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GÊNERO: CRÔNICA

8º ANO - JUNHO/2017

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Posso escrever uma história sobre um fato do cotidiano utilizando a língua das personagens que viveram esse fato? Uma história pode ter mais de uma forma de expressar algo?

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A crônica é uma forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano. Por este motivo, é uma leitura agradável, pois o leitor interage com os acontecimentos e por muitas vezes se identifica com as ações tomadas pelas personagens.

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A leitura e produção de crônicas pode ser um importante mecanismo para a assimilação das variações linguísticas, especialmente, a social. Logo, é possível conhecer, por meio da fala das personagens, sua situação sociocultural, representativa dos diferentes papéis que podem assumir.

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Texto 1: Lisetta

 

Quando Lisetta subiu no bonde (o condutor ajudou) viu logo o urso. Felpudo, felpudo. E amarelo. Tão engraçadinho.

Dona Mariana sentou-se, colocou a filha em pé diante dela.

Lisetta começou a namorar o bicho. Pôs o pirulito de abacaxi na boca. Pôs, mas não chupou. Olhava o urso.

Seus olhinhos de vidro não diziam absolutamente nada. No colo da menina de pulseira de ouro e meias de seda parecia um urso importante e feliz.

― Olha o ursinho que lindo, mamãe!

― Stai zitta!

A menina rica viu o enlevo e a inveja de Lisetta. E deu de brincar com o urso. Mexeu-lhe com o toquinho do rabo: e a cabeça do bicho virou para a esquerda, depois para a direita, olhou para cima, depois para baixo. Lisetta acompanhava a manobra. Sorrindo fascinada. E com um ardor nos olhos! O pirulito perdeu definitivamente toda a importância.

Agora são as pernas que sobem e descem, cumprimentam, se cruzam, batem uma nas outras.

― As patas também mexem, mamãe! Olha lá!

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― Stai ferma!

Lisetta sentia um desejo louco de tocar no ursinho. Jeitosamente procurou alcançá-lo. A menina rica percebeu, encarou a coitada com raiva, fez uma careta horrível e apertou contra o peito o bichinho que custara cinqüenta mil réis na Casa São Nicolau.

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(MACHADO, Antônio Alcântara. Brás, Bexiga e Barra Funda. São Paulo: Matin Claret, 2004, p. 45.)

 

Tradução do italiano para o português:

Stai zitta! – Cale a boca!; fique calada.

Stai ferma! – Fique quieta!Fique parada!

 

http://www.acafe.org.br/new/concursos/furb06_1/provas_furb/prova_1.pdf

 

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1. Com base no texto 1, pode-se afirmar que

 

  1. o urso, percebendo o desejo de Lisetta, cumprimentou-a.

​

  • a menina Lisetta é pobre, descendente de imigrantes italianos.

​

  • a mãe da menina rica colocou sua filha em pé diante dela.

​

  • a mãe de Lisetta ficou indiferente às atitudes da filha.

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1. Com base no texto 1, pode-se afirmar que

 

  1. o urso, percebendo o desejo de Lisetta, cumprimentou-a.

​

  • a menina Lisetta é pobre, descendente de imigrantes italianos.

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  • a mãe da menina rica colocou sua filha em pé diante dela.

​

  • a mãe de Lisetta ficou indiferente às atitudes da filha.

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2. Em relação ao texto 1, a ação realizada por Lisetta é

  1. “Agora são as pernas que sobem e descem [...]”

​

b) “E deu de brincar com o urso.”

​

c)“[...] olhou para cima, depois para baixo.”

​

d) “Jeitosamente procurou alcançá-lo.”

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2. Em relação ao texto 1, a ação realizada por Lisetta é

  1. “Agora são as pernas que sobem e descem [...]”

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b) “E deu de brincar com o urso.”

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c)“[...] olhou para cima, depois para baixo.”

​

d) “Jeitosamente procurou alcançá-lo.”

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3. A menina rica, percebendo o interesse de Lisetta,

 

  1. colocou o urso de pé diante de si.

​

  • pôs o pirulito de abacaxi na boca do urso.

​

  • resolveu brincar com o urso.

​

  • entregou o urso para Lisetta brincar com ele.

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3. A menina rica, percebendo o interesse de Lisetta,

 

  1. colocou o urso de pé diante de si.

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  • pôs o pirulito de abacaxi na boca do urso.

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  • resolveu brincar com o urso.

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  • entregou o urso para Lisetta brincar com ele.

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VAMOS LER UMA CRÔNICA

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Muito barulho por nada

Muito barulho por nada

Eu vivo a observar minha vizinhança, onde há pessoas de bom coração e bem divertidas. Pensei, então, que um dos fatos ocorridos com elas poderia dar uma ótima crônica. Sentei em frente ao meu computador e comecei a lembrar de um caso que vi outro dia...

Esqueci-me de dizer com quem se passou esse caso. Sou morador de um prédio onde também mora, e é faxineira, dona Ana, uma senhora muito fofoqueira. Ela tem uma filha chamada Fernanda, universitária que cursa Letras e não fica atrás nas fofocas.

Todos os dias, aqui na rua seu João, um catador de recicláveis muito gente boa, junta-se as duas para falar de tudo que se passa e de todos que passam na rua.

Voltemos ao caso. Estava acontecendo uma certa “confusão” na casa vizinha. E lá estavam os três a fofocar.

– Mãe, o que que tá acontecendo ali?

– Oxe, minha fia, só pode ser um fuzuê desgramado! Disse dona Ana esticando o pescoço para tentar ver o que se passava. Nesse instante, chega seu João:

– É mermo! Deve de ser bagunça, cadiquê aquele povo vive arrumano confusão.

– Olhe lá o vizim no maió aperrei... Duvido que ele não pegou a muié dele com outro caba. Fiquei sabenu que ele tava mei cabreiro com ela.

– É mesmo, mãe! Me falaram que ele tava desconfiado dela com o irmão! Acredita?

– Eu

– Eu já ovi uas história assim... O marido até mato a mulé por causo disso.

– Será que ele bateu nela? Escuitei um salcero essa noite... Boa coisa num é!

– Eu vi eles compranu uas bebida. Deve tudo ter bibido até rumar essa confusão aí ó...

– É verdade, mas é mió nóis pregunta pro povo aí da rua. Oxente! Vai que dá um tiro, sei lá...

– Isso! Os três concordaram.

– Ei, mininu!

– Diga, dona Ana...

– Sabe que fuzuê é aquele ali? Tá um entre e sai de gente danado...

O rapaz, conhecendo bem os três, olha-os com um sorriso irônico no rosto e responde:

– Sei sim... é que tá rolando uma festa. Eles tão comemorando porque a moça tá grávida...

T. P., Turma 1901

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VÍDEO

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Flor-de-maio

 

Entre tantas notícias do jornal – o crime de Sacopã, o disco voador em Bagé, a nova droga antituberculosa, o andaime que caiu, o homem que matou outro com machado e com foice, o possível aumento do pão, a angustiados Barnabés – há uma pequenina nota de três linhas, que nem todos os jornais publicaram.

Não vem do gabinete do prefeito para explicar a falta d’água, nem do Ministério da Guerra para insinuar que o país está em paz. Não conta incidentes de fronteira nem desastre de avião. É assinada pelo senhor diretor do Jardim Botânico, e que a partir do dia 27 vale a pena visitar o Jardim, porque a planta chamada “flor-de-maio” está, efetivamente, em flor.

Meu primeiro movimento, ao ler esse delicado convite, foi deixar a mesa da redação e me dirigir ao Jardim Botânico, contemplar a flor e cumprimentar a administração do horto pelo feliz evento. Mas havia ainda muita coisa para ler e escrever, telefonemas a dar, providências a tomar.

Agora, já desce a noite, e as plantas devem ser vistas pela manhã ou à tarde, quando há sol – ou mesmo quando a chuva as despenca e elas soluçam no vento, e choram gotas e flores no chão.

Suspiro e digo comigo mesmo – que amanhã acordarei cedo e irei. Digo, mas não acredito, ou pelo menos desconfio que esse impulso que tive ao ler a notícia ficará no que foi – um impulso de fazer uma coisa boa e simples, que se perde no meio da pressa e da 

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inquietação dos minutos que voam. Qualquer uma dessas tardes é possível que me dê vontade real, imperiosa, de ir ao Jardim Botânico, mas então será tarde, não haverá mais “flor-de-maio”, e então pensarei que é preciso esperar a vinda de outro outono, e no outro outono posso estar em outra cidade em que não haja outono em maio, e sem outono em maio, não sei se em alguma cidade haverá essa “flor-de-maio”.

No fundo, a minha secreta esperança é de que estas linhas sejam lidas por alguém – uma pessoa melhor do que eu, alguma criatura correta e simples que tire dessa crônica a sua substância, a informação precisa e preciosa: no dia 27 em diante as “flores-de-maio” do Jardim Botânico estão gloriosamente em flor. E que utilize essa informação saindo de casa e indo diretamente ao Jardim Botânico ver a “flor-demaio” – talvez com a mulher e as crianças, talvez com a namorada, talvez só.

Ir só, no fim da tarde, ver a “flor-de-maio”; aproveitar a única notícia boa de um dia inteiro de jornal, fazer a coisa mais bela e emocionante de um dia inteiro da cidade imensa. Se entre vós houver essa criatura, e ela souber por mim a notícia, e for, então eu vos direi que nem tudo está perdido, e que vale a pena viver entre tantos sacopãs de paixões desgraçadas e tantas COFAPs de preços irritantes; que a humanidade possivelmente ainda poderá ser salva, e que às vezes ainda vale a pena escrever uma crônica.

[Extraído de: Rubem Braga, Para gostar de ler, Ed. Ática, 1982] Colégio SOTER - Caderno de Atividades - 7º Ano - Língua Portuguesa - 1º Bimestre) 

http://www.colegiosoter.com.br/pdf/caderno_atividades/7_ano/linguaportuguesa_1.pdf 

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  1. A notícia de que a “flor-de-maio” floresceu é, para o narrador-personagem da história,

​

a) um fato tolo pois nem a personagem acredita que tenha realmente florescido.

​

b) mais uma notícia sem importância e que ninguém notará.

​

c) uma notícia que só atrairia pessoas muito simples e românticas.

​

d) uma chance de mostrar que a vida não é tão ruim como os jornais preferem publicar.

​

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  1. A notícia de que a “flor-de-maio” floresceu é, para o narrador-personagem da história,

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a) um fato tolo pois nem a personagem acredita que tenha realmente florescido.

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b) mais uma notícia sem importância e que ninguém notará.

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c) uma notícia que só atrairia pessoas muito simples e românticas.

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d) uma chance de mostrar que a vida não é tão ruim como os jornais preferem publicar.

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2 A alternativa que possui um conteúdo que poderia ser colocado no espaço (antes) do trecho abaixo, mantendo o sentido do texto é

_________ “nos informa gravemente que a partir do dia 27 vale a pena visitar o Jardim”

​

  1. a pequenina nota de três linhas.

​

b) o gabinete do prefeito.

​

c) o jornalista que escreve a crônica.

​

d) o Ministério da Guerra.

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2 A alternativa que possui um conteúdo que poderia ser colocado no espaço (antes) do trecho abaixo, mantendo o sentido do texto é

_________ “nos informa gravemente que a partir do dia 27 vale a pena visitar o Jardim”

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  1. a pequenina nota de três linhas.

​

b) o gabinete do prefeito.

​

c) o jornalista que escreve a crônica.

​

d) o Ministério da Guerra.

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3. A partir da leitura do texto, que é considerado uma crônica, assinale a alternativa que contém a melhor explicação do que pode ser uma crônica.

​

  1. Texto que analisa o lado psicológico de uma personagem.

​

b) Texto que consiste na observação pessoal dos fatos da vida cotidiana.

​

c) Texto que descreve fenômenos naturais de forma científica.

​

d) Texto em que as personagens são avaliadas pelas atitudes que apresentam.

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3. A partir da leitura do texto, que é considerado uma crônica, assinale a alternativa que contém a melhor explicação do que pode ser uma crônica.

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  1. Texto que analisa o lado psicológico de uma personagem.

​

b) Texto que consiste na observação pessoal dos fatos da vida cotidiana.

​

c) Texto que descreve fenômenos naturais de forma científica.

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d) Texto em que as personagens são avaliadas pelas atitudes que apresentam.

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4. . A expressão “já desce a noite”, dá uma ideia visual e temporal para o leitor de um acontecimento.

Esse acontecimento seria igualmente dado ao leitor se estivesse escrito

​

a) a noite é longa.

​

b) anoitece.

​

c) amanhece.

​

d) o dia não tem fim.

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4. . A expressão “já desce a noite”, dá uma ideia visual e temporal para o leitor de um acontecimento.

Esse acontecimento seria igualmente dado ao leitor se estivesse escrito

​

a) a noite é longa.

​

b) anoitece.

​

c) amanhece.

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d) o dia não tem fim.

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PRATIQUE

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Agora que você aprendeu a estrutura e função do gênero textual Crônica, escreva até 5 pontos principais estudados aqui. Para isso, utilize o seu caderno!

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Como desafio, propomos que você produza uma crônica. Mas há caminhos a serem seguidos, veja:

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  • Selecione um fato do cotidiano do noticiário que tenha lhe chamado a atenção.
  • Pesquise detalhes sobre esse fato.
  • Identifique aspectos do episódio que podem ser explorados.
  • Escreva sua crônica, utilizando o material da sua pesquisa. Leve em conta o que aprendeu sobre as variações linguísticas para a construção das personagens da sua crônica.
  • Leia para sua turma.

​

Exercite sua criatividade!

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  • A crônica é um texto narrativo em prosa que aborda questões da vida ocorridas em nosso cotidiano;
  • Por ter como objeto o nosso cotidiano a crônica possui caráter efêmero;
  • A crônica é habitualmente publicada em jornais dado o caráter efêmero do seu conteúdo;
  • O autor da crônica imprime marcas pessoais em seu texto, dessa forma a crônica é um gênero que transita entre o texto narrativo e o literário;
  • Há muitos cronistas famosos na nossa literatura, dentre eles Luiz Fernando Veríssimo, autor vivo e com intensa produção literária;
  • Como o autor imprime suas marcas textuais na sua crônica, esse gênero possui muitas linguagens;
  • A escolha da linguagem é muito importante, pois dessa forma o autor afasta e aproxima o leitor da sua obra;
  • Os autores utilizam a crônica como uma ferramenta muito eficaz para criticarem situações do nosso dia a dia.
  • Não existe único modo de dizer: existem a norma culta e as outras variações da língua.
  • O texto é o produto de escolhas entre variedades que levam em consideração fatores como o sexo, idade, classe social dos interlocutores.