Ensinei Que :
O jejum é uma prática importante para a vida espiritual do povo de Deus, por isso Jesus critica os lideres religiosos e ressalta sua verdadeira motivação.
Conclusão
Conclusão
Todo aquele que passou pela experiência do novo nascimento, ao praticar esmola, oração e Jejum, deve fazer com todo o seu ser envolvido: coração, mente e corpo
Refletindo, assim, a fé, a devoção e o amor de Deus, visando a glória de Deus.
Revista BETEL Dominical
Adultos
3° Trimestre de 2022
FONTE
SLIDE
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