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AS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS NO OFÍCIO DE SER PROFESSOR

6 ATPC GERAL

| Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino

Região de Sertãozinho

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Registro é vida!�Registre tudo que puder para não perder nenhuma informação.�

REGISTRO

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DIRETORIA DE ENSINO

Dirigente Regional de Ensino

Claudia Regina Lazarini Neves

Supervisores de Ensino - NPE

Maria Paula Ferreira

Valdir Zanella

Diretora do Núcleo Pedagógico

Rafaela Francisquete

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PAUTA DA ATPC

  • Pesquisadores;
  • Pensamento divergente e convergente;
  • Mão na massa: Atividade 1 e 2;
  • Reflexão do vídeo: um olhar para educação especial;
  • Lista de presença, desdobramento e avaliação;
  • Encerramento.
  • Abertura;
  • Intencionalidade e Objetivo;
  • Epígrafe;
  • Equipe Responsável;
  • Leitura de Fruição;
  • Trabalho com as habilidades socioemocionais;
  • Autoconhecimento;
  • Autogerenciamento;
  • Consciência social;
  • Habilidades sociais;
  • Tomada de decisão;
  • Abertura ao novo;

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INTENCIONALIDADE

  • Levar o Professor a refletir sobre o que realmente é essencial no processo de formação.

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OBJETIVOS

  • Refletir sobre o impacto do trabalho com as habilidades socioemocionais sobre a aprendizagem;

  • Propiciar uma reflexão sobre o ofício de “ser professor”.

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— ARISTÓTELES

“Educar a mente sem educar o coração, não é educação.”

EPÍGRAFE

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EQUIPE RESPONSÁVEL

Jacqueline Costa

PCNP Língua Portuguesa

Marcos Rodrigo

PCNP Filosofia

Maria Lúcia

PCNP Educação Especial

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LEITURA DE FRUIÇÃO

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SABER VIVER

(Cora Coralina)

Não sei...

se a vida é curta

ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos

tem sentido,

se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

colo que acolhe,

braço que envolve,

palavra que conforta,

silêncio que respeita,

alegria que contagia,

lágrima que corre,

olhar que sacia,

amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela

não seja nem curta,

nem longa demais,

mas que seja intensa,

verdadeira e pura...

enquanto durar.

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Trabalhar as competências socioemocionais deve ser um objetivo da educação?

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Educação Integral no Currículo Paulista

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Pesquisa realizada por NOVA ESCOLA com cerca de 5 mil professores em todo o Brasil revelou que 60% sofrem com ansiedade, estresse e dores de cabeça e 66 % já sentiram fraqueza, incapacidade ou medo de ir trabalhar. Para 87%, os problemas de saúde são ocasionados ou intensificados pela profissão.

Os resultados demonstram que saúde mental é um dos temas mais relevantes entre os professores e que precisa da nossa atenção.

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COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS

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AUTOCONHECIMENTO

Reconhecer emoções (alfabetização emocional)

Conhecer as próprias capacidades, fraquezas, personalidades, valores, crenças, motivações e emoções

Compreender como é percebido e interpretado por outras pessoas

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AUTOGERENCIAMENTO

Gerenciar emoções, pensamentos e comportamento

Estabelecer metas, se motivar e alcançar objetivos

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CONSCIÊNCIA SOCIAL

Apreciar a perspectiva de outros

Compreender e respeitar normas e combinados

Identificar oportunidades e recursos disponíveis

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HABILIDADES SOCIAIS

Estabelecer e manter relações

Gerenciar construtivamente problemas em relações (resoluções de conflitos)

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TOMADA DE DECISÃO

Identificar boas soluções

Tomar decisões e assumir responsabilidade por suas escolhas e comportamento

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COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS

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ABERTURA AO NOVO

  • Professores mais abertos ao novo têm paixão por aprender, entender e explorar novas ideias. Interessam-se por perguntas e experiências dos estudantes, se empolgam em compartilhar novos conhecimentos e inovam suas práticas de ensino. Utilizam múltiplas estratégias para explicar o conteúdo e criar diferentes exemplos de modo a contemplar a diversidade de estudantes em suas muitas dimensões.

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Competências socioemocionais da macrocompetência “Abertura ao Novo”:

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  • Estas competências nos convidam a buscar alternativas para desafios propostos, realizar investigações sobre temas de interesse e/ou expressar-nos considerando princípios estéticos e sonoros. Esta visão valoriza o repertório de estudantes e professores para o autoconhecimento, a exploração do mundo e a expressão de suas identidades e interesses.

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O QUE ENCONTRARAM OS PESQUISADORES:

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Como desenvolver essa macrocompetência?

  • Como é possível sair do convencional e pensar em novas formas de fazer algo?

  • Quando nos deparamos com a necessidade de desenvolver estratégias ou soluções inovadoras e criar, usar o pensamento divergente e convergente pode ajudar.

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Pensamento divergente

  • O pensamento divergente nada mais é do que um exercício de refletir e pensar livremente sobre determinada temática ou problema. É muito comum o utilizarmos quando fazemos um momento de “chuva de ideias”. Assim, para pensar em soluções inovadoras, cabe usá-lo para abordar o tema central sob diferentes ângulos e perspectivas, sem se preocupar com julgamentos ou impedimentos.

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Pensamento convergente

  • Nesse momento, as ideias levantadas livremente são reavaliadas e pensadas de acordo com critérios preestabelecidos como, por exemplo, os recursos disponíveis e facilidade em adequar as ideias em soluções possíveis.

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PROBLEMA

SOLUÇÃO

PENSAMENTO DIVERGENTE

PENSAMENTO CONVERGENTE

Criatividade

Explorar diferentes ângulos

Chuva de Ideias

Pensamento Crítico

Consensos e escolhas

Critérios definidos

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Concluindo...

  • Buscar novidades e informações de diferentes fontes pode enriquecer o processo de pensar em alternativas para desenvolver soluções criativas. As competências de abertura ao novo podem auxiliar no desenvolvimento de múltiplas estratégias de ensino e aprendizagem e no engajamento dos estudantes ao apresentar novas formas de resolver problemas e explorar assuntos.

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MÃO NA MASSA!

  • Agora que já sabemos o que é abertura ao novo e como desenvolvê-la, trazemos um convite muito especial para você:

Que tal realizar duas atividades que têm o objetivo de contribuir para o desenvolvimento dessa macrocompetência?

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Atividade 1

Jogo da Improvisação

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  • Frequentemente você deve escutar sobre a inevitabilidade de “reinventar” a sua prática pedagógica para atender às exigências do século 21, ou ainda, sobre a necessidade de abrir-se a mudanças, adotando novas metodologias.

  • Você já parou para pensar que a imaginação criativa pode ser uma aliada nesse processo, apoiando-o a fazer novas conexões e a “pensar fora da caixa”? O convite aqui é para que você realize o Jogo da improvisação, que traz uma ou algumas funcionalidades diferentes do habitual, ou até mesmo inexistentes, para objetos de seu cotidiano.

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Por exemplo:

  • Ao selecionar o objeto “garfo”, sabe-se que ele normalmente serve como talher. No jogo, pode-se imaginá-lo com uma pipoca na ponta e anunciar a sua nova funcionalidade: “uma catapulta para acertar pipocas na boca”. Pode-se pegar uma caneca, colocar sobre a cabeça e propor “esse é um boné para quem quer bronzear o nariz”.

  • O grande desafio do jogo é mudar de perspectiva, desafiar o que já parece dado e deixar as ideias correrem sem limites, improvisando novas possibilidades criativas para os objetos. O jogo fica ainda mais divertido se realizado com outras pessoas, convide alguns colegas para participar!

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Para jogar, realize o passo a passo

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Para refletir:

  • Esse exercício pode ser feito em diferentes contextos. Ninguém precisa ser gênio para ser criativo e o exercício da imaginação criativa nos ajuda a encontrar essas ideias "fora da caixa"!

Assim:

  • Se você acredita que não se saiu bem no jogo, ficou incomodado com o convite ou teve dificuldade para improvisar, lembre-se que a imaginação criativa pode ser desenvolvida gradativamente. Criar estratégias intencionais para exercitá-la pode fortalecer novas maneiras de pensar e agir!

  • Se você acredita que se saiu bem no jogo, encontrando facilidade, conforto para participar e motivação para improvisar, o convite é para que continue exercitando a sua imaginação de forma ativa e consciente e valorize essa sua potência!

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Atividade 2

Nova Rotina: Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

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  • Como você se sente quando é mobilizado a sair de sua zona de conforto? O novo lhe assusta ou gera curiosidade e interesse? Qual foi a última vez que se interessou em apreciar uma obra de arte? A mentalidade investigadora, característica da curiosidade para aprender, pode ser desenvolvida conforme nos propomos a exercitar esse olhar curioso em nossa rotina. Também a disposição para novas experiências estéticas, culturais e intelectuais pode ser estimulada e esse espaço para apreciação contribui com o desenvolvimento do interesse artístico.

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A atividade a seguir propõe um caminho para isso:

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Para refletir:

  • Esse exercício é ainda mais potente se feito com a frequência de um hábito.

  • Que tal colocar os dois desafios na sua agenda dos próximos dias? Topa incluir em sua vida a rotina mensal de “fazer algo pela primeira vez”?

  • Sabe se existem artistas na sua comunidade escolar? Ou quais são os dez artistas/livros/álbuns que mais marcaram a vida de seus colegas de trabalho? Que tal fazer uma investigação para apreciar?

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LISTA DE PRESENÇA, DESDOBRAMENTO E AVALIAÇÃO

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GRATIDÃO!

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

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