ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
3º TRIMESTRE 2026
Sermão do Monte
Sermão do Monte
LIÇÃO 12 – A LIBERALIDADE DA
GRAÇA DE DEUS
Sermão do Monte��LIÇÃO 12 – A LIBERALIDADE DA GRAÇA DE DEUS
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
Texto Áureo:
“Porque aquele que pede recebe, e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre.” (Mt. 7.8)
Sermão do Monte��LIÇÃO 12 – A LIBERALIDADE DA GRAÇA DE DEUS
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
SERMÃO DO MONTE�LIÇÃO 12 – A LIBERALIDADE DA GRAÇA DE DEUS
Introdução:
O Sermão do Monte revela as características espirituais do reino de Deus na maneira como afetam profundamente os súditos deste reino, no seu caráter e conduta, tornando manifesta a diferença entre os verdadeiros filhos de Deus e aqueles que O servem apenas na aparência. Chegamos então ao ponto em que o Salvador repreende os hipócritas que procuram escusar-se dos seus erros apontando os do seu próximo, alertando que todos havemos de ser julgados por Deus, e que só escaparão da condenação aqueles que tiverem usado de misericórdia no trato uns com os outros. Agora, para que não desfaleçamos com medo do juízo vindouro, mas tenhamos esperança de que alcançaremos esta misericórdia, o Senhor nos exorta a buscá-la com a certeza de que nosso Pai celestial não a negará aos Seus filhos.
Sermão do Monte��LIÇÃO 12 – A LIBERALIDADE DA GRAÇA DE DEUS
ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
Sermão do Monte�LIÇÃO 12 – A LIBERALIDADE DA GRAÇA DE DEUS
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
1- Enquanto anteriormente, como vimos no capítulo anterior, Cristo já havia ensinado o que devemos pedir a Deus em oração, agora Ele nos revela como, ou com que aplicação, interesse e insistência devemos orar. Ao comparar a oração ao ato de pedir, buscar e bater, Jesus quer dizer, em primeiro lugar, que o filho de Deus precisa sentir a necessidade daquilo que pede ao seu Pai celestial – pois só pede aquele que tem falta, só busca aquele que perdeu e alguém só bate à porta que está fechada. E tal percepção não pertence ao homem natural, mais inclinado a justificar-se a si mesmo e a satisfazer-se com os seus próprios esforços e atos de aparente piedade; somente aquele que é pobre de espírito, ou seja, que reconhece sua condição espiritual, a qual somente a graça de Deus pode suprir, é que está devidamente apto e motivado a orar como convém (Mt 5.3).
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I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
2- Notemos ainda que a exortação do Salvador indica que nossa busca pelas coisas mais necessárias da parte de Deus só pode ser alcançada se as buscarmos com insistência, ou seja, com persistência e jamais desistindo delas enquanto não as alcançarmos. Se, por um lado, o reino dos céus é uma dádiva de Deus cuja entrada é oferecida a todos, não podendo ser merecida, mas alcançada por meio da graça por aqueles que creem; por outro lado, justamente pela sua excelência é que este reino não pode ser alcançado pelos desinteressados, negligentes ou aqueles que o desprezam, mas apenas por aqueles que, reconhecendo o seu valor, envidam todos os esforços para alcançá-lo (cf. Mt 13.44-46; 22.2 8, 9-12). Em outras palavras, nossa dependência de Deus não é pontual, mas contínua, e devemos insistir com o mesmo afinco para, depois de alcançar uma vez aquilo que pedimos, tornar a pedir, buscar e bater, pois nossas necessidades são sempre as mesmas (1 Ts 5.17).
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I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
3- Como, porém, o Salvador Jesus também conhece nossa inclinação ao desânimo e desespero, quando percebemos que, mesmo diante de uma grande necessidade, nem sempre alcançamos de imediato nossas petições – como se Deus, que pode sempre nos ouvir, tendo ouvido uma vez e não respondido ainda, é porque não atenderá jamais – Ele assegura aos Seus discípulos que certamente serão ouvidos pelo Pai, tão certo quanto aquele que pede recebe, e aquele que busca encontra, e ainda àquele que bate se lhe abrirá.
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ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
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II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
1. Para inspirar ainda mais confiança em Seus seguidores, Jesus traça um paralelo entre a liberalidade humana no relacionamento entre pai e filho e a liberalidade de Deus para com os Seus filhos. Se podemos esperar generosidade da parte dos homens, especialmente em seus relacionamentos de maior afeto e amizade, por mais que sejam naturalmente tendentes ao mau e ingratos para com Deus; por que deveríamos esperar menos da parte de Deus, que é a fonte de todo bem e de toda bondade, e com quem mantemos o mais verdadeiro e duradouro relacionamento paternal-filial? Assim como nenhum homem negará os seus bens mais preciosos aos seus filhos – pois, naturalmente, ele os considera ainda mais valiosos do que os seus bens – do mesmo modo também Deus não nos negará bem algum, pois nós somos Seus filhos (Rm 8.31-32).
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II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
2. Consideremos ainda que se trata não apenas de pedir uma vez, mas de pedir com insistência – insistência esta que, como ilustrado pelo Salvador em outra ocasião, dobra até os homens maus, compelindo-os a atenderem não apenas o pedido de um filho, mas até de um estranho; quanto mais não seria do agrado do Pai celestial atender a Seus filhos que insistentemente rogam o Seu favor e socorro? ( Lc 11.5-8; 18.1-8 ). Vemos, portanto, que perde uma grande oportunidade de contemplar e desfrutar das riquezas da bondade de Deus aquele que não persevera em oração, mas, por nutrir dúvidas, desiste de insistir em suas petições diante de Deus ( Tg 1.5-8 ).
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II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
3. Quanto à natureza dos bens que o Mestre nos orienta a buscarmos com insistência da parte de Deus, é na oração que Ele nos ensinou que deveríamos buscar uma definição. Nossas necessidades, como ali aprendemos, são tanto de ordem material como espiritual, e podemos estar certos de que, ao nos ensinar a apresentar ambas ao Pai, o Salvador nos assegura de que é do Seu interesse supri-las. É certo, porém, que, sejam nossas petições por bens materiais ou espirituais, elas serão atendidas sempre no interesse do reino de Deus, da nossa maior participação e identificação nele, para que se cumpra a vontade de Deus tanto nos céus como na terra; por isso, mesmo se tratando de bens materiais, nós os pedimos a Deus porque há neles também uma finalidade espiritual. De todos estes bens, sem dúvida, o maior deles é o Espírito Santo, sem o qual não podemos ter a certeza da herança eterna do reino dos céus, tampouco da nossa filiação divina, pela qual podemos apresentar ao nosso Pai celestial nossas demais necessidades (cf. Lc 11.13; cf. Rm 8.15-17 ).
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ESBOÇO
INTRODUÇÃO
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
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III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
1. O argumento conclusivo do assunto que temos tratado nesta lição encontra-se no verso que está diante de nós, e assemelha-se muito ao que já aprendemos sobre a misericórdia no exercício do perdão e do amor para com o próximo, assim como no do juízo, para que não sejamos temerários. Aqui vale o mesmo princípio da retribuição: Deus está pronto e é liberal em suprir nossas necessidades, desde que haja em nós a mesma prontidão e liberalidade em suprir as necessidades alheias, seja em bens deste mundo, seja em perdão, misericórdia, amor e qualquer outro bem espiritual que de graça temos recebido e de graça devemos dar ( Mt 6.14; 7.2; Lc 6.36; cf. Mt 10.7-8 ). Se nossas entranhas de misericórdia se fecham para o próximo em suas necessidades, não podemos esperar tratamento diferente ao apresentar nossas necessidades a Deus.
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III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
2. Ao expressar esse ensinamento em uma relação onde devemos seguir o princípio da retribuição divina com respeito àquilo que queremos que os homens nos façam, Jesus não quer dizer que, quanto àquilo que desejamos que Deus nos faça, outra seria a regra, nem que deveríamos esperar dos homens tudo aquilo de que necessitamos, pois nem sempre receberemos deles o mesmo bem que lhes fazemos ( Mt 5.10-11; 1 Pe 3.13-14 ). O sentido da expressão no contexto da liberalidade de nosso Pai celestial para conosco é que, assim como Deus é generoso até mesmo com os maus e ingratos, devemos tratar nosso próximo com a mesma liberalidade, pois tanto maior é a liberalidade de Deus para com os Seus filhos ( Mt 5.48; Ef 5.1 ).
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III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
3. Fazer aos homens tudo o que queremos que eles nos façam na verdade é uma aplicação do mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, que, em conexão com: “Amarás o Senhor teu Deus”, constitui a essência de tudo o que está escrito na lei e nos profetas, nenhum mandamento particular podendo ser cumprido à parte do princípio exarado nestas palavras (Mt 22.35-40; Rm 13.8-10). Consideremos como João expressa o mesmo argumento, quando ensina que, se alguém não ama o próximo como a si mesmo – e não é verdadeiro o amor apenas em palavras, mas em palavras e obras – não pode ter confiança de que é amado por Deus e de que suas petições serão atendidas, porque esta certeza possuem apenas aqueles que já receberam o maior bem possível de se receber, que é o Espírito Santo, o qual só é concedido aos que guardam os mandamentos de Deus, isto é, amam o próximo como a si mesmos ( 1 Jo 3.16-18 ).
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I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
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Conclusão
Deus espera ser buscado por Seus filhos constantemente, pelo reconhecimento de que todas as nossas necessidades dependem da Sua provisão, mesmo aquelas de natureza material. Ele é bom e generoso, e não negará bem algum aos que lhe pedirem. E, quando não nos responder de imediato, ainda estará nos ouvindo, ensinando-nos esperar com paciência, para que não O abandonemos depois de alcançadas nossas petições. Mas lembremos também que Ele sempre nos tratará com generosidade na medida em que, imitando Seu glorioso e maravilhoso exemplo, tratarmos o próximo como nós mesmos desejamos ser tratados.
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INTRODUÇÃO
I – A DEPENDÊNCIA DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.7-8)
II – A PROVISÃO DA GRAÇA DE DEUS (Mt. 7.9-11)
III – A LIBERALIDADE DE DEUS E A NOSSA PARA COM O PRÓXIMO (Mt. 7.12)
CONCLUSÃO
Texto Áureo:
“Porque aquele que pede recebe, e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre.” (Mt. 7.8)
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
SERMÃO DO MONTE