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PASTOREIO ENTRE OS MEMBROS

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PASTOREIO ENTRE OS MEMBROS

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

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“Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?” 

Gênesis 3:8-9 ARA

[

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 “O trabalho de cada dia lhes trazia saúde e contentamento, e o feliz par saudava com alegria as visitas de seu Criador, quando, na viração do dia, andava e falava com eles. Diariamente lhes ensinava Deus Suas lições.”

(CBV 261.3) 

Gênesis 3:8-9 ARA

[

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 EGW AFIRMA QUE DEUS VISITAVA

O CASAL DIARIAMENTE COM O INTUITO DE ENSINAR. 

 “O trabalho de cada dia lhes trazia saúde e contentamento, e o feliz par saudava com alegria as visitas de seu Criador, quando, na viração do dia, andava e falava com eles. Diariamente lhes ensinava Deus Suas lições.” (CBV 261.3) 

“NÃO É BOM QUE O HOMEM ESTEJA SÓ”

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SOMOS SERES SOCIÁVEIS

Essa expressão revela que os seres humanos foram criados com a necessidade de relacionamento uns para com os outros. 

Apesar dessa frase se referir primariamente ao relacionamento conjugal, ela revela o princípio da interdependência humana. Ninguém é uma ilha, por natureza dependemos e precisamos uns dos outros. 

O casal deveria depender de Deus e ambos deveriam depender um do outro. 

A serpente não ousou tentar a Eva enquanto ela estava ao lado de Adão, pois sabia que os dois juntos seriam mais fortes. 

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[

 “O homem não foi feito para habitar na solidão; ele deveria ser um ente social... Mesmo a comunhão com os anjos não poderia satisfazer seu desejo de simpatia e companhia. Ninguém havia da mesma natureza para amar e ser amado.”

(Patriarcas e Profetas, 46 (1890). MCP1 161.2)

NÓS SOMOS OS MAIS BENEFICIADOS QUANDO PASTOREAMOS NOSSO IRMÃO 

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“POR ACASO SOU EU

GUARDADOR DO MEU IRMÃO?”

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SC 10.7

Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

“Irmãos e irmãs na fé, porventura surge em vosso coração a pergunta: “Sou eu guardador do meu irmão?” 

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

Se alegais ser filhos de Deus, sois guardadores de vosso irmão. O Senhor considera a igreja responsável pela alma daqueles para cuja salvação eles poderiam ser o instrumento.”.

(SC 10.7) 

DUARDADOR DE MEUS

IRMÃOS DE FORA

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

Se alegais ser filhos de Deus, sois guardadores de vosso irmão. O Senhor considera a igreja responsável pela alma daqueles para cuja salvação eles poderiam ser o instrumento.”. (SC 10.7) 

GUARDADOR DE MEUS

IRMÃOS DE FORA

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“Não somos obrigados a ir para longe de casa, numa viagem longa e tediosa, para salvar a vida de um mortal a perecer. Às nossas próprias portas, em todo o nosso redor, por todos os lados, há almas a serem salvas, almas que perecem — homens e mulheres a morrerem sem esperança, sem Deus — e no entanto não nos sentimos preocupados, dizendo virtualmente por nossas ações, se não por palavras: “Sou eu guardador de meu irmão?”

(SC 71.2) 

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

Se alegais ser filhos de Deus, sois guardadores de vosso irmão. O Senhor considera a igreja responsável pela alma daqueles para cuja salvação eles poderiam ser o instrumento.”. (SC 10.7) 

GUARDADOR DE MEUS

IRMÃOS DE DENTRO

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“Tem havido muito do espírito que indaga: “Sou eu guardador do meu irmão?” Gênesis 4:9. Disse o anjo: “Sim, você é a guardadora de seu irmão. Deve ter por seu irmão vigilante cuidado, estar interessada em seu bem-estar, e nutrir para com ele um bondoso e amorável espírito. Avancem juntos, avancem juntos.”

(T1 113.4) 

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[

SOMOS OS MAIS BENEFICIADOS QUANDO PASTOREAMOS NOSSO IRMÃO 

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Gênesis 3:8-9 ARA

[

“Perdemos muito, em nossas relações como cristãos, devido à falta de simpatia de uns para com os outros. Aquele que se fecha consigo mesmo, não está preenchendo o lugar a que o Senhor o designou. O devido cultivo dos traços sociais de nossa natureza, leva-nos a ter simpatia pelos outros, sendo um meio de nos desenvolver e tornar mais fortes para o serviço de Deus.”

(CC 101.2) 

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“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. (Conselhos sobre E. S. 38). 

[

“Como seres sociais, somos particularmente responsáveis pela mordomia de nossa influência social em casa, na igreja e na sociedade em geral. Tratar os outros com respeito, preocupação e amor é um teste de mordomia de nossa vida social. Os valores e princípios de nosso compromisso com Deus deveriam ter um impacto direto e positivo em nossa interação social.”. (Angel Manoel Rodriguez, SIMPÓSIO RAÍZES, Pág. 11). 

SOMOS MORDOMOS DE

NOSSOS IRMÃOS

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[

“Como seres sociais, somos particularmente responsáveis pela mordomia de nossa influência social em casa, na igreja e na sociedade em geral. Tratar os outros com respeito, preocupação e amor é um teste de mordomia de nossa vida social. Os valores e princípios de nosso compromisso com Deus deveriam ter um impacto direto e positivo em nossa interação social.”

(Angel Manoel Rodriguez, SIMPÓSIO RAÍZES, Pág. 11). 

A IRMÃ AFASTADA DA

IASD DO CABULA

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IGREJAS INDEPENDENTES DO PASTOR 

A MELHOR MANEIRA DE AJUDARMOS IRMÃOS FRACOS NA FÉ, É ENSINARMOS, ENVOLVERMOS E DESAFIA-LOS NA MISSÃO DE FAZER OUTROS DISCÍPULOS. 

EXEMPLO DE PAULO 

“Paulo não criava igrejas dependentes dele ou dos outros apóstolos… A estratégia de Paulo era a de implantar uma nova igreja em um novo grupo cultural. Ele ficava com a igreja tempo suficiente para assegurar o surgimento de discípulos, líderes treinados, e que os novos discípulos se ocupassem na 

reprodução de outros discípulos. Então, ele os deixava para formar outra igreja.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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IGREJAS INDEPENDENTES DO PASTOR 

A MELHOR MANEIRA DE AJUDARMOS IRMÃOS FRACOS NA FÉ, É ENSINARMOS, ENVOLVERMOS E DESAFIA-LOS NA MISSÃO DE FAZER OUTROS DISCÍPULOS. 

EXEMPLO DE PAULO 

“Paulo não criava igrejas dependentes dele ou dos outros apóstolos… A estratégia de Paulo era a de implantar uma nova igreja em um novo grupo cultural. Ele ficava com a igreja tempo suficiente para assegurar o surgimento de discípulos, líderes treinados, e que os novos discípulos se ocupassem na reprodução de outros discípulos. Então, ele os deixava para formar outra igreja.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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A IGREJA PRIMITIVA

“Paulo queria que os crentes soubessem que eles eram ministros, ele diz: "Meus irmãos, eu mesmo estou convencido de que vocês estão cheios de bondade e plenamente instruídos, sendo capazes de aconselhar-se uns aos outros" (Romanos 15.14). Deus os havia preparado para ministrar na vida uns dos outros e para aconselhar uns aos outros. Paulo acreditava que todos os crentes eram ministros.” (Joel Comiskey, DISCIPULADO RELACIONAL, pág. 61) 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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A IGREJA PRIMIVA

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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A IGREJA PRIMIVA

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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O INÍCIO DA IASD

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

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O INÍCIO DA IASD

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

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“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

O PASTOREIO E A VISITAÇÃO –

UMA OBRA DE TODOS 

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“Ouvindo o homem e sua mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim.” (Gênesis 3:8). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

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“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo, nos suscitou plena e poderosa salvação”

(Lucas 1:68 e 69).

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

JESUS VISITOU NA REDENÇÃO

“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

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“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

“Ouvindo o homem e sua mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim.” (Gênesis 3:8). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

Visitar de casa em casa constitui uma importante parte do trabalho do pastor. Ele deve ter como alvo conversar com todos os membros da família.” 

(Ministério Pastoral, p. 230). 

O PASTOR

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

O ministério da visitação aos membros é obra primordial no ministério do diaconato. 

(Guia para Diáconos e Diaconisas, p. 58). 

O DIACONATO

Visitar de casa em casa constitui uma importante parte do trabalho do pastor. Ele deve ter como alvo conversar com todos os membros da família.” 

(Ministério Pastoral, p. 230). 

O PASTOR

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

O ministério da visitação aos membros é obra primordial no ministério do diaconato. 

(Guia para Diáconos e Diaconisas, p. 58). 

O DIACONATO

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

O ministério da visitação aos membros é obra primordial no ministério do diaconato. 

(Guia para Diáconos e Diaconisas, p. 58). 

O DIACONATO

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

]

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

]

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

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“Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?” 

Gênesis 3:8-9 ARA

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 “O trabalho de cada dia lhes trazia saúde e contentamento, e o feliz par saudava com alegria as visitas de seu Criador, quando, na viração do dia, andava e falava com eles. Diariamente lhes ensinava Deus Suas lições.”

(CBV 261.3) 

Gênesis 3:8-9 ARA

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 EGW AFIRMA QUE DEUS VISITAVA

O CASAL DIARIAMENTE COM O INTUITO DE ENSINAR. 

 “O trabalho de cada dia lhes trazia saúde e contentamento, e o feliz par saudava com alegria as visitas de seu Criador, quando, na viração do dia, andava e falava com eles. Diariamente lhes ensinava Deus Suas lições.” (CBV 261.3) 

“NÃO É BOM QUE O HOMEM ESTEJA SÓ”

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SOMOS SERES SOCIÁVEIS

Essa expressão revela que os seres humanos foram criados com a necessidade de relacionamento uns para com os outros. 

Apesar dessa frase se referir primariamente ao relacionamento conjugal, ela revela o princípio da interdependência humana. Ninguém é uma ilha, por natureza dependemos e precisamos uns dos outros. 

O casal deveria depender de Deus e ambos deveriam depender um do outro. 

A serpente não ousou tentar a Eva enquanto ela estava ao lado de Adão, pois sabia que os dois juntos seriam mais fortes. 

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[

 “O homem não foi feito para habitar na solidão; ele deveria ser um ente social... Mesmo a comunhão com os anjos não poderia satisfazer seu desejo de simpatia e companhia. Ninguém havia da mesma natureza para amar e ser amado.”

(Patriarcas e Profetas, 46 (1890). MCP1 161.2)

NÓS SOMOS OS MAIS BENEFICIADOS QUANDO PASTOREAMOS NOSSO IRMÃO 

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“POR ACASO SOU EU

GUARDADOR DO MEU IRMÃO?”

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SC 10.7

Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

“Irmãos e irmãs na fé, porventura surge em vosso coração a pergunta: “Sou eu guardador do meu irmão?” 

44 of 68

Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

Se alegais ser filhos de Deus, sois guardadores de vosso irmão. O Senhor considera a igreja responsável pela alma daqueles para cuja salvação eles poderiam ser o instrumento.”.

(SC 10.7) 

DUARDADOR DE MEUS

IRMÃOS DE FORA

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

[

Se alegais ser filhos de Deus, sois guardadores de vosso irmão. O Senhor considera a igreja responsável pela alma daqueles para cuja salvação eles poderiam ser o instrumento.”. (SC 10.7) 

GUARDADOR DE MEUS

IRMÃOS DE FORA

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“Não somos obrigados a ir para longe de casa, numa viagem longa e tediosa, para salvar a vida de um mortal a perecer. Às nossas próprias portas, em todo o nosso redor, por todos os lados, há almas a serem salvas, almas que perecem — homens e mulheres a morrerem sem esperança, sem Deus — e no entanto não nos sentimos preocupados, dizendo virtualmente por nossas ações, se não por palavras: “Sou eu guardador de meu irmão?”

(SC 71.2) 

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Todos os dias Ele visitava Adão e Eva para cuidar, orientar e interagir com eles. 

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Se alegais ser filhos de Deus, sois guardadores de vosso irmão. O Senhor considera a igreja responsável pela alma daqueles para cuja salvação eles poderiam ser o instrumento.”. (SC 10.7) 

GUARDADOR DE MEUS

IRMÃOS DE DENTRO

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“Tem havido muito do espírito que indaga: “Sou eu guardador do meu irmão?” Gênesis 4:9. Disse o anjo: “Sim, você é a guardadora de seu irmão. Deve ter por seu irmão vigilante cuidado, estar interessada em seu bem-estar, e nutrir para com ele um bondoso e amorável espírito. Avancem juntos, avancem juntos.”

(T1 113.4) 

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SOMOS OS MAIS BENEFICIADOS QUANDO PASTOREAMOS NOSSO IRMÃO 

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Gênesis 3:8-9 ARA

[

“Perdemos muito, em nossas relações como cristãos, devido à falta de simpatia de uns para com os outros. Aquele que se fecha consigo mesmo, não está preenchendo o lugar a que o Senhor o designou. O devido cultivo dos traços sociais de nossa natureza, leva-nos a ter simpatia pelos outros, sendo um meio de nos desenvolver e tornar mais fortes para o serviço de Deus.”

(CC 101.2) 

51 of 68

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. (Conselhos sobre E. S. 38). 

[

“Como seres sociais, somos particularmente responsáveis pela mordomia de nossa influência social em casa, na igreja e na sociedade em geral. Tratar os outros com respeito, preocupação e amor é um teste de mordomia de nossa vida social. Os valores e princípios de nosso compromisso com Deus deveriam ter um impacto direto e positivo em nossa interação social.”. (Angel Manoel Rodriguez, SIMPÓSIO RAÍZES, Pág. 11). 

SOMOS MORDOMOS DE

NOSSOS IRMÃOS

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“Como seres sociais, somos particularmente responsáveis pela mordomia de nossa influência social em casa, na igreja e na sociedade em geral. Tratar os outros com respeito, preocupação e amor é um teste de mordomia de nossa vida social. Os valores e princípios de nosso compromisso com Deus deveriam ter um impacto direto e positivo em nossa interação social.”

(Angel Manoel Rodriguez, SIMPÓSIO RAÍZES, Pág. 11). 

A IRMÃ AFASTADA DA

IASD DO CABULA

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IGREJAS INDEPENDENTES DO PASTOR 

A MELHOR MANEIRA DE AJUDARMOS IRMÃOS FRACOS NA FÉ, É ENSINARMOS, ENVOLVERMOS E DESAFIA-LOS NA MISSÃO DE FAZER OUTROS DISCÍPULOS. 

EXEMPLO DE PAULO 

“Paulo não criava igrejas dependentes dele ou dos outros apóstolos… A estratégia de Paulo era a de implantar uma nova igreja em um novo grupo cultural. Ele ficava com a igreja tempo suficiente para assegurar o surgimento de discípulos, líderes treinados, e que os novos discípulos se ocupassem na 

reprodução de outros discípulos. Então, ele os deixava para formar outra igreja.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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IGREJAS INDEPENDENTES DO PASTOR 

A MELHOR MANEIRA DE AJUDARMOS IRMÃOS FRACOS NA FÉ, É ENSINARMOS, ENVOLVERMOS E DESAFIA-LOS NA MISSÃO DE FAZER OUTROS DISCÍPULOS. 

EXEMPLO DE PAULO 

“Paulo não criava igrejas dependentes dele ou dos outros apóstolos… A estratégia de Paulo era a de implantar uma nova igreja em um novo grupo cultural. Ele ficava com a igreja tempo suficiente para assegurar o surgimento de discípulos, líderes treinados, e que os novos discípulos se ocupassem na reprodução de outros discípulos. Então, ele os deixava para formar outra igreja.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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A IGREJA PRIMITIVA

“Paulo queria que os crentes soubessem que eles eram ministros, ele diz: "Meus irmãos, eu mesmo estou convencido de que vocês estão cheios de bondade e plenamente instruídos, sendo capazes de aconselhar-se uns aos outros" (Romanos 15.14). Deus os havia preparado para ministrar na vida uns dos outros e para aconselhar uns aos outros. Paulo acreditava que todos os crentes eram ministros.” (Joel Comiskey, DISCIPULADO RELACIONAL, pág. 61) 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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A IGREJA PRIMIVA

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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A IGREJA PRIMIVA

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

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O INÍCIO DA IASD

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

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O INÍCIO DA IASD

“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.”

(Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

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“Deus não confiou aos pastores o trabalho de estarem pondo em harmonia as igrejas. Tão depressa se acha aparentemente realizado esse serviço, tem que ser feito de novo. Membros da igreja que são atendidos e ajudados deste modo, tornam-se fracalhões… Enquanto os membros da igreja não fizerem esforços para dar aos outros o auxílio que lhes é dado, tem que resultar disso grande debilidade espiritual.” TS3 55.3 

“A igreja primitiva desenvolveu uma estratégia de crescimento baseada no conceito de fazer discípulos, em vez de conversos dependentes do pastor. O foco estava em fazer discípulos, de modo que as pessoas discipuladas se tornassem independentes e levassem o evangelho a outros.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

O PASTOREIO E A VISITAÇÃO –

UMA OBRA DE TODOS 

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“Ouvindo o homem e sua mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim.” (Gênesis 3:8). 

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

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“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo, nos suscitou plena e poderosa salvação”

(Lucas 1:68 e 69).

“Se as igrejas do primeiro século tivessem surgido conforme o modelo atual, que designa um pastor para cuidar de cada nova congregação, o resultado teria sido igrejas fracas, compostas de cristãos imaturos que não eram discípulos.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 55). 

“Durante os primeiros 50 anos da organização, não havia pastores responsáveis pelas congregações. Anciãos locais nutriam a igreja e a lideravam na evangelização do seu território. O ministério adventista nos primórdios era livre para evangelizar novos lugares e implantar neles novas igrejas. Uma vez que o adventismo adotou o modelo de dependência e designou pastores para congregações locais, o crescimento da igreja diminuiu.” (Russell Burrill, Discípulos Modernos, 56). 

JESUS VISITOU NA REDENÇÃO

“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

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“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

“Ouvindo o homem e sua mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim.” (Gênesis 3:8). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

Visitar de casa em casa constitui uma importante parte do trabalho do pastor. Ele deve ter como alvo conversar com todos os membros da família.” 

(Ministério Pastoral, p. 230). 

O PASTOR

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o Seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação.” (Lucas 1:68 e 69). 

DEUS VISITOU NA CRIAÇÃO

O ministério da visitação aos membros é obra primordial no ministério do diaconato. 

(Guia para Diáconos e Diaconisas, p. 58). 

O DIACONATO

Visitar de casa em casa constitui uma importante parte do trabalho do pastor. Ele deve ter como alvo conversar com todos os membros da família.” 

(Ministério Pastoral, p. 230). 

O PASTOR

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

O ministério da visitação aos membros é obra primordial no ministério do diaconato. 

(Guia para Diáconos e Diaconisas, p. 58). 

O DIACONATO

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

O ministério da visitação aos membros é obra primordial no ministério do diaconato. 

(Guia para Diáconos e Diaconisas, p. 58). 

O DIACONATO

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

]

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO

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“Coisa alguma dará maior resistência espiritual e mais acréscimo de fervor e profundidade de sentir do que visitar e servir os doentes e desanimados, ajudando-os a verem a luz e a firmarem em Jesus a sua fé.” 

(Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p.75-76). 

OS MEMBROS

]

“Professores... cuidareis de vossos alunos, fazendo esforços especiais para sua salvação. A eles vos unireis em amorável simpatia, visitando-os em seu lar”. 

(Conselhos sobre E. S. 38). 

O PROFESSOR DA ESCOLA SABATINA

Visitar os membros é vital para o fortalecimento e crescimento da igreja.” 

(Guia para Anciãos, p. 114). 

O ANCIONATO