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Revolução Mexicana � e reforma agrária

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João f. tojal

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Revolução mexicana

(1910)

Camponeses lutavam para ter suas terras de volta

Elas haviam sido incorporadas pelos grandes fazendeiros

Revolução contra o imperialismo estadunidense (controlavam atividades extrativistas, estradas de ferro, bancos, riquezas florestais, extração de petróleo)

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General Porfírio Díaz assumiu o poder (1877 a 1911)

Governo porfiriato

Durante esse período o México se integra aos Estados Unidos que passa a controlar a exploração dos recursos minerais, ferrovias, setores financeiros

Beneficiava grandes proprietários de terra, tinham concentração de propriedades rurais e exploravam mão de obra quase servil

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Houve também modernização, surgiu indústrias de bens de consumo duráveis, que fez surgir uma pequena burguesia

A concentração da propriedade rural, fez surgir um movimento revolucionário (1910) formado por massas de camponeses insatisfeitos com o governo de Díaz

Díaz renunciou em 1911

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Francisco Madero

Prometeu a reforma agrária que não se efetivou

Madero era rico proprietário do norte do país

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Nesse contexto surge dois movimentos revolucionários

Liderado por Emiliano Zapata,

no sul

Liderado por Pancho Villa, no norte

Propunha a nacionalização das terras, devolução de terras as comunidades indígenas

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As propostas não foram atendidas por Madero e nem seu sucessor, Huerta

1914 Huerta foi derrubado por Carranza, fazendeiro revolucionário

Carranza chegou ao poder com a proposta de elaborar uma nova constituição

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Intervenção armada estadunidense no norte do país

Zapata foi assassinado em 1919 e Villa em 1923

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Permitiu a burguesia se legitimar no poder implantando o capitalismo definitivamente no país

Fim da década de 1920 foi criado o Partido Revolucionário Institucional (PRI)

Objetivo: reunir as várias forças que haviam combatido a ditadura de Díaz

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A revolução contribuiu para reforçar a imagem de um país marcado por contrastes e injustiças decorrentes da existência de fazendeiros poderosos e de uma massa