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  • Normalmente, toda pessoa tem uma cidadania;
  • Desde a antiguidade, uma pessoa podia ter mais de uma cidadania;
  • A Bíblia chama-nos a atenção para outra realidade pertinente ao tema Pátria e cidadãos: é a cidadania CELESTIAL;
  • O cristão é cidadão de DUAS pátrias.

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Isto tem a ver com algumas realidades:

  • Reconhecimento legal e jurídico do fato de que somos cidadãos de uma PÁTRIA.
  • Direitos a serem reivindicados.
  • Deveres a serem cumpridos.

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  • É resultado da maravilhosa GRAÇA divina!
  • Algumas implicações deste novo patamar:

a) Por Cristo Jesus, o cristão tem uma nova “documentação”;

b) Implica, portanto, uma riqueza espiritual grandiosa: as bênçãos celestiais em Cristo;

c) O cristão assume novos compromissos e um novo direcionamento;

d) Vale lembrar que uma cidadania precisa ser EXERCIDA.

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A dupla cidadania do cristão deve ser encarada tanto como um privilégio quanto um compromisso.

A fé cristã deve levar o seguidor de Cristo a ser um bom cidadão como habitante desta terra, todavia, acima de tudo, manter seu compromisso com a nova condição desde que se decidiu pela nova “nacionalidade”: ser cidadão dos céus!

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