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Colégio João Paulo I

Porto Alegre / Rio Grande do Sul

Curativo de Babosa: desenvolvimento de um biopolímero cicatrizante a partir de testes in vivo e in vitro - fase II

Hipótese:

Espera-se que seja possível, por meio de pesquisas e de testes laboratoriais, criar um protótipo de um curativo em que o principal ingrediente seja a babosa, cuja função seja cicatrizar feridas.

Justificativa:

Dificuldade encontrada pela nossa sociedade em procurar alternativas orgânicas para a cicatrização e para o combate a bactérias.

Objetivo:

Entender sobre o potencial cicatrizante da Aloe Vera; desenvolver um curativo cicatrizante e biodegradável a partir de substâncias químicas encontradas na Aloe Vera.

Problema:

Falta de acesso a medicamentos eficientes e naturais, já que, além de ser algo relativamente caro, existem poucas alternativas assim no mercado. Isso é algo preocupante, pois além de refletir aspectos da nossa sociedade desigual, também compactua com a presença de inúmeras doenças na população de baixa renda, que seriam, possivelmente, evitadas facilmente com o acesso a um tratamento correto.

  • Referencial teórico
  • Introdução:

Alunas: Betina Heerdt, Cecília Heerdt e Eduarda Moura

Orientadores: Maria Eduarda Dias e Dr. Alessandro Ramos

  • Planta de fácil cultivo:
  • A principal substância cicatrizante presente na Aloe Vera é a alantoína, ou 2,5-Dioxo-4-imidazolidinil:
    • Auxilia na proliferação celular, de modo que a epitelização de zonas danificadas da pele pode ser acelerada na sua presença, apresentando um efeito suavizante;
    • Composto de origem orgânica cuja fórmula estrutural é C4H6N4O3.

  • Resultados

BACH, B. D.; LOPES, A. M. Estudo da viabilidade econômica do cultivo da babosa (aloe vera L.), 2007. Disponível em <https://www.scielo.br/j/cagro/a/FP6mhg3dn7L9NYdzMzPCjrb/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 22/05/2022.

CORDEIRO, Sandra. Aloe vera(L.) Burm.f., 2020. Disponivel em: <http://www.unirio.br/ccbs/ibio/herbariohuni/aloe-vera-l-burm-f#:~:text=Foi%20trazida%20%C3%A0%20Am%C3%A9rica%20pelas,poss%C3%ADveis%20enfermidades%20da%20sua%20tripula%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 19/04/2022.

FREITAS, Hilana; et al. PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E LIBERAÇÃO CONTROLADA DE MICROPARTÍCULAS DE GALACTOMANANA CONTENDO ALANTOÍNA. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/qn/a/GNpc4TgqmzsfMNmJQS7zHZs/?lang=pt> Acesso em: 26/06/2022.

FREITAS, V.S.; RODRIGUES, R.A.F.; GASPI, F.O.G. Propriedades farmacológicas da Aloe vera (L.) Burm. f, 2014. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/rbpm/a/xVWmRtwnWBjLcSmMJKjcCcN/?format=pdf&lang=pt>. Acesso em: 19/04/2022.

JÚNIOR, L. P. H.; LEMOS, A, L, A. Vitamina A, 2010. Dísponivel em <http://files.bvs.br/upload/S/1413-9979/2010/v15n3/a1534.pdf>. Acesso em: 22/05/2022.

KLEIN, Alan, PENNEIS, Neal, 1988. Aloe Vera. <https://www.jaad.org/article/S0190-9622(88)70095-X/pdf> Acesso em: 19/04/2022.

LIANG, CC., PARK, A. & GUAN, JL. In vitro scratch assay: a convenient and inexpensive method for analysis of cell migration in vitro. Nat Protoc 2, 329–333 (2007).

Referências

  • Teste in vivo

As minhocas foram deixadas para aclimatação durante dez dias

Após esse período, foram cortadas e separadas em grupos controle, tratadas com a solução de 10% ou tratadas com a solução de 25%

Local onde as minhocas foram deixadas (Ph, umidade e temperatura eram medidos diariamente)

0h

24h

72h

As três imagens superiores representam o grupo controle, e as três inferiores representam o grupo de tratamento de 10%

2023

  • Metologia
  • Scratch assay:

Corte em uma monocamada de células, capturando as imagens no início e durante o processo, comparando-as para quantificar a taxa de migração das células.

Esse método será utilizado para analisar a regeneração de uma cultura de fibroblastos com a adição de um gel à base de babosa em diferentes concentrações (grupos experimentais). Será feito um grupo controle em que o método será aplicado e a regeneração sem o uso do gel será observada.