HISTÓRIA
Profº Marlyo Ferreira
Independência do Brasil
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01. A nossa independência ainda não foi proclamada. Frase típica de D. João VI: − Meu filho, põe essa coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça. Expulsamos a dinastia. É preciso expulsar o espírito bragantino, as ordenações e o rapé de Maria da Fonte.
Contra a realidade social, vestida e opressora, cadastrada por Freud − a realidade sem complexos, sem loucura, sem prostituições e sem penitenciárias do matriarcado de Pindorama.
(ANDRADE, Oswald de. Manifesto Antropófago. Revista de Antropofagia, n. 1, ano 1, maio de 1928. Apud SCHWARTZ, Jorge (org). Vanguardas latino-americanas. Polêmicas, manifestos e textos críticos. São Paulo: Edusp/ Iluminuras/ Fapesp, 1995, p. 147)
Dentre os fatores que contribuíram para que D. Pedro I proclamasse a Independência do Brasil, havia:
Independência do Brasil
a) a mobilização da elite portuguesa, após a Revolução Liberal do Porto, pressionando o príncipe regente para que regressasse a sua terra natal e para que o Brasil voltasse à condição colonial. �b) a pressão exercida pelas correntes positivistas e os movimentos tenentistas, exigindo que o Brasil, de forma semelhante aos países vizinhos, aderisse ao regime republicano, em prol da ordem e do progresso.�c) a articulação política entre militares, a elite ilustrada e alguns políticos ligados ao Partido Liberal, motivada pela insatisfação com a histórica subordinação do Brasil a Portugal.�d) a rejeição nacional à monarquia da coroa portuguesa e à escravidão, uma vez que os países vizinhos ao Brasil já eram repúblicas e haviam abolido o trabalho escravo.�e) o impacto do crescimento de movimentos populares independentistas, a exemplo da Confederação do Equador, em Pernambuco, e da Cabanagem, no Grão-Pará, que tiveram grande repercussão nacional.
Independência do Brasil
02. O reconhecimento da independência do Brasil por Portugal foi selado pelo Tratado do Rio de Janeiro, em 1825, que dizia:
Art. 6.º – Toda a propriedade de bens de raiz, ou móveis, e ações, sequestrados, ou confiscados, pertencentes aos súbditos de ambos os soberanos, de Portugal e do Brasil, serão logo restituídos, assim como os seus rendimentos passados, deduzidas as despesas de administração, seus proprietários indenizados reciprocamente pela maneira declarada no art. 8.º
Art. 7.º – Todas as embarcações e cargas pesadas, pertencentes aos súbditos de ambos os soberanos, serão semelhantemente restituídas ou seus proprietários indenizados.
Estes problemas foram resolvidos:
a) Pela mediação da França e com empréstimos cedidos por este país.�b) Através do pagamento de uma indenização a Portugal com créditos cedidos pela Inglaterra.�c) Com uma sangrenta guerra entre Portugal e Brasil.�d) Numa disputa internacional que somente seria resolvida com a intervenção dos Estados Unidos.�e) Através da ativa participação popular, praticamente impulsionando o processo.
GEOGRAFIA
Prof Carol Rodrigues
O QUE REVISAR PARA PROVA DE GEOGRAFIA?
Redação
Prof Diogo Xavier
Estrutura da dissertação
Prof Diogo Xavier
Composição lógica da Dissertação Argumentativa:
Desenvolvimento:
Conclusão: