Isto tem a ver com algumas realidades:
a) Por Cristo Jesus, o cristão tem uma nova “documentação”;
b) Implica, portanto, uma riqueza espiritual grandiosa: as bênçãos celestiais em Cristo;
c) O cristão assume novos compromissos e um novo direcionamento;
d) Vale lembrar que uma cidadania precisa ser EXERCIDA.
A dupla cidadania do cristão deve ser encarada tanto como um privilégio quanto um compromisso.
A fé cristã deve levar o seguidor de Cristo a ser um bom cidadão como habitante desta terra, todavia, acima de tudo, manter seu compromisso com a nova condição desde que se decidiu pela nova “nacionalidade”: ser cidadão dos céus!