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  • Solidariedade é o substantivo que indica um sentimento de identificação com o sofrimento ou situação de determinada pessoa ou grupo social.
  • Também consiste no ato de ajudar essas pessoas desamparadas.
  • Variedade desses antônimos: abstenção, indiferença, desinteresse, omissão, insolidariedade, individualismo, egoísmo, egocentrismo, entre outros.
  • Um ato de generosidade deve ser feito de forma desinteressada, sem esperar qualquer retorno.

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  • Felicidade resultante da prática generosa: “Feliz é o homem que empresta com generosidade e que com honestidade conduz os seus negócios”. Sl 112:5;
  • Com certeza, a julgar por sua prática, não era avarento nem cobiçoso, e obedecia à ordem do Senhor de cuidar dos pobres e necessitados (Êx 23.11; Dt 15.7,11).
  • São exemplos que nos convidam à prática da justiça social pura, divina, livre de interesses financeiros ou de qualquer outra natureza; demonstrando perfeição e justiça.

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  • Um exemplo emblemático da generosidade de Jesus, sem dúvida alguma, foi a multiplicação dos cinco pães e dois peixinhos (Mc 6.30-44).
  • O Senhor, tendo compaixão, começou a ensinar muitas coisas (Mc 6.34), pois eram como ovelhas que não tinham pastor.
  • Quando são realizadas obras com generosidade ao próximo, alimentos se multiplicam sem explicação racional e doações tornam-se numerosas.

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  • A igreja de Cristo é um lugar de solidariedade. É impossível pensarmos numa comunidade cristã e desassociá-la de ações solidárias e generosas.
  • O correto para o crente em Jesus é justamente o inverso dessas religiões: é por ter sido salvo em Cristo que seu coração é desejoso de fazer boas obras.
  • Pertencemos a Deus e o que possuímos foi confiado às nossas mãos pelo Senhor. Por isso, nossa contribuição feita de forma sacrificial e voluntária é uma prova do nosso amor cristão (2Co 8.24).

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Encontramos na Bíblia referências e ensinos desde a Lei de Moisés até a nova aliança, no tempo da graça, sobre a prática solidaria e generosa.

É impactante relembrar os princípios da lei que ordenavam os períodos de restituição e perdão de dívidas, como o ano sabático em que a terra precisava descansar (tópico I).

Não podemos despedir a multidão que está no deserto com fome de pão e peixe; alimentemo-la com o Pão do céu e o com o pão da terra! Não devemos separar o amor pelas almas do amor pelas pessoas.

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