NATIONAL GEOGRAPHIC
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/photography/2018/02/fotos-de-baleias-pelo-mundo?image=01-whale-gallery
BALEIAS PELO MUNDO
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Uma baleia-franca-austral encontra um mergulhador no fundo do mar arenoso das ilhas Auckland, Nova Zelândia. Os adultos podem atingir 17 metros de comprimento e 60 toneladas.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
As baleias-jubarte foram caçadas quase até a extinção, com números que caíram em mais de 90% antes de uma proibição de 1966 ajudar na recuperação da equipe.
FOTO DE MAURICIO HANDLER, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
Um grupo de narvais se reúne em uma abertura no gelo para comer peixes. O chifre característico é, na verdade, um dente que pode atingir 2,7 metros de comprimento.
FOTO DE PAUL NICKLEN, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
Também conhecidas como baleias-brancas, as belugas vivem no Ártico. Os filhotes nascem cinza, ou até mesmo castanhos, e ficam brancos quando se tornam sexualmente maduros, por volta dos cinco anos.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIV
Baleias-piloto nadam em Kona, no Havaí. Os tubarões-ganlha-branca-oceânicos seguem os grupos dessas baleias, possivelmente para comer restos de presas deixadas para trás.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
Uma orca, também conhecida como baleia assassina, encurrala arenques perto de Andenes, na Noruega. O maior dos golfinhos, esse predador também se alimenta de mamíferos marinhos, como focas, leões-marinhos e até outras baleias.
FOTO DE PAUL NICKLEN, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
As belugas se comunicam por ecolocalização, um sonar interno que permite que sintam objetos próximos. Elas fazem isso através do fronte, um órgão adiposo no centro da testa que fornece ao crânio seu formato incomum.
FOTO DE DAVID DOUBILET, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
A presa icônica do narval é, na verdade, um dente canino. Esse órgão sensorial complexo transmite estímulos captados na água do mar para o cérebro.
FOTO DE PAUL NICKLEN, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIV
Baleia-de-minke se alimenta perto da superfície em Cashes Ledge, uma região rica em biodiversidade marinha no Golfo do Maine. Esta espécie ainda é caçada – em 2016, baleeiros japoneses mataram 333 baleias-de-minke, incluindo mais de 200 fêmeas grávidas.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
A baleia-da-Groenlândia, que vive em águas frias do norte, pode viver até 200 anos. O ambiente frio deixa a temperatura corporal baixa, que por sua vez diminui a velocidade do metabolismo e, portanto, danifica menos os tecidos.
FOTO DE PAUL NICKLEN, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
Como a orca, a baleia-piloto é um golfinho grande que forma grupos familiares. Essa espécie altamente social ganhou seu apelido por causa da tendência em seguir um líder, ou "piloto", durante longas migrações.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
As cachalotes (retratadas nos Açores) foram intensamente caçadas por uma substância gordurosa encontrada na cabeça chamada de espermacete, usada como óleo e lubrificante nos anos 1800.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE
As baleias-jubarte (na foto, um animal perto da Antártida) emitem lamentações, uivos, gritos e outros ruídos complexos que podem continuar por horas. O álbum Songs of the Humpback Whale, de 1979, tornou famosas as "músicas" dos animais.
FOTO DE MICHAEL MELFORD, NATIONAL GEOGRAPHCI CREATIVE